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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2025140 páginasCódigo CVM 26123Versão 1Recebida em 09/04/2026valores em R$ mil

DFP 2025 de ONCOCLINICAS DO BRASIL SERVICOS MEDICOS S.A.

ONCOCLINICAS DO BRASIL SERVICOS MEDICOS S.A. · CNPJ 12.104.241/0004-02

ONCOCLINICAS DO BRASIL SERVICOS MEDICOS S.A.
CNPJ 12.104.241/0004-02
DFP 2025
Exercício 2025
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Metadados

Empresa
ONCOCLINICAS DO BRASIL SERVICOS MEDICOS S.A.
CNPJ
12.104.241/0004-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
140
Ano de referência
2025*
Publicado em
09/04/2026 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:57:09

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/202531/12/2024Var.
1Ativo Total7.130.51411.202.332−36,3%
1.01Ativo Circulante2.896.2304.660.784−37,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa509.549550.744−7,5%
1.01.02Aplicações Financeiras7361.337.630−99,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado7361.337.630−99,9%
1.01.02.03.01Títulos e valores mobiliários e outros ativos financeiros7361.337.630−99,9%
1.01.03Contas a Receber1.489.9842.049.014−27,3%
1.01.03.01Clientes1.489.9842.049.014−27,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques185.477225.235−17,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar262.005314.099−16,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar262.005314.099−16,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes448.479184.062143,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda307.7280—
1.01.08.01.01Ativo mantido para venda307.7280—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros140.751184.062−23,5%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos2.42732.191−92,5%
1.01.08.03.02Outros ativos138.324151.871−8,9%
1.01.08.03.03Dividendos a receber00—
1.02Ativo Não Circulante4.234.2846.541.548−35,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo371.3621.412.240−73,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado7.960129.921−93,9%
1.02.01.04Contas a Receber0385.580−100,0%
1.02.01.04.01Clientes0385.580−100,0%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos159.393508.090−68,6%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos159.393508.090−68,6%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas46.05820.664122,9%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes157.951367.985−57,1%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Outros ativos87.871294.804−70,2%
1.02.01.10.04Depósitos judiciais70.08066.1655,9%
1.02.01.10.05Adiantamentos para futuro aumento de capital00—
1.02.01.10.06Instrumentos financeiros derivativos07.016−100,0%
1.02.02Investimentos77.92742.96081,4%
1.02.02.01Participações Societárias77.92742.96081,4%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado1.102.6061.335.831−17,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação671.533822.525−18,4%
1.02.03.01.01Imobilizado671.533822.525−18,4%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento431.073513.306−16,0%
1.02.03.02.01Direito de uso e ativos arrendados431.073513.306−16,0%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível2.682.3893.750.517−28,5%
1.02.04.01Intangíveis2.682.3893.750.517−28,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível2.682.3893.750.517−28,5%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Oncoclínicas Serviços Médicos S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Oncoclínicas Serviços Médicos S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2025 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo as políticas contábeis materiais.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Oncoclínicas Serviços Médicos S.A. em 31 de dezembro de 2025, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas contábeis internacionais (IFRS Accounting Standards), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, aplicáveis a auditorias de demonstrações financeiras de entidades de interesse público no Brasil. Nós também cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Incerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalIncerteza relevante relacionada com a continuidade operacionalChamamos a atenção para a nota explicativa nº 1 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, que descreve que a Companhia apresentou prejuízo líquido consolidado de R$3.671 milhões em 2025 e, em 31 de dezembro de 2025, capital circulante líquido consolidado negativo de R$2.306 milhões, decorrente principalmente do não atingimento de determinados índices financeiros estabelecidos em contratos de empréstimos, financiamentos e debêntures, o que resultou na reclassificação de parcela relevante da dívida para o passivo circulante, e pode ensejar o vencimento antecipado e a exigibilidade dessas obrigações pelos credores, e coloca pressão relevante de liquidez na Companhia. A referida nota explicativa também descreve que a continuidade operacional da Companhia depende substancialmente da implementação bem-sucedida de planos da Diretoria que incluem, entre outros, negociações com credores para obtenção de dispensas (waivers) contratuais, acordos de adiamento de cobrança de dívidas (stand still) e a captação de novos recursos ou a reestruturação de suas obrigações financeiras, cujas conclusões não estão integralmente sob controle da Companhia. Esses eventos ou condições indicam a existência de incerteza relevante que pode levantar dúvida significativa quanto à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Nossa opinião não está modificada em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Redução ao valor recuperável de ativos não circulantes ("impairment")Por que foi considerado um PAAConforme mencionado na nota explicativa nº 13 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia possui saldos significativos decorrentes de ágios gerados em combinações de negócios, que estão sujeitos à avaliação anual de "impairment".Esse assunto foi tratado como PAA em virtude da representatividade desses ativos, bem como pelo fato de os modelos utilizados nos testes de "impairment" envolverem grau de julgamento por parte da Diretoria. Esses julgamentos são fundamentados em premissas que podem ser afetadas por eventos futuros de mercado, principalmente aquelas associadas com as projeções dos fluxos de caixa e com a taxa de desconto utilizada. Devido à relevância dos saldos, ao nível de incerteza e ao grau de julgamento inerentes à determinação dos valores recuperáveis correspondentes, consideramos esse tema um assunto significativo para a auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) o entendimento dos controles internos e a avaliação dos critérios de definição e identificação das Unidades Geradoras de Caixa - UGCs e do modelo preparado pela Companhia, incluindo os critérios adotados pela Diretoria para a elaboração das principais premissas (ii) o envolvimento de especialistas para nos auxiliarem na avaliação da metodologia de cálculo elaborada pela Diretoria para a recuperabilidade desses ativos, incluindo