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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010126 páginasCódigo CVM 13986Versão 1Recebida em 01/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de SUZANO S.A.

SUZANO S.A. · CNPJ 16.404.287/0001-55

SUZANO S.A.
CNPJ 16.404.287/0001-55
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
SUZANO S.A.
CNPJ
16.404.287/0001-55
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
126
Ano de referência
2010*
Publicado em
01/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total18.913.50917.615.5557,4%
1.01Ativo Circulante5.423.8234.230.65128,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.735.4382.533.28547,5%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber792.057766.1743,4%
1.01.03.01Clientes792.057766.1743,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques658.821615.9317,0%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar171.748238.825−28,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar171.748238.825−28,1%
1.01.07Despesas Antecipadas5.7775.3198,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes59.98271.117−15,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros59.98271.117−15,7%
1.01.08.03.01Ganhos em operações com derivativos15.75412.96021,6%
1.01.08.03.02Outros créditos21.15635.508−40,4%
1.01.08.03.03Créditos a receber / Precatórios6.2796.1621,9%
1.01.08.03.04Créditos a receber venda imóveis e florestas10.23010.817−5,4%
1.01.08.03.05Adiantamentos a fornecedores6.5635.67015,7%
1.01.08.03.06Impostos e contribuições sociais diferidos00—
1.02Ativo Não Circulante13.489.68613.384.9040,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.381.2822.246.3996,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos1.811.0941.588.94514,0%
1.02.01.06Tributos Diferidos26.94611.356137,3%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos26.94611.356137,3%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes543.242646.098−15,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ganhos em Operações com Derivativos11.51815.089−23,7%
1.02.01.09.04Impostos e Contribuições a Compensar96.110110.408−13,0%
1.02.01.09.05Adiantamento a Fornecedores257.828243.4805,9%
1.02.01.09.06Outras Contas a Receber86.896156.691−44,5%
1.02.01.09.07Créditos a Receber / Precatórios50.23355.461−9,4%
1.02.01.09.08Depósitos Judiciais40.65764.969−37,4%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado10.938.49311.104.453−1,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação10.770.83411.013.215−2,2%
1.02.03.01.01Imobilizado00—
1.02.03.01.02Ativo Biológico00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado49.79759.321−16,1%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento117.86231.917269,3%
1.02.04Intangível169.91134.052399,0%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill169.91134.052399,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS Aos Administradores e Acionistas daSuzano Papel e Celulose S.A.Examinamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Suzano Papel e Celulose S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações contábeis A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações contábeis consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações contábeis com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações contábeis. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações contábeis individuais Em nossa opinião, as demonstrações contábeis individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Suzano Papel e Celulose S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações contábeis consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Suzano Papel e Celulose S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório finaeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB Ênfase Conforme descrito na nota explicativa 2, as demonstrações contábeis individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Suzano Papel e Celulose S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações contábeis separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente por nós auditados de acordo com as normas de auditoria vigentes por ocasião da emissão do relatório em 2 de março de 2010, que não conteve nenhuma modificação. As normas de auditoria anteriormente vigentes permitiam divisão de responsabilidade, portanto, as contas de ativo, passivo e de resultado do Consórcio Paulista de Papel e Celulose, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009 foram examinadas por outros auditores independentes. Nossa opinião, no que diz respeito aos valores dos ativos e passivos e das contas de resultado do Consórcio Paulista de Papel e Celulose, incluídos nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia, está baseada exclusivamente nas opiniões desses auditores. Como parte de nossos exames das demonstrações contábeis de 31 de dezembro de 2010, examinamos também os ajustes descritos na nota explicativa nº 2 que foram efetuados para alterar as contas de ativo, passivo e resultado do Consórcio Paulista de Papel e Celulose para o exercício findo em 31 de dezembro de 2009. Esses ajustes foram submetidos aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações contábeis do Consórcio Paulista de Papel e Celulose referentes ao exercício de 2009 e, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as referidas demonstrações contábeis de 2009 tomadas em conjunto.Salvador, 28 de fevereiro de 2011Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/O-6-F-BAAntonio Carlos FioravanteContador CRC-1SP184973/O-0/S-BA Alexandre RubioContador CRC-1SP223361/0-2/S-BA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaro, na qualidade de Diretor Executivo da Suzano Papel e Celulose S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de Salvador, Estado da Bahia, na Avenida Professor Magalhães Neto, nº 1752 - 2º andar, salas 206, 207 e 208, CEP 41810-011, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 16.404.287/0001-55 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revi, discuti e concordei com as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010.São Paulo, 28 de fevereiro de 2011.Antonio dos Santos Maciel NetoDiretor Presidente e Relações com InvestidoresBernardo SzpigelDiretor Executivo de Finanças e EstratégiaJoão ComérioDiretor Executivo da Unidade de Negócio FlorestalAndré DorfDiretor Executivo de Novos NegóciosErnesto Peres Pousada JuniorDiretor Executivo da Área de OperaçõesCarlos Anibal Fernandes de Almeida JuniorDiretor Executivo da Unidade de Negócio de PapelCarlos Alberto GrinerDiretor Executivo de Recursos Humanos

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

PARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM nº 480/09Declaro, na qualidade de Diretor Executivo da Suzano Papel e Celulose S.A., sociedade por ações com sede na Cidade de Salvador, Estado da Bahia, na Avenida Professor Magalhães Neto, nº 1752 - 2º andar, salas 206, 207 e 208, CEP 41810-011, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 16.404.287/0001-55 ("Companhia"), nos termos dos incisos V e VI do parágrafo 1º do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, que juntamente com os demais membros da Diretoria da Companhia revi, discuti e concordei com a opinião expressada no parecer dos auditores independentes, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010. São Paulo, 28 de fevereiro de 2011.Antonio dos Santos Maciel NetoDiretor Presidente e Relações com InvestidoresBernardo SzpigelDiretor Executivo de Finanças e EstratégiaJoão ComérioDiretor Executivo da Unidade de Negócio FlorestalAndré DorfDiretor Executivo de Novos NegóciosErnesto Peres Pousada JuniorDiretor Executivo da Área de OperaçõesCarlos Anibal Fernandes de Almeida JuniorDiretor Executivo da Unidade de Negócio de PapelCarlos Alberto GrinerDiretor Executivo de Recursos Humanos

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALSenhores Acionistas, os membros do CONSELHO FISCAL da Suzano Papel e Celulose S.A., em reunião realizada nesta data e no uso de suas atribuições legais e estatutárias, examinaram o Relatório da Administração, as Demonstrações Contábeis, as Demonstrações Contábeis Consolidadas e as respectivas Notas Explicativas, a Proposta de Destinação do Resultado do Exercício, referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, acompanhados do parecer dos auditores independentes, "Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S.", bem como a Projeção de Resultados da Companhia, em observância à Instrução CVM no 371, de 27 de junho de 2002, os quais estão em conformidade com as prescrições legais e opinam favoravelmente à sua aprovação.São Paulo, 28 de fevereiro de 2011Rubens BarlettaLuiz Augusto Marques PaesJaime Luiz Kalsing

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.