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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201648 páginasCódigo CVM 1694Versão 1Recebida em 20/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BICICLETAS MONARK S A

BICICLETAS MONARK S A · CNPJ 56.992.423/0001-90

BICICLETAS MONARK S A
CNPJ 56.992.423/0001-90
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BICICLETAS MONARK S A
CNPJ
56.992.423/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
48
Ano de referência
2016*
Publicado em
20/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total216.515196.9649,9%
1.01Ativo Circulante187.317176.7776,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa166.071155.5236,8%
1.01.01.01Disponível247268−7,8%
1.01.01.02Aplicações financeiras renda fixa165.824155.2556,8%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber6.6355.27725,7%
1.01.03.01Clientes4.7815.152−7,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber1.8541251.383,2%
1.01.04Estoques8.23013.972−41,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar6.3091.918228,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar6.3091.918228,9%
1.01.06.01.01Tributos Correntes a Recuperar5.9011.510290,8%
1.01.06.01.02Tributos Diferidos a Recuperar4084080,0%
1.01.07Despesas Antecipadas7287−17,2%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante29.19820.18744,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo28.59719.40447,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo22.92513.01676,1%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos5.2605.916−11,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos2.7542.788−1,2%
1.02.01.06.02ICMS a Recuperar2.5063.128−19,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes412472−12,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósito para recursos403463−13,0%
1.02.01.09.04Créditos Diversos990,0%
1.02.02Investimentos32320,0%
1.02.02.01Participações Societárias32320,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias32320,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado569751−24,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação569751−24,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS CONSOLIDADAS.AosAcionistas e Administradores daBICICLETAS MONARK S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Bicicletas Monark S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Bicicletas Monark S.A., em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatórios financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e sua controlada, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para passivos contingentes.A Companhia é parte em processos judiciais e administrativos de natureza tributária, trabalhista e civil, decorrente do curso normal de suas atividades. Normalmente os referidos processos são encerrados após um longo tempo e envolvem não só discussões acerca do mérito, mas também aspectos processuais complexos, de acordo com a legislação vigente. A decisão de reconhecimento de um passivo contingente e as bases de mensuração consideram exercício de julgamento feito pela administração da Companhia. Nas circunstâncias, essa foi considerada uma área de foco de nossa auditoria.Nossos procedimentos incluíram, dentre outros, o entendimento e teste dos controles internos relevantes que envolvem a identificação e constituição de passivos e as divulgações em notas explicativas. Testes nos cálculos da provisão constituída na data base das demonstrações financeiras. Efetuamos procedimentos de confirmação com os escritórios de advocacia para conhecer os prognósticos de perda de cada ação em aberto, para determinar o correto valor da provisão. Consideramos que os critérios e premissas adotadas pela Administração para a determinação da provisão para os passivos contingentes são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras. Vide nota 12.Créditos tributários oriundos de processos judiciais. Em 2016 a Companhia obteve êxito em pedidos de habilitação de créditos correspondente a imposto de renda sobre ILL e de PIS/COFINS. Esses créditos foram liberados para compensação, pela Receita Federal, por meio de decisão judicial transitada e julgada em montantes de R$ 4.658 e R$ 4.545 respectivamente. Os Créditos estavam atualizados até as respectivas datas da emissão dos despachos decisórios. Em 31 de dezembro de 2016 o saldo ainda não compensado era de R$ 3.534 referente ao ILL. Considerando a relevância dos montantes e por ser um evento não rotineiro, esse evento foi consideramos uma área de foco em nossa auditoria. Nossos procedimentos incluíram, dentre outros, a obtenção de todos os documentos da Receita Federal referente à esses processos judiciais já transito e julgado, a verificação dos registros contábeis, a liberação dos recursos, bem como parte das compensações realizadas durante o exercício. O saldo remanescente desses créditos em 31 de dezembro de 2016, estão destacados na nota explicativa n° 07. Consideramos que os registros contábeis a as compensações realizadas, são razoáveis em todos os aspectos relevantes no contexto das demonstrações financeiras.Outros Assuntos Demonstrações do valor adicionado As demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadas.A Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações co ntábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e sua Controlada ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas Controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da companhia e sua controlada.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e sua controlada. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e sua controlada a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações, e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 25 de fevereiro de 2017PARTNERSHIP AUDITORES INDEPENDENTES S.S.CRC 2SP023408/O-2JULIO LUIZ BAFFINICONTADOR - CRC 1SP162773/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos DiretoresEm atendimento ao disposto no Art. 25 - itens V e VI da Instrução CVM nº 480 de 07/12/09, declaramos que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2016 e as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes.17 de março de 2.017 Sylvio Marzagão Orlando Nucci Filho

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos DiretoresEm atendimento ao disposto no Art. 25 - itens V e VI da Instrução CVM nº 480 de 07/12/09, declaramos que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31/12/2016 e as opiniões expressas no parecer dos Auditores Independentes.17 de março de 2.017 Sylvio Marzagão Orlando Nucci Filho

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Ata de Reunião do Conselho Fiscal realizada em 17 de março de 2.017.Aos 17 dias do mês de março de 2.017, às 14 horas, no escritório administrativo, situado na Rua Alexandre Dumas, 1.601 - conjuntos 134, 135 e 136 - São Paulo/SP, reuniram-se os abaixo assinados, membros do Conselho Fiscal de Bicicletas Monark S/A, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, analisaram as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31/12/2016 estiveram presentes também o Presidente do Conselho de Administração, Sr Sylvio Marzagão e o Auditor Independente Sr. Julio Luiz Baffini. Dando início aos trabalhos, os senhores Conselheiros Fiscais entregaram um questionário ao representante dos Auditores Independentes. O questionário foi devidamente respondido e será mantido em arquivo, no escritório da sociedade em São Paulo, fazendo parte integrante desta ata. Após realizarem suas análises, lavraram o seguinte parecer:PARECER DO CONSELHO FISCALEm atendimento as atribuições legais e estatutárias, os Membros do Conselho Fiscal da BICICLETAS MONARK S.A, reuniram-se, nesta data, na sede da Companhia, a fim de analisarem o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2016, tomadas em seu conjunto.Considerando as análises efetuadas, os esclarecimentos prestados pela Diretoria e os Administradores, e considerando o parecer sem ressalvas dos Auditores Independentes Partnership Auditores Independentes S/S, datado de 25/02/2017, é de parecer que os citados documentos estão em conformidade com a Legislação pertinente e com o Estatuto da Companhia, e refletem adequadamente a posição patrimonial e financeira da empresa no referido exercício social, em todos os aspectos relevantes, razão pela qual recomendam o encaminhamento de tais documentos para a Assembléia Geral Ordinária.São Paulo, 17 de março de 2017.ANTONIO CARLOS MARTINS AUGUSTO APARECIDO TIEZZI MASSAO FABIO OYACONSELHEIRO FISCAL CONSELHEIRO FISCAL CONSELHEIRO FISCAL

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.