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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016149 páginasCódigo CVM 20958Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BANCO ABC BRASIL S.A.

BANCO ABC BRASIL S.A. · CNPJ 28.195.667/0001-06

Versões deste exercício: v1 (09/02/2017) · v2 (29/03/2017), esta

BANCO ABC BRASIL S.A.
CNPJ 28.195.667/0001-06
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BANCO ABC BRASIL S.A.
CNPJ
28.195.667/0001-06
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
149
Ano de referência
2016*
Publicado em
29/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total25.485.68023.739.0647,4%
1.01Caixa e Equivalentes de Caixa10.29246.781−78,0%
1.02Aplicações Financeiras11.557.68110.182.38313,5%
1.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo10.767.6429.323.52115,5%
1.02.01.01Títulos para Negociação2.697.5531.551.08773,9%
1.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda1.484.7611.237.93419,9%
1.02.01.04Derivativos1.005.509755.91333,0%
1.02.01.05Operações compromissadas4.657.6434.433.4945,1%
1.02.01.06Depósitos em bancos privados922.1761.345.093−31,4%
1.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado790.039858.862−8,0%
1.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento790.039858.862−8,0%
1.03Empréstimos e Recebíveis13.331.32912.389.6917,6%
1.04Tributos Diferidos00—
1.04.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.05Outros Ativos539.3401.075.954−49,9%
1.05.01Ativos Não Correntes a Venda00—
1.05.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.05.03Outros539.3401.075.954−49,9%
1.05.03.01Derivativos utilizados como hedge de valor justo2.793218.849−98,7%
1.05.03.02Outros ativos536.547857.105−37,4%
1.06Investimentos00—
1.06.01Participações em Coligadas00—
1.06.02Outros00—
1.07Imobilizado47.03844.2556,3%
1.07.01Imobilizado de Uso00—
1.07.02Imobilizado de Arrendamento00—
1.08Intangível00—
1.08.01Intangíveis00—
1.08.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras consolidadasAos acionistas do Banco ABC Brasil S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras consolidadas do Banco ABC Brasil S.A. ("Banco"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada do Banco ABC Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo Internacional Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. 1. Ambiente de tecnologiaAs operações do Banco dependem do funcionamento apropriado da estrutura de tecnologia e seus sistemas, razão pela qual consideramos o ambiente de tecnologia como um componente relevante no nosso escopo e, consequentemente, entendemos ser um dos principais assuntos de auditoria. Devido à natureza do negócio e volume de transações do Banco, a estratégia de nossa auditoria é baseada na eficácia do ambiente de tecnologia. O Banco considera que o sucesso de suas atividades depende da melhoria e do aperfeiçoamento contínuo e integração de suas plataformas tecnológicas necessárias ao bom desempenho de suas operações.Abordagem de auditoria:No curso de nossos exames foram envolvidos especialistas da equipe de tecnologia para a execução de testes dos controles gerais de tecnologia, para os sistemas considerados relevantes no contexto da auditoria, com ênfase aos processos de gestão de mudanças e concessão de acesso lógico a usuários. Também, realizamos procedimentos quanto à efetividade de controles automáticos, considerados relevantes, que suportam os processos significativos de negócios e os registros contábeis das operações. 2. Operações de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosaA Administração exerce julgamento significativo para fins da determinação da provisão para créditos de liquidação duvidosa de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS). Conforme divulgado na nota explicativa 9, em 31 de dezembro de 2016 o saldo bruto de operações de crédito é de R$ 13.331.329 mil, para o qual foi constituída provisão para créditos de liquidação duvidosa de R$ 366.812 mil, sendo que durante o ano de 2016 foi reconhecido, pelo Banco, despesa com créditos de liquidação duvidosa no montante de R$ 273.212 mil.Consideramos essa área como significativa em função: (i) da relevância do saldo de operações de crédito, sujeitas à avaliação de perda (ii) das garantias recebidas para as operações de crédito concedidas, que podem impactar o nível de provisionamento a ser considerado (iii) da situação econômica do País e do mercado em que os tomadores de crédito estão inseridos (iv) julgamento da Administração em relação à atribuição de "ratings" que determinam o nível de provisão mínimo individual por operação, tomador de crédito ou grupo econômico e (v) do processo de reconhecimento da receita de juros com as operações de crédito entre outros. Abordagem de auditoria:Em nossos exames de auditoria consideramos o entendimento do processo estabelecido pela Administração, bem como a realização de testes de controles relacionados com: (i) a originação das operações (ii) a análise e aprovação de operações de crédito considerando os níveis de alçadas estabelecidas (iii) atribuição de níveis de "rating" por operação, tomador de crédito ou grupo econômico (iv) análise de garantias recebidas (v) atualização tempestiva de informações dos tomadores de crédito e (vi) reconhecimento de receitas de juros de operações em curso normal, entre outros. Nossos procedimentos de auditoria também incluíram a realização, para uma amostra de operações de crédito, de testes relativos a análise da documentação que consubstancia o nível de provisionamento determinado para os itens da amostra, recalculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa com base nos ratings atribuídos, confirmação de saldo diretamente com os tomadores de crédito selecionados, recalculo do saldo em aberto na data-base do procedimento, além de testes de soma para confronto do total da base de dados com os registros contábeis e recálculo do total da provisão para crédito de liquidação duvidosa. Adicionalmente, avaliamos se as divulgações relacionadas ao assunto, incluídas na nota explicativa anteriormente mencionada foram adequadas. 