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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 23620Versão 1Recebida em 28/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de CBO HOLDING S.A.

CBO HOLDING S.A. · CNPJ 14.882.295/0001-81

CBO HOLDING S.A.
CNPJ 14.882.295/0001-81
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
CBO HOLDING S.A.
CNPJ
14.882.295/0001-81
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
28/02/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total4.734.2894.324.1729,5%
1.01Ativo Circulante317.875224.76441,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa131.44775.19874,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber102.84879.21329,8%
1.01.03.01Clientes102.84879.21329,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques02.852−100,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar39.34538.7611,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar39.34538.7611,5%
1.01.06.01.01Tributos a recuperar39.34538.7611,5%
1.01.07Despesas Antecipadas16.5006.235164,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes27.73522.50523,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros27.73522.50523,2%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos5.3770
1.01.08.03.02Outros22.35822.505−0,7%
1.02Ativo Não Circulante4.416.4144.099.4087,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo263.061200.33931,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado140.37491.82652,9%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.02.01Aplicações financeiras restritas00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes122.687108.51313,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Ativo Indenizatório39.78333.16320,0%
1.02.01.10.04Tributos a recuperar74.00566.89510,6%
1.02.01.10.05Depósitos judiciais8.8998.4555,3%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado4.135.2643.873.9806,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.01.01Imobilizado00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.03.03.01Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível18.08925.089−27,9%
1.02.04.01Intangíveis18.08925.089−27,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.02Intangíveis18.08925.089−27,9%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasOceana Offshore S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Oceana Offshore S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Oceana Offshore S.A. e suas controladas ("Grupo" ou "Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Oceana Offshore S.A. e da Oceana Offshore S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base da opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaOs Principais Assuntos de Auditoria ("PAA") são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Em relação ao exercício anterior, retiramos o assunto "Reconhecimento de receitas ("Provisões para faturamento")" da seção de Principais Assuntos de Auditoria ("PAA"). No exercício de 2017, além da provisão em si, houve discussões sobre as atualizações nos valores das diárias em contratos, com aditivos contratuais, ao passo que no exercício de 2018, os montantes provisionados não foram relevantes e não houve discussões sobre mudanças em valores de diárias e tampouco, alterações nos valores das diárias contratadas, ou seja, não houve maiores complexidades para a determinação da provisão.Considerando as circunstâncias acima e os trabalhos de auditoria necessários para obtenção das evidências apropriadas no exercício corrente, não consideramos esse tema como um dos principais assuntos nesse ano.Porque é um PAAExcesso de passivos circulantes sobre ativos circulantes - Nota 4.1(c)O Grupo tem apresentado excesso de passivos circulantes sobre ativos circulantes que, em 31 de dezembro de 2018, é de R$ 175.757 mil.Essa situação de desequilíbrio financeiro fez com que os acionistas realizassem aportes adicionais, em anos anteriores, além de captação de recursos de curto prazo junto às instituições financeiras, para fazer face aos compromissos de curto prazo.A administração do Grupo preparou um plano de negócio, que contempla determinadas premissas financeiras e mudanças na estrutura de negócio, para auferir lucros operacionais e geração de recursos, visando suprir as atuais necessidades de caixa e cumprir com compromissos junto a terceiros no curto e longo prazos. Mantivemos essa área como foco de auditoria devida sua relevância e aos diversos julgamentos envolvidos na definição e aprovação dos planos da administração.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNo contexto de auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, dentre os procedimentos efetuados, obtivemos da administração o entendimento sobre as estratégias tomadas e planejadas para suprir as necessidades de caixa e fazer face aos compromissos firmados pela Companhia e suas controladas.Obtivemos o plano de negócio do Grupo elaborado pela administração para os exercícios de 2019 a 2021 e as explicações da administração em relação às premissas relevantes.Realizamos discussões com a administração em relação aos planos aprovados e divulgados na Nota 4.1(c). Testamos os eventos subsequentes ocorridos até a emissão deste relatório, principalmente relacionados com a liberação de recursos junto ao Fundo da Marinha Mercante (FMM) e/ou de instituições financeiras.Testamos todos os contratos de empréstimos e financiamentos vigentes até a data-base, e verificamos que as cláusulas restritivas, quando