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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017134 páginasCódigo CVM 22845Versão 1Recebida em 01/06/2017valores em R$ mil

DFP 2017 de RAIZEN CENTRO-SUL S.A

RAIZEN CENTRO-SUL S.A · CNPJ 15.527.906/0001-36

RAIZEN CENTRO-SUL S.A
CNPJ 15.527.906/0001-36
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
RAIZEN CENTRO-SUL S.A
CNPJ
15.527.906/0001-36
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
134
Ano de referência
2017*
Publicado em
01/06/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/03/201731/03/2016Var.
1Ativo Total10.288.59710.739.529−4,2%
1.01Ativo Circulante4.109.4154.305.200−4,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa1.463.4381.826.121−19,9%
1.01.02Aplicações Financeiras106.798408.268−73,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo106.798408.268−73,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber272.626156.00074,8%
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques801.391807.533−0,8%
1.01.05Ativos Biológicos943.488886.7076,4%
1.01.06Tributos a Recuperar229.911117.52995,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes291.763103.042183,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda3.5063.5060,0%
1.01.08.01.01Ativos Mantidos para Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros288.25799.536189,6%
1.01.08.03.01Outros Créditos102.54953.45991,8%
1.01.08.03.02Instrumentos Financeiros Derivativos185.70846.077303,0%
1.02Ativo Não Circulante6.179.1826.434.329−4,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo570.463801.008−28,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo19.8914.831311,7%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos3.552263.963−98,7%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes547.020532.2142,8%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Adiantamentos a Fornecedores14.93621.404−30,2%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais302.966237.87727,4%
1.02.01.09.05Impostos a Recuperar211.747253.388−16,4%
1.02.01.09.06Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.02.01.09.07Outros Créditos17.37119.545−11,1%
1.02.02Investimentos188.387209.655−10,1%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado4.489.0254.489.503−0,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação4.460.5134.419.5890,9%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento28.51269.914−59,2%
1.02.04Intangível931.307934.163−0,3%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas e Administradores daBiosev S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Biosev S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.AEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Biosev S.A. em 31 de março de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.ÊnfaseReapresentação dos valores correspondentes ao exercício anteriorConforme mencionado na nota explicativa nº 2.1 às demonstrações financeiras, com o objetivo de adequar as demonstrações financeiras aos requerimentos previstos nas normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários e ao pronunciamento técnico CPC 26 - Apresentação das Demonstrações Financeiras, no que tange à adoção inicial do pronunciamento técnico CPC 29 revisado - Ativo Biológico e Produto Agrícola, as demonstrações financeiras referentes aos exercícios findos em 31 de março de 2016 e de 2015, apresentadas para fins de comparação, foram ajustadas e estão sendo reapresentadas como previsto na NBC TG 23 ou no pronunciamento técnico CPC 23 - Práticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Retificação de erro. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Transações com partes relacionadasA Companhia e suas controladas têm realizado transações em montantes significativos com partes relacionadas do Grupo Louis Dreyfus Company. Os efeitos no resultado dessas transações e os correspondentes ativos e passivos estão divulgados na nota explicativa nº 18 às demonstrações financeiras. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Gestão de liquidez e continuidade operacionalDada a posição financeira da Companhia em 31 de março de 2017, o endividamento, os prejuízos recorrentes e o patrimônio líquido negativo, conforme mencionado na nota explicativa nº 1, a conclusão de que não existe incerteza relevante com relação à continuidade operacional da Companhia refletiu um processo complexo e envolveu alto grau de julgamento. Esse assunto envolveu diversos aspectos relevantes, tais como capacidade de crédito e renegociação de dívidas, cumprimento de cláusulas restritivas ("covenants"), capacidade de geração de caixa e alcance do suporte financeiro pela controladora. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a análise sobre o plano de negócios da Companhia, avaliando as principais premissas adotadas, bem com os planos apresentados pela Administração para a gestão de liquidez para os próximos 12 meses.Revisamos o fluxo de caixa projetado para os próximos 12 meses, no sentido de identificar situações de risco de liquidez, e avaliamos as principais premissas utilizadas pela Administração na elaboração desse fluxo, tais como renovações de empréstimos vincendos nesse período, receitas de vendas, custos dos produtos e despesas administrativas projetadas. Adicionalmente, concentramo-nos na avaliação da adequação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras no que diz respeito à conclusão da Administração com relação à continuidade operacional da Companhia.Reconhecimento de receitaO reconhecimento de receitas pela Companhia envolve diferentes fluxos de receitas devido às diversas características contratuais atreladas a elas. Há vendas de etanol, principalmente para o mercado interno, com diferentes tipos de arranjos para entrega ao comprador como "Cost, Insurance and Freight - CIF", "Free On Board - FOB" e Venda para Entrega Futura. Há ainda vendas de açúcar, tanto ao mercado interno quanto externo, nas modalidades de entrega CIF, FOB, FOB-Porto e Venda para Entrega Futura. Do ponto de vista de reconhecimento de receitas, além de aspectos como a efetiva ocorrência das transações, tais arranjos ensejam dificuldades na verificação do momento de venda, o chamado "corte de vendas" ("sales cutoff"), quando o vendedor efetivamente transfere todos os benefícios e riscos de propriedade ao comprador.Nosso enfoque de auditoria consistiu em obtenção de conhecimento sobre fluxos de negócios e de aspectos contratuais, incluindo controles exercidos, aplicação de testes sobre amostras para confirmar tanto a ocorrência quanto o corte apropriado de transações e obtenção de confirmações por parte de clientes selecionados com relação a termos de venda e responsabilidade sobre a propriedade de produtos vendidos sob arranjos diferenciados