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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025104 páginasCódigo CVM 25160Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 24/06/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de SEQUOIA LOGISTICA E TRANSPORTES S.A

SEQUOIA LOGISTICA E TRANSPORTES S.A · CNPJ 01.599.101/0001-93

Versões deste exercício: v1 (28/05/2026) · v2 (24/06/2026), esta

SEQUOIA LOGISTICA E TRANSPORTES S.A
CNPJ 01.599.101/0001-93
DFP 2025 (V2)
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
SEQUOIA LOGISTICA E TRANSPORTES S.A
CNPJ
01.599.101/0001-93
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
104
Ano de referência
2025*
Publicado em
24/06/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total752.6231.232.156−38,9%
1.01Ativo Circulante153.371186.901−17,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa56.56421.853158,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber84.577133.720−36,8%
1.01.03.01Clientes84.577133.720−36,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar3.0738.732−64,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar3.0738.732−64,8%
1.01.07Despesas Antecipadas2.9715.327−44,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes6.18617.269−64,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros6.18617.269−64,2%
1.01.08.03.01Outros3.5278.331−57,7%
1.01.08.03.02Adiantamentos2.6591.192123,1%
1.01.08.03.03Indenizações a receber00—
1.01.08.03.04Instrumentos financeiros derivativos07.746−100,0%
1.02Ativo Não Circulante599.2521.045.255−42,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo19.909314.624−93,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber00—
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos0259.995−100,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos0259.995−100,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas02.996−100,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas02.996−100,0%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes19.90951.633−61,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos judiciais13.12033.594−60,9%
1.02.01.10.04Mútuo conversível00—
1.02.01.10.05Ativos de indenização na aquisição de empresas06.249−100,0%
1.02.01.10.06Demais contas a receber5.93710.141−41,5%
1.02.01.10.07Tributos a Recuperar8521.649−48,3%
1.02.02Investimentos08.866−100,0%
1.02.02.01Participações Societárias08.866−100,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto08.866−100,0%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado95.172128.034−25,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação95.172128.034−25,7%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível484.171593.731−18,5%
1.02.04.01Intangíveis484.171593.731−18,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível448.744512.111−12,4%
1.02.04.01.03Direito de uso35.42781.620−56,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAosAcionistas, Conselheiros e Administradores daSequoia Logística e Transportes S.A.São Paulo - SPOpinião Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Sequoia Logística e Transportes S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido (passivo a descoberto) e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas. Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Companhia em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para a Nota Explicativa n° 2.5 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a qual indica que a Companhia apresenta prejuízos acumulados de R$ 2.421.568 mil, patrimônio líquido negativo (Passivo a descoberto) de R$ 183.235 mil e capital circulante líquido negativo de R$ 126.779 mil na controladora e de R$ 242.982 mil no consolidado, em 31 de dezembro de 2025. Nesse contexto, houve a homologação do pedido de recuperação extrajudicial e a formalização de transação tributária junto à PGFN, medidas que suportam o entendimento da Administração de que os pagamentos das obrigações reestruturadas ocorrerão conforme o planejado, e que a geração de caixa será suficiente para o cumprimento dessas obrigações no futuro previsível. Entretanto, caso o plano de negócios não alcance os resultados esperados após a reestruturação, poderão existir incertezas relevantes quanto à capacidade da Companhia e suas controladas de manterem suas operações no futuro previsível. Esses eventos ou condições indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa sobre a continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Nossa opinião não está ressalvada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Avaliação da recuperabilidade do ágio por expectativa de rentabilidade futuraConforme divulgado na Nota Explicativa n° 10 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia possui investimento na Transportadora Americana Ltda. registradas conforme método de aquisição estabelecido no CPC 15/IFRS 3, tendo sido registrado ágio por expectativa de rentabilidade futura que em 31 de dezembro de 2025 totaliza R$ 274.442 mil.Esse ágio juntamente com os outros ativos que compõe a Unidade Geradora de Caixa (UGC) foram submetidos a testes de recuperabilidade (impairment), conforme requerido pelas normas contábeis.A determinação do valor recuperável desses ativos envolve elevado grau de julgamento por parte da Administração, especialmente na definição das premissas utilizadas nos modelos de fluxo de caixa descontado, incluindo projeções de receitas, margens operacionais, taxas de crescimento e taxa de desconto. Tais estimativas dependem da capacidade da UGC de gerar os fluxos de caixa projetados no futuro, estando a Companhia num processo de recuperação extrajudicial e de reestruturação de suas operações.Em função do elevado nível de subjetividade, da sensibilidade dos resultados a pequenas variações nas premissas e da