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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201759 páginasCódigo CVM 19844Versão 1Recebida em 23/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de SAFRA LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL

SAFRA LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL · CNPJ 62.063.177/0001-94

SAFRA LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL
CNPJ 62.063.177/0001-94
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
SAFRA LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL
CNPJ
62.063.177/0001-94
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
59
Ano de referência
2017*
Publicado em
23/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total23.590.44920.737.36313,8%
1.01Ativo Circulante21.641.61618.532.99016,8%
1.01.01Disponibilidades10.2153.553187,5%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez15.397.35312.876.99019,6%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários6.226.7975.672.7669,8%
1.01.03.01Carteira própria6.226.6735.670.5729,8%
1.01.03.02Instrumentos financeiros derivativos1242.194−94,3%
1.01.04Relações Interfinanceiras00—
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito00—
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil5.105−21.204124,1%
1.01.07.01Operações de arrendamento a receber310.432345.577−10,2%
1.01.07.02(Rendas a apropriar de arrendamento mercantil)−290.087−334.87413,4%
1.01.07.03(Provisão para risco de créditos)−15.240−31.90752,2%
1.01.08Outros Créditos1.841646185,0%
1.01.09Outros Valores e Bens30523927,6%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo322.184131.699144,6%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez00—
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários260.63089.385191,6%
1.02.02.01Carteira própria260.50288.839193,2%
1.02.02.02Instrumentos financeiros derivativos128546−76,6%
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito00—
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil5.945−23.047125,8%
1.02.06.01Operações de arrendamento a receber361.477375.603−3,8%
1.02.06.02(Rendas a apropriar de arrendamento mercantil)−337.785−363.9707,2%
1.02.06.03(Provisão para risco de créditos)−17.747−34.68048,8%
1.02.07Outros Créditos55.60965.361−14,9%
1.02.08Outros Valores e Bens00—
1.03Ativo Permanente1.626.6492.072.674−21,5%
1.03.01Investimentos550,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas550,0%
1.03.01.04Outros Investimentos00—
1.03.01.05Provisão para Perdas00—
1.03.02Imobilizado de Uso2539−35,9%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento1.626.6192.072.630−21,5%
1.03.03.01Bens arrendados2.340.6242.738.651−14,5%
1.03.03.02(Depreciações acumuladas)−714.005−666.021−7,2%
1.03.04Intangível00—
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Deloitte ToucheTohmatsu Auditores Independentes RELATÓRIO DO AUDITORINDEPENDENTE SOBRE ASDEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAos Administradores e Acionistas daSafra Leasing S.A. Arrendamento Mercantil Opinião com ressalvaExaminamos as demonstrações contábeis da Safra Leasing S.A. Arrendamento Mercantil ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado e do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findosnessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito na seção a seguir intitulada "Base para opinião com ressalva" as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Safra Leasing S.A. Arrendamento Mercantil, em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN.Base para opinião com ressalvaA Companhia registra as suas operações e elabora suas informações contábeis com a observância das práticas contábeis estabelecidas pelo BACEN, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência (ou insuficiência) de depreciação, classificada no ativo permanente(Nota explicativa nº 7a) às demonstrações contábeis). Essas práticas não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com a disposição da Lei nº 6.099/74, para as rubricas de ativos circulante, realizável a longo prazo e rendas/despesas de operações de arrendamento mercantil, mas propiciam a apresentação do resultado e do patrimônio líquido em conformidade com as práticas contábeis aplicáveis.Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis". Somos independentes em relação àCompanhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. 1 - "Impairment" de ativos financeiros- carteira de arrendamento mercantil e de títulos e valores mobiliários emitidos pelo setor privado (títulos privados)Por que é um PAA?A Companhia possui carteira de arrendamento mercantil e aplicações em títulos privados detidos com o propósito de coletar os fluxos de caixa de juros e principal desses ativos financeiros, de maneira similar a uma operação de crédito. Com isso, o tratamento dado ao risco de créditodos títulos privados é similar ao tratamento dado às operações de crédito, na análise de perda de créditodesses títulos (impairment). Para tanto, a Companhia desenvolve modelos de provisão para perdas de crédito que abrangem essas operações e efetua provisão, quando necessário, para cobrir seu risco de crédito, conforme divulgado nas notas explicativas nº 7 às demonstrações contábeis. Devido à complexidade do modelo de provisão para perdas de crédito, do uso de estimativa e do alto nível de julgamento por parte da Administração na determinação das provisões que são constituídas, demandamos esforços na auditoria incluindo o trabalho de membros seniores da nossa equipe por termos considerado o assunto relevante para a nossa auditoria. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) entendimento do critério de provisionamento adotado pela Companhia (b) leitura da política de provisionamento desses ativos financeiros (c) envolvimento de especialistas na revisão dos modelos utilizados (d) revisão e teste de controles internos sobre o processo de atribuição de rating (e) análise dos critérios de provisionamento dessas operações, em base de amostra(f) análise do nível de provisionamento total das carteiras e desafioaos critérios utilizados nas políticas da Companhia e (g) pesquisa, com base em amostra, da situação de inadimplência dos emissores desses ativos financeiros no mercado e na Companhia.Conclusão da avaliaçãoConsiderando a política e os critérios adotados pela Administração para determinar a provisão para perdas com crédito, o resultado dos nossos procedimentos foi considerado apropriado.2 - Ambientede tecnologia da informaçãoPorque é um PAA?As operações da Companhia dependem do ambiente de tecnologia e infraestrutura capaz de suportar um elevado número de transações processadas diariamente em seus sistemas de informação que alimentam os seus registros contábeis. Os processos inerentes à tecnologia da informação, associados aos seus controles, podem, eventualmente, conter riscos no processamento e na geração de informações críticas, inclusive aquelas utilizadas na elaboração das demonstrações contábeis, justificando nossa consideração como área de foco em nossa auditoria devido à relevância no contexto das demonstrações contábeis. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoria?Com o envolvimento de nossos especialistas em auditoria de sistemas, avaliamos o desenho dos controles gerais do ambiente de processamento e testamos a efetividade operacional desses controles relacionadas à segurança da informação, desenvolvimento e manutenção de sistemas e operação de computadores relacionados com a infraestrutura que suporta os negócios da Companhia.Conclusão da avaliaçãoConsiderando os processos e controles do ambiente de tecnologia da informação, associados aos testes realizados mencionados acima, julgamos o resultado dos nossos procedimentos como apropriado.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoA demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e é consistente em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Outras informa ções que acompanham as demonstrações contábeis eo relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável pelas informações contidas no Relatório da Administração, obtido antes da data desse relatório. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos ou expressaremos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações contábeisA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil,aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo BACENe pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Na elaboração das demonstrações contábeis, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de aCompanhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeisNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possamlevantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar àatenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito,entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que a lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 15 de fevereiro de 2018DELOITTE TOUCHE TOHMATSUMarcelo Luis Teixeira SantosAuditores IndependentesContadorCRC nº 2 SP 011609 /O-8CRC nº 1 PR 050377/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Eu, Silvio Aparecido de Carvalho, declaro que:Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, da Safra Leasing S.A. Arrendamento Mercantil e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, 24 de janeiro de 2018.Silvio Aparecido de CarvalhoDiretor e Diretor de RI