3. Avaliação de títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotadosA avaliação dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados foi considerada uma área de foco em nossa auditoria, em função do grau de complexidade envolvido no processo de precificação que é substancialmente baseado na utilização de julgamentos e estimativas feitos pela administração. Portanto, existe certo grau de incerteza na mensuração, em decorrência de premissas estabelecidas pela Administração para a avaliação determinada.Em 31 de dezembro de 2016 o saldo de títulos e valores mobiliários não cotados é de R$ 1.413.688 mil. Com relação aos instrumentos financeiros derivativos não cotados, o saldo registrado é de R$ 247.825 mil no ativo e de R$ 238.583 mil no passivo. As divulgações do Banco estão incluídas na nota explicativa 8.Abordagem de auditoria:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, (i) o entendimento do processo, metodologia e premissas estabelecidos pela Administração para a precificação dos títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos não cotados (ii) testes dos controles chave, incluindo os controles relacionados a definição e aprovação das premissas a serem utilizadas nos modelos de precificação e a forma pela qual essas premissas alimentam esses modelos.Adicionalmente realizamos, com base em amostragem, os seguintes procedimentos para as opera ções selecionadas: (i) confirmação de existência através da verificação dos extratos dos órgãos custodiantes e/ou contratos firmados entre as partes (ii) com o auxílio de nossos especialistas avaliamos as metodologias e premissas utilizadas através da comparação com modelos e fontes de mercado independentes.Avaliamos também se as divulgações relacionadas ao assunto, incluídas na nota explicativa anteriormente mencionada foram adequadas. 4. Contabilidade de cobertura (Hedge Accounting)Em 31 de dezembro de 2016 o Banco possui estrutura de Hedge Accounting para cobertura de riscos decorrentes de variações cambiais de parcelas relativas a dívidas subordinadas e obrigações por repasses no exterior, nos montantes de R$ 877.113 mil e R$ 342.427 mil, respectivamente, que representam aproximadamente 5% do passivo do Banco. Essa área foi considerada significativa em nossa auditoria em função da relevância, da complexidade dos critérios requeridos para a contabilização e por envolver premissas e julgamentos feitos pela Administração na precificação dos itens objetos de Hedge e dos instrumentos financeiros derivativos relacionados. As divulgações da Companhia sobre a estrutura de Hedge Accounting estão incluídas nas notas explicativas 3, 8 12 e 13. Abordagem de auditoria:Nossa abordagem incluiu, além de verificação da suficiência na documentação elaborada pela administração do Banco para atendimento requerimentos das normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), testes, com base em amostragem e com o auxílio de nossos especialistas, nas estruturas de Hedge Accounting, considerando testes de avaliação das transações e avaliação das premissas e modelagens utilizadas. Também avaliamos o resultado dos testes de efetividade da estrutura de Hedge Accounting documentado pela Administração. Adicionalmente, avaliamos se as divulgações relacionadas ao assunto, incluídas nas notas explicativas anteriormente mencionadas foram adequadas. Outros assuntosDemonstração do valor adicionado A demonstração consolidada do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo está de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração consolidada do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras consolidadas tomadas em conjunto. Demonstrações financeiras individuais e consolidadasConforme mencionado na nota explicativa 2.1, o Banco ABC Brasil S.A. elaborou um conjunto completo de demonstrações financeiras individuais e consolidadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2016 preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, apresentadas separadamente, sobre as quais emitimos relatório de auditoria independente separado, não contendo nenhuma modificação, datado de 8 de fevereiro de 2017.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade do Banco continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras consolidadas, e incluem o Conselho de Administração e o Comitê de Auditoria do Banco e suas controladas.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras consolidadas estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras consolidadas. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras pod em levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.  Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras consolidadas do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 28 de março de 2017. ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/O-6Flávio Serpejante PeppeContador CRC-1SP172167/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em cumprimento à Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, as pessoas que ao final subscrevem, na qualidade de Diretores do Banco ABC Brasil S.A., companhia aberta listada no Nível 2 de Governança Corporativa (Código ABCB4), DECLARAM, através da presente, que:Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016São Paulo, 08 de fevereiro de 2017.Anis Chacur NetoDiretor Presidente Gustavo Arantes LanhosoDiretor Vice-Presidente Comercial José Eduardo Cintra LaloniDiretor Vice-Presidente de Banco de Investimento Renato Pasqualin SobrinhoDiretor Vice-Presidente de RiscoSérgio Lulia JacobDiretor Vice-Presidente Internacional e FinanceiroSérgio Ricardo BorejoDiretor Vice-Presidente Administrativo e Diretor de Relações com InvestidoresDiretoresAlexandre Yoshiaki Sinzato Antonio José NicoliniAntonio Sanchez JuniorBibiana VeronezCarlos Alfredo de MeloCésar Valdez MindofChristian Max Finardi SquassoniClaudio Rodrigues TibauDaniel Credidio Brandão Barbosa de OliveiraDavid Tadeu PanicoDieter KlemzFernando Vazquez FernandezGustavo Henrique Tavares Silva BellonJoão Carlos Benites FrenedaJosé Álvaro Corbet GuimarãesLeila Maria de Carvalho RochaLuiz Antonio de Assumpção NetoLuiz Augusto Galvão MonteiroPaulo Corrêa de Moraes JuniorPaulo RomagnoliRicardo Gentile RochaValeria Fernandes da SilvaWaldecir dos Santos JuniorWandir Pereira Reis

