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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201762 páginasCódigo CVM 3891Versão 1Recebida em 16/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de FINANCEIRA ALFA S.A. - CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS

FINANCEIRA ALFA S.A. - CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS · CNPJ 17.167.412/0001-13

FINANCEIRA ALFA S.A. - CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS
CNPJ 17.167.412/0001-13
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
FINANCEIRA ALFA S.A. - CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS
CNPJ
17.167.412/0001-13
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
62
Ano de referência
2017*
Publicado em
16/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total5.374.2884.622.92316,3%
1.01Ativo Circulante3.380.0922.836.75819,2%
1.01.01Disponibilidades1.6423.045−46,1%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez720.075787.245−8,5%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros720.075787.245−8,5%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários482.263273.35376,4%
1.01.03.01Carteira Própria128.14649.380159,5%
1.01.03.04Vinculados a Prestação de Garantias346.825195.45577,4%
1.01.03.05Instrumentos Financeiros Derivativos7.29228.518−74,4%
1.01.04Relações Interfinanceiras00—
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito1.840.9511.555.51318,4%
1.01.06.01Setor Privado1.865.0371.575.99918,3%
1.01.06.02Operações de Crédito Vinculadas a Cessão4.5767.862−41,8%
1.01.06.03(Provisão p/ Créditos de Liquidação Duvidosa)−28.662−28.348−1,1%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos319.964205.75455,5%
1.01.08.01Negociação e Intermediação de Valores00—
1.01.08.02Diversos317.159204.84854,8%
1.01.08.03Rendas a Receber3.069920233,6%
1.01.08.04(Provisão p/ Outros Créditos Liquid. Duvidosa)−264−14−1.785,7%
1.01.09Outros Valores e Bens15.19711.84828,3%
1.01.09.01Outros Valores e Bens9.4553.947139,5%
1.01.09.02(Provisão para Desvalorização)−2.537−1.222−107,6%
1.01.09.03Despesas Antecipadas8.2799.123−9,3%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo1.986.2531.778.43911,7%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários10.52719.846−47,0%
1.02.02.01Carteira Própria00—
1.02.02.02Vinculados a Prestação de Garantias00—
1.02.02.03Instrumentos Financeiros Derivativos10.52719.846−47,0%
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito1.712.6441.358.32726,1%
1.02.05.01Setor Privado1.759.1091.417.39424,1%
1.02.05.02Operações de Crédito Vinculadas a Cessão4.05610.121−59,9%
1.02.05.03(Provisão p/ Créditos de Liquid. Duvidosa)−50.521−69.18827,0%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos262.273400.261−34,5%
1.02.07.01Diversos262.273400.263−34,5%
1.02.07.02(Provisão p/ Créditos de Liq. Duvidosa)0−2100,0%
1.02.08Outros Valores e Bens809516.080,0%
1.02.08.01Despesas Antecipadas809516.080,0%
1.03Ativo Permanente7.9437.7262,8%
1.03.01Investimentos7517510,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.02.04Outros Investimentos00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos1.3081.3080,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−557−5570,0%
1.03.02Imobilizado de Uso5.9576.013−0,9%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso12.98612.4184,6%
1.03.02.03(Depreciação Acumulada)−7.029−6.405−9,7%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.04Intangível1.23596228,4%
1.03.04.01Ativos Intangíveis2.9932.29330,5%
1.03.04.02(Amortização Acumulada)−1.758−1.331−32,1%
1.03.05Diferido00—
1.03.05.01Gastos de Organização00—
1.03.05.02(Amortização Acumulada)00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentessobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração e Acionistas daFinanceira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e InvestimentosSão Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento eInvestimentos ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de2017 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dosfluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, bem como as correspondentes notasexplicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, emtodos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Financeira Alfa S.A. - Crédito,Financiamento e Investimentos em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações eos seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticascontábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar peloBanco Central do Brasil - Bacen.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria.Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir,intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras".Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantesprevistos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas peloConselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas deacordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente eapropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os maissignificativos em nossa auditoria do semestre e exercício corrente. Esses assuntos foram tratadosno contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação denossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opiniãoseparada sobre esses assuntos. Provisão para créditos de liquidação duvidosaConforme descrito nas notas explicativas nº 2 e n° 5, a constituição de provisão para créditos deliquidação duvidosa das operações de crédito e outros créditos com características de concessãode crédito, obedece aos critérios mínimos exigidos pela Resolução CMN nº 2.682/99, normativoque estabelece os critérios para classificação das operações de crédito e para constituição daprovisão para créditos de liquidação duvidosa, divididos em nove faixas de risco, sendo "AA" omelhor rating e "H" o pior risco, que requerem um percentual mínimo a ser provisionado. ACompanhia constitui, quando necessário, provisão acima do mínimo requerido pela referidaResolução, para tanto, se baseia em análises internas e na conjuntura econômica, setorial eindividual de cada cliente para avaliar tal necessidade. As premissas utilizadas visam a adequadaprovisão para suportar eventuais perdas. Devido à relevância das operações de crédito, aosjulgamentos relacionados à estimativa de provisão para créditos de liquidação duvidosa,consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e a efetividade operacional dos controles internos chave relacionados aosprocessos relacionados de aprovação, registro, classificação das operações de crédito e outroscréditos com características de concessão de crédito, formalização das análises e revisões deriscos de crédito, a sua inclusão no sistema e, com o auxílio de nossos especialistas na área detecnologia, a interface entre o referido sistema e a contabilidade. Adicionalmente analisamos, combase em amostragem, as principais premissas utilizadas no cálculo da provisão para créditos deliquidação duvidosa, tais como atraso na operação e deterioração das condições do tomador docrédito. Com base em amostragens, analisamos documentos suporte preparados pela Companhiapara fundamentar o cálculo, a contabilização e divulgação da provisão para crédito de liquidaçãoduvidosa de acordo com os requerimentos mínimos estabelecidos pela Resolução n° 2682.Avaliamos se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com asregras aplicáveis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramosaceitável o nível de provisionamento e as divulgações no contexto das demonstrações financeirasrelativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto. Provisão e Passivos Contingentes - trabalhistas, cíveis e fiscaisConforme mencionado nas notas explicativas nº 2 e n° 11, a Companhia constitui, considerandoa avaliação de assessores legais, provisão para demandas judiciais cíveis, fiscais e trabalhistas,decorrentes do curso de suas operações. Para determinação do valor das estimativas, éconsiderado a opinião de assessores legais, a natureza e complexidade dos processos, oposicionamentos de tribunais, o histórico de perdas e outros critérios adotados pela Companhia.As premissas utilizadas são formalizadas em políticas institucionais e visam a adequada provisãopara suportar eventuais perdas. Devido ao grau de julgamentos e à especificidade na classificaçãodo risco de uma demanda judicial, consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e efetividade operacional dos controles relativos ao cadastro, avaliação dorisco, cálculo e registro da provisão, acompanhamento do processo e encerramento. Avaliamos aadequação da mensuração e reconhecimento da provisão e passivos contingentes. Por amostragemrealizamos procedimentos de auditoria quanto às constituições, reversões e suficiência daprovisão. Analisamos as mudanças na estimativa em relação a períodos anteriores. Avaliamos aadequação das premissas utilizadas na metodologia da mensuração dos valores, a memória decálculo da provisão, os dados e informações históricas e analisamos se as divulgações efetuadasnas demonstrações financeiras estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informaçõessobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados relativos aos principaisprocessos em que a Companhia está envolvida.