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Eu, Silvio Aparecido de Carvalho, declaro que:Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório elaborado pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes não havendo qualquer discordância.São Paulo, 08 de fevereiro de 2018.Silvio Aparecido de CarvalhoDiretor e Diretor de RI

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAO Comitê de Auditoria ("Comitê") do Banco Safra S/A, doravante denominado SAFRA, é um órgão estatutário de caráter permanente que atua em consonância com as disposições da Resolução n.º 3.198, de 27.05.2004, do Conselho Monetário Nacional ("CMN") e Resolução n.º 312, de 16.06.2014, do Conselho Nacional de Seguros Privados ("CNSP").O Comitê reporta-se diretamente ao Conselho de Administração, é composto por 05 (cinco) integrantes, sendo 03 (três) deles Diretores da Sociedade e 02 (dois) integrantes independentes. O Comitê desenvolve suas atividades com base nas disposições de seu regimento interno e pelo Estatuto Social.Dentre os trabalhos de avaliação e supervisão efetuados no 2º semestre de 2017, o Comitê realizou reuniões periódicas mensais com pautas previamente estabelecidas, conforme segue:a)Realização de reuniões com as Auditorias Interna e Externa para análise dos trabalhos por eles efetuadosb)Aprovação das Demonstrações Contábeis do Banco Safra e de suas empresas controladasc)Apreciação do relatório da Ouvidoria sobre as medidas corretivas ou de aprimoramento de procedimentos e rotinas, em decorrência da análise das reclamações recebidasd)Ratificação do Diretor responsável pela Ouvidoria que não houve casos de denúncia de fraudes relevantes no períodoe)Reunião com o Banco Central do Brasil - BACEN, em atendimento a Inspeção do Rating 2017 - SCR, para reporte dos assuntos discutidos e/ou deliberados durante os Comitês de Auditoria realizados em 2017f)Aprovação do planejamento das reuniões do Comitê de Auditoria para o ano de 2018g)Aprovação do plano de trabalho das Auditorias Interna e Externa para o ano de 2018h)Participação dos membros independentes deste Comitê de Auditoria no Comitê de Gestão de Riscos Operacionais e Compliance - CGROC, onde foram abordados os seguintes temas: 1) Gestão Integrada de Riscos - GIR 2) Compliance Regulatório 3) Risco Socioambiental e Risco de Reputação 4) Controles Internos 5) Prevenção à Lavagem de Dinheiro - PLD 6) Compliance SafraPay e 7) Compliance Seguros e Previdênciai)Apresentação dos trabalhos de Prevenção a Lavagem de Dinheiro - PLD/FT j)Acompanhamento, follow-up e reporte mensal dos apontamentos de Órgãos Reguladores, da Auditoria Externa, das áreas de Risco Operacional, Controles Internos e Compliance, por meio do Comitê de Controles Internos Regular - CCI ek)Acompanhamento e follow-up dos resultados de inspeções do Banco Central do Brasil (BACEN).Em vista dos resultados dos trabalhos que desenvolveu, o Comitê de Auditoria recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das demonstrações contábeis consolidadas datadas de 24 de janeiro de 2018, referentes ao período findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 24 de janeiro de 2018.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.