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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017130 páginasCódigo CVM 21490Versão 1Recebida em 08/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ALUPAR INVESTIMENTO S.A.

ALUPAR INVESTIMENTO S.A. · CNPJ 08.364.948/0001-38

ALUPAR INVESTIMENTO S.A.
CNPJ 08.364.948/0001-38
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
ALUPAR INVESTIMENTO S.A.
CNPJ
08.364.948/0001-38
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
130
Ano de referência
2017*
Publicado em
08/03/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total11.463.37210.230.00112,1%
1.01Ativo Circulante3.597.2272.577.16639,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.580.070613.734157,5%
1.01.02Aplicações Financeiras489.767316.24454,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo489.767316.24454,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Investimentos de Curto Prazo365.765215.43969,8%
1.01.02.01.04Títulos e Valores Mobiliários124.002100.80523,0%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.356.8831.451.909−6,5%
1.01.03.01Clientes1.340.0051.444.574−7,2%
1.01.03.01.01Contas a Receber de Clientes234.647207.01713,3%
1.01.03.01.02Ativo Financeiro da Concessão1.105.3581.237.557−10,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber16.8787.335130,1%
1.01.03.02.02Partes Relacionadas16.8787.335130,1%
1.01.04Estoques66258812,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar64.01853.45819,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar64.01853.45819,8%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social Compensáveis61.56949.65624,0%
1.01.06.01.02Outros Tributos Compensáveis2.4493.802−35,6%
1.01.07Despesas Antecipadas6.9568.723−20,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes98.871132.510−25,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.01.01Ativos Mantidos para Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros98.871132.510−25,4%
1.01.08.03.01Adiantamento a Fornecedores19.4459.583102,9%
1.01.08.03.03Outros Ativos79.426122.927−35,4%
1.02Ativo Não Circulante7.866.1457.652.8352,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.352.7093.363.473−0,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo4.7034.2959,5%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Titulos e Valores Mobiliários4.7034.2959,5%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber12.09210.43915,8%
1.02.01.03.01Clientes12.09210.43915,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques26.08126.113−0,1%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos13.44315.299−12,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos13.44315.299−12,1%
1.02.01.06.02PIS/COFINS Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.296.3903.307.327−0,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ativo Financeiro da Concessão3.218.1523.214.0620,1%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais14.98813.25713,1%
1.02.01.09.05Imposto de Renda e Contribuição Social Compensáveis31.18736.506−14,6%
1.02.01.09.06Outros Tributos Compensáveis2.7747.566−63,3%
1.02.01.09.07Adiantamento a Fornecedores8682.394−63,7%
1.02.01.09.08Outros Ativos28.42133.542−15,3%
1.02.02Investimentos339.460333.2881,9%
1.02.02.01Participações Societárias331.674325.5021,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias331.674325.5021,9%
1.02.02.02Propriedades para Investimento7.7867.7860,0%
1.02.03Imobilizado4.025.5103.810.3235,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação3.212.4413.271.141−1,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento813.069539.18250,8%
1.02.04Intangível148.466145.7511,9%
1.02.04.01Intangíveis148.466145.7511,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Desenvolvimento de Projetos80.44873.5869,3%
1.02.04.01.03Ágio na Aquisição de Ações46.34148.693−4,8%
1.02.04.01.04Outros Intangíveis21.67723.472−7,6%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadasAos Acionistas e Diretores da Alupar Investimento S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Alupar Investimento S.A (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Alupar Investimento S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável do ativo imobilizado - ConsolidadoEm 31 de dezembro de 2017 a Companhia possui R$ 4.025.510 referente a ativo imobilizado apresentado nas demonstrações contábeis consolidadas. Conforme mencionado nas notas explicativas 3.5 e 15, a Companhia avaliou a existência de indicadores de redução ao valor recuperável das suas unidades geradoras de caixa ("UGC"). Para o cálculo do valor recuperável utilizou-se do método de fluxo de caixa descontado, com base em projeções econômico-financeiras. Devido às incertezas inerentes às projeções de fluxo de caixa e suas estimativas para determinar a capacidade de recuperação de ativos, julgamento por parte da Companhia para determinação da estimativa contábil e ao impacto que eventual alteração nas premissas poderia trazer nas demonstrações contábeis consolidadas e no valor do investimento registrado pelo método da equivalência patrimonial nas demonstrações contábeis da controladora, consideramos esse assunto como significativo para nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento dos controles internos chave relacionados à elaboração das projeções do fluxo de caixa preparadas pela Companhia e aprovadas pela diretoria. Analisamos a avaliação da administração da Companhia quanto à existência de indicadores de redução ao valor recuperável (ou de sua reversão) em relação às suas UGC, por meio de análises da conjuntura econômica e do desempenho de cada UGC no exercício e reuniões com as diretorias operacionais da Companhia e suas controladas. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade das principais premissas e dados técnicos utilizados pela Companhia, especialmente as relativas a taxa de desconto, volume e preço de venda de energia projetado, inflação, aumento de custos e taxas, continuidade das operações e gastos para reparação dos equipamentos. Além disso, realizamos discussões com a administração, avaliando também se as premissas foram definidas e aplicadas de acordo com as características de cada segmento de negócio. Avaliamos a análise de sensibilidade do impacto sobre o valor recuperável resultante de possíveis e razoáveis mudanças nas premissas-chave de preço e projeções de custo operacional usadas pela Companhia. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia, especificamente em relação às premissas utilizadas para determinar o valor recuperável do ativo imobilizado.Baseados nos procedimentos de auditoria efetuados e nas evidências obtidas, consideramos que os saldos do ativo imobilizado são aceitáveis no tocante, inclusive, quanto à sua recuperabilidade, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Valorização do saldo de contas a receber (Ativo financeiro) da Concessão - Transmissoras - ConsolidadoEm 31 de dezembro de 2017, a Companhia possuía registrado em suas demonstrações contábeis consolidadas um saldo significativo relacionado ao contas a receber (ativo financeiro) da concessão no montante de R$ 4.323.510, conforme mencionado na nota explicativa 10, sendo esse saldo relacionado aos investimentos realizados na infraestrutura das linhas de transmissão em consonância com o contrato de concessão. O referido contrato de concessão assegura incondicionalmente à Companhia o direito de receber caixa ou equivalente de caixa em contrapartida aos investimentos realizados, independentemente do nível de utilização da infraestrutura abrangida pela concessão, caracterizando-se assim um ativo financeiro. Durante o período de concessão, o valor relativo ao contas a receber da concessão se realiza por meio do recebimento da Receita Anual Permitida (RAP), conforme contrato de concessão. Adicionalmente, esse ativo financeiro é mensurado a cada período de reporte considerando-se uma taxa de atualização baseada em índices inflacionários e descontado pela taxa interna de retorno da Companhia. Ao término do período de concessão é assegurado à Companhia o direito à indenização relativa ao investimento realizado e não recuperado durante o período de concessão pelo recebimento da RAP. Devido a relevância do ativo financeiro no contexto das demonstrações contábeis, consideramos esse assunto significativo em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoObtivemos o entendimento sobre os controles internos chave relacionados a valorização do saldo de Contas a receber da concessão, incluindo os critérios para a determinação da classificação contábil do ativo financeiro e despesas de manutenção, controles de conclusão dos projetos e do processo de determinação do início do registro da amortização dos investimentos. Com o auxílio de nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a metodologia de cálculo utilizada pela Companhia para valorização das contas a receber da concessão (ativo financeiro), incluindo a razoabilidade das principais premissas utilizadas incluindo a taxa de reajuste da RAP e taxa de desconto. Nos sos procedimentos de auditoria incluíram, ainda, a inspeção documental, em base amostral, das transações que resultaram em adições ao ativo financeiro da Companhia ocorridas durante o exercício, considerando a adequação da classificação dos valores dos investimentos entre ativo financeiro e gastos com manutenção reconhecidos no resultado do exercício bem como a natureza desses investimentos. Consideramos ainda, em base amostral, a conciliação entre os registros contábeis e movimentação do recebimento financeiro dos valores relativos à RAP. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia em suas demonstrações contábeis.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima sumarizados, consideramos que é aceitável o saldo de Contas a receber (ativo financeiro) da concessão no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Nada temos a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da audit oria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com a diretoria da Companhia a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também à diretoria da Companhia declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com a diretoria da Companhia, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 08 de março de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Anselmo Neves MacedoContador CRC 1SP160482/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos diretores sobre as Demonstrações ContábeisSão Paulo, 08 de março de 2018.DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, VI DA INSTRUÇÃO CVM 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Alupar Investimento S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38 ("Companhia"), nos termos do inciso VI, do parágrafo 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as Demonstrações Contábeis - para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017.__________________________________José Luiz de Godoy PereiraDiretor Vice-Presidente, Diretor Administrativo -Financeiro e de Relações com Investidores __________________________________Paulo Roberto de Godoy PereiraDiretor Presidente__________________________________Enio Luigi NucciDiretor Técnico e Comercial

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesSão Paulo, 08 de março de 2018.DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25, §1º, V DA INSTRUÇÃO CVM 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Alupar Investimento S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, inscrita no CNPJ/MF nº 08.364.948/0001-38 ("Companhia"), nos termos do inciso V, do parágrafo 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no Relatório dos Auditores Independentes para o exercício findo em 31 de dezembro de 2017.___________________________________José Luiz de Godoy PereiraDiretor Vice-Presidente, Diretor Administrativo-Financeiro e de Relações com Investidores__________________________________Paulo Roberto de Godoy PereiraDiretor Presidente__________________________________Enio Luigi NucciDiretor Técnico e Comercial

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.