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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201693 páginasCódigo CVM 8133Versão 1Recebida em 09/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de LOJAS RENNER S.A.

LOJAS RENNER S.A. · CNPJ 92.754.738/0001-62

LOJAS RENNER S.A.
CNPJ 92.754.738/0001-62
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
LOJAS RENNER S.A.
CNPJ
92.754.738/0001-62
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
93
Ano de referência
2016*
Publicado em
09/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total6.475.2125.863.71910,4%
1.01Ativo Circulante4.085.4773.721.2119,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa894.881737.52721,3%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2.266.2912.268.184−0,1%
1.01.03.01Clientes2.209.2712.119.8364,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber57.020148.348−61,6%
1.01.03.02.01Instrumentos Financeiros Derivativos36699.469−99,6%
1.01.03.02.02Outras Contas a Receber56.65448.87915,9%
1.01.04Estoques782.266622.53425,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar135.84187.63055,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar135.84187.63055,0%
1.01.07Despesas Antecipadas6.1985.33616,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante2.389.7352.142.50811,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo244.376176.44638,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber10.6928.56324,9%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber10.6928.56324,9%
1.02.01.04Estoques051−100,0%
1.02.01.04.01Instrumentos Financeiros Derivativos051−100,0%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos156.61697.89960,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos156.61697.89960,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes77.06869.93310,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos judiciais10.44410.825−3,5%
1.02.01.09.04Impostos a recuperar66.62459.10812,7%
1.02.02Investimentos4663−27,0%
1.02.02.01Participações Societárias4663−27,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias4663−27,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.645.0691.544.2026,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.540.9361.312.23117,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado28.21028.881−2,3%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento75.923203.090−62,6%
1.02.04Intangível500.244421.79718,6%
1.02.04.01Intangíveis383.565305.11825,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Outros349.272289.04220,8%
1.02.04.01.03Intangível arrendado34.29316.076113,3%
1.02.04.02Goodwill116.679116.6790,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAdministradores e Acionistas daLojas Renner S.A.Porto Alegre - RSOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Lojas Renner S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Lojas Renner S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Avaliação de perda ao valor recuperável ("impairment") do ágio ("goodwill") - ConsolidadoConforme descrito nas notas explicativas às demonstrações financeiras n° 5.11, 16.1 e 17, em 31 de dezembro de 2016 os ativos consolidados da Companhia incluíam ágio de R$ 116.679 mil gerado pela aquisição de controle da Maxmix Comercial Ltda. ("Camicado") em 30 de abril de 2011, cujo valor recuperável tem de ser analisado anualmente. A avaliação e a necessidade ou não de registro de provisão para perda ao valor recuperável é suportada por estimativas de rentabilidade futura baseadas no plano de negócios e orçamento preparados pela Companhia e aprovados em seus níveis de governança. Devido à relevância do valor do ágio, às incertezas inerentes ao processo de determinação das estimativas de fluxos de caixa futuros descontados a valor presente, e pelo impacto que eventuais alterações das premissas de taxas de desconto e de crescimento das vendas no período de projeção e na perpetuidade, poderia gerar nos valores registrados nas demonstrações financeiras consolidadas, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o teste do desenho, implementação e a efetividade operacional dos controles internos relacionados com a preparação e revisão do plano de negócios, orçamentos e análises ao valor recuperável disponibilizados pela Companhia. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, analisamos as premissas significativas e as metodologias utilizadas pela Companhia, incluindo as taxas de desconto e de crescimento das vendas no período de projeção e na perpetuidade, e avaliamos a consistência dos cálculos, comparando-os com informações do mercado disponíveis, com o desempenho efetivo e com previsões anteriores. Efetuamos ainda uma análise independente de sensibilidade com o intuito de identificar em quais situações os fluxos de caixa descontados de cada unidade geradora de caixa (UGC) resultariam em valores recuperáveis iguais ou menores que seu valor contábil, bem como analisamos a alocação do ágio às UGCs em mais de um cenário possível. Avaliamos também a adequação das divulgações requeridas nas demonstrações financeiras consolidadas.Registro das operações de venda e ambiente de tecnologia da informação - Controladora e ConsolidadoAs transações de venda da Companhia, no segmento de varejo, possuem significativa utilização de informações sistêmicas e complexo nível de integração entre diferentes sistemas de gestão. Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2016, a Companhia realizou significativas atualizações em seus principais sistemas de informação, principalmente quanto ao registro das transações contábeis, financeiras, e de venda de produtos para seus clientes. Em função do alto nível de dependência dos sistemas de gestão, do alto volume de transações processadas, da relevância dos montantes envolvidos nessas operações, bem como da importância dos controles da Companhia sobre o acesso e gerenciamento de mudanças nos seus sistemas, consideramos esse assunto significativo para determinar a natureza época e extensão de nossos procedimentos detalhados de auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a realização de testes por meio de amostragem e com o auxílio de nossos especialistas em tecnologia da informação, para avaliar o desenho e a efetividade operacional dos controles internos sobre mudanças, alterações e acessos apropriados aos sistemas para os controles que entendemos como relevantes para as operações de vendas. Analisamos ainda, também com o auxílio de nossos especialistas em tecnologia da informação, a interface e a integridade das informações entre os principais sistemas utilizados para o registro de vendas e a respectiva geração das informações financeiras. Adicionalmente, comparamos os dados gerados antes e após as atualizações significativas nos principais sistemas de informação da Companhia. Para as transações de venda da Companhia, nossos testes incluíram a execução de procedimentos sobre a movimentação financeira das disponibilidades durante o exercício e sua conciliação para determinar a correlação entre as entradas de caixa e as receitas registradas pela Companhia.Valor recuperável ("impairment") de contas a receber de clientes - Controladora e ConsolidadoConforme descrito nas notas explicativas às demonstrações financeiras n° 5.6.1. e 9, na determinação dos níveis de perda por redução ao valor recuperável das contas a receber de clientes e consequentemente nas estimativas para a provisão para perdas, a Companhia faz julgamentos significativos relacionados aos critérios, premissas e dados usados na determinação desse valor, especificamente relativos aos níveis de crédito disponíveis e aos dados históricos de inadimplência, seja para as operações originadas pela venda de mercadorias ou pelos seus produtos financeiros.Em função do alto gr au de julgamento necessário para determinar tais estimativas, o elevado volume de transações originadas pela venda de mercadorias e pelos produtos financeiros, juntamente com o atual cenário econômico, que afeta o segmento em que a Companhia atua, bem como face ao impacto que eventuais alterações nos critérios, premissas e dados associadas a esse julgamento poderiam ter nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse tema um assunto significativo para a auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, testes, realizados através de amostras, para avaliar o desenho, implementação e a efetividade operacional dos controles internos sobre as transações de venda, sobre o adequado registro dos recebíveis e sobre a aprovação do limite de crédito. Testamos, por amostragem, a suficiência dos critérios, premissas e dados utilizados pela Companhia para determinar os níveis de inadimplência, atentando para políticas de recebimento de créditos de difícil liquidação e critérios de provisão para perdas. Adicionalmente, analisamos se historicamente as provisões efetuadas pela Companhia tem se materializado e consideramos esse histórico em comparação com as premissas utilizadas pela Companhia para a provisão registrada no período, e se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, descritas nas notas explicativas às demonstrações financeiras nº 7.2.2 e 9, estão de acordo com as regras aplicáveis.Provisões e passivos contingentes -tributárias, trabalhistas e cíveis - Controladora e ConsolidadoConforme descrito nas notas explicativas às demonstrações financeiras n° 5.12 e 24, a Companhia e suas controladas são parte em ações judiciais e processos administrativos em tramitação perante tribunais e órgãos governamentais, decorrentes do curso normal das suas operações, envolvendo matérias tributárias, trabalhistas e cíveis. A mensuração, o reconhecimento contábil como uma provisão e a respectiva divulgação de contingências, relativas a essas ações judiciais e processos administrativos, requerem julgamento da Companhia e de seus assessores jurídicos. Mudanças nas premissas utilizadas pela Companhia para exercer esse julgamento, ou mudanças nas condições externas, incluindo o posicionamento das autoridades tributárias, trabalhistas e cíveis, podem impactar significativamente o montante de provisão reconhecido nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a avaliação das políticas contábeis aplicadas pela Companhia para a classificação de perdas, incluindo a avaliação do julgamento sobre a mensuração dos montantes a serem registrados como provisão para riscos tributários, cíveis e trabalhistas e a aplicação adequada e consistente do julgamento durante todos os períodos apresentados. Analisamos a suficiência das provisões reconhecidas e dos valores de contingências divulgados e que levaram em consideração as avaliações preparadas pelos assessores jurídicos internos e externos da Companhia, bem como a comparação com jurisprudência existente para os casos mais significativos. Obtivemos evidências sobre os riscos de perdas considerados pela Companhia nos principais processos, reclamatórias e posições tributárias adotadas, incluindo a documentação existente, pareceres e opiniões legais preparados por assessores tributários e/ou jurídicos internos e externos, bem como a obtenção de confirmações externas dos assessores da Companhia sobre o estágio atual e classificação de riscos envolvendo os casos mais significativos. Avaliamos ainda a adequação das divulgações da Companhia em relação aos litígios provisionados e aqueles com prognóstico de perda possível.Outros Assuntos Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA), individual e consolidada, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razo ável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Porto Alegre, 08 de fevereiro de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/F-7Cristiano Jardim SeguecioContador CRC SP-244525/O-9 T-RS