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramosaceitáveis o nível de provisionamento e as divulgações no contexto das demonstrações financeirasrelativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017 tomadas em conjunto. Valor justo de Instrumentos Financeiros Derivativos - Estrutura HedgeAccountingConforme notas explicativas nº 2 e nº 15, a Companhia calcula o valor justo dos seus instrumentosfinanceiros derivativos (operações de crédito designadas para cobertura ("hedge") de risco demercado) tomando como base as informações divulgadas no mercado futuro (B3 - Brasil, Bolsae Balcão). A Companhia possui contratos de SWAP (CDI x PRÉ) que, em parte, foram realizadoscom a intenção de proteção a riscos decorrentes das exposições às variações no valor de mercadode ativos financeiros. Essa estrutura de proteção está classificada como "Hedge" de Risco deMercado, tendo como item objeto as operações de crédito. As ope rações de crédito designadaspara "hedge" risco de mercado são mensuradas a valor de mercado. Para cálculo do valor justo,os valores de resgates (ou valores futuros) são descontados pela curva futura de juros divulgadapela B3 - Brasil, Bolsa e Balcão (DI X PRE) para cada respectivo vencimento. A mensuração avalor justo tanto dos derivativos como do item objeto de "hedge" devem atender aos critériosdeterminados pela Circular BACEN nº 3.082/02, norma que estabelece e consolida critérios pararegistro e avaliação contábil de instrumentos financeiros derivativos, além de políticas e controlespara garantir a sua efetividade. Devido ao julgamento envolvido para precificação dos derivativose premissas utilizadas para mensuração a valor de mercado do item objeto de "hedge",consideramos esse assunto significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoComo parte dos nossos procedimentos, avaliamos o desenho e os controles internos adotados pelaCompanhia para mensuração do valor de mercado dos instrumentos derivativos, do item objetode "hedge" e acompanhamento da estrutura de "hedge". Com o auxílio dos nossos especialistasem instrumentos financeiros, testamos os modelos desenvolvidos pelos profissionais daCompanhia para a determinação dos valores justos e a razoabilidade dos critérios para definiçãodos parâmetros e das informações incluídas nos modelos de precificação utilizados, recalculamoso valor das operações e comparamos as premissas usadas para determinação do valor justo comoperações similares no mercado. Ainda com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentosfinanceiros, obtivemos o entendimento das estratégias de proteção adotadas pela Companhia,incluindo aquelas relacionadas a contabilidade de hedge para preservar o spread das operações decrédito. Avaliamos a suficiência da documentação preparada pela Companhia que suporta adesignação como contabilidade de proteção, especificamente as designações formais contendo asdescrições de todas as estratégias, metodologias utilizadas para mensuração da efetividade.Efetuamos ainda o recálculo do teste de efetividade de cobertura prospectivo e retrospectivopreparados pela Companhia. Adicionalmente, analisamos se as informações apresentadas emnotas explicativas atendem a todos os requisitos de divulgação determinados pela CircularBACEN nº 3.082/02 e aplicáveis à Companhia.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramosaceitáveis a mensuração dos instrumentos financeiros derivativos, item objeto de "hedge" e asdivulgações no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 dedezembro de 2017 tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA), referente ao semestre e exercício findos em 31 dedezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, eapresentadas como informação suplementar em relação às práticas contábeis adotadas no Brasilaplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil -Bacen, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoriadas demonstrações financeiras do Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos seessas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis,conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos noPronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essasdemonstrações do valor adicionado foram adequadamente preparadas, em todos os aspectosrelevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes emrelação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem oRelatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração enão expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler oRelatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante,inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoriaou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalhorealizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somosrequeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidade da Administração e da Governança pelas demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dasdemonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis àsinstituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - Bacen, e pelos controlesinternos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstraçõesfinanceiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação dacapacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntosrelacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração dasdemonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia oucessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento dasoperações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pelasupervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas emconjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, eemitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível desegurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normasbrasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantesexistentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantesquando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectivarazoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstraçõesfinanceiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais deauditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo daauditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras,independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos deauditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada esuficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevanteresultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato deburlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmosprocedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo deexpressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativascontábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidadeoperacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante emrelação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidadede continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante,devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nasdemonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações foreminadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até adata de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar à Companhia a nãomais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras,inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam ascorrespondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo deapresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos,do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria,inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamosdurante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimoscom as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência,e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar,consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivassalvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança,determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria dasdemonstrações financeiras do semestre e exercício corrente e que, dessa maneira,constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nossorelatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação públicado assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que oassunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversasde tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios dacomunicação para o interesse público.São Paulo, 08 de março de 2018.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Zenko NakassatoContador CRC 1SP160769/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

FINANCEIRA ALFA S.A. -CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOSCNPJ/MF n.º 17.167.412/0001-13 e NIRE 35 3 0004818 1ATA DE REUNIÃO DA DIRETORIADATA: 08 de março de 2018. HORÁRIO: 08h30min. LOCAL: Sede social, Alameda Santos, n° 466, 4º andar, São Paulo - SP. 1.Reuniu-se a Diretoria da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, presentes os seus membros abaixo assinados. 2.Os Diretores discutiram e aprovaram, por unanimidade: 2.1O Estudo Técnico de Viabilidade de Geração de Lucros Tributáveis que ampara os valores contabilizados sob a rubrica "Créditos Tributários" 2.2A revisão da "Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro"2.3A revisão da "Política Conheça seu Cliente" e2.4A revisão do "Plano de Capital".3.Elaboraram, discutiram e aprovaram, por unanimidade: 3.1O Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2017, elaborados com base na legislação societária e nas práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade com as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e, no que não conflitarem, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e3.2As Demonstrações Financeiras encerradas em 31.12.2017, comparadas com as Demonstrações Financeiras encerradas em 31.12.2016, preparadas com base no IFRS, de acordo com as Normas e Interpretações adotadas pelo Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (IASB), traduzidas para a língua portuguesa pelo Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON), em atendimento à Resolução nº 3.786/09, à Circular nº 3.516/10 e ao Comunicado nº 14.259/06, todos do Banco Central