Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012Código CVM 18287Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 12/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de RIZA II SECURITIZADORA S.A.

RIZA II SECURITIZADORA S.A. · CNPJ 02.105.040/0001-23

Versões deste exercício: v1 (11/03/2013) · v2 (12/03/2013), esta

RIZA II SECURITIZADORA S.A.
CNPJ 02.105.040/0001-23
DFP 2012 (V2)
Exercício 2012
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
RIZA II SECURITIZADORA S.A.
CNPJ
02.105.040/0001-23
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2012*
Publicado em
12/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total154.967185.279−16,4%
1.01Ativo Circulante123.144147.440−16,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa32.74350.186−34,8%
1.01.01.01Caixa02−100,0%
1.01.01.02Bancos conta movimento38533614,6%
1.01.01.03Títulos e valores mobiliários32.35849.848−35,1%
1.01.02Aplicações Financeiras37.46839.377−4,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo37.46839.377−4,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda37.46839.377−4,8%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber00
1.01.03.01Clientes00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar5.4666.389−14,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar5.4666.389−14,4%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a compensar/recuperar5.4665.2065,0%
1.01.06.01.02Crédito tributário01.183−100,0%
1.01.07Despesas Antecipadas07−100,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes47.46751.481−7,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros47.46751.481−7,8%
1.01.08.03.01Recebíveis imobiliários com regime fiduciário7.5609.422−19,8%
1.01.08.03.02Recebíveis imobiliários sem regime fiduciário14.02517.440−19,6%
1.01.08.03.03Ágio na aquisição de recebíveis00
1.01.08.03.04(-) Ajuste a valor presente de recebíveis imobiliários−2.1280
1.01.08.03.05(-) Provisão para créditos duvidosos−867−8670,0%
1.01.08.03.06Saldo de operações com regime fiduciário pleno22.95922.6441,4%
1.01.08.03.07Dividendos a receber00
1.01.08.03.08Adiantamentos concedidos1.6821.40919,4%
1.01.08.03.09Valores a receber de sociedade coligada00
1.01.08.03.10Devedores diversos3.232317919,6%
1.01.08.03.11Imóveis adjudicados1.0041.116−10,0%
1.02Ativo Não Circulante31.82337.839−15,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo29.39135.601−17,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos3.7291.774110,2%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.06.02Crédito Tributário3.7291.774110,2%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes25.66233.827−24,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Recebíveis imobiliários com regime fiduciário14.92019.087−21,8%
1.02.01.09.04Recebíveis imobiliários sem regime fiduciário12.66014.740−14,1%
1.02.01.09.05(-) Deságio na aquisição de recebíveis−1.9180
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado2.4322.2388,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.4322.2388,7%
1.02.03.01.01Imobilizado3.7073.20015,8%
1.02.03.01.02(-) Depreciação acumulada−1.275−962−32,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível00
1.02.04.01Intangíveis00
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Cibrasec Companhia Brasileira de SecuritizaçãoDemonstrações Financeiras Referentes ao Exercício Findo em 31 de Dezembro de 2012 eRelatório dos Auditores IndependentesDeloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e Acionistas daCibrasec Companhia Brasileira de SecuritizaçãoSão Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto.Outros assuntosInformações fiduciáriasExaminamos, também, as informações fiduciárias mencionadas na nota explicativa nº 22, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela Instrução nº 414 da Comissão de Valores Mobiliários de 30 de dezembro de 2004 para companhias abertas e como informação suplementar pelos IFRS que não requerem a apresentação das informações fiduciárias. Essas informações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Demonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária para companhias abertas, e como informação suplementar pelos IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes, que emitiram relatório, sem ressalvas, datado de 15 de fevereiro de 2012.São Paulo, 19 de fevereiro de 2013DELOITTE TOUCHE TOHMATSUVanderlei Minoru YamashitaAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 201506/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE / DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESEu, Onivaldo Scalco, declaro que:1. Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, da CIBRASEC Cia Brasileira de Securitização e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, SP, 19 de fevereiro de 2013.Onivaldo ScalcoPresidente / Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE / DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESEu, Onivaldo Scalco, declaro que:1.Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados da revisão, concordo com as conclusões expressas no relatório elaborado pela DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, sem que exista qualquer discordância quanto a essas conclusões.São Paulo, SP, 19 de fevereiro de 2013.Onivaldo ScalcoPresidente / Diretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.