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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015130 páginasCódigo CVM 3190Versão 1Recebida em 22/03/2016valores em R$ mil

DFP 2015 de REDE ENERGIA PARTICIPACOES S.A.

REDE ENERGIA PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 61.584.140/0001-49

REDE ENERGIA PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 61.584.140/0001-49
DFP 2015
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
REDE ENERGIA PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
61.584.140/0001-49
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
130
Ano de referência
2015*
Publicado em
22/03/2016 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total12.936.78011.915.7888,6%
1.01Ativo Circulante3.634.7553.688.498−1,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa534.452356.59549,9%
1.01.02Aplicações Financeiras481.912935.075−48,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo481.912935.075−48,5%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras481.912935.075−48,5%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.370.486990.63538,3%
1.01.03.01Clientes1.365.815982.42539,0%
1.01.03.01.01Consumidores1.365.815982.42539,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber4.6718.210−43,1%
1.01.03.02.01Títulos a receber4.6718.210−43,1%
1.01.03.02.02Dividendos a receber00—
1.01.03.02.03Juros sobre capital proprio a receber00—
1.01.03.02.04Devedores diversos00—
1.01.03.02.05(-) Perda no valor recuperável - títulos a receber00—
1.01.04Estoques25.99819.57932,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar223.490169.93731,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar223.490169.93731,5%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social135.090126.3047,0%
1.01.06.01.02Outros tributos a recuperar88.40043.633102,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes998.4171.216.677−17,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda0250.837−100,0%
1.01.08.01.01Ativos disponiveis para venda0250.837−100,0%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros998.417965.8403,4%
1.01.08.03.01Serviços em curso00—
1.01.08.03.02Redução de receita - baixa renda00—
1.01.08.03.03Aquisição de combustivel conta CCC00—
1.01.08.03.04Sub-rogação da CCC00—
1.01.08.03.05Operações com opções00—
1.01.08.03.06Ativos financeiros setoriais572.855159.552259,0%
1.01.08.03.07Contas a receber da concessão0438.766−100,0%
1.01.08.03.08Instrumentos financeiros derivativos21.4587.089202,7%
1.01.08.03.20Outros404.104360.43312,1%
1.02Ativo Não Circulante9.302.0258.227.29013,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.847.5793.226.54619,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo40.34338.4794,8%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Aplicações financeiras40.34338.4794,8%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber96.805122.404−20,9%
1.02.01.03.01Clientes96.805122.404−20,9%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos448.567483.873−7,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos448.567483.873−7,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas327.515120.116172,7%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas327.515120.116172,7%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.934.3492.461.67419,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depositos judiciais00—
1.02.01.09.04Depósitos e cauções vinculados119.86291.76430,6%
1.02.01.09.05Impostos a recuperar148.534115.49928,6%
1.02.01.09.06Outros tributos a recuperar00—
1.02.01.09.07Sub-rogação da CCC00—
1.02.01.09.08Ativo financeiro - investimentos00—
1.02.01.09.09Ativos financeiros setoriais167.728435.197−61,5%
1.02.01.09.10Contas a receber da concessao2.180.9081.626.32334,1%
1.02.01.09.11Instrumentos financeiros derivativos150.0093.1544.656,2%
1.02.01.09.12Titulos de creditos a receber1.6241.6240,0%
1.02.01.09.13Outros165.684188.113−11,9%
1.02.02Investimentos8.1284.79169,7%
1.02.02.01Participações Societárias8.1284.79169,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias8.1284.79169,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado19.42514.32135,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação19.42514.32135,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível5.426.8934.981.6328,9%
1.02.04.01Intangíveis5.426.8934.981.6328,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Outros ativos intangíveis - líquido5.426.8934.981.6328,9%
1.02.04.01.03Agio de investimentos00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESSOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daRede Energia S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Rede Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalvaConforme mencionado na nota explicativa no 13(8) às demonstrações financeiras, a controlada Energisa Tocantins - Distribuidora de Energia S.A. possui créditos a receber do Governo do Estado de Tocantins nos montantes de R$76.977 mil e R$21.804 mil (R$ 88.045 mil e R$ 18.283 mil, em 2014), referentes ao programa Reluz Tocantins e ao convênio firmado para a implementação de linhas de transmissão interligando Tocantinópolis a Xambioá, respectivamente. Em 31 de dezembro de 2015, devido à ausência de análises e documentação suporte que demonstrem a valorização e, principalmente, as condições de realização do ativo, não foi possível nos satisfazermos quanto à adequação dos referidos créditos. Opinião com ressalvaEm nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos do assunto descrito no parágrafo "Base para a opinião com ressalva", se houver, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Rede Energia S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). ÊnfaseRecuperação judicial e continuidade operacional da CompanhiaConforme descrito na nota explicativa no 1 às demonstrações financeiras, a Companhia se encontra em recuperação judicial, possuindo dívidas com terceiros e com o acionista controlador indireto, que foram renegociadas no contexto da referida recuperação judicial. Em 31 de dezembro de 2015, a Administração, baseada em seu plano de negócios que prevê fluxos de caixa oriundos de dividendos de suas controladas e, principalmente, o suporte financeiro de seu acionista controlador indireto, espera que a Companhia tenha êxito na continuidade das operações cumprindo com todos os compromissos financeiros até que todo processo de recuperação judicial esteja concluído. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos do assunto descrito no parágrafo "Base para a opinião com ressalva", se houver, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 17 de março de 2016DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC 2SP 011.609/O-8 "F" RJAntônio Carlos Brandão de SousaContadorCRC 1RJ 065.976/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores da Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia") sobre as Demonstrações Financeiras do exercício de 2015Os diretores da Companhia abaixo assinados declaram, nos termos do art. 25, § 1º, VI, da Instrução CVM nº 480/09, que, em reunião realizada nesta data, revisaram, discutiram e concordam, ressalvados os limites específicos das respectivas competências, com as Demonstrações Financeiras da Companhia, tendo aprovado o referido documento.São Paulo, 17 de março de 2016.Ricardo Perez BotelhoMaurício Perez BotelhoDiretor-Presidente Diretor de Relações com InvestidoresDanilo de Souza DiasDiretor Vice Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores da Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia") sobre o Parecer dos Auditores IndependentesOs diretores da Companhia abaixo assinados declaram, nos termos do art. 25, § 1º, V, da Instrução CVM nº 480/09, que, em reunião realizada nesta data, revisaram, discutiram e concordam, ressalvados os limites específicos das respectivas competências, com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes, tendo aprovado o referido documento.São Paulo, 17 de março de 2016.Ricardo Perez BotelhoMaurício Perez BotelhoDiretor-Presidente Diretor de Relações com InvestidoresDanilo de Souza DiasDiretor Vice Presidente

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não se aplica à Companhia.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.