do Brasil.4.Concordaram com o conteúdo do correspondente Parecer dos Auditores Independentes, nos termos do artigo 25, parágrafo primeiro, incisos V e VI da Instrução CVM nº 480/095.Tomaram conhecimento:5.1Do Relatório de Ouvidoria do 2º Semestre de 2017 5.2Do Relatório Semestral das atividades do Comitê de Auditoria5.3Do Relatório de Controles Internos Suitability e5.4Do Relatório Anual de Controles Internos.6.A seguir, a Diretoria discutiu, elaborou e aprovou a seguinte proposta: "PROPOSTA DA DIRETORIA AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Senhores Conselheiros, tendo em vista que as Demonstrações Financeiras acusam excesso de reservas em relação ao capital social, a Diretoria da Financeira Alfa S.A. - CFI propõe o aumento do capital social no valor de R$23.400.000,00 (vinte e três milhões e quatrocentos mil reais), elevando-o de R$400.030.000,00 (quatrocentos milhões e trinta mil reais) para R$423.430.000,00 (quatrocentos e vinte e três milhões e quatrocentos e trinta mil reais), visando eliminar referido excesso. Sugere a Diretoria que esse aumento seja levado a efeito mediante a capitalização a ser retirado da conta "Reservas de Lucros - Reserva para Aumento de Capital", sem emissão de novas ações. Dada a natureza desse aumento, não haverá incidência de qualquer ônus fiscal para a Sociedade nem para os seus acionistas. A Diretoria propõe, ainda, a consequente reforma do Artigo 5º do Estatuto Social. São Paulo, 08 de março de 2018. Rubens Bution - Diretor Presidente. Diretores: Antonio José Ambrozano Neto. Fabio Alberto Amorosino. Fabiano Siqueira de Oliveira. Pedro Elias Dabbur." 7.Nesta mesma oportunidade, os Diretores resolveram submeter referidos documentos e propostas ao Conselho de Administração e ao Conselho Fiscal, para sua aprovação. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião, da qual se lavrou a presente ata, que lida e aprovada foi assinada pelos presentes.Rubens ButionDiretor PresidenteAntonio José Ambrozano NetoDiretorFabio Alberto AmorosinoDiretorFabiano Siqueira de OliveiraDiretorPedro Elias DabburDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

FINANCEIRA ALFA S.A. -CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOSCNPJ/MF n.º 17.167.412/0001-13 e NIRE 35 3 0004818 1ATA DE REUNIÃO DA DIRETORIADATA: 08 de março de 2018. HORÁRIO: 08h30min. LOCAL: Sede social, Alameda Santos, n° 466, 4º andar, São Paulo - SP. 1.Reuniu-se a Diretoria da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, presentes os seus membros abaixo assinados. 2.Os Diretores discutiram e aprovaram, por unanimidade: 2.1O Estudo Técnico de Viabilidade de Geração de Lucros Tributáveis que ampara os valores contabilizados sob a rubrica "Créditos Tributários" 2.2A revisão da "Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro"2.3A revisão da "Política Conheça seu Cliente" e2.4A revisão do "Plano de Capital".3.Elaboraram, discutiram e aprovaram, por unanimidade: 3.1O Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2017, elaborados com base na legislação societária e nas práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade com as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e, no que não conflitarem, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e3.2As Demonstrações Financeiras encerradas em 31.12.2017, comparadas com as Demonstrações Financeiras encerradas em 31.12.2016, preparadas com base no IFRS, de acordo com as Normas e Interpretações adotadas pelo Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (IASB), traduzidas para a língua portuguesa pelo Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON), em atendimento à Resolução nº 3.786/09, à Circular nº 3.516/10 e ao Comunicado nº 14.259/06, todos do Banco Central do Brasil.4.Concordaram com o conteúdo do correspondente Parecer dos Auditores Independentes, nos termos do artigo 25, parágrafo primeiro, incisos V e VI da Instrução CVM nº 480/095.Tomaram conhecimento:5.1Do Relatório de Ouvidoria do 2º Semestre de 2017 5.2Do Relatório Semestral das atividades do Comitê de Auditoria5.3Do Relatório de Controles Internos Suitability e5.4Do Relatório Anual de Controles Internos.6.A seguir, a Diretoria discutiu, elaborou e aprovou a seguinte proposta: "PROPOSTA DA DIRETORIA AO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO. Senhores Conselheiros, tendo em vista que as Demonstrações Financeiras acusam excesso de reservas em relação ao capital social, a Diretoria da Financeira Alfa S.A. - CFI propõe o aumento do capital social no valor de R$23.400.000,00 (vinte e três milhões e quatrocentos mil reais), elevando-o de R$400.030.000,00 (quatrocentos milhões e trinta mil reais) para R$423.430.000,00 (quatrocentos e vinte e três milhões e quatrocentos e trinta mil reais), visando eliminar referido excesso. Sugere a Diretoria que esse aumento seja levado a efeito mediante a capitalização a ser retirado da conta "Reservas de Lucros - Reserva para Aumento de Capital", sem emissão de novas ações. Dada a natureza desse aumento, não haverá incidência de qualquer ônus fiscal para a Sociedade nem para os seus acionistas. A Diretoria propõe, ainda, a consequente reforma do Artigo 5º do Estatuto Social. São Paulo, 08 de março de 2018. Rubens Bution - Diretor Presidente. Diretores: Antonio José Ambrozano Neto. Fabio Alberto Amorosino. Fabiano Siqueira de Oliveira. Pedro Elias Dabbur." 