magnitude dos saldos envolvidos, consideramos este assunto como significativo em nossa auditoria. Resposta da auditoria ao assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, os relacionados abaixo.?Reunião com a Administração para entendimento e validação de conceitos com base no CPC 01 (R1) - Redução ao Valor Recuperável de Ativos?Reunião com representantes da área de projetos objetivando entender orçamento e as premissas significativas utilizadas?Inclusão de especialistas de finanças corporativas para auxiliar na análise da razoabilidade da taxa de desconto utilizada para desconto no fluxo de caixa?Recálculo matemático do modelo e revisão das premissas relevantes?Avaliação da coerência das principais premissas utilizadas pela Administração, incluindo projeções de receitas, margens e taxa de crescimento, por meio de comparação com dados históricos e desempenho recente da Companhia?Execução de análises de sensibilidade sobre as principais premissas, com o objetivo de avaliar o impacto de variações razoavelmente possíveis nos valores recuperáveis estimados?Revisão das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras.Com base nos procedimentos efetuados, consideramos aceitáveis as premissas utilizadas no teste de valor recuperável da unidade geradora de caixa e as divulgações apropriadas no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Mensuração dos impactos decorrentes do Plano de Recuperação Extrajudicial e transação com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional - PGFNConforme divulgado na Nota Explicativa n° 2.5 (item ii) às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em 2025 houve homologação do plano de recuperação extrajudicial incluindo a Companhia de algumas controladas, com cinco opções de formas de pagamento para os credores. Também, a Companhia e suas controladas firmaram transação com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) para liquidação de débitos tributários federais, envolvendo condições específicas de parcelamento e reduções de encargos.A contabilização dessa transação envolveu elevado grau de julgamento por parte da Administração, especialmente no que se refere: (i) a consolidação das obrigações assumidas, incluindo as decorrentes de desistência de processos (ii) à apuração dos efeitos decorrentes de reduções de multas e juros (iii) à classificação contábil adequada dos passivos e (iv) à avaliação dos impactos no resultado do exercício. Diante da magnitude dos valores envolvidos, do despendido na análise desses temas durante a auditoria e do nível de julgamento necessário, consideramos esses assuntos significativos para nossa auditoria.Resposta da auditoria ao assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros o abaixo.?Reuniões com o setor jurídico do Grupo e assessores externos contratados p ela Companhia?Leitura do Plano de Recuperação Extrajudicial?Leitura de despacho, termo de transação individual e comunicações relacionadas com a transação tributária com a PGFN?Entendimento dos controles da Administração para a integridade das informações objeto da Recuperação Extrajudicial e transação com a PGFN?Teste da mensuração inicial e subsequente dos passivos reconhecidos, incluindo a verificação do cálculo do valor presente das obrigações, quando aplicável, e dos critérios utilizados para reconhecimento de eventuais reduções de encargos, tanto na recuperação extrajudicial como na transação com a PGFN?Testes sobre a integridade e exatidão dos dados utilizados nos cálculos efetuados pela Administração?Avaliação, com o suporte de nossos especialistas tributários, da adequação da interpretação da Administração quanto à legislação aplicável e às condições pactuadas com a PGFN?Revisão das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras.Com base nos procedimentos efetuados, consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração são razoáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Outros assuntosAuditoria dos valores correspondentesAs demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia e suas controladas referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, apresentadas para fins de comparação, foram auditadas por outro auditor independente, que emitiu, em 11 de junho de 2025, relatório com abstenção de opinião. Essa abstenção foi fundamentada por prejuízos acumulados, excesso de passivos sobre ativos circulantes, incertezas quanto à execução do plano de recuperação extrajudicial, recuperabilidade de ativos não circulantes e à realização de ativos fiscais diferidos, além de renegociações em andamento de obrigações tributárias e previdenciárias. Demonstrações do Valor Adicionado As Demonstrações individual e consolidada do Valor Adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC/NBCTG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: ?Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais?Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas?Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração?Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de a uditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manter em continuidade operacional?Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada?Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras da entidade ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 28 de maio de 2026. BDO RCS Auditores Independentes SS Ltda.CRC 2 SP 013846/O-1 Ricardo Vieira Rocha Contador CRC 1 BA 026357/O-2 - S - SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM n° 59/21, a Diretoria declara que discutiu, revisou e concordou com as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Barueri, 28 de maio de 2026. Leopoldo de Bruggen e SilvaDiretor Presidente (CEO) e Diretor de Relações com Investidores e Financeiro (CFO)

