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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 23264Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 05/07/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de AMBEV S.A.

AMBEV S.A. · CNPJ 07.526.557/0001-00

Versões deste exercício: v1 (01/03/2018) · v2 (05/07/2018) · v3 (05/07/2018), esta

AMBEV S.A.
CNPJ 07.526.557/0001-00
DFP 2017 (V3)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
AMBEV S.A.
CNPJ
07.526.557/0001-00
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
05/07/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total86.851.98983.841.4183,6%
1.01Ativo Circulante24.718.07323.886.8513,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa10.354.5277.876.84931,5%
1.01.02Aplicações Financeiras11.883282.771−95,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo11.883282.771−95,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação11.883282.771−95,8%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber4.944.8314.368.05913,2%
1.01.03.01Clientes4.814.2004.330.81011,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber130.63137.249250,7%
1.01.03.02.01Contas a Receber de Partes Relacionadas00
1.01.04Estoques4.318.9734.347.052−0,6%
1.01.04.01Produto Acabado1.528.4341.445.4625,7%
1.01.04.02Produto em Elaboração309.567328.453−5,7%
1.01.04.03Matérias Primas1.816.3311.962.731−7,5%
1.01.04.04Materiais de Produção77.20850.02654,3%
1.01.04.05Almoxarifado e Outros687.785681.6400,9%
1.01.04.06Provisão para Perdas−100.352−121.26017,2%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar3.370.5415.423.310−37,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar3.370.5415.423.310−37,9%
1.01.06.01.01Imposto de renda e Contribuição Social a Recuperar2.770.3764.693.724−41,0%
1.01.06.01.02Impostos Indiretos a Recuperar600.165729.586−17,7%
1.01.07Despesas Antecipadas771.499771.2570,0%
1.01.07.01Despesas Antecipadas Marketing771.499771.2570,0%
1.01.07.02Outras Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes945.819817.55315,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.02.01Ativos Mantidos para Venda00
1.01.08.03Outros945.819817.55315,7%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos350.036196.65578,0%
1.01.08.03.02Juros a Receber4.71818.981−75,1%
1.01.08.03.03Outros ativos591.065601.917−1,8%
1.02Ativo Não Circulante62.133.91659.954.5673,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.997.0504.743.53547,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.04Títulos mantidos até o vencimento00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado121.956104.34016,9%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento121.956104.34016,9%
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos2.279.3392.268.1420,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.279.3392.268.1420,5%
1.02.01.06.02Créditos Tributários com Reestruturação Societária00
1.02.01.07Despesas Antecipadas133.183150.884−11,7%
1.02.01.07.01Despesas Antecipadas de Marketing133.183150.884−11,7%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes4.462.5722.220.169101,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais Compulsórios e de Incentivos551.008571.305−3,6%
1.02.01.09.04Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar2.312.6644.49351.372,6%
1.02.01.09.05Demais impostos a Recuperar225.036343.147−34,4%
1.02.01.09.06Superávit de Ativos58.44333.50374,4%
1.02.01.09.08Instrumentos Financeiros Derivativos35.18816.326115,5%
1.02.01.09.09Títulos a Receber881.752899.160−1,9%
1.02.01.09.10Outros398.481352.23513,1%
1.02.02Investimentos237.961300.115−20,7%
1.02.02.01Participações Societárias237.961300.115−20,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias237.961300.115−20,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado18.822.32719.153.836−1,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação17.545.62117.392.9990,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado18.74420.098−6,7%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento1.257.9621.740.739−27,7%
1.02.04Intangível36.076.57835.757.0810,9%
1.02.04.01Intangíveis4.674.7045.245.881−10,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Outros Intangíveis4.674.7045.245.881−10,9%