de entrega.Ativo biológicoA Companhia é requerida a mensurar seus ativos biológicos a valor justo, deduzidos dos custos de venda. A mensuração dos ativos biológicos é significativa para nossa auditoria, uma vez que o saldo em 31 de março de 2017 é material para as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, conforme nota explicativa nº 7 às demonstrações financeiras. Adicionalmente, o processo de mensuração é complexo, envolvendo um alto grau de julgamento e algumas premissas relevantes não observáveis. Portanto, a determinação do valor justo é baseada em metodologias de avaliação e uso de premissas como preços do açúcar e do etanol, produtividade esperada do canavial, quantidade esperada de açúcar recuperável e valor do açúcar total recuperável, as quais podem ser afetadas por fatores que não estão sob total controle da Companhia.Nosso enfoque de auditoria no caso consistiu em obtenção de conhecimento sobre os processos de precificação de ativos biológicos e sobre as fontes das premissas utilizadas e revisão detalhada dos dados subjacentes e da metodologia de avaliação, utilizando tanto o conhecimento de especialistas em avaliação de ativos quanto análises retrospectivas.Gerenciamento de riscos, derivativos e contabilidade de "hedge"Conforme nota explicativa nº 25 às demonstrações financeiras, a Companhia utiliza algumas estratégias para proteger seus fluxos de caixa futuros do impacto de variáveis relevantes, tais como taxa de câmbio do dólar norte-americano e preço de mercado do tipo de açúcar mais comercializado. Essas estratégias consistem na contratação de instrumentos derivativos específicos para cada tipo de risco (futuros, "swap", "forwards", etc.) que trazem efeitos próprios do ponto de vista de valorização dos instrumentos financeiros subjacentes. Adicionalmente, alguns desses instrumentos são designados como objeto de "hedge" em relação a um risco específico determinado e documentado, no intuito de harmonizar o período de reconhecimento no resultado dos impactos do instrumento (derivativo e não derivativo) e do objeto, o que é conhecido como "hedge accounting". Nossa auditoria desses assuntos envolveu a obtenção de conhecimento sobre os instrumentos financeiros negociados pela Companhia, inclusive aspectos contratuais, e sobre os processos de planejamento e designação de instrumentos para fins de "hedge accounting". Nosso trabalho envolveu ainda a obtenção de confirmações com corretoras ("brokers") e bancos, a revisão e o recálculo da valorização de derivativos e a revisão dos controles de "hedge accounting", além do envolvimento de nossos especialistas em valorização em alguns casos. Também avaliamos a adequação das divulgações realizadas pela Administração nas demonstrações financeiras da Companhia.Riscos tributários, trabalhistas, cíveis e ambientaisConsiderando o alto volume de litígios e o valor monetário envolvido, conforme nota explicativa nº 17 às demonstrações financeiras, combinados com a complexidade da legislação tributária e a frequente alteração das leis e da jurisprudência, é necessário um constante monitoramento por parte da Administração no intuito de identificar, capturar, registrar e divulgar eventuais mudanças relevantes que alterem o montante e/ou a chance de perda com relação a esses riscos.Nosso enfoque de auditoria sobre as provisões para riscos consistiu em obtenção de entendimento sobre o trabalho do departamento legal e sobre os processos de identificação e captura de informações, análise dos conjuntos de litígios e disputas e solicitação de representação dos assessores legais externos com relação ao conhecimento da existência de litígios e disputas, aos montantes em risco e às probabilidades de perda para todos os principais casos (principalmente trabalhistas e cíveis). Nos casos trabalhistas, dada a quantidade de casos, nosso trabalho depende de amostragem e busca de avaliação sobre as chances de perda pertinentes. Adicionalmente, concentramo-nos em avaliar adequação das divulgações realizadas nas demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado referentes ao exercício findo em 31 de março de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse pronunciamento técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:  Identificamos e avaliamos os riscos de distorçã o relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.  Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.  Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.  Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.  Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.  Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio da Companhia para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria da Companhia e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 1º de junho de 2017.DELOITTE TOUCHE TOHMATSU João Eugenio Leitão FilhoAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 130990/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Na qualidade de Diretores da Biosev S.A., declaramos nos termos do Art. 25, parágrafo 1º, item VI, da Instrução CVM 480 de 07 de dezembro de 2009, que analisamos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de março de 2017. São Paulo, 1 de junho de 2017.Rui Chammas Diretor Presidente Paulo Prignolato Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresEduardo Leme das Neves Diretor Operacional Daniela Aragão Diretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Na qualidade de Diretores da Biosev S.A., declaramos nos termos do Art. 25, parágrafo 1º, item V, da Instrução CVM 480 de 07 de dezembro de 2009, que analisamos, discutimos e concordamos com os termos do parecer dos auditores externos relativos às demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de março de 2017. São Paulo, 1 de junho de 2017Rui Chammas Diretor Presidente Paulo Prignolato Diretor Financeiro e de Relações com InvestidoresEduardo Leme das Neves Diretor Operacional Daniela Aragão Diretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA NÃO ESTATUTÁRIOO Comitê de Auditoria não estatutário da Biosev S.A. ("Companhia"), reunido com representantes da Companhia e da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, examinou as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de março de 2017. Com base nos exames efetuados e considerando a minuta do relatório, sem ressalvas, preparado pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, o Comitê de Auditoria não estatutário da Companhia recomendou, por unanimidade e sem ressalvas, ao Conselho de Administração da Companhia a aprovação de referidas demonstrações financeiras.São Paulo, 31 de maio de 2017.Federico Adrian CerisoliWagner Bertazo Márcio Álvaro Moreira Caruso

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.