Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201232 páginasCódigo CVM 5983Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 11/04/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de FIACAO E TECELAGEM SAO JOSE S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

FIACAO E TECELAGEM SAO JOSE S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 17.159.005/0001-64

Versões deste exercício: v1 (04/04/2013) · v2 (11/04/2013), esta

FIACAO E TECELAGEM SAO JOSE S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 17.159.005/0001-64
DFP 2012 (V2)
Exercício 2012
Carregando…
Ver na CVM ↗

Metadados

Empresa
FIACAO E TECELAGEM SAO JOSE S/A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
17.159.005/0001-64
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
32
Ano de referência
2012*
Publicado em
11/04/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total19.11821.191−9,8%
1.01Ativo Circulante4.1063.52616,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2943−32,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber2.7852.20026,6%
1.01.03.01Clientes16.07615.4913,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber−13.291−13.2910,0%
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar885894−1,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar885894−1,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes4073894,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas1091017,9%
1.01.08.03Outros2982883,5%
1.02Ativo Não Circulante15.01217.665−15,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo236549−57,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber236549−57,0%
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber236549−57,0%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.02Investimentos58580,0%
1.02.02.01Participações Societárias58580,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado14.68617.026−13,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação14.68617.026−13,7%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível32320,0%
1.02.04.01Intangíveis32320,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

FIAÇÃO E TECELAGEM SÃO JOSÉ S.A.EM RECUPERAÇÃO JUDICIALDEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS ACOMPANHADAS DO RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES EM 31 DE DEZEMBRO DE 2012 RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEISAosAdministradores e Acionistas daFiação e Tecelagem São José S.A. - Em Recuperação JudicialExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Fiação e Tecelagem São José S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia") identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido (passivo a descoberto) e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeisA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em uma auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorções relevantes nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações contábeis individuaisEm nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Fiação e Tecelagem São José S.A. - Em Recuperação Judicial em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Fiação e Tecelagem São José S.A. - Em Recuperação Judicial em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfasea) Avaliação dos Investimentos pelo método de equivalência patrimonialConforme descrito na nota explicativa 2 - Apresentação das demonstrações contábeis, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Fiação e Tecelagem São José S.A. - Em Recuperação Judicial essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.b) Continuidade operacionalAs demonstrações contábeis foram preparadas no pressuposto na continuidade normal de suas operações. A companhia vem apresentando prejuízos consecutivos e insuficiência significativa de capital de giro ao longo dos últimos anos.Conforme comentado na nota explicativa 1, em junho de 2009, a Administração da Companhia foi forçada a paralisar as atividades operacionais. Ainda como forma de tentar viabilizar o retorno das atividades operacionais, contratou empresas especializadas, para avaliar as possibilidades de implementação e êxito de um programa de Recuperação Judicial na tentativa de possibilitar o equacionamento da situação financeira e patrimonial, visando a continuidade operacional. A mudança no cenário para os próximos exercícios depende da efetividade dessas medidas que estão sendo adotadas.As demonstrações contábeis foram preparadas de acordo com as práticas contábeis aplicáveis a uma empresa em continuidade normal dos negócios e não incorporam quaisquer ajustes contábeis que seriam necessários na hipótese de uma descontinuidade operacional definitiva.c) Plano de Recuperação Judicial - PRJConforme mencionado na nota explicativa 1, em 12 de julho de 2010 a Companhia protocolou na 5ª Vara Cível da Comarca de Jaboatão dos Guararapes - PE Pedido de Recuperação Judicial. Em 26 de julho de 2010 o pedido foi deferido, através do Processo de nº 0010440-56.2010.8.17.0810. Em outubro de 2010 a Companhia apresentou o Plano de Recuperação Judicial (PRJ). Em 25 de janeiro de 2011 o PRJ foi homologado pela referida vara da justiça cível. A administração da Companhia vem adotando as medidas previstas no Plano de Recuperação Judicial - PRJ relativas à alienação de ativos imobilizados que possam ser implementadas, com o objetivo de reunir capital de giro necessário ao reinício das atividades operacionais.Outros assuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Barbacena-MG, 28 de fevereiro de 2013PHF - AUDITORES INDEPENDENTES S/SCRC-PE - 000680/O-0 - "S" - MGHugo Ferreira da Silva JúniorContador - CRC-PE - 0011620/O-"S" - MG

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

A diretoria da Companhia autorizou a conclusão das presentes demonstrações contábeis em 28 de fevereiro de 2013, as quais consideram os eventos subseqüentes ocorridos até esta data, que pudessem ter efeito sobre estas demonstrações contábeis.A diretoria da Companhia declara, nos termos do art. 25, § 1º, VI, da Instrução CVM nº 480/09, que, em 28 de fevereiro de 2013, revisou, discutiu e concordou, ressalvados os limites específicos das respectivas competências, com as Demonstrações Financeiras da Companhia, tendo aprovado as mesmas.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

A diretoria da Companhia declara, nos termos do art. 25, § 1º, V, da Instrução CVM nº 480/09, que, em 28 de fevereiro de 2013, revisou, discutiu e concordou, ressalvados os limites específicos das respectivas competências, com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes, tendo aprovado o mesmo.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.