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes da Instrução CVM n° 59/21, a Diretoria declara que discutiu, revisou e concordou com a opinião expressa no relatório do auditor independente, BDO RCS Auditores Independentes - Sociedade Simples, sobre as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025. Barueri, 28 de maio de 2026.Leopoldo de Bruggen e SilvaDiretor Presidente (CEO) e Diretor de Relações com Investidores e Financeiro (CFO)

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIAO Comitê de Auditoria Não Estatutário da SEQUOIA LOGÍSTICA E TRANSPORTES S.A. ("Comitê" e "Companhia", respectivamente), no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê de Auditoria, consideradas as suas responsabilidades e as limitações inerentes ao escopo e ao alcance de sua atuação, procedeu a análise das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, acompanhadas do relatório da administração da Companhia e do relatório dos auditores independentes relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025 emitido, sem ressalvas, pela BDO RCS AUDITORES INDEPENDENTES SS LTDA. ("Auditor Independente") em 28 de maio de 2026 - o qual contém parágrafo de incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional, sem ressalva da opinião quanto a esse assunto - e, considerando o disposto na Cláusula 5.2.4 do Regimento Interno e na regulamentação aplicável da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), emite o seguinte parecer:"A administração da Companhia é responsável pela correta elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, assim como pela implementação e manutenção de sistemas de controles internos e de gerenciamento de riscos condizentes com o porte e a estrutura da Companhia. Cabe, também, à Administração estabelecer procedimentos que garantam a qualidade dos processos que geram as informações financeiras.O Auditor Independente é responsável pela auditoria das demonstrações financeiras e deve assegurar que elas representam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia, e que foram elaboradas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e normas e procedimentos determinados pela CVM.No cumprimento de suas atribuições, as análises e avaliações procedidas pelo Comitê baseiam-se em informações recebidas da administração e dos Auditores Independentes.O Comitê, com base nos documentos examinados descritos no primeiro parágrafo e nas informações prestadas pela administração e pelos Auditores Independentes, ponderadas devidamente suas responsabilidades e as limitações decorrentes do escopo de sua atuação, entende que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia em 31 de dezembro de 2025 foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) e, considerando que a opinião dos Auditores Independentes foi emitida sem ressalvas e que o destaque relativo à incerteza relevante sobre a continuidade operacional encontra-se adequadamente divulgado na Nota Explicativa nº 2.5, recomenda sua aprovação pelo Conselho de Administração."Barueri, 18 de junho de 2026.Membros:_________________________________Marcelo Adilson Tavarone TorresiCoordenador do Comitê de Auditoria ePresidente do Conselho de Administração_________________________________Luiz Henrique N. WargaftigMembro do Comitê de Auditoria