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2016, autorizando sua conclusão nesta data.Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2017.DIRETORIAJosé GallóDiretor PresidenteLaurence Beltrão GomesDiretor Administrativo e Financeiro e de RIHaroldo Luiz Rodrigues FilhoDiretor de ComprasClarice Martins CostaDiretora de Recursos HumanosFabio Adegas FaccioDiretor de OperaçõesEmerson Silveira KuzeDiretor de Tecnologia da Informação e Gestão

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DA DIRETORIA SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou e discutiu o conteúdo e opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia do exercício de 2016, emitido nesta data.A Diretoria declara que concorda com o conteúdo e opinião expressos no referido relatório dos auditores independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia.Porto Alegre, 8 de fevereiro de 2017.DIRETORIAJosé GallóDiretor PresidenteLaurence Beltrão GomesDiretor Administrativo e Financeiro e de RIHaroldo Luiz Rodrigues FilhoDiretor de ComprasClarice Martins CostaDiretora de Recursos HumanosFabio Adegas FaccioDiretor de OperaçõesEmerson Silveira KuzeDiretor de Tecnologia da Informação e Gestão

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal de Lojas Renner S.A., em cumprimento às disposições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei 6404/76 e suas posteriores alterações, examinou o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras e a Proposta de distribuição do resultado, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o relatório sem ressalvas, dos auditores independentes - KPMG Auditores Independentes, datado de 08 de fevereiro de 2017, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, opina, por unanimidade, que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária de Acionistas.Porto Alegre, RS, 08 de Fevereiro de 2017.Francisco Sérgio Quintana da Rosa Presidente Helena Turola de Araújo Penna Conselheira FiscalRicardo Zaffari Grechi Conselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.