1.02.04.02Goodwill31.401.87430.511.2002,9%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE ASDEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daAmbev S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Ambev S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Ambev S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Adesão ao Programa Especial de Regularização Tributária - PERTPor que é um PAAComo o assunto foi conduzidoem nossa auditoriaA Companhia possui processos tributários cuja avaliação da probabilidade de perda é realizada periodicamente e leva em consideração os andamentos processuais nos tribunais, a avaliação de advogados externos e julgamentos exercidos pela Administração da Companhia. Em julho de 2017, a Companhia obteve decisão preliminar desfavorável em determinados processos tributários de imposto de renda, até então com a probabilidade de perda possível. Com a promulgação da lei 13.496/17, que instituiu o Programa Especial de Regularização Tributária ("PERT"), a Administração avaliou e concluiu pela adesão a esse programa, incluindo certos processos já provisionados, bem como processos com probabilidade de perda possível, mas com decisão preliminar desfavorável à Companhia.Esse tema foi considerado um principal assunto em nossa auditoria pois: (i) o montante envolvido, no valor aproximado de R$3,5 bilhões em 31 de dezembro de 2017, é considerado material para a auditoria (ii) a determinação dos fatores e das premissas relevantes envolveram alto grau de julgamento por parte da Administração, para incluir os processos tributários até então classificados como "perda possível" no PERT (iii) houve frequente interação com a Administração na avaliação do tema.Dessa forma, nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação dos controles internos relacionados ao acompanhamento de processos jurídicos (ii) a utilização de nossos especialistas tributários na avaliação do atendimento à legislação do PERT (iii) a análise dos fatores e avaliação do julgamento empregado pela Administração para concluir que os processos deveriam ser incluídos no PERT, principalmente os relacionados ao andamento dos processos nos tribunais, as decisões recentes e a avaliação do risco de perda dos advogados internos e externos e (iv) análise da razoabilidade e integridade do cálculo das deduções sobre os valores totais dos processos incluídos no PERT.Com base em nossos procedimentos de auditoria acima descritos, consideramos os critérios e as premissas adotados pela Administração para a avaliação dos processos e a adesão ao PERT adequados no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.As divulgações sobre a natureza desses processos e seus efeitos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão descritos nas notas explicativas nº 1(b), 24 e 30 às demonstrações financeirasindividuais e consolidadas. Exercício parcial e prorrogação de opção de venda emitida pela Companhia à E. León Jimenes S.A. ("ELJ")Por que é um PAAComo o assunto foi conduzidoem nossa auditoriaEm 2012 a Companhia adquiriu o controle da Cervecería Nacional Dominicana S.A. ("CND"), concedendo uma opção de venda à ELJ, antigos controladores da CND, a ser exercida total ou parcialmente até 2019. Essa opção de venda foi avaliada à época e, em 31 de dezembro de 2017, está registrado um passivo financeiro de R$5,5 bilhões, com base em múltiplos de EBITDA (Lucro antes do resultado financeiro, impostos sobre a renda, depreciação e amortização) da CND. Em novembro de 2017, a ELJ e a Companhia formalizaram intenção de (i) exercer parcialmente a opção de venda e, (ii) prorrogar a opção de compra remanescente para 2022 sendo a transação sujeita a condições precedentes contratuais, as quais foram satisfeitas em 18 de janeiro de 2018.Esse tema foi considerado significativo em nossa auditoria pois: (i) trata-se de uma transação não-usual (ii) o montante envolvido, no valor aproximado de R$5,5 bilhões em 31 de dezembro de 2017, é considerado material para a auditoria (iii) há julgamento envolvido quanto as condições precedentes e a sua influência no cálculo do passivo financeiro em 31 de dezembro de 2017 e (iv) há julgamento envolvido na avaliação técnica quanto a se a prorrogação da opção de venda seria uma mudança substancial nos termos do passivo financeiro e, portanto, o passivo deveria ser desreconhecido e um novo passivo reconhecido com as condições atuais.Dessa forma, nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) avaliação