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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025195 páginasCódigo CVM 2461Versão 1Recebida em 20/03/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA

CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA · CNPJ 83.878.892/0001-55

CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA
CNPJ 83.878.892/0001-55
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
CENTRAIS ELETRICAS DE SANTA CATARINA SA
CNPJ
83.878.892/0001-55
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
195
Ano de referência
2025*
Publicado em
20/03/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total13.831.03113.037.7586,1%
1.01Ativo Circulante3.848.1633.898.270−1,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa418.8131.019.482−58,9%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber2.723.3592.238.33321,7%
1.01.03.01Clientes2.382.5562.042.98316,6%
1.01.03.01.01Contas a receber de Clientes2.881.9432.525.70614,1%
1.01.03.01.02Perda Estimada para Créditos de Liquidação Duvidosa - PECLD−499.387−482.723−3,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber340.803195.35074,5%
1.01.04Estoques21.56821.4320,6%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar350.082306.69814,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar350.082306.69814,1%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar144.088110.76630,1%
1.01.06.01.02Demais Tributos a recuperar205.994195.9325,1%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes334.341312.3257,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros334.341312.3257,0%
1.01.08.03.01Ativo Financeiro Indenização Projeto Básico US Pery19.95619.0394,8%
1.01.08.03.02Bônus de Escassez Hídrica1.1381.1380,0%
1.01.08.03.03Dividendos a Receber14.29214.807−3,5%
1.01.08.03.04Outros Créditos202.090184.4229,6%
1.01.08.03.05Ativo Financeiro Setorial00—
1.01.08.03.06Ativo Financeiro - Bonificação de Outorga45.54243.4494,8%
1.01.08.03.07Recursos da CDE para Cobertura da CVA51.32349.4703,7%
1.01.08.03.08Taxas Regulamentares a Compensar00—
1.02Ativo Não Circulante9.982.8689.139.4889,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.408.8163.684.45719,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes2082080,0%
1.02.01.02.03Títulos e Valores Mobiliários2082080,0%
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber43.48317.406149,8%
1.02.01.04.01Clientes21.6724.491382,6%
1.02.01.04.02Perda Estimada para Créditos de Liquidação Duvidosa - PECLD00—
1.02.01.04.03Outras Contas a Receber21.81112.91568,9%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos560.035659.034−15,0%
1.02.01.07.01IR e CSLL Diferidos560.035659.034−15,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes3.805.0903.007.80926,5%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Tributos a Recuperar302.084368.709−18,1%
1.02.01.10.04Depósitos Judiciais392.626439.879−10,7%
1.02.01.10.05Ativo Financeiro Indenizatório - Concessão1.237.107948.71530,4%
1.02.01.10.06Ativo Financeiro Setorial273.1400—
1.02.01.10.07Ativo Financeiro Bonificação de Outorga339.113329.4182,9%
1.02.01.10.08Adiantamento para Futuro Aumento de Capital00—
1.02.01.10.09Ativo Financeiro Indenização Projeto Básico US Pery154.241149.7313,0%
1.02.01.10.10Instrumentos Financeiros Derivativos69.2580—
1.02.01.10.11Ativo de Contrato1.037.521771.35734,5%
1.02.02Investimentos312.149382.859−18,5%
1.02.02.01Participações Societárias312.149382.859−18,5%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas135.868218.211−37,7%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto176.281164.6487,1%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado218.574210.3943,9%
1.02.03.01Imobilizado em Operação147.146102.08544,1%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento12.2835.303131,6%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento59.145103.006−42,6%
1.02.04Intangível5.043.3294.861.7783,7%
1.02.04.01Intangíveis5.043.3294.861.7783,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão4.999.6404.816.1473,8%
1.02.04.01.02Repactuação Risco Hidrológico GSF41.25942.698−3,4%
1.02.04.01.03Outros Intangíveis2.4302.933−17,1%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e Acionistas da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. Florianópolis - Santa CatarinaOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. ("Companhia") e suas controladas, identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial individual e consolidado em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações individuais e consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira individual e consolidada da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e as normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas, de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita de energia distribuída, mas