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em cumprimento à Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, as pessoas que ao final subscrevem, na qualidade de Diretores do Banco ABC Brasil S.A., companhia aberta listada no Nível 2 de Governança Corporativa (Código ABCB4), DECLARAM, através da presente, que:Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes, Ernst & Young Auditores Independentes S.S. quanto às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016.São Paulo, 08 de fevereiro de 2017.Anis Chacur NetoDiretor Presidente Gustavo Arantes LanhosoDiretor Vice-Presidente Comercial José Eduardo Cintra LaloniDiretor Vice-Presidente de Banco de Investimento Renato Pasqualin SobrinhoDiretor Vice-Presidente de RiscoSérgio Lulia JacobDiretor Vice-Presidente Internacional e FinanceiroSérgio Ricardo BorejoDiretor Vice-Presidente Administrativo e Diretor de Relações com InvestidoresDiretoresAlexandre Yoshiaki Sinzato Antonio José NicoliniAntonio Sanchez JuniorBibiana VeronezCarlos Alfredo de MeloCésar Valdez MindofChristian Max Finardi SquassoniClaudio Rodrigues TibauDaniel Credidio Brandão Barbosa de OliveiraDavid Tadeu PanicoDieter KlemzFernando Vazquez FernandezGustavo Henrique Tavares Silva BellonJoão Carlos Benites FrenedaJosé Álvaro Corbet GuimarãesLeila Maria de Carvalho RochaLuiz Antonio de Assumpção NetoLuiz Augusto Galvão MonteiroPaulo Corrêa de Moraes JuniorPaulo RomagnoliRicardo Gentile RochaValeria Fernandes da SilvaWaldecir dos Santos JuniorWandir Pereira Reis

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.