Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 19909Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BR MALLS PARTICIPACOES S.A.

BR MALLS PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 06.977.745/0001-91

Versões deste exercício: v1 (14/03/2019) · v2 (29/03/2019), esta

BR MALLS PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 06.977.745/0001-91
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BR MALLS PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
06.977.745/0001-91
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
29/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total18.131.03618.003.5850,7%
1.01Ativo Circulante1.305.0422.274.047−42,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa23.67228.977−18,3%
1.01.02Aplicações Financeiras907.2771.668.225−45,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado907.2771.668.225−45,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação907.2771.668.153−45,6%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.01.03Diferencial de swap a receber072−100,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber247.597305.517−19,0%
1.01.03.01Clientes247.597305.517−19,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar65.95359.10411,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar65.95359.10411,6%
1.01.06.01.01Imposto de renda e Contribuição Social a recuperar37.15631.87916,6%
1.01.06.01.02Impostos a Recuperar - Indiretos28.79727.2255,8%
1.01.07Despesas Antecipadas7.1206.27313,5%
1.01.08Outros Ativos Circulantes53.423205.951−74,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros53.423205.951−74,1%
1.01.08.03.01Adiantamento a Condominio23.09817.44132,4%
1.01.08.03.02Outros valores a receber30.325188.510−83,9%
1.02Ativo Não Circulante16.825.99415.729.5387,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo247.620253.054−2,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber34.66158.516−40,8%
1.02.01.04.01Clientes34.66158.516−40,8%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas64.39047.89834,4%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas16.3326.254161,1%
1.02.01.09.03Créditos com Controladores48.05841.64415,4%
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes148.569146.6401,3%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Depósito e Caução60.27753.73912,2%
1.02.01.10.04Tributos a recuperar56.00558.563−4,4%
1.02.01.10.05 Outros Valores a Receber32.28734.338−6,0%
1.02.02Investimentos16.484.15815.390.3757,1%
1.02.02.01Participações Societárias389.463374.7873,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas389.463374.7873,9%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento16.094.69515.015.5887,2%
1.02.03Imobilizado14.43811.65623,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação14.43811.65623,9%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível79.77874.4537,2%
1.02.04.01Intangíveis79.77874.4537,2%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Outros79.77874.4537,2%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e Acionistas da BR Malls Participações S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da BR Malls Participações S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da BR Malls Participações S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BR Malls Participações S.A. e BR Malls Participações S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e suas controladas não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Nesse contexto, nossa abordagem de auditoria manteve-se alinhada à àquela do exercício anterior. Valorização das propriedades para investimento (Nota 3.1)Porque é um PAA Em 31 de dezembro de 2018, a Companhia e suas controladas possuem investimentos em shopping centers, registrados na rubrica "Propriedades para Investimentos" ("Propriedades") no montante de R$ 15.779.578 mil, que estão mensurados pelo seu valor justo.Consideramos essa área como relevante em nossa auditoria porquanto a avaliação desses ativos é uma das principais áreas de julgamento da Companhia, o que inclui desde o método de avaliação, até a estimativa das premissas operacionais e financeiras utilizadas nesse cálculo.A estimativa de geração dos fluxos de caixa por essas propriedades considera o uso contínuo dos ativos em sua condição atual, descontados a valor presente utilizando uma taxa de retorno livre de risco.Nesse processo de mensuração, a Companhia utiliza fontes externas e internas disponíveis na data de preparação das demonstrações financeiras. Pequenas mudanças nas premissas podem resultar em impactos relevantes nas demonstrações financeiras da Companhia e suas controladas. Essa foi considerada uma área importante em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento e avaliação do ambiente de controles internos do processo de mensuração do valor justo das Propriedades da Companhia e de suas controladas.Avaliamos, ainda, a governança em torno desse processo, a confirmação das