7.Nesta mesma oportunidade, os Diretores resolveram submeter referidos documentos e propostas ao Conselho de Administração e ao Conselho Fiscal, para sua aprovação. Nada mais havendo a tratar, foi encerrada a reunião, da qual se lavrou a presente ata, que lida e aprovada foi assinada pelos presentes.Rubens ButionDiretor PresidenteAntonio José Ambrozano NetoDiretorFabio Alberto AmorosinoDiretorFabiano Siqueira de OliveiraDiretorPedro Elias DabburDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

FINANCEIRA ALFA S.A. - CRÉDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTOS.CNPJ/MF n.º 17.167.412/0001 13 e NIRE 35 3 0004818 1PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos aprovam, por unanimidade: a) O Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2017, elaborados com base na legislação societária e nas práticas contábeis adotadas no Brasil, em conformidade com as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), do Banco Central do Brasil (BACEN) e, no que não conflitarem, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM b) As Demonstrações Financeiras encerradas em 31.12.2017, comparadas com as Demonstrações Financeiras encerradas em 31.12.2016, preparadas com base no IFRS, de acordo com as Normas e Interpretações adotadas pelo Conselho de Normas Internacionais de Contabilidade (IASB), traduzidas para a língua portuguesa pelo Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (IBRACON), em atendimento à Resolução nº 3.786/09, à Circular nº 3.516/10 e ao Comunicado nº 14.259/06, todos do Banco Central do Brasil c) O Estudo Técnico de Viabilidade de Geração de Lucros Tributáveis que ampara os valores contabilizados sob a rubrica "Créditos Tributários" e d) A proposta da Diretoria, aprovada pelo Conselho de Administração, de aumentar o capital social, tendo em vista que as Demonstrações Financeiras acusam excesso de reservas em relação ao capital social, no valor de R$23.400.000,00 (vinte e três milhões e quatrocentos mil reais), elevando-o de R$400.030.000,00 (quatrocentos milhões e trinta mil reais) para R$423.430.000,00 (quatrocentos e vinte e três milhões e quatrocentos e trinta mil reais), visando eliminar referido excesso. Que esse aumento seja levado a efeito mediante a capitalização a ser retirado da conta "Reservas de Lucros - Reserva para Aumento de Capital", sem emissão de novas ações. Dada a natureza desse aumento, não haverá incidência de qualquer ônus fiscal para a Sociedade nem para os seus acionistas. Aprovam, ainda, a consequente reforma do Artigo 5º do Estatuto Social. Os membros do Conselho Fiscal recomendam a aprovação destas propostas pela Assembleia Geral.São Paulo, 08 de março de 2018.Ailton Carlos CanetteWilson Roberto Bodani FellinLuiz Gonzaga Ramos Schubert

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RESUMO DO RELATORIO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO 2° SEMESTRE DE 2017IntroduçãoO Comitê de Auditoria constituído pelo Banco Alfa de Investimento S.A., instituição líder do Conglomerado Financeiro Alfa, exerce as atribuições e responsabilidades previstas em dispositivos legais e em seu regulamento, desenvolvendo suas atividades no referido Banco e nas seguintes empresas: Banco Alfa S.A., Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. e Alfa Arrendamento Mercantil S.A.Atividades do ComitêO Comitê reuniu-se 10 vezes no período de julho a dezembro de 2017, com os Diretores e os principais responsáveis pelas áreas das empresas do Conglomerado, abordando, em especial, assuntos relacionados com demonstrações financeiras, provisões, compliance, combate à lavagem de dinheiro, gerenciamento e controle de riscos, ouvidoria e atendimento a clientes, jurídico, soluções tecnológicas, segurança da informação, gestão da continuidade de negócios, recomendações das auditorias interna e externa, aprovação do plano anual da auditoria interna, evolução dos negócios e conformidade à legislação e normas editadas pelo Banco Central do Brasil (BACEN), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e B3- Brasil, Bolsa e Balcão, discutindo as providências adotadas.Administração de RiscosO Comitê avaliou, em reuniões com a área de Gestão de Riscos, aspectos relativos ao gerenciamento e controle de riscos no Conglomerado, enfatizando os riscos de: crédito, liquidez, mercado, operacional, gestão de capital, socioambiental