a avaliação da taxa de desconto, bem como na avaliação da consistência matemática do modelo (iii) a análise da razoabilidade e da consistência dos principais dados e premissas utilizados na preparação dos fluxos de caixa, tais como taxas de crescimento da receita e estimativas de rentabilidade, incluindo comparação com previsões econômicas e setoriais (iv) a análise de sensibilidade das principais premissas adotadas pela Diretoria e (v) a análise da adequação das divulgações apresentadas pela Companhia nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. No decorrer de nossa auditoria, foram identificadas determinadas deficiências de controle interno, bem como ajuste não corrigido pela Diretoria da Companhia. A Diretoria, como parte de sua avaliação, decidiu não registrar esse ajuste por ter sido considerado imaterial. Avaliamos a natureza, época e extensão de nossos procedimentos substantivos inicialmente planejados e concluímos que estes permanecem adequados.Com base no resultado dos procedimentos de auditoria acima sumariados e nas evidências obtidas, consideramos que os critérios, as premissas e os cálculos efetuados pela Diretoria em seu teste de valor recuperável do ágio adquirido em combinação de negócios, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são aceitáveis, em todos os aspectos relevantes, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Redução ao valor recuperável de ativos financeirosPor que foi considerado um PAAConforme mencionado nas notas explicativas nos 6 e 7 às demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Companhia possui saldos significativos de ativos financeiros, principalmente relacionados a aplicações em títulos e valores mobiliários e contas a receber de clientes, os quais estão sujeitos a avaliação de recuperabilidade de acordo com os conceitos estabelecidos de Pronunciamento Técnico CPC 48 | IFRS 9 - Instrumentos Financeiros.Esse assunto foi tratado como PAA em virtude da representatividade desses ativos, dos montantes de provisão para perdas esperadas constituídas pela Diretoria sobre os saldos de aplicações em títulos e valores mobiliários e contas a receber de clientes, nos montantes de R$431 milhões e R$1.045 milhões, respectivamente, em 31 de dezembro de 2025, bem como pelo fato da identificação de fatos e circunstâncias relacionadas a deterioração do risco de crédito de determinadas contrapartes, o que impactou de sobremaneira os saldos de provisão para perdas esperadas na realização desses ativos financeiros, constituída com base em julgamento exercido pela Diretoria da Companhia.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) o entendimento dos controles internos e a avaliação da adequação das políticas contábeis adotadas pela Companhia para mensuração da perda esperada de crédito, incluindo sua consistência com o CPC 48 / IFRS 9 (ii) testes, em base amostral, sobre a integridade e exatidão das informações contidas nos relatórios de recebimento de contas a receber de clientes com a finalidade de concluir se esses relatórios são precisos e completos o suficiente para utilização como base de testes de auditoria (iii) o desenvolvimento de uma expectativa independente de saldos de provisão para glosas sobre serviços prestados com base em percentual histórico de recuperação de valores glosados pelas fontes pagadoras (iv) indagações à alta administração sobre a expectativa de realização dos saldos em aberto de determinadas contrapartes (v) o envolvimento de especialistas para nos auxiliarem na avaliação da metodologia e dos procedimentos utilizados pela Diretoria para estimativa de perda de crédito esperada de determinadas aplicações em títulos e valores mobiliários, bem como na avaliação da consistência matemática do modelo (vi) inspeção de extratos bancários e acompanhamento da evolução dos saldos em aberto durante o exercício e (vii) a análise da adequação das divulgações apresentadas pela Companhia nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.No decorrer de nossa auditoria, foram identificadas determinadas deficiências de controle interno. Avaliamos a natureza, época e extensão de nossos procedimentos substantivos inicialmente planejados e concluímos que estes permanecem adequados.Com base nas evidências obtidas por meio de nossos procedimentos de auditoria anteriormente descritos, entendemos que os critérios de mensuração das provisões para perdas esperadas sobre os saldos de aplicações em títulos de valores mobiliários e contas a receber de clientes, bem como as respectivas divulgações efetuadas, são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2025, elaboradas sob a responsabilidade da Diretoria da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS Accounting Standards, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos na NBC TG 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nessa norma e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Diretoria da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração e o Relatório de Resultados Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e o Relatório de Resultados, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esses relatórios.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e o Relatório de Resultados e, ao fazê-lo, considerar se esses relatórios estão, de forma relevante, inconsistentes com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparentam estar distorcidos de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração ou no Relatório de Resultados, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Diretoria e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Diretoria é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as IFRS Accounting Standards, emitidas pelo IASB, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Diretoria é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Diretoria pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Diretoria. Concluímos sobre a adequação do us o, pela Diretoria, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Planejamos e executamos a auditoria do grupo para obter evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou unidades de negócio do grupo como base para formar uma opinião sobre as demonstrações financeiras do grupo. Somos responsáveis pela direção, supervisão e revisão do trabalho de auditoria executado para os propósitos da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance e da época dos trabalhos de auditoria planejados e das constatações significativas de auditoria, inclusive as deficiências significativas nos controles internos que eventualmente tenham sido identificadas durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com os requisitos éticos pertinentes de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as ações tomadas para eliminar as ameaças ou as salvaguardas aplicadas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 9 de abril de 2026DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores Independentes Ltda.CRC nº 2 SP 011609/O-8Daniel de Carvalho PrimoContadorCRC nº MG 076441/O-9