não faturada - CELESC Distribuição S.A.Veja a Nota 4.20.3, 9 e 33.1 das demonstrações financeiras consolidadasPrincipal assunto de auditoriaParte das receitas de vendas de energia da controlada Celesc Distribuição S.A. são calculadas mensalmente efetuando-se a estimativa dos valores de energia fornecida aos consumidores mas ainda não faturada, em virtude da defasagem entre a data da última leitura da medição e a data do encerramento do exercício social. O reconhecimento da referida receita envolve julgamento significativo pela Companhia para a estimativa de consumo do volume de energia fornecida e respectiva atribuição às diferentes classes de consumidores, índices de perda estimada e a tarifas vigentes.Este tema foi considerado como um principal assunto de auditoria em função da relevância dos montantes e julgamentos significativos que envolvem a estimativa do volume de energia fornecida e ainda não faturada, que pode impactar o valor das receitas e contas a receber nas demonstrações financeiras consolidadas.Como auditoria endereçou esse assuntoComo parte dos nossos procedimentos de auditoria em relação ao reconhecimento de receita de energia distribuída, mas não faturada da controlada CELESC Distribuição S.A., realizamos:Avaliação do desenho dos controles internos relevantes relacionados à determinação do montante da receita de fornecimento de energia não faturadoAnálise dos dados utilizados na determinação da estimativa de fornecimento de energia não faturado, especificamente, os dados da carga total de energia distribuída ao longo do período e da carga de energia efetivamente faturada, segregados por classe de consumidor, e líquidos dos índices de perdas técnicas e comerciais, visando determinar por meio de cálculo matemático a estimativa da parcela do volume de energia não faturada por classe de consumoRecálculo da receita de venda de energia fornecida e não faturada por meio da multiplicação do volume de energia não faturada por classe de consumo pelas tarifas definidas pelo órgão regulador para cada classe de consumidor em seus grupos e modalidadesConfronto dos valores reconhecidos de receita não faturada com base nas expectativas geradas das médias históricas dos valores de energia fornecida aos consumidores ainda não faturada a partir de nossos testes de auditoria Avaliação se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras consolidadas estão de acordo com as normas aplicáveis. No decorrer da nossa auditoria identificamos ajustes que afetariam o reconhecimento da receita de energia distribuída, mas não faturada, os quais não foram registrados pela Companhia, por terem sido considerados imateriais. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o reconhecimento de receita de energia distribuída, mas não faturada, no contexto das demonstrações financeiras consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, tomadas em conjunto.Benefícios pós-emprego - passivo atuarial - CELESC Distribuição S.A.Veja as Notas Explicativas 4.19 e 29 das demonstrações financeiras consolidadasPrincipal assunto de auditoriaA controlada Celesc Distribuição S.A. patrocina planos vitalícios de benefício pós-emprego, concedidos a funcionários e ex-funcionários, relativos a previdência e assistência médica. Os planos classificados como "benefício definido" e "contribuição variável" geram passivos relevantes, os quais são calculados com referência a premissas atuariais que incluem taxa de desconto, taxa estimada de inflação, tábua de mortalidade, taxa de crescimento salarial, estimativas dos custos médicos, bem como dados históricos sobre as despesas e contribuições dos funcionários. Esses passivos podem ser total ou parcialmente compensados pelos valores justos dos ativos dos respectivos planos. Devido à relevância dos valores e do envolvimento de alto grau de julgamento pela Companhia na definição das premissas envolvidas na mensuração das obrigações atuariais dos planos de benefício definido e contribuição variável, consideramos o passivo atuarial como um principal assunto de auditoria.Como auditoria endereçou esse assuntoComo parte dos nossos procedimentos de auditoria em relação aos benefícios pós-emprego - passivo atuarial da controlada CELESC Distribuição S.A., realizamos: Avaliação das políticas contábeis adotadas relevantes relativos à mensuração das obrigações atuariais dos planos de benefício definido e de contribuição variável Com o auxílio de nossos especialistas atuariais:otestamos, em base amostral, a consistência dos dados dos participantes que foram utilizados pelo atuário responsável pela avaliação atuarialoavaliamos as principais hipóteses atuariais e premissas adotadas pelo atuário, tais como taxa de desconto, taxa estimada de inflação, tábua de mortalidade, taxa de crescimento salarial, estimativas dos custos médicos, bem como dados históricos sobre as despesas e contribuições dos funcionários em comparação com a legislação e com as práticas de mercadootestamos a precisão matemática dos cálculos efetuados pelo atuário da Companhia e,orealizamos procedimentos para a confirmação da existência e mensuração do valor justo dos ativos dos planos.Avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações financeiras consolidadas. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitável o saldo de benefícios pós-emprego, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são razoáveis, no contexto das demonstrações financeiras consolidadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório dos auditoresA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócios do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela gove rnança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes, de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 20 de Março de 2026.KPMG Auditores Independentes Ltda.CRC SP-014428/O-6 F-PRSamuel Viero RickenCRC SC-030412/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASOs Diretores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc declaram que examinaram, revisaram e concordam com todas as informações contidas nas Demonstrações Financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.Florianópolis, 10 de março de 2026.Tarcísio Estefano RosaDiretor PresidenteJulio Cesar PunganDiretor FinanceiroCláudio Varella do NascimentoDiretor de Engenharia e ObrasEloi HoffelderDiretor de Operação e ServiçosLino Henrique Pedroni JuniorDiretor de PlanejamentoMoisés DiersmannDiretor AdministrativoPedro Augusto Schmidt de Carvalho JúniorDiretor JurídicoPilar Sabino da SilvaDiretora de RegulaçãoWagner Felipe VogelDiretor ComercialRogéria Rodrigues MachadoContadora - CRC/SC 024.797/O-0

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESOs Diretores da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc declaram que examinaram, revisaram e concordam com todas as informações contidas no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.Florianópolis, 20 de março de 2026.Tarcísio Estefano RosaDiretor PresidenteJulio Cesar PunganDiretor FinanceiroCláudio Varella do NascimentoDiretor de Engenharia e ObrasEloi HoffelderDiretor de Operação e ServiçosLino Henrique Pedroni JuniorDiretor de PlanejamentoMoisés DiersmannDiretor AdministrativoPedro Augusto Schmidt de Carvalho JúniorDiretor JurídicoPilar Sabino da SilvaDiretora de RegulaçãoWagner Felipe VogelDiretor ComercialRogéria Rodrigues MachadoContadora - CRC/SC 024.797/O-0

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc, no uso de suas atribuições legais e estatutárias e dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163 da Lei 6.404/76 e suas posteriores alterações, examinou o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas, todos referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025. Com base nos trabalhos, entrevistas e acompanhamentos realizados ao longo do exercício, e, considerando, ainda, o conteúdo do Relatório da KPMG Auditores Independentes, opina que tais documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação dos Senhores Acionistas.Florianópolis/SC, 16 de março de 2026.Cláudio RochaPresidenteCleber dos Santos LimaDanieli Blanger PinheiroFabiano de SouzaThiago Costa Jacinto

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO - CAEExercício Social 2025Senhores Conselheiros de AdministraçãoCentrais Elétricas de Santa Catarina S.A., Celesc Distribuição S.A. e Celesc Geração S.A.1. ApresentaçãoO Comitê de Auditoria Estatutário ("CAE" ou "Comitê") é um órgão estatutário de assessoramento, vinculado diretamente ao Conselho de Administração da Centrais Elétricas de Santa Catarina S.A. - Celesc ("Companhia") e suas subsidiárias integrais, Celesc Distribuição S.A. - Celesc D e Celesc Geração S.A. - Celesc G, regido pela Resolução CVM nº 23, de 25 de fevereiro de 2021, além da Lei nº 13.303, de 30 de junho de 2016, o Decreto Estadual/SC nº 1484, de 7 de fevereiro de 2018 e o seu Regimento Interno ("Regimento").A Lei nº 13.303/2016, Seção VII, Art. 24, Inciso VII, determina que o Comitê elabore Relatório Anual com informações sobre as atividades, os resultados, as conclusões e suas recomendações, registrando, se houver, as divergências significativas entre a Administração, a Auditoria Independente e o CAE em relação às Demonstrações Financeiras.Conforme previsto no artigo 14º do Regimento, compete ao Comitê, dentre outras matérias, elaborar relatório bimestral e anual contendo a descrição de suas atividades, os resultados, as conclusões e as recomendações do Comitê, registrando, se houver, as divergências significativas entre a Administração, a Auditoria Independente e o Comitê em relação às Demonstrações Financeiras.O CAE esteve composto nos 5 primeiros