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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018126 páginasCódigo CVM 16659Versão 1Recebida em 04/02/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de PORTO SEGURO S/A

PORTO SEGURO S/A · CNPJ 02.149.205/0001-69

PORTO SEGURO S/A
CNPJ 02.149.205/0001-69
DFP 2018
Exercício 2018
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Metadados

Empresa
PORTO SEGURO S/A
CNPJ
02.149.205/0001-69
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
126
Ano de referência
2018*
Publicado em
04/02/2019 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total30.560.95828.978.1265,5%
1.01Ativo Circulante21.952.36121.857.9360,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa769.4721.266.575−39,2%
1.01.02Aplicações Financeiras10.042.3999.934.6481,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado10.042.3999.934.6481,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação09.905.336−100,0%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo029.312−100,0%
1.01.02.01.03Instrumentos financeiros a valor justo por meio do resultado10.042.3990—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber8.725.3278.271.8665,5%
1.01.03.01Clientes8.725.3278.271.8665,5%
1.01.03.01.01Prêmios a receber de segurados3.628.1963.597.0970,9%
1.01.03.01.02Operações de crédito1.288.0081.173.6099,7%
1.01.03.01.03Títulos e créditos a receber3.741.5613.406.6369,8%
1.01.03.01.04Recebíveis de prestação de serviços67.56294.524−28,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar154.759106.99644,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar154.759106.99644,6%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a recuperar154.759106.99644,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes2.260.4042.277.851−0,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros2.260.4042.277.851−0,8%
1.01.08.03.01Ativos não financeiros mantidos para venda172.892177.809−2,8%
1.01.08.03.02Custos de aquisição diferidos1.653.0341.559.6196,0%
1.01.08.03.03Outros ativos326.650415.489−21,4%
1.01.08.03.04Instrumentos Financeiros Derivativos5.0021.071367,0%
1.01.08.03.05Ativos de resseguro102.826123.863−17,0%
1.02Ativo Não Circulante8.608.5977.120.19020,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo4.975.1133.523.88241,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado4.5014.778−5,8%
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo4.5014.778−5,8%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes2.871.5692.291.07525,3%
1.02.01.02.02Títulos Disponíveis para Venda02.291.075−100,0%
1.02.01.02.04Instrumentos financeiros a valor justo através de outros resultados abrangentes2.871.5690—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado977.7330—
1.02.01.03.01Instrumentos Financeiros Mensurados a Custo Amortizado977.7330—
1.02.01.04Contas a Receber485.454383.53326,6%
1.02.01.04.01Operações de Crédito483.804382.55826,5%
1.02.01.04.02Prêmios a Receber de Segurados1.65097569,2%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos283.287462.842−38,8%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos278.468458.019−39,2%
1.02.01.07.04Impostos e contribuições a recuperar4.8194.823−0,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes352.569381.654−7,6%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Ativos de Resseguro1.9121.984−3,6%
1.02.01.10.04Custos de aquisição diferidos27.69723.31818,8%
1.02.01.10.05Outros ativos322.960356.352−9,4%
1.02.02Investimentos99.2338.3581.087,3%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento99.2338.3581.087,3%
1.02.03Imobilizado1.533.1541.636.474−6,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.533.1541.636.474−6,3%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.001.0971.951.4762,5%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasPorto Seguro S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Porto Seguro S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Porto Seguro S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Porto Seguro S.A. e da Porto Seguro S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e do Consolidado não apresentaram modificações significativas em relação ao exercício anterior. Todavia, a entrada em vigor do novo pronunciamento contábil CPC 48 (IFRS 9) foi um assunto objeto de nosso monitoramento e discussão com os órgãos de governança e administração, assim produziu a alteração no conteúdo de nosso PAA referente a Impairment de Empréstimos e Financiamentos em relação ao ano anterior.Porque é um PAAImpairment de Empréstimos e Financiamentos. Em 31 de dezembro de 2018, o saldo bruto consolidado das operações de concessão de