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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013154 páginasCódigo CVM 20036Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 01/11/2013valores em R$ mil

DFP 2013 de BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS

BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS · CNPJ 07.628.528/0001-59

Versões deste exercício: v1 (04/09/2013) · v2 (01/11/2013), esta

BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS
CNPJ 07.628.528/0001-59
DFP 2013 (V2)
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
BRASILAGRO - COMPANHIA BRASILEIRA DE PROPRIEDADES AGRICOLAS
CNPJ
07.628.528/0001-59
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
154
Ano de referência
2013*
Publicado em
01/11/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201330/06/2012Var.
1Ativo Total770.830735.7624,8%
1.01Ativo Circulante271.559219.15623,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa75.69467.46412,2%
1.01.02Aplicações Financeiras9.2440—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo9.2440—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e valores imobiliários9.2440—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber131.87961.365114,9%
1.01.03.01Clientes131.10260.655116,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber7777109,4%
1.01.03.02.01Transação com partes relacionadas3470—
1.01.03.02.02Outros Créditos430710−39,4%
1.01.04Estoques28.80572.558−60,3%
1.01.05Ativos Biológicos1.2014.111−70,8%
1.01.06Tributos a Recuperar7.6559.331−18,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar7.6559.331−18,0%
1.01.06.01.01Créditos Fiscais e Tributários7.6559.331−18,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.07.01Despesa de Exercício Seguinte00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes17.0814.327294,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros17.0814.327294,8%
1.01.08.03.01Operações com Derivativos17.0814.327294,8%
1.01.08.03.02Outros Ativos00—
1.02Ativo Não Circulante499.271516.606−3,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo481.780497.825−3,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado17.98823.197−22,5%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber33.72912.759164,4%
1.02.01.03.01Clientes33.72912.759164,4%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos36.65631.93114,8%
1.02.01.06Tributos Diferidos25.21614.96068,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes368.191414.978−11,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Créditos Fiscais e Tributários25.73622.80312,9%
1.02.01.09.04Operações com Derivativos1.7140—
1.02.01.09.05Propriedades para Investimento339.108391.907−13,5%
1.02.01.09.06Outros Ativos1.633268509,3%
1.02.02Investimentos70410−82,9%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado14.85115.630−5,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.5702.741−6,2%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores, Conselheiros e Acionistas daBrasilagro Companhia Brasileira de Propriedades AgrícolasSão Paulo-SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas ("Brasilagro ou Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2013, e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas em 30 de junho de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Brasilagro Companhia Brasileira de Propriedades Agrícolas em 30 de junho de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e com as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesAvaliação de investimentoConforme descrito na nota explicativa 2.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS, seria pelo custo ou valor justo. Reapresentação dos valores correspondentes Conforme mencionado na nota explicativa 2.2., as demonstrações do fluxo de caixa de 30 de junho de 2013 foram reclassificadas para correção de apresentações inadequadas, descrito na referida nota explicativa. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 30 de junho de 2013, preparadas sob responsabilidade da administração, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras preparadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Auditoria dos valores e reapresentação das demonstrações financeiras do exercício findo em 30 de junho de 2012O exame das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 30 de junho de 2012, preparadas originalmente antes das reclassificações descritos na Nota Explicativa 2.2, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria sem modificação, com data de 4 de setembro de 2012. Como parte de nossos exames das demonstrações financeiras de 30 de junho de 2013, examinamos também as reclassificações descritos na Nota Explicativa 2.2 que foram efetuados para alterar as demonstrações financeiras de 30 de junho de 2012. Em nossa opinião, tais reclassificações são apropriadas e foram corretamente efetuadas. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em 30 de junho de 2012 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as demonstrações financeiras de 30 de junho de 2012 tomadas em conjunto. São Paulo, 29 de outubro de 2013ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S.CRC 2SP-015.199/O-6Daniel G. Maranhão Jr. Contador CRC 1SP-215.856/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2013. São Paulo, 03 de setembro de 2013.Julio Toledo Piza NetoCEO e Diretor de Relações com InvestidoresGustavo Javier LopezDiretor AdministrativoAndré GuillaumonDiretor de OperaçõesMario Henrique AguirreDiretor Técnico Agrícola

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE O PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício encerrado em 30 de junho de 2013, emitido nesta data. São Paulo, 03 de setembro de 2013.Julio Toledo Piza NetoCEO e Diretor de Relações com InvestidoresGustavo Javier LopezDiretor AdministrativoAndré GuillaumonDiretor de OperaçõesMario Henrique AguirreDiretor Técnico Agrícola

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.