e os impactos da resolução BACEN nº 4.557, com destaque à observância das normas aplicáveis, na conformidade da legislação vigente, incluindo os prazos nela estabelecidos, e dos trabalhos de revisão e atualização das políticas e procedimentos dos diversos riscos, os quais são submetidos à aprovação anual do Conselho da Administração.OuvidoriaFoi acompanhada, mediante reuniões e relatórios por ela produzidos e monitoramento de atividades, as quais foram referendadas de acordo com as normas da Resolução BACEN n° 4.433, de 23/07/2015, e das Circulares BACEN nº 3.778, de 30 de dezembro de 2015 e nº 3.503, de 16/07/2010, excluídos os artigos 1º e 2º.Controles InternosO Comitê considerou eficazes as atividades desenvolvidas, entendendo-as adequadas às necessidades das empresas do Conglomerado. Foram examinados pontos de controle, normas e técnicas de acompanhamento existentes e o cumprimento das regras internas e legais vigentes, constatando-se a preocupação com o aprimoramento dos sistemas de prevenção à lavagem de dinheiro. O monitoramento, por meio de questionários referentes aos pontos de controle, é objeto de análise pela área responsável, auditoria interna e externa, fazendo com que o Comitê julgue o sistema de controles internos adequado ao porte e complexidade de seus negócios.Prevenção à Lavagem de DinheiroDiscussão sobre os processos das várias empresas do Conglomerado com relação à prevenção de lavagem de dinheiro, tendo em vista às suspeições ou desabonos que possam existir.Auditoria Externa e InternaAs empresas responsáveis pela Auditoria externa são a KPMG Auditores Independentes e a Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, respectivamente, pela prestação dos serviços de auditoria das Empresas Financeiras e dos Fundos de Investimento administrados pelo Banco Alfa de Investimento S.A.O Comitê de Auditoria discutiu com os responsáveis: a) o planejamento das atividades b) os resultados dos trabalhos e suas conclusões sobre a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Conglomerado e c) Relatório referente à Circular BACEN nº 3.467, de 14 de setembro de 2009.Relativamente aos Fundos de Investimento tivemos a avaliação do segundo trimestre de 2017 e as discussões preliminares do terceiro trimestre.Com relação à Auditoria Interna, o Comitê de Auditoria acompanhou o andamento dos trabalhos planejados para o semestre, relatórios produzidos, conclusões e cumprimento das recomendações. O Comitê participou em conjunto com a auditoria interna do plano de trabalho para o ano de 2018, incluindo alguns itens, julgados pertinentes.Ressalta-se, ainda, que durante esse período, o Comitê de Auditoria, em nenhum momento, foi acionado, nem tampouco se deparou com qualquer situação, que viesse a prejudicar ou comprometer a atuação e independência das Auditorias, na condução de suas atividades.Há de se frisar que nenhuma falha relevante foi constatada ou apontada em seus trabalhos, que viessem a prejudicar ou afetar as Demonstrações Financeiras das empresas do Conglomerado, daí se concluindo como satisfatórias as atuações e trabalhos realizados pelas Auditorias.Demonstrações FinanceirasConsiderando as avaliações satisfatórias das atuações das áreas de Controles Internos, Gestão de Riscos, Auditoria Interna e Externa, bem como os contatos mantidos com a área de Controladoria, responsável pela elaboração das Demonstrações Financeiras e, ainda, as constantes análises e exames procedidos pelo Comitê em relatórios, mapas e posições utilizados pelas mesmas para comprovação e confirmação de seus dados, conclui o Comitê de Auditoria que as Demonstrações Financeiras, com data base de 31 de dezembro de 2017, das empresas integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa, atendem aos requisitos de integridade, qualidade, transparência e visibilidade, inclusive quanto à aplicação das práticas contábeis adotadas no Brasil e exigidas pelas normas vigentes.São Paulo, 06 de março de 2018. Clóvis de Matos GuedesFernando Luiz Ramos Pompeia José Canuto da Cunha

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATORIO DO COMITÊ DE AUDITORIA DO 2° SEMESTRE DE 2017IntroduçãoO Comitê de Auditoria constituído pelo Banco Alfa de Investimento S.A., instituição líder do Conglomerado Financeiro Alfa, exerce as atribuições e responsabilidades previstas em dispositivos legais e em seu regulamento, desenvolvendo suas atividades no referido Banco e nas seguintes empresas: Banco Alfa S.A., Financeira Alfa S.A. - Crédito, Financiamento e Investimentos, Alfa Corretora de Câmbio e Valores Mobiliários S.A. e Alfa Arrendamento Mercantil S.A.Atividades do ComitêO Comitê reuniu-se 10 vezes no período de julho a dezembro de 2017, com os Diretores e os principais responsáveis pelas áreas das empresas do Conglomerado, abordando, em especial, assuntos relacionados com demonstrações