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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2011107 páginasCódigo CVM 9393Versão 1Recebida em 27/03/2012valores em R$ mil

DFP 2011 de PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 60.398.369/0004-79

PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 60.398.369/0004-79
DFP 2011
Exercício 2011
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Metadados

Empresa
PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
60.398.369/0004-79
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
107
Ano de referência
2011*
Publicado em
27/03/2012 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:41

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201131/12/2010Var.
1Ativo Total3.776.3373.643.1613,7%
1.01Ativo Circulante2.495.8352.460.5241,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa104.316126.828−17,8%
1.01.02Aplicações Financeiras666.215456.49145,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo666.215456.49145,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber490.535528.000−7,1%
1.01.03.01Clientes490.535528.000−7,1%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes490.535528.000−7,1%
1.01.03.01.02Sociedades ligadas00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques1.025.9431.146.933−10,5%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar75.358158.621−52,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar75.358158.621−52,5%
1.01.07Despesas Antecipadas5.4716.858−20,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes127.99736.793247,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros127.99736.793247,9%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos123.44227.508348,7%
1.01.08.03.02Outros Ativos Circulantes4.5559.285−50,9%
1.02Ativo Não Circulante1.280.5021.182.6378,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo158.258124.76426,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber18.0945.606222,8%
1.02.01.03.01Clientes18.0945.606222,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos62.46533.81984,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos20.9890—
1.02.01.06.02Impostos e Contribuições a Recuperar41.47633.81922,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes77.69985.339−9,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda23716.848−98,6%
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos de Demandas Judiciais68.16561.36211,1%
1.02.01.09.04Outros Ativos Não Circulantes9.2977.12930,4%
1.02.02Investimentos12.3036461.804,5%
1.02.02.01Participações Societárias6466460,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias6466460,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento11.6570—
1.02.03Imobilizado1.106.2161.049.7845,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível3.7257.443−50,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASAos Acionistas e Conselho de Administração daParanapanema S.A.IntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Paranapanema S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2011 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Paranapanema S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Paranapanema S.A. em 31 de dezembro de 2011, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório inanceiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil. Ênfases Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Paranapanema S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Contribuição social sobre o lucroConforme descrito na Nota 17.3a, foi movida ação rescisória pela União com o objetivo de rescindir o acórdão que declarou a inconstitucionalidade da contribuição social sobre o lucro de Companhia controlada incorporada em 13 de Novembro de 2009, a qual não tem sido recolhida desde o exercício de 1989, cujo desfecho foi favorável a União. A administração da Companhia, com base na opinião de seus consultores jurídicos, acredita que a reversão da decisão anteriormente transitada em julgado em favor da Companhia controlada incorporada, não trará efeito econômico adverso. Dessa forma, nenhuma provisão foi constituída em 31 de dezembro de 2011 com relação a esse processo.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 21 de março de 2012.ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6-F-BALuiz Carlos NanniniContador CRC-1SP171638/O-7-S-BA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTADECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/2009, os Diretores da Companhia Srs. Luiz Antonio de Souza Queiroz Ferraz Júnior, Diretor Presidente e Diretor de Relações com Investidores Wilson Antonio Nunes, Diretor Vice-Presidente Alberto Fabrini Junior, Diretor da Unidade de Negócios Edson Machado Monteiro, Diretor de Controladoria Antonio Carlos de Rosa Pereira, Diretor de Suplly Chain e Marcos Henrique Carlos de Souza, Diretor Industrial declaram que: (i) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no relatório emitido em 21 de março de 2012 pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. auditores independentes da Companhia e de suas controladas, com relação às demonstrações financeiras da Companhia "controladora e consolidado", referentes o exercício social findo em 31 de dezembro de 2011 e (ii) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011.Dias D'Ávila, 21 de março de 2012

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTADECLARAÇÃO DA DIRETORIAEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/2009, os Diretores da Companhia Srs. Luiz Antonio de Souza Queiroz Ferraz Júnior, Diretor Presidente e Diretor de Relações com Investidores Wilson Antonio Nunes, Diretor Vice-Presidente Alberto Fabrini Junior, Diretor da Unidade de Negócios Edson Machado Monteiro, Diretor de Controladoria Antonio Carlos de Rosa Pereira, Diretor de Suplly Chain e Marcos Henrique Carlos de Souza, Diretor Industrial declaram que reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no relatório emitido em 21 de março de 2012 pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S. auditores independentes da Companhia e de suas controladas, com relação às demonstrações financeiras da Companhia "controladora e consolidado", referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2011Dias D'Ávila, 21 de março de 2012

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTAPARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia, no desempenho de suas atribuições legais e estatutárias, examinou o Relatório Anual da Administração, as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011. Com base nos exames efetuados e tendo em vista o parecer relativo às Demonstrações Financeiras acima referidas, elaborado em 21 de março de 2012, pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, sem ressalvas, o Conselho Fiscal é de opinião que os referidos documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação pela Assembléia Geral.Santo André, 21 de março de 2012.Presidente do Conselho FiscalEdmundo de Macedo Soares e Silva FilhoConselheirosHumberto SantamariaJacy Afonso de MeloJoão Bosco de Oliveira SantosMarcos Reinaldo Severino Peters

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.