meses de 2025 pelo Conselheiro de Administração e coordenador Sr. Glauco José Côrte, e pelos membros independentes, senhores: Fábio Fick, Fabrício Santos Debortoli, Marcos Aurélio Pamplona da Silva e Sérgio Tadeu Nabas.No mês de maio o CAE teve uma alteração em sua composição, sendo encerrada a participação do Conselheiro Fábio Fick. Na ocasião foram reconhecidas as suas contribuições durante o período do seu mandato.Na reunião do mês de junho a Sra. Sigiane Krzeminski Nunes recebeu as boas vindas e participou de sua primeira reunião como membro do CAE.O Regimento, em sua versão atualizada, foi aprovado pelo Conselho de Administração em reunião realizada em 13.11.2025 e pode ser consultado na página de Relações com Investidores da Companhia em: https://ri.celesc.com.br/governanca-corporativa/regimentos/.Os membros do CAE atendem aos critérios de independência estabelecidos no artigo 22, §1º, da Lei nº 13.303/2016 e no artigo 31-C, §2º da Resolução CVM nº 23/2021.2. Resumo das atividades em 2025No período de janeiro a dezembro de 2025, o CAE realizou 12 (doze) reuniões ordinárias, envolvendo Diretores e Gerentes Executivos da Companhia, Auditores Internos e Auditores Independentes, conforme sumários das atas disponíveis no portal de Relações com Investidores da Celesc e atas completas disponíveis na sede da Companhia.Nesse período foram examinadas e aprovadas as Demonstrações Financeiras Anuais, Individuais e Consolidadas da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Companhia), Celesc Distribuição e Celesc Geração referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2024, bem como, aprovadas e encaminhadas ao Conselho de Administração, as Demonstrações Financeiras Intermediárias da Companhia e Consolidado do 1º (Primeiro), 2º (Segundo) e 3º (Terceiro) Trimestres de 2025. O CAE acompanhou os trabalhos e as informações apresentadas pela KPMG Auditoria Independente Ltda., bem como os relatórios de auditoria que ressaltaram a integridade das respectivas Demonstrações Financeiras. O CAE recomendou a sua aprovação pelo Conselho de Administração e a recomendação de estudo para realocação das despesas operacionais da Companhia sob o ponto de vista de otimização tributária e regulatória.Com relação ao Relatório de Recomendações dos Auditores Independentes sobre os Controles Internos, realizado pela KPMG, a Administração elaborou planos de ação que foram apresentados ao CAE. Na oportunidade, foram feitas recomendações pelo CAE quanto ao acompanhamento dos planos de ação e procedimentos propostos, além do acompanhamento do processo referente à próxima Revisão Tarifária Periódica - RTP, objetivando que os investimentos realizados façam parte da Base de Remuneração Regulatória - BRR de 2026.Durante as reuniões do ano de 2025, foram apresentados os Resultados Gerenciais da Companhia e de suas subsidiárias, demonstrando por meio de indicadores suas projeções e suas realizações mensais, bem como o acumulado do ano. O CAE também acompanhou periodicamente o Fluxo de Caixa da Companhia, com os principais destaques dos investimentos, operação de captação de recursos financeiros, processo de parcelamento das faturas em atraso, metas de cobrança e recuperação de receita, controle das despesas, principais indicadores, bem como os possíveis cenários econômico-financeiros do período e projeções para o próximo ano, que incluiu aspectos quanto aos Covenants, Planos de Investimentos e futura operação BID II.O CAE manteve a avaliação dos Controles Internos conhecendo a contextualização, a mudança do ciclo de testes, o overview geral dos testes complementares, os resultados dos testes de efetividade e materialidade dos Controles Internos para o Reporte Financeiro. O CAE recomendou: (i) avaliar possível retomada do período de análise dos testes para o intervalo de agosto a julho (12 meses anteriores ao início dos testes), de maneira a permitir que eventual deficiência de controle identificada possa ainda ser corrigida nas Demonstrações Financeiras do final do ano (ii) destacar, junto às áreas envolvidas, a preocupação do CAE com os controles que deixaram de ser testados por evidências não apresentadas.O CAE acompanhou os resultados das avaliações de Riscos Corporativos. Também acompanhou o monitoramento de probabilidade dos riscos mais críticos, bem como os Planos de Ação para monitoramento, acompanhamento e mitigação dos mesmos.Recebeu, ainda, Reporte do Programa de Integridade e Compliance, no qual foram apresentados: tom da liderança, manifestação da Administração ao público interno e externo, Carta Compromisso da Alta Administração, diretrizes, comunicação, treinamentos, Curso Anual de Compliance, monitoramento - diagnóstico indicadores Ethos, relatório de diagnóstico E-prevenção (TCU), CGE-SC, análise de integridade, análise de conformidade de postulante, análise