dos controles internos relacionados a identificação, classificação e avaliação de transações significativas não-usuais (ii) envolvimento do auditor componente da CND para nos auxiliar na avaliação da exatidão do EBITDA da CND utilizado no cálculo do passivo financeiro (iii) recálculo do passivo financeiro da opção de venda com base nas premissas contratuais e comparação com os cálculos da Administração e (iv) envolvimento dos nossos especialistas em normas técnicas e profissionais de contabilidade para análise da avaliação realizada pela Administração quanto à ocorrência ou não de modificação substancial do passivo financeiro.Com base em nossos procedimentos de auditoria acima descritos, consideramos os critérios para avaliação do passivo financeiro, bem como o tra tamento contábil adotado pela Companhia, adequados no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadastomadas em conjunto.As divulgações sobre essa transação estão descritas nas notas explicativas nº 1(b), 17(d.4) e 36 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeirasindividuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelasdemonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacionale o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 28 de fevereiro de 2018DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609/O-8Eduardo Franco TenórioContadorCRC nº 1 SP 216175/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, o Diretor Geral e os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis e com as conclusões expressas no relatório dos auditores independentes.Composição da Diretoria:Bernardo Pinto Paiva - Diretor GeralRicardo Rittes de Oliveira Silva - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresPedro de Abreu Mariani - Diretor Jurídico e de Relações CorporativasRicardo Morais Pereira de Melo - Diretor de VendasEduardo Braga Cavalcanti de Lacerda - Diretor de RefrigerantesMaurício Nogueira Soufen - Diretor Industrial e de LogísticaDaniel Cocenzo - Diretor de Premium e High EndFabio Vieira Kapitanovas - Diretor de Gente e GestãoPaula Nogueira Lindenberg - Diretora de Marketing Marcelo Guimarães Tardin - Diretor de Tecnologia da Informação e Serviços CompartilhadosRodrigo Figueiredo de Souza - Diretor de Suprimentos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Pareceres e Declarações / Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, o Diretor Geral e os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis e com as conclusões expressas no relatório dos auditores independentes.Composição da Diretoria:Bernardo Pinto Paiva - Diretor GeralRicardo Rittes de Oliveira Silva - Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresPedro de Abreu Mariani - Diretor Jurídico e de Relações CorporativasRicardo Morais Pereira de Melo - Diretor de VendasEduardo Braga Cavalcanti de Lacerda - Diretor de RefrigerantesMaurício Nogueira Soufen - Diretor Industrial e de LogísticaDaniel Cocenzo - Diretor de Premium e High EndFabio Vieira Kapitanovas - Diretor de Gente e GestãoPaula Nogueira Lindenberg - Diretora de Marketing Marcelo Guimarães Tardin - Diretor de Tecnologia da Informação e Serviços CompartilhadosRodrigo Figueiredo de Souza - Diretor de Suprimentos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da Ambev S.A. ("Companhia"), em conformidade com as atribuições dispostas no Estatuto Social da Companhia,em seu Regimento Interno e nos incisos do art. 163 da Lei nº 6.404/76, conforme alterada, examinou: (i) o relatório do auditor emitidosem ressalvas pela Deloitte ToucheTohmatsu e (ii) o relato sobre o desempenho da Companhia realizado pelo Diretor Financeiro e deRelações com Investidores. Com base nos documentos examinados e nos esclarecimentos prestados, os membros do ConselhoFiscal, abaixo assinados, opinaram pela aprovação em Assembleia Geral do Relatório Anual da Administração, das DemonstraçõesFinanceiras referentes ao exercício encerrado em 31 de dezembro de 2017 e da destinação do lucro líquido do referido exercício edistribuição de dividendos e juros sobre capital próprio na forma constante das Demonstrações Financeiras.São Paulo, 28 de fevereiro de 2018.James Terence Coulter WrightJosé Ronaldo Vilela RezendeEmanuel Sotelino Schifferle(Suplente)Ary Waddington (Suplente)Vinícius Balbino Bouhid(Suplente)

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.