financeiras, provisões, compliance, combate à lavagem de dinheiro, gerenciamento e controle de riscos, ouvidoria e atendimento a clientes, jurídico, soluções tecnológicas, segurança da informação, gestão da continuidade de negócios, recomendações das auditorias interna e externa, aprovação do plano anual da auditoria interna, evolução dos negócios e conformidade à legislação e normas editadas pelo Banco Central do Brasil (BACEN), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e B3- Brasil, Bolsa e Balcão, discutindo as providências adotadas.Administração de RiscosO Comitê avaliou, em reuniões com a área de Gestão de Riscos, aspectos relativos ao gerenciamento e controle de riscos no Conglomerado, enfatizando os riscos de: crédito, liquidez, mercado, operacional, gestão de capital, socioambiental e os impactos da resolução BACEN nº 4.557, com destaque à observância das normas aplicáveis, na conformidade da legislação vigente, incluindo os prazos nela estabelecidos, e dos trabalhos de revisão e atualização das políticas e procedimentos dos diversos riscos, os quais são submetidos à aprovação anual do Conselho da Administração.OuvidoriaFoi acompanhada, mediante reuniões e relatórios por ela produzidos e monitoramento de atividades, as quais foram referendadas de acordo com as normas da Resolução BACEN n° 4.433, de 23/07/2015, e das Circulares BACEN nº 3.778, de 30 de dezembro de 2015 e nº 3.503, de 16/07/2010, excluídos os artigos 1º e 2º.Controles InternosO Comitê considerou eficazes as atividades desenvolvidas, entendendo-as adequadas às necessidades das empresas do Conglomerado. Foram examinados pontos de controle, normas e técnicas de acompanhamento existentes e o cumprimento das regras internas e legais vigentes, constatando-se a preocupação com o aprimoramento dos sistemas de prevenção à lavagem de dinheiro. O monitoramento, por meio de questionários referentes aos pontos de controle, é objeto de análise pela área responsável, auditoria interna e externa, fazendo com que o Comitê julgue o sistema de controles internos adequado ao porte e complexidade de seus negócios.Prevenção à Lavagem de DinheiroDiscussão sobre os processos das várias empresas do Conglomerado com relação à prevenção de lavagem de dinheiro, tendo em vista às suspeições ou desabonos que possam existir.Auditoria Externa e InternaAs empresas responsáveis pela Auditoria externa são a KPMG Auditores Independentes e a Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, respectivamente, pela prestação dos serviços de auditoria das Empresas Financeiras e dos Fundos de Investimento administrados pelo Banco Alfa de Investimento S.A.O Comitê de Auditoria discutiu com os responsáveis: a) o planejamento das atividades b) os resultados dos trabalhos e suas conclusões sobre a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Conglomerado e c) Relatório referente à Circular BACEN nº 3.467, de 14 de setembro de 2009.Relativamente aos Fundos de Investimento tivemos a avaliação do segundo trimestre de 2017 e as discussões preliminares do terceiro trimestre.Com relação à Auditoria Interna, o Comitê de Auditoria acompanhou o andamento dos trabalhos planejados para o semestre, relatórios produzidos, conclusões e cumprimento das recomendações. O Comitê participou em conjunto com a auditoria interna do plano de trabalho para o ano de 2018, incluindo alguns itens, julgados pertinentes.Ressalta-se, ainda, que durante esse período, o Comitê de Auditoria, em nenhum momento, foi acionado, nem tampouco se deparou com qualquer situação, que viesse a prejudicar ou comprometer a atuação e independência das Auditorias, na condução de suas atividades.Há de se frisar que nenhuma falha relevante foi constatada ou apontada em seus trabalhos, que viessem a prejudicar ou afetar as Demonstrações Financeiras das empresas do Conglomerado, daí se concluindo como satisfatórias as atuações e trabalhos realizados pelas Auditorias.Demonstrações FinanceirasConsiderando as avaliações satisfatórias das atuações das áreas de Controles Internos, Gestão de Riscos, Auditoria Interna e Externa, bem como os contatos mantidos com a área de Controladoria, responsável pela elaboração das Demonstrações Financeiras e, ainda, as constantes análises e exames procedidos pelo Comitê em relatórios, mapas e posições utilizados pelas mesmas para comprovação e confirmação de seus dados, conclui o Comitê de Auditoria que as Demonstrações Financeiras, com data base de 31 de dezembro de 2017, das empresas integrantes do Conglomerado Financeiro Alfa, atendem aos requisitos de integridade, qualidade, transparência e visibilidade, inclusive quanto à aplicação das práticas contábeis adotadas no Brasil e exigidas pelas normas vigentes.São Paulo, 06 de março de 2018. Clóvis de Matos GuedesFernando Luiz Ramos Pompeia José Canuto da Cunha

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.