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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201054 páginasCódigo CVM 9040Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 04/10/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de NADIR FIGUEIREDO S.A.

NADIR FIGUEIREDO S.A. · CNPJ 61.067.161/0001-97

Versões deste exercício: v1 (23/03/2011) · v2 (04/10/2011), esta

NADIR FIGUEIREDO S.A.
CNPJ 61.067.161/0001-97
DFP 2010 (V2)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
NADIR FIGUEIREDO S.A.
CNPJ
61.067.161/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
54
Ano de referência
2010*
Publicado em
04/10/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total484.070462.7444,6%
1.01Ativo Circulante213.477189.54712,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.1876.388−3,1%
1.01.02Aplicações Financeiras30.52121.30943,2%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber96.77199.481−2,7%
1.01.03.01Clientes96.77199.481−2,7%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques62.96550.32625,1%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes17.03312.04341,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros17.03312.04341,4%
1.02Ativo Não Circulante270.593273.197−1,0%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo15.44018.795−17,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber9.17712.111−24,2%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber9.17712.111−24,2%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos4.6273.90218,6%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos4.6273.90218,6%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas1.6362.782−41,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas1.6362.782−41,2%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes00—
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado254.963254.0820,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível190320−40,6%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas e Administradores da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e dos valores adicionados para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.RESPONSABILIDADE DA ADMINISTRAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standars Board (IASB) e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. RESPONSABILIDADE DOS AUDITORES INDEPENDENTES Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião especificada na seção abaixo Base para opinião com ressalva.BASE PARA OPINIÃO COM RESSALVA SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADAS.A Companhia realizou avaliação de seu imobilizado e o custo atribuído está refletido em seu ativo não circulante e no patrimônio líquido. Os reflexos tributários conforme determina o I-CPC-10 - Interpretação sobre a aplicação inicial ao Ativo Imobilizado, no montante de R$ 34.923 mil, não estão reconhecidos em 31 de dezembro de 2010.OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAISEm nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto mencionado na seção Base para opinião com ressalva, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de uas operações e os fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.OPINIÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADASEm nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto mencionado na seção Base para opinião com ressalva as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Nadir Figueiredo Indústria e Comércio S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standars Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊNFASEConforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem do IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere a avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.OUTROS ASSUNTOSDEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADOExaminamos também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes as exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente, e em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação as demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 17 de março de 2011 Eduardo Augusto Rocha Pocetti Henrique Herbel de Melo Campos Sócio-contador Sócio-contador CRC 1SP105866/O-5 CRC 1SP181015/O-3 BDO Auditores Independentes BDO Auditores Independentes CRC 2SP013439/O-5 CRC 2SP013439/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em conformidade como inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou,discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício de 2010, autorizando sua conclusão nesta data.São Paulo, 17 de Março de 2011.Diretoria

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em conformidade como inciso V do artigo 25 da Instrução CVM Nº 480, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou e discutiu o conteúdo e opinião expressa no parecer dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Contábeis da Companhia do exercício de 2010, emitido nesta data.A diretoria declara que concorda com o conteúdo e opinião expressa no referido parecer, exceto em relação à ênfase colocada a respeito do tratamento contábil adotado pela Controladora na avaliação dos investimentos, utilizando o método de equivalência patrimonial e não o custo ou valor justo, previsto para Demonstrações Contábeis separadas no IFRS e a aplicação do I-CPC 10.São Paulo, 17 de Março de 2011.Diretoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.