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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201031 páginasCódigo CVM 4863Versão 1Recebida em 01/04/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de CORREA RIBEIRO S/A COMERCIO E INDUSTRIA

CORREA RIBEIRO S/A COMERCIO E INDUSTRIA · CNPJ 15.101.405/0001-93

CORREA RIBEIRO S/A COMERCIO E INDUSTRIA
CNPJ 15.101.405/0001-93
DFP 2010
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
CORREA RIBEIRO S/A COMERCIO E INDUSTRIA
CNPJ
15.101.405/0001-93
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
31
Ano de referência
2010*
Publicado em
01/04/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/2010—Var.
1Ativo Total21.293——
1.01Ativo Circulante19.287——
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.096——
1.01.02Aplicações Financeiras7.218——
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo7.218——
1.01.02.01.01Títulos para Negociação7.218——
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda0——
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0——
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0——
1.01.03Contas a Receber3.881——
1.01.03.01Clientes3.881——
1.01.03.02Outras Contas a Receber0——
1.01.04Estoques5.336——
1.01.05Ativos Biológicos0——
1.01.06Tributos a Recuperar0——
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar0——
1.01.07Despesas Antecipadas0——
1.01.08Outros Ativos Circulantes756——
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda0——
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas0——
1.01.08.03Outros756——
1.02Ativo Não Circulante2.006——
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo763——
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo0——
1.02.01.01.01Títulos para Negociação0——
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda0——
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado0——
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento0——
1.02.01.03Contas a Receber0——
1.02.01.03.01Clientes0——
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber0——
1.02.01.04Estoques0——
1.02.01.05Ativos Biológicos0——
1.02.01.06Tributos Diferidos0——
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos0——
1.02.01.07Despesas Antecipadas0——
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas498——
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas0——
1.02.01.08.03Créditos com Controladores498——
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas0——
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes265——
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda0——
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas265——
1.02.02Investimentos349——
1.02.02.01Participações Societárias349——
1.02.02.01.01Participações em Coligadas349——
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias0——
1.02.02.02Propriedades para Investimento0——
1.02.03Imobilizado809——
1.02.03.01Imobilizado em Operação809——
1.02.03.02Imobilizado Arrendado0——
1.02.03.03Imobilizado em Andamento0——
1.02.04Intangível85——
1.02.04.01Intangíveis85——
1.02.04.01.01Contrato de Concessão85——
1.02.04.02Goodwill0——

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

PARECER DOS AUDITORES INDEPENDENTESAosAdministradores e AcionistasCorrêa Ribeiro S.A. Comércio e Indústria 1.Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Corrêa Ribeiro S.A. Comércio e Indústria, identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras 2.A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes 3.Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. 4.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. 5.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras preparadas de acordo com as praticas contábeis adotadas no Brasil.6.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas, acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Corrêa Ribeiro S.A. Comércio e Indústria em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC).7.Em nossa opinião,as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Corrêa Ribeiro S.A. Comércio e Indústria em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). Ênfase 8.Conforme descrito na nota "03" as demonstrações financeiras individuais (controladora) e consolidadas foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. As demonstrações financeiras consolidadas preparadas de acordo com as IFRS aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária consideram adicionalmente a Orientação OCPC 04 editada pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis, que trata do reconhecimento da receita desse setor, conforme descrito em maiores detalhes na nota "03" letra "a".9.Determinados assuntos relacionados ao significado e aplicação do conceito de transferência contínua de riscos, benefícios e de controle na venda de unidades imobiliárias serão analisados pelo International Financial Reporting Interpretation Committee (IFRIC). Os resultados dessa análise podem fazer com que as incorporadoras imobiliárias tenham que revisar suas práticas contábeis relacionadas ao reconhecimento de receitas.10.Conforme descrito na nota explicativa 03, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Corrêa Ribeiro S.A. Comércio e Indústria essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.11.As controladas Corrêa Ribeiro Comércio Exterior Ltda., e LCR Administração Ltda., apresentam patrimônio negativo (passivo a descoberto), em 31 de dezembro de 2010, no valor de R$ 7.442 mil e R$ 3.081 mil respectivamente. Ao elaborar suas demonstrações contábeis, aquelas controladas utilizaram princípios contábeis de empreendimentos com previsível continuidade operacional, não considerando a possibilidade de ter que realizar seus ativos e liquidar os passivos reais e contingentes, por valores diferentes daqueles apresentados nas referidas demonstrações contábeis.12.Conforme descrito na nota "08", em dezembro de 2000 de acordo com o prazo estabelecido pela Lei nº 10.002 de setembro de 2000, as controladas LCR Administração Ltda. e Corrêa Ribeiro Comércio Exterior Ltda., aderiram ao Programa de Recuperação Fiscal - REFIS, aprovado pela Lei nº 9.964, tendo refinanciado os seus débitos de Imposto de Renda Pessoa Jurídica - IRPJ junto a Secretaria da Receita Federal - SRF.13.Durante o exercício de 2010, as controladas Corrêa Ribeiro Comércio Exterior Ltda. e LCR Administração Ltda. foram excluídas do Programa de refinanciamento Fiscal - REFIS. As controladas ingressaram judicialmente, apos protocolar mandados de segurança com pedido liminar da reintegração das empresas ao REFIS, sendo deferido o pleito liminar referente ao pedido da controlada LCR Administração Ltda., e conseqüentemente a reintegração daquela controlada ao REFIS, e indeferido o mesmo pedido formulado pela controlada Corrêa Ribeiro Comércio Exterior Ltda. Os respectivos valores estão demonstrados na nota explicativa nº 08.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado 14.Exa inamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.15.As Demonstrações financeiras individuais e consolidadas, relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2009, apresentadas para fins de comparação, foram por nós examinadas, cujo parecer emitido em 15 de marco de 2010, continha o mesmo assunto descrito na ênfase do parágrafo "11" acima, alem de mencionar também em ênfase, o passivo a descoberto da Controladora Correa Ribeiro S/A Comercio e Industria.Salvador, 25 de março de 2011.Alberto da Silveira LimaSANTANA & SOUSAContador Auditores IndependentesCRC-BA 9.031 CRC-BA - 612

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

SEM COMENTÁRIOS

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

SEM COMENTÁRIOS

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.