qualificações e experiência dos especialistas internos envolvidos e a avaliação do escopo utilizado no processo.Adicionalmente, nossa equipe de especialistas em avaliação de ativos realizou, em base de testes, a revisão metodológica das premissas operacionais, de mercado e financeiras utilizadas, bem como o recálculo desses montantes, de forma a avaliar a adequação dos valores apurados. Como parte dos nossos trabalhos, comparamos as premissas metodológicas constantes de laudos emitidos por especialistas externos, obtidos pela administração, com àquelas utlizadas nos cálculos realizados pela Companhia.Também avaliamos as divulgações feitas à luz das normas contábeis relevantes.Como resultado dos testes, observamos que os valores justos apurados dessas propriedades estão razoáveis em relação às políticas contábeis adotadas pela Companhia e consistentes com a documentação analisada e informações divulgadas. Receitas de aluguel (Nota 2.1)Porque é um PAA No exercício findo em 31 de dezembro de 2018, a Companhia e suas controladas auferiram receitas de aluguéis que totalizam R$ 914.159 mil. Parte das transações de receitas com aluguéis apresenta componentes variáveis que incluem períodos de carência, cláusulas específicas em contratos e em renovações, descontos concedidos, entre outras. Embora estabelecidas em contrato, essas transações apresentam características individuais e podem ser de natureza complexa.Em virtude de haver diferentes condições firmadas em contratos de aluguel, são necessários controles para apurar os valores e o período em que deve ser reconhecida a receita variável de aluguel por tipo de contrato.Consideramos as receitas de aluguel como área relevante em nosso processo de auditoria devido às peculiaridades relacionadas com o processo de registro e o processamento das informações contratuais, bem como a importância dos controles internos estabelecidos.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaComo resposta de auditoria, nossa abordagem incluiu os seguintes principais procedimentos:Com o suporte da nossa equipe de especialistas em tecnologia da informação, entendemos e testamos os controles gerais do ambiente de tecnologia relacionados aos aspectos de segurança, mudanças em sistemas e operação das informações.Efetuamos, ainda, o entendimento e teste dos controles internos relevantes do processo de reconhecimento de receitas de aluguéis e contas a receber, bem como dos sistemas relevantes de tecnologia da informação que suportam esses processos e controles.Efetuamos, em base amostral, recálculo contratual e exame de liquidação financeira subsequente de saldos das contas a receber em 31 de dezembro de 2018.Aplicamos testes de transações nos contratos de aluguéis, parametrizadas nos sistemas utilizados pela Companhia, bem como analisamos a aderência às políticas apl icadas para carência de aluguel, descontos e renda variável.Testamos determinadas transações de receitas com vendas reconhecidas no resultado da Companhia e suas controladas, inspecionando a documentação física e recebimentos de clientes.Com base em nossos procedimentos, consideramos que os controles internos bem como as documentações que analisamos proporcionaram uma base razoável de auditoria sobre o reconhecimento das receitas de aluguéis. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeira (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações signific ativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 13 de março de 2019PricewaterhouseCoopersPatricio Marques RocheAuditores IndependentesContador CRC 1RJ081115/O-4CRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração da diretoria sobre as demonstrações financeirasEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2018.Rio de janeiro, 13 de março de 2019.Ruy KameyamaDiretor PresidenteFrederico da Cunha Villa Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresClaudia da Rosa Cortes de LacerdaDiretora JurídicaMariane Wiederkehr GrechinskiDiretora de Desenvolvimento de NegóciosJosé Vicente Coelho Duprat AvellarDiretor de OperaçõesBianca Viana Bastos MarcelinoDiretora de Gente e Gestão

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração da diretoria sobre o relatório dos auditores independentes Em conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos auditores independentes referentes ao exercício de 2018.Rio de janeiro, 13 de março de 2019.Ruy KameyamaDiretor PresidenteFrederico da Cunha Villa Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresClaudia da Rosa Cortes de LacerdaDiretora JurídicaMariane Wiederkehr GrechinskiDiretora de Desenvolvimento de NegóciosJosé Vicente Coelho Duprat AvellarDiretor de OperaçõesBianca Viana Bastos MarcelinoDiretora de Gente e Gestão

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

N/A

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

N/A

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

N/A

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.