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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2014130 páginasCódigo CVM 3190Versão 1Recebida em 31/03/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de REDE ENERGIA PARTICIPACOES S.A.

REDE ENERGIA PARTICIPACOES S.A. · CNPJ 61.584.140/0001-49

REDE ENERGIA PARTICIPACOES S.A.
CNPJ 61.584.140/0001-49
DFP 2014
Exercício 2014
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Metadados

Empresa
REDE ENERGIA PARTICIPACOES S.A.
CNPJ
61.584.140/0001-49
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
130
Ano de referência
2014*
Publicado em
31/03/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total11.915.7882.788.145327,4%
1.01Ativo Circulante3.712.243189.9081.854,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa356.59552.358581,1%
1.01.02Aplicações Financeiras973.5540—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo973.5540—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Aplicações Financeiras973.5540—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber975.90173.2181.232,9%
1.01.03.01Clientes967.6917.15313.428,5%
1.01.03.01.01Consumidores967.6917.15313.428,5%
1.01.03.02Outras Contas a Receber8.21066.065−87,6%
1.01.03.02.01Títulos a receber8.2109.134−10,1%
1.01.03.02.02Dividendos a receber049.317−100,0%
1.01.03.02.03Juros sobre capital proprio a receber07.614−100,0%
1.01.03.02.04Devedores diversos00—
1.01.03.02.05(-) Perda no valor recuperável - títulos a receber00—
1.01.04Estoques19.5790—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar169.93759.939183,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar169.93759.939183,5%
1.01.06.01.01Imposto de renda e contribuição social126.30443.661189,3%
1.01.06.01.02Outros tributos a recuperar43.63316.278168,0%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.216.6774.39327.595,8%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda250.8370—
1.01.08.01.01Ativos disponiveis para venda250.8370—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros965.8404.39321.885,9%
1.01.08.03.01Serviços em curso0916−100,0%
1.01.08.03.02Redução de receita - baixa renda00—
1.01.08.03.03Aquisição de combustivel conta CCC00—
1.01.08.03.04Sub-rogação da CCC00—
1.01.08.03.05Operações com opções00—
1.01.08.03.06Ativos regulatorios159.5520—
1.01.08.03.07Contas a receber da concessão438.7660—
1.01.08.03.08Instrumentos financeiros7.0890—
1.01.08.03.20Outros360.4333.47710.266,2%
1.02Ativo Não Circulante8.203.5452.598.237215,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.202.8012.412.76832,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber122.40436833.162,0%
1.02.01.03.01Clientes122.40436833.162,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos483.87311.6124.067,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos483.87311.6124.067,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas226.444526.339−57,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas226.444526.339−57,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.370.0801.874.44926,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Cauções e depósitos vinculados00—
1.02.01.09.04Depósitos judiciais91.76442821.340,2%
1.02.01.09.05Imposto de renda e contribuição social a recuperar115.4993.3173.382,0%
1.02.01.09.06Outros tributos a recuperar00—
1.02.01.09.07Sub-rogação da CCC00—
1.02.01.09.08Ativo financeiro - investimentos01.864.904−100,0%
1.02.01.09.09Ativos regulatorios435.1970—
1.02.01.09.10Contas a receber da concessao1.626.3220—
1.02.01.09.11Instrumentos financeiros3.1540—
1.02.01.09.12Titulos de creditos a receber16.3580—
1.02.01.09.13Outros81.7865.8001.310,1%
1.02.02Investimentos4.7911.252282,7%
1.02.02.01Participações Societárias4.7911.252282,7%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias4.7911.252282,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado14.321183.143−92,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação14.321183.143−92,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4.981.6321.074463.739,1%
1.02.04.01Intangíveis4.981.6321.074463.739,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Outros ativos intangíveis - líquido4.981.6321.074463.739,1%
1.02.04.01.03Agio de investimentos00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Acionistas, Conselheiros e Administradores daRede Energia S.A.São Paulo - SPExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Rede Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Base para opinião com ressalvaA controlada Energisa Tocantins - Distribuidora de Energia S.A. possui créditos a receber do Governo do Estado de Tocantins nos montantes de R$88.045 mil e R$18.283 mil, referentes ao programa Reluz Tocantins e ao convênio firmado para a implementação de linhas de transmissão interligando Tocantinópolis a Xambioá, respectivamente. Em 31 de dezembro de 2014, devido à ausência de análises e documentação suporte que demonstrem a valorização e, principalmente, as condições de realização do ativo, não foi possível nos satisfazermos quanto à adequação dos referidos créditos.Opinião com ressalvaEm nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos do assunto descrito no parágrafo "Base para a opinião com ressalva", se houver, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Rede Energia S.A. em 31 de dezembro de 2014, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). ÊnfasesFim da intervenção administrativa ANEEL nas Distribuidoras Conforme mencionado na nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, em 8 de abril de 2014 a ANEEL determinou o fim da intervenção administrativa nas Distribuidoras: EMT (antiga CEMAT), ETO (antiga CELTINS), EMS (antiga ENERSUL), CFLO, CAIUÁ, EBB, EDEVP e CNEE. A conclusão do processo estava condicionada transferência de controle da controladora final. Com o fim da intervenção, passou a vigorar regime excepcional de sanções aprovado pela ANEEL, que incluía, entre outros, a obrigatoriedade de aporte de recursos pelo novo controlador final, e outras obrigações mencionadas nas referidas notas. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Transferência de controle acionário das empresas do grupo Rede EnergiaConforme mencionado na nota explicativa nº 1.3 às informações financeiras intermediárias, em 11 de julho de 2013 foi celebrado compromisso de Investimento, Compra e Venda de Ações e Outras Avenças entre o Sr. Jorge Queiroz de Moraes Junior e a Energisa S.A., para a transferência da totalidade de suas ações da J.Q.M.J. Participações S.A., BBPM Participações S.A., Denerge Desenvolvimento Energético S.A. e Empresa de Eletricidade Vale Paranapanema S.A. à Energisa S.A., mediante o cumprimento de algumas condições precedentes. Em 11 de abril de 2014, após terem sido cumpridas ou dispensadas as condições precedentes, foi formalizada a transferência do controle indireto da Companhia para a Energisa S.A.. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Continuidade operacional da CompanhiaConforme mencionado na nota explicativa nº 1, as demonstrações financeiras foram elaboradas no pressuposto da continuidade dos negócios. Em 31 de dezembro de 2014 a Companhia apresenta capital circulante líquido negativo em R$ 530.595 mil, cujas razões e planos de regularização estão descritos na referida nota, sendo as principais medidas a conclusão do processo de venda dos ativos de geração e a negociação com a controladora para alongamento das dívidas com partes relacionadas. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Continuidade operacional de certas controladasConforme mencionado na nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a concessão para exploração das atividades das controladas CFLO, CAIUÁ, EEB, EDEVP e CNEE expira em 7 de julho de 2015. As controladas protocolaram pedido de prorrogação do prazo da concessão em 15 de outubro de 2012 junto a Agência Nacional de Energia Elétrica ("ANEEL"). Até o presente momento, o pedido de prorrogação está sob análise, cabendo ao Poder Concedente a decisão final sobre a aprovação. Esta situação indica a existência de incerteza que pode levantar dúvida significativa quanto a capacidade de continuidade normal das operações das controladas, pois a prorrogação do contrato de concessão depende da decisão final pelo Poder Concedente. As demonstrações financeiras das controladas foram preparadas com base no pressuposto de continuidade das operações, a qual contempla a realização de ativos e o pagamento de obrigações e compromissos no curso normal de suas atividades. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Repasses de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético - CDEConforme mencionado na nota explicativa nº 32 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, as controladas contab ilizaram, como redução do custo com energia elétrica, repasses de recursos diretos da Conta de Desenvolvimento Energético - CDE e através da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE referentes aos meses de janeiro a outubro de 2014. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorOs valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentados para fins de comparação, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório sem ressalva, datado em 14 de novembro de 2014. O referido relatório continha parágrafos de ênfases referentes: (i) reapresentação das demonstrações financeiras de 31 de dezembro de 2013 (ii) valores a receber da Celpa (iii) deferimentos dos pedidos de recuperação judicial da CTCE, QMRA, EEVP e DENERGE (iv) ativos circulantes em excesso aos passivos circulantes (v) transferência do controle acionário da Companhia e demais empresas do grupo para a Energisa S.A. (vi) acolhimento integral pela Corte de Falência do Distrito Sul de Nova Iorque do plano de recuperação judicial da Companhia (vii) compromissos de aportes pela Energisa S.A. na Companhia e controladas (viii) valores a receber pela controlada CELTINS com o Estado do Tocantins (iv) recuperação dos ativos fiscais diferidos de controladas e (v) revogação da autorização concedida à CTCE para comercializar energia elétrica no âmbito da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE.Rio de Janeiro, 19 de março de 2015 DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC 2SP 011.609/O-8 "F" RJAntônio Carlos Brandão de SousaContadorCRC 1RJ 065.976/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores da Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia") sobre as Demonstrações Financeiras do exercício de 2014Os diretores da Companhia abaixo assinados declaram, nos termos do art. 25, § 1º, VI, da Instrução CVM nº 480/09, que, em reunião realizada nesta data, revisaram, discutiram e concordam, ressalvados os limites específicos das respectivas competências, com as Demonstrações Financeiras da Companhia, tendo aprovado o referido documento.São Paulo, 19 de março de 2015.Ricardo Perez BotelhoDiretor-PresidenteMaurício Perez BotelhoDiretor de Relações com InvestidoresDanilo de Souza DiasDiretor Vice Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores da Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia") sobre o Parecer dos Auditores IndependentesOs diretores da Companhia abaixo assinados declaram, nos termos do art. 25, § 1º, V, da Instrução CVM nº 480/09, que, em reunião realizada nesta data, revisaram, discutiram e concordam, ressalvados os limites específicos das respectivas competências, com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes, tendo aprovado o referido documento.São Paulo, 19 de março de 2015.Ricardo Perez BotelhoDiretor-PresidenteMaurício Perez BotelhoDiretor de Relações com InvestidoresDanilo de Souza DiasDiretor Vice Presidente

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Rede Energia S.A. - Em Recuperação Judicial ("Companhia"), nos termos do parágrafo 3º do art. 163 da Lei 6.404/76, assistiu a reunião do Conselho de Administração da Companhia realizada no dia 19 de março de 2015, que apreciou o relatório anual da administração e das contas da Diretoria, as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014, bem como proposta da Diretoria para a destinação dos resultados, de acordo com as demonstrações das mutações do patrimônio líquido, que faz parte integrante das demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2014, considerando o Relatório dos Auditores Independeres sobre as Demonstrações Financeiras da Companhia, emitido pela Deloitte Touche Tohmatsu em 19 de março de 2015, e após exame da documentação em questão opina favoravelmente ao encaminhamento dos referidos documentos à Assembleia Geral de Acionistas.Conselheiros Fiscais:Paulo Henrique Laranjeiras da SilvaFlavio StammLuis Carlos Barroso Simão

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.