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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2015171 páginasCódigo CVM 20010Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 23/09/2017valores em R$ mil

DFP 2015 de EQUATORIAL S.A.

EQUATORIAL S.A. · CNPJ 03.220.438/0001-73

Versões deste exercício: v1 (10/03/2016) · v2 (23/09/2017), esta

EQUATORIAL S.A.
CNPJ 03.220.438/0001-73
DFP 2015 (V2)
Exercício 2015
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Metadados

Empresa
EQUATORIAL S.A.
CNPJ
03.220.438/0001-73
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
171
Ano de referência
2015*
Publicado em
23/09/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:58

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201531/12/2014Var.
1Ativo Total12.585.88711.268.63611,7%
1.01Ativo Circulante5.158.3514.386.82417,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa397.866280.09842,0%
1.01.02Aplicações Financeiras2.083.4741.683.56523,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber2.453.9242.216.14110,7%
1.01.03.01Clientes1.977.7091.382.87443,0%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes1.977.7091.382.87443,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber476.215833.267−42,8%
1.01.03.02.01Contas a receber - bandeiras tarifárias5.5420—
1.01.03.02.02Aquisição de combustível - conta CCC221.298236.701−6,5%
1.01.03.02.03Serviços pedidos112.580106.3045,9%
1.01.03.02.04Valores a receber de parcela A e outros itens financeiros0341.602−100,0%
1.01.03.02.05Depósitos judiciais25.27720.03726,2%
1.01.03.02.06Instrumentos financeiros derivativos52.82664.553−18,2%
1.01.03.02.07Dividendos00—
1.01.03.02.08Recuperação de custo de energia e encargos00—
1.01.03.02.09Outros créditos a receber58.69264.070−8,4%
1.01.04Estoques11.43020.912−45,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar211.657186.10813,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar211.657186.10813,7%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a recuperar94.874109.916−13,7%
1.01.06.01.02Impostos e contribuições sobre o lucro a recuperar116.78376.19253,3%
1.01.06.01.03Imposto de renda e contribuição social diferidos00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante7.427.5366.881.8127,9%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo3.210.6982.583.48824,3%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber277.587191.87144,7%
1.02.01.03.01Clientes277.587191.87144,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes2.933.1112.391.61722,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Valores a receber de parcela A e outros itens financeiros0380.854−100,0%
1.02.01.09.04Sub-rogação da CCC - valores aplicados65.824113.255−41,9%
1.02.01.09.05Depósitos judiciais150.527136.15610,6%
1.02.01.09.06Instrumentos financeiros derivativos273.8038.8602.990,3%
1.02.01.09.07Impostos e contribuições a recuperar88.23387.0591,3%
1.02.01.09.08Impostos e contribuições sobre o lucro a recuperar39.66136.2389,4%
1.02.01.09.09Outros créditos a receber86.13263.22236,2%
1.02.01.09.10Ativo financeiro da concessão2.228.9311.565.97342,3%
1.02.02Investimentos88.64677.46414,4%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado3.5523.3416,3%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4.124.6404.217.519−2,2%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras AosAcionistas, Conselheiros e Diretores daEquatorial Energia S.A.São Luís - MAExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Equatorial Energia S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2015 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Equatorial Energia S.A. em 31 de dezembro de 2015, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) . Ênfase Reapresentação das demonstrações financeirasEm 10 de março de 2016, emitimos relatório de auditoria sem modificação sobre as demonstrações financeiras da Companhia, que ora estão sendo reapresentadas. Conforme descrito na nota explicativa 5, as demonstrações financeiras dos exercícios de 2015 e 2014 estão sendo reapresentadas para reclassificar a receita de atualização dos ativos financeiros indenizáveis da concessão, originalmente apresentada sob a rubrica de "Receita Financeira", no resultado financeiro, para o grupo de receitas operacionais, por refletir mais apropriadamente o modelo de seu negócio de distribuição de energia elétrica e propiciar a melhor apresentação quanto a sua posição patrimonial e seu desempenho em conformidade com o CPC 23 - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de erro (IAS 8 - Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors) e CPC 26 (R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis (IAS 1- Presentation of Financial Statements). Consequentemente, nosso relatório de auditoria corrente, sem modificação, considera essas alterações e substitui o relatório anteriormente emitido. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Fortaleza (CE), 22 de setembro de 2017.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Carlos Santos Mota FilhoContador CRC-1PE020728/O-7-T-CE

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Augusto Miranda da Paz Júnior, Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Tinn Freire Amado, Carla Ferreira Medrado e Leonardo da Silva Lucas Tavares de Lima, diretores sem designação específica, declaram que (i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2015 e (ii) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 22 de setembro de 2017 pela Ernst & Young Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2015.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasEm atendimento à instrução CVM 381/03, informamos que a Ernst & Young Auditores Independentes prestou somente serviços de auditoria durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2015.Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Augusto Miranda da Paz Júnior, Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Tinn Freire Amado, Carla Ferreira Medrado e Leonardo da Silva Lucas Tavares de Lima, diretores sem designação específica, declaram que (i) reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2015 e (ii) reviram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 22 de setembro de 2017 pela Ernst & Young Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2015.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros efetivos do Conselho Fiscal da Equatorial Energia S.A., no uso de suas atribuições legais e estatutárias, de acordo com o disposto no artigo 163, da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, conforme alterada, examinou o relatório de administração, as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e as informações intermediárias reapresentadas referentes, respectivamente, aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2016, 2015 e 2014 e ao período de seis meses encerrado em 30 de junho de 2016, compreendendo: (a) a reclassificação das demonstrações de resultados (consolidado) e nas demonstrações do valor adicionado (consolidado), em conformidade com o CPC 26 (R1) - Apresentação das Demonstrações Contábeis (IAS 1- Presentation of Financial Statements) e CPC 23 (R3) - Políticas Contábeis, Mudança de Estimativa e Retificação de erro (IAS 8 - Accounting Policies, Changes in Accounting Estimates and Errors) para refletir os valores correspondentes referente a mudança de práticas contábeis referente a atualização do ativo financeiro da concessão, anteriormente apresentada na rubrica de receita financeira bem como (b) alteração na nota explicativa de segmento do negócio.Nossos exames foram complementados, por análise de documentos e, substancialmente, por informações e esclarecimentos prestados pelos Auditores Independentes e pela Administração da Companhia.Desta forma, tendo em conta, ainda, o Relatório dos Auditores Independentes sobre as: (a) demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 e as informações intermediárias relativas ao período de seis meses findo em 30 de junho de 2017, emitido pela KPMG Auditores Independentes, em 22 de setembro de 2017, sem ressalvas e (b) demonstrações financeiras individuais e consolidadas referentes aos exercícios sociais encerrados em 31 de dezembro de 2015 e 2014, emitido pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S., em 22 de setembro de 2017, sem ressalvas o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados na Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas para deliberaçãoBrasília, 22 de setembro de 2017Vanderlei Dominguez da RosaPaulo Roberto Franceschi

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.