existentes, estavam sendo cumpridas pela Companhia e suas controladas em 31 de dezembro de 2018.Como resultado de nossos procedimentos, consideramos que as informações divulgadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão consistentes com as informações e documentações obtidas em nossos trabalhos.Avaliação e determinação da moeda funcional - Nota 2.6 (a)No exercício de 2018, o Grupo CBO concluiu o seu plano de expansão com a finalização da construção das embarcações pela sua controlada direta Aliança S.A. Indústria Naval e Empresa de Navegação.Com isso, novas embarcações entraram em operação durante 2018, com consequente aumento das receitas de afretamento das embarcações do Grupo, as quais são baseadas em contratos com preços denominados em dólares norte-americanos. Adicionalmente, empréstimos e financiamentos, principalmente em dólares norte-americanos, foram tomados para financiar a referida expansão, gerando custos financeiros relevantes para as operações do Grupo. Nesse sentido, a Administração da Companhia promoveu um estudo e concluiu que, com o aumento gradativo da relevância dos aspectos acima mencionados, dentre outros aspectos analisados, e o término do plano de expansão em 2018, a partir de 1 de janeiro de 2019, a moeda que representa com maior fidedignidade os efeitos econômicos das transações, eventos e condições subjacentes do Grupo é o dólar norte-americano. Assim, com base nos itens 35 do CPC 2 e 36 do IAS 21, a Companhia irá aplicar, prospectivamente, os procedimentos de conversão requeridos à nova moeda funcional, a partir da data da alteração em 2019. Mantivemos esse tema como foco de auditoria devida sua relevância, complexidade e aos diversos julgamentos envolvidos na definição da moeda funcional do Grupo.No contexto da auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, obtivemos o referido estudo realizado pela administração, bem como as evid ências e análises embasadas no IAS 21 e CPC 2, que suportam a decisão da Companhia de alteração de sua moeda funcional, a partir de 1 de janeiro de 2019, para o dólar norte-americano.Conferimos a segregação dos fluxos de caixa do Grupo entre aqueles denominados em dólares norte-americanos e aqueles em Reais, para os exercícios findos em 2018 e 2017.Com base nas informações acima e no plano de negócio do grupo a partir de 2019, analisamos o aumento da representatividade das receitas que possuem contratos com preços denominados em dólares norte-americanos. Adicionalmente, verificamos que os empréstimos e financiamentos do Grupo estão, substancialmente, denominados em dólares norte-americanos.Verificamos que a gestão exercida pelo conselho de administração da Companhia é baseada, entre outras informações, em projeções futuras preparadas em dólares norte-americanos. Verificamos que as mudanças nas circunstâncias que definem a moeda funcional do Grupo ocorreram ao longo do tempo, em função do plano de expansão com a construção de novas embarcações, tendo se encerrado no final de 2018.Como resultado dos nossos procedimentos, consideramos que as informações divulgadas nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas estão consistentes com as informações e documentações obtidas durante os nossos trabalhos.ÊnfasesDependência de cliente-chave e partes relacionadasConforme descrito na Nota 30 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, parcela significativa das receitas das controladas direta e indireta, respectivamente, Companhia Brasileira de Offshore S.A. e CBO Serviços Marítimos Ltda. decorre de contratos de prestação de serviço com um único cliente. Consequentemente, a manutenção de suas operações depende da continuidade desses contratos. Adicionalmente, chamamos atenção para as Notas 13 e 17 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que descrevem que a Companhia e suas controladas mantêm saldos e operações comerciais em montantes significativos com partes relacionadas, nas condições nelas descritas. Dessa forma, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas devem ser analisadas nesse contexto. Nossa conclusão não está ressalvada em relação a esses assuntos.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse públicoRio de Janeiro, 27 de fevereiro de 2019PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Maurício Cardoso de MoraesContador CRC 1PR035795/O-1 "T" SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasDECLARAÇÃO DA DIRETORIAA Diretoria Executiva da Companhia, em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do § 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declara que:Reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras, relativas ao encerramento em 31 de dezembro de 2018, auditadas pela PricewaterhuseCoopers Auditores Independentes.Rio de Janeiro, 27 de fevereiro de 2019.Oceana Offshore S/ALeonardo Pimenta GadelhaCo-CEO / Diretor Financeiro e Relações com InvestidoresCPF: 025.987.667-41

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesDECLARAÇÃO DA DIRETORIAA Diretoria Executiva da Companhia, em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do § 1º do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declara que:Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores elaborados pela PricewaterhuseCoopers Auditores Independentes.Rio de Janeiro, 27 de fevereiro de 2019.Oceana Offshore S/ALeonardo Pimenta GadelhaCo-CEO / Diretor Financeiro e Relações com InvestidoresCPF: 025.987.667-41

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.