empréstimos, financiamentos e operações de cartão de crédito era de R$ 5.977.025 mil (nota 9).O IFRS 9 - Instrumentos Financeiros entrou em vigor em 1 de janeiro de 2018. A Companhia por meio de sua controlada adotou a referida norma de forma retrospectiva simplificada, como permitido. O IFRS 9 substituiu a IAS 39 - Financial Instruments e trouxe modificações em relação a provisão para riscos de crédito (impairment), cuja principal consequência foi a alteração no critério de reconhecimento da provisão para créditos de perda incorrida para perda esperada. Conforme descrito nas notas 2.9.1 e 4.1, a Companhia mensurou a provisão para riscos de crédito por meio do estabelecimento de metodologias, que capturaram, além das perdas incorridas, aquelas esperadas durante o fluxo contratual dos ativos em consonância com o IFRS9/CPC 48, totalizando o valor de R$ 463.652 mil. A provisão para risco de crédito (Impairment) foi definida como área de foco em nossa auditoria, uma vez que envolve julgamento significativo da administração na classificação dos créditos nos estágios previstos no IFRS 9/CPC 48 - bem como na determinação da provisão necessária mediante a aplicação de metodologia e processos que utilizam premissas, incluindo a situação financeira da contraparte e os fluxos de caixa futuros esperados e os valores estimados de recuperação.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos incluíram, entre outros, o entendimento sobre os controles internos relevantes desenvolvidos pela Administração da Companhia relacionados a implementação do IFRS 9 / CPC 48, considerando: o modelo e premissas adotadas pela administração na determinação do valor recuperável da carteira de créditos, processo de classificação dos graus de risco, de monitoramento das garantias recebidas, da totalidade e integridade da base de dados da carteira de crédito, que serve como base para apuração da provisão para riscos de crédito.Testamos, com o auxílio de nossos especialistas a aderência aos requisitos da referida norma, bem como em bases amostrais: (i) as premissas utilizadas para apuração da probabilidade de inadimplência atribuída no cálculo da provisão, utilizando como base a perda esperada para grupos com características de risco de créditos, e (ii) a razoabilidade e consistência das premissas adotadas pela administração e (iii) recálculo da referida provisão utilizando as premissas da administração Consideramos que as premissas e critérios utilizados pela administração para determinação do impairment de empréstimos e financiamentos são razoáveis em todos os aspectos relevantes das demonstrações financeiras consolidadas.Porque é um PAAMensuração das provisões técnicas de contratos de seguros (PSL, IBNR, IBNeR e PCC).Conforme descrito nas notas 2.16, 4.4 e 19, a Companhia registrou determinadas provisões técnicas, com destaque para: (i) sinistros ocorridos e não avisados (IBNR), no valor de R$ 390.332 mil, (ii) sinistros ocorridos e não suficientemente avisados (IBNeR), que somada à provisão de sinistros a liquidar (PSL) totalizam R$ 1.456.943 mil e (iii) provisão complementar de cobertura (PCC) no valor de R$ 47.104 mil.A determinação dos valores dessas provisões técnicas de contratos de seguros envolve julgamento da administração na elaboração de metodologias para o desenvolvimento dos sinistros ocorridos e dos prêmios emitidos, bem como na definição de premissas para os seus cálculos. Consideramos essa uma área de foco de auditoria pelo nível de relevância dessas provisões no contexto das demonstrações financeiras consolidadas.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a atualização do entendimento do desenho dos controles relevantes referentes a reconciliação dos saldos contábeis com os relatórios operacionais, avaliação e aprovação das provisões técnicas de sinistros da Companhia. Consideramos, ainda, os controles de aprov ação das notas técnicas atuariais pelos responsáveis técnicos, bem como inspecionamos se esses técnicos tinham a qualificação e a experiência apropriada.Com o auxílio de nossos especialistas, testamos as metodologias e as premissas financeiras e atuariais utilizadas pela administração na determinação dessas provisões técnicas, com destaque para o IBNR, IBNeR, PSL e PCC, em relação à experiência histórica da Companhia por meio de suas controladas e/ou às práticas utilizadas pelo mercado e procedemos ao recálculo em base de testes dessas provisões técnicas em 31 de dezembro de 2018. Adicionalmente, testamos a totalidade e a integridade das bases de dados de emissão de apólices e de sinistros utilizadas para mensuração dessas provisões, por meio de técnicas de auditoria por computador.Testamos