de conformidade das normas, transações entre partes relacionadas e ações do Comitê de Provisões.Acompanhou os reportes do Comitê de Ética da Companhia, com os números de denúncias apuradas, classificação por áreas e assuntos, procedimentos, taxa de procedência, canal de denúncias e medidas adotadas. Tomou conhecimento sobre a recomposição do Comitê de Ética na reunião do mês de junho e da troca dos sistemas do canal de denúncias no mês de outubro.O CAE acompanhou, mensalmente, os trabalhos realizados pela Auditoria Interna da Celesc na execução do Plano Anual de Auditoria Interna (PAAI 2025), atividades junto ao Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (TCE/SC), desenvolvimento do aplicativo da Auditoria, contratação de auditoria interna terceirizada - Taticca Auditores Independentes S.S., acompanhamento dos status dos planos de ação e atividades administrativas. Foram ainda apresentados ao longo de 2025, os Relatórios de Auditoria: Auditoria no Plano Celos Saúde, Processo de Iluminação Pública, Aspectos Ambientais da Distribuição, Alienação de Imóveis, Contratos de Clientes do Grupo A, Auditoria no Processo de Aquisições (compras), Planejamento e Gestão de Mercado, Gestão de Contratos, Sistemas de Gestão e Controle de Comercialização e Leilão da Câmara de Comercialização de Energia, Venda de Energia (Geração) e Convênios e Doações.Dentro de suas atribuições, aprovou a revisão do Plano Anual de Auditoria Interna - PAAI 2025 e aprovou a proposta para o PAAI 2026, o qual definiu os processos ordinários que serão auditados no exercício de 2026 pelos auditores internos e pela contratada. Que, de form a geral, considerou a pontuação obtida com o cálculo dos indicadores de riscos/relevância da auditoria e a relação desses processos com os principais riscos estratégicos. Além disso, foram consideradas as percepções do CAE, e da Diretoria Executiva, bem como dos auditores internos na identificação e priorização dos processos críticos e relevantes a serem auditados.Durante o ano, o CAE acompanhou os trabalhos relacionados ao novo sistema comercial implantado em 2024, referentes à visão geral, temas críticos, operação assistida, faturamento do grupo A e grupo B, inadimplência, relatórios regulatórios, impactos nas lojas de atendimento e call center, impactos nos canais de atendimento e na Ouvidoria ANNEL. Na reunião do mês de março, o CAE sugeriu à administração, que fosse elaborada estratégia de retomada dos cortes, considerando planejamento evolutivo, e que fosse considerada também a avaliação dos possíveis impactos operacionais e sistêmicos.Outros assuntos foram pauta das reuniões do CAE como: Apresentação sobre o contrato de manutenção de barragens pela Celesc G Alienação de créditos ICMS da Celesc D para a Celesc G Relatório de Responsabilidade Socioambiental e Econômico-Financeiro da Celesc D Apresentação da CELOS dos resultados dos indicadores estabelecidos pela Resolução Normativa ANS 518/2023 Política de Recursos Humanos Análise dos prováveis impactos da implantação da IFRS 18 no âmbito da Companhia Acompanhamento da implantação do Projeto da Reforma Tributária e Apresentação dos trabalhos da Corregedoria da Companhia.Os assuntos tratados podem ser conhecidos nos sumários das atas do CAE, disponíveis no portal de Relações com Investidores da Celesc e nas atas completas disponíveis na sede da Companhia.3. Conclusões e recomendação ao Conselho de AdministraçãoNa condição de membros do CAE da Celesc e suas subsidiárias integrais, Celesc D e Celesc G, no exercício de suas atribuições e responsabilidades legais, conforme previsto no Regimento Interno do próprio Comitê, procedemos à análise das Demonstrações Financeiras, acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes e do Relatório Anual da Administração relativo ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2025, com base na documentação apresentada e encaminhada, assim como considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pelos Auditores Independentes, somos de opinião de que todos os fatos relevantes estão adequadamente consignados e divulgados nas Demonstrações Financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2025, com as respectivas notas explicativas, devidamente auditadas, estando, portanto, habilitadas para sua aprovação pelo Conselho de Administração.Os assuntos, orientações, discussões, recomendações e pareceres do CAE não são vinculantes, cabendo aos Acionistas e ao Conselho de Administração, conforme o caso, a tomada de decisões.Florianópolis/SC, 17 de março de 2026.Glauco José CôrteCoordenadorFabrício Santos DebortoliMarcos Aurélio Pamplona da SilvaSérgio Tadeu NabasSigiane Krzeminski Nunes

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias15.5270
Preferenciais23.0440
Total38.5710

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.