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITRIA EXERCÍCIO SOCIAL ENCERRADO EM 31 DE DEZEMBRO DE 20251. HISTÓRICO E COMPOSIÇÃO.O Comitê de Auditoria Não Estatutário da SEQUOIA LOGÍSTICA E TRANSPORTES S.A. ("Comitê" e "Companhia", respectivamente) é órgão de assessoramento ao Conselho de Administração da Companhia ("Conselho de Administração"), dotado de autonomia operacional, instituído e disciplinado pelo seu Regimento Interno, aprovado, por unanimidade, em reunião do Conselho de Administração realizada em 29 de julho de 2020 ("Regimento Interno").O Regimento Interno prevê o funcionamento, a estrutura, a organização, as atribuições e as responsabilidades do Comitê, em consonância com as disposições contidas no estatuto social da Companhia, no Regulamento do Novo Mercado da B3 S.A. - Brasil, Bolsa, Balcão, na Lei n.º 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada, no "Código Brasileiro de Governança Corporativa - Companhias Abertas" e na legislação em vigor.O Comitê tem por objetivo a operacionalização dos processos de auditoria interna e externa da Companhia, a estruturação de processos relacionados à sua gestão de riscos e a revisão de suas demonstrações financeiras, atuando com independência em relação à Diretoria e reportando-se ao Conselho de Administração.Nos termos da cláusula 4.1 do Regimento Interno, o Comitê é composto por, no mínimo, 3 (três) membros, devendo: (i) ao menos 1 (um) deles ser conselheiro independente da Companhia, conforme definição do Regulamento do Novo Mercado e (ii) ao menos 1 (um) deles ter reconhecida experiência em assuntos de contabilidade societária, nos termos da regulamentação da Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"), podendo um mesmo membro acumular as duas características. As atividades do Comitê são conduzidas por um Coordenador, designado dentre seus membros.2. COMPOSIÇÃO ATUAL DO COMITÊ DE AUDITORIA. Marcelo Adilson Tavarone Torresi - Coordenador do Comitê de Auditoria e Presidente do Conselho de Administração da Companhia e Luiz Henrique N. Wargaftig - Membro do Comitê de Auditoria.Ao final do exercício de 2025, em razão da saída de 1 (um) de seus membros, o Comitê passou a contar com 2 (dois) integrantes. A recomposição do Comitê, de modo a restabelecer o número mínimo de 3 (três) membros previsto na Cláusula 4.1 do Regimento Interno, será objeto de deliberação do Conselho de Administração, nos termos da cláusula 4.6, estando em curso.3. ATIVIDADES DO COMITÊ NO PERÍODO.Nos termos da Cláusula 6.1 do Regimento Interno, o Comitê reúne-se ordinariamente em bases trimestrais, em correspondência ao ciclo de divulgação dos relatórios financeiros da Companhia, podendo realizar reuniões extraordinárias a qualquer tempo. No exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, o Comitê realizou 04 (quatro) reuniões. Seguem abaixo os principais temas debatidos: revisão das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, do relatório da administração e dos releases trimestrais e anual, com realização de reuniões com a Administração e com os auditores independentes previamente à divulgação dessas informações recomendação ao Conselho de Administração quanto à aprovação das demonstrações financeiras e das informações trimestrais do exercício reuniões com os auditores independentes para apresentação e acompanhamento do plano de auditoria e dos trabalhos trimestrais e anual, incluindo a discussão de eventuais deficiências significativas de controles internos e do teor do parecer (relatório de auditoria) antes de sua emissão avaliação da independência dos Auditores Independentes e dos eventuais serviços adicionais por eles prestados acompanhamento das atividades e do plano anual da auditoria interna e da área de controles internos, bem como da implementação dos planos de ação decorrentes das recomendações acompanhamento, por meio da área de Gerenciamento de Riscos, dos principais riscos da Companhia, incluindo riscos de negócio e operacionais, e das medidas de mitigação acompanhamento dos efeitos contábeis e financeiros decorrentes do plano de recuperação extrajudicial da Companhia e da Transportadora Americana S.A., homologado judicialmente, incluindo a conversão de créditos em ações, o reperfilamento de passivos e os respectivos impactos sobre as demonstrações financeiras e sobre a premissa de continuidade operacional (going concern) acompanhamento das tratativas com a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e de outras contingências fiscais relevantes, e de seus reflexos sobre passivos, provisões e sobre o parecer dos Auditores Independentes acompanhamento das transações e contratações relevantes com partes relacionadas e da aderência à respectiva política acompanhamento das iniciativas e do status das áreas de Controles Internos, Gestão de Riscos e Compliance, bem como da cultura ética e de conformidade ciência das principais contingências judiciais, trabalhistas, cíveis e administrativas em andamento, bem como das provisões constituídas, quando aplicável e recomendação ao Conselho de Administração quanto ao plano de auditoria e ao orçamentodo Comitê para o exercício seguinte, e aprovação do respectivo temário.Barueri, 18 de junho de 2026._________________________________Marcelo Adilson Tavarone TorresiCoordenador do Comitê de Auditoria ePresidente do Conselho de Administração_________________________________Luiz Henrique N. WargaftigMembro do Comitê de AuditoriaZapSign

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias11.984.5560
Preferenciais00
Total11.984.5560

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.