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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012100 páginasCódigo CVM 21008Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 04/04/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A

GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A · CNPJ 08.764.621/0001-53

Versões deste exercício: v1 (27/03/2013) · v2 (04/04/2013), esta

GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A
CNPJ 08.764.621/0001-53
DFP 2012 (V2)
Exercício 2012
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Metadados

Empresa
GENERAL SHOPPING E OUTLETS DO BRASIL S.A
CNPJ
08.764.621/0001-53
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
100
Ano de referência
2012*
Publicado em
04/04/2013 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total1.883.0411.269.27448,4%
1.01Ativo Circulante410.991165.769147,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa252.778121.680107,7%
1.01.01.01Caixa29268−89,2%
1.01.01.02Bancos13.91311.68219,1%
1.01.01.03Aplicações Financeiras238.836109.730117,7%
1.01.02Aplicações Financeiras88.5700—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo88.5700—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras Vinculadas88.5700—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber61.03540.00052,6%
1.01.03.01Clientes53.17134.26055,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber7.8645.74037,0%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar8.6084.089110,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar8.6084.089110,5%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.01.08.03.01Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI´s00—
1.01.08.03.02Bens Destinados a Venda00—
1.01.08.03.03Aplicações Financeiras Vinculadas00—
1.02Ativo Não Circulante1.472.0501.103.50533,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo46.807117.921−60,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber1.5022.414−37,8%
1.02.01.03.01Clientes9361.346−30,5%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber5661.068−47,0%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas40.66422.12483,8%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas40.66422.12483,8%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes4.64193.383−95,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Certificados de Recebíveis Imobiliários - CRI´s00—
1.02.01.09.04Depósitos e Cauções1.6332.756−40,7%
1.02.01.09.05Aplicações Financeiras Vinculadas3.00890.627−96,7%
1.02.02Investimentos1.277.774915.03039,6%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento1.277.774915.03039,6%
1.02.03Imobilizado69.41928.732141,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação69.41928.497143,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento0235−100,0%
1.02.04Intangível78.05041.82286,6%
1.02.04.01Intangíveis78.05041.82286,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Vida Útil Indefinida52.52627.03394,3%
1.02.04.01.03Vida Útil Definida25.52414.78972,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes Aos:Acionistas, Conselheiros e Diretores da General Shopping Brasil S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da General Shopping Brasil S.A. (Companhia) e controladas, identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações contábeisA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e também que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter uma segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para a obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstancias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da General Shopping Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da General Shopping Brasil S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidos pelo International Accounting Standards Board (IASB), e as práticas contábeis adotadas no Brasil. ÊnfaseConforme descrito na Nota Explicativa nº 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da General Shopping Brasil S.A., essas práticas diferem das IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto para fins de IFRS, seria custo ou valor justo. Nossa opinião não esta ressalvada em função desse assunto.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da Demonstração do Valor Adicionado. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório sem ressalvas, datado de 24 de fevereiro de 2012, que continha ênfase referente à conclusão do processo de registro do imóvel onde está situado o Shopping Light, que foi regularizado no decorrer do exercício de 2012.São Paulo, 26 de março de 2013.Nelson Fernandes Barreto FilhoContador CRC 1SP-151.079/O-0Grant Thornton Auditores IndependentesCRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da General Shopping Brasil S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Angélica, 2.466, 22° andar, conjunto 221, Cerqueira César, CEP 01228-200, inscrita no CNPJ sob o nº 08.764.621/0001-53, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações contábeis do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.São Paulo, 25 de março de 2013.Victor Poli Veronezi - Diretor Presidente e Diretor de Planejamento e ExpansãoAlessandro Poli Veronezi - Diretor de Relações com InvestidoresFrancisco José Ritondaro - Diretor FinanceiroAlexandre Lopes Dias - Diretor de Marketing e de Relacionamento com Varejo

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da General Shopping Brasil S.A., sociedade por açõescom sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Angélica, 2.466, 22° andar, conjunto 221, Cerqueira César, CEP 01228-200, inscrita no CNPJ sob o nº 08.764.621/0001-53, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às demonstrações contábeis do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2012, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso V do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009.São Paulo, 25 de março de 2013.Victor Poli Veronezi - Diretor Presidente e Diretor de Planejamento e ExpansãoAlessandro Poli Veronezi - Diretor de Relações com InvestidoresFrancisco José Ritondaro - Diretor FinanceiroAlexandre Lopes Dias - Diretor de Marketing e de Relacionamento com Varejo

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL"O Conselho Fiscal no uso de suas atribuições legais, em reunião realizada nesta data, examinou o relatório anual da administração e as demonstrações contábeis da General Shopping Brasil S.A. relativos ao exercício social encerrado em 31/12/2012. Com base nos exames efetuados, considerando ainda o parecer dos auditores independentes da Grant Thornton Auditores Independentes, os Srs. Conselheiros opinaram favoravelmente a respeito dos supra citados documentos, informando, ainda, que os mesmos se encontram em condições de serem votados e aprovados pelos Srs. Acionistas na próxima Assembleia Geral Ordinária".São Paulo, 26 de março de 2013.Paulo Alves das FloresConselheiro FiscalCamila de Cassia Satin BriolaConselheira Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.