também as análises de sensibilidade preparadas pela administração para consideração dos potenciais impactos decorrentes das variações na taxa de desconto no cálculo da PCC, na sinistralidade e despesas administrativas. Essas análises de sensibilidade encontram-se descritas na nota 4.4 às demonstrações financeiras. Consideramos que as metodologias e premissas utilizadas na determinação dessas provisões técnicas são razoáveis e as divulgações efetuadas são consistentes com as informações obtidas.Porque é um PAAAmbiente de tecnologia da informaçãoA Porto Seguros S.A. e suas controladas são dependentes de estrutura de tecnologia para registro e processamento de transações de suas operações e, consequentemente, elaboração das demonstrações financeiras. Para a operacionalização de seus negócios, são utilizados diversos sistemas aplicativos para o registro e processamento de informações em complexo ambiente tecnológico, requerendo relevantes investimentos em ferramentas, processos e controles internos para a adequada manutenção e desenvolvimento de sistemas e segurança. A avaliação da efetividade dos controles internos é determinante no processo de auditoria para a definição da abordagem pretendida para obtenção do conforto necessário. Uma vez que processos tecnológicos podem, eventualmente, ocasionar registro e processamento incorreto de informações críticas utilizadas para a elaboração das demonstrações financeiras. Esta foi considerada uma área de foco em nossa auditoria.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaComo parte dos nossos procedimentos de auditoria, com o auxílio de nossos especialistas, atualizamos o entendimento do ambiente de tecnologia da informação e a avaliação, por meio de uma combinação de testes de controles relevantes, o desenho, a implementação e a efetividade operacional dos controles internos relativos à segurança da informação, desenvolvimento e manutenção de sistemas e operacionalização do ambiente tecnológico dos sistemas aplicativos relevantes para a preparação das demonstrações financeiras da Companhia e de suas controladas.Os procedimentos de auditoria aplicados no ambiente de controles internos de tecnologia da informação resultaram em evidências que foram consideradas na determinação da natureza, época e extensão dos demais procedimentos de auditoria e consideramos que os processos e controles desse ambiente proporcionaram uma base satisfatória para ser utilizada no resultado de nossa auditoria das demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários t omadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 30 de janeiro de 2019PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Carlos Eduardo Sá da MattaContador CRC 1SP216397/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras, em conformidade com as disposições do artigo 29, § 1º, inciso II, e do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 eb)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018. São Paulo, 30 de janeiro de 2019.ROBERTO DE SOUZA SANTOSDiretor PresidenteCELSO DAMADIDiretor Geral - Financeiro e ControladoriaLENE ARAÚJO DE LIMADiretor Geral - Suporte e Governança MARCELO BARROSO PICANÇODiretor Geral - Negócios e InvestimentosDiretor de Relações com InvestidoresJOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVADiretor Geral - Corretores de Seguros e Vendas On-Line

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores responsáveis pela elaboração das demonstrações financeiras, em conformidade com as disposições do artigo 29, § 1º, inciso II, e do artigo 25, § 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 eb)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018. São Paulo, 30 de janeiro de 2019.ROBERTO DE SOUZA SANTOSDiretor PresidenteCELSO DAMADIDiretor Geral - Financeiro e ControladoriaLENE ARAÚJO DE LIMADiretor Geral - Suporte e Governança MARCELO BARROSO PICANÇODiretor Geral - Negócios e InvestimentosDiretor de Relações com InvestidoresJOSÉ RIVALDO LEITE DA SILVADiretor Geral - Corretores de Seguros e Vendas On-Line

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Analisadas as Demonstrações Financeiras da Porto Seguro S.A. e de suas controladas (Consolidado) referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 e, considerando ainda a recomendação favorável do Comitê de Auditoria e o relatório sem ressalva emitido pela PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, os membros do Conselho Fiscal entendem que esses documentos refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pela Companhia e por suas controladas no período.São Paulo, 29 de janeiro de 2019.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.