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras e o Relatório dos Auditores Independentes referentes ao Exercício Fiscal de 2025.Em cumprimento aos incisos V e VI do §1º do artigo 27, da Resolução CVM n° 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada, os abaixo assinados, Diretores da ONCOCLÍNICAS DO BRASIL SERVIÇOS MÉDICOS S.A., sociedade por ações, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Augusta, nº 1.562, 11º e 12º andares, Consolação, CEP 01304-001, inscrita no CNPJ/ME sob o n° 12.104.241/0004-02 ("Companhia"), declaram que:(i)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 e(ii)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 09 de abril de 2026.ONCOCLÍNICAS DO BRASIL SERVIÇOS MÉDICOS S.A._______________________________Carlos Gil Moreira FerreiraDiretor Presidente_______________________________Marcel Cecchi VieiraDiretor Vice-Presidente Executivo, Diretor Executivo Financeiro e de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras e o Relatório dos Auditores Independentes referentes ao Exercício Fiscal de 2025.Em cumprimento aos incisos V e VI do §1º do artigo 27, da Resolução CVM n° 80, de 29 de março de 2022, conforme alterada, os abaixo assinados, Diretores da ONCOCLÍNICAS DO BRASIL SERVIÇOS MÉDICOS S.A., sociedade por ações, com sede na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Rua Augusta, nº 1.562, 11º e 12º andares, Consolação, CEP 01304-001, inscrita no CNPJ/ME sob o n° 12.104.241/0004-02 ("Companhia"), declaram que:(i)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025 e(ii)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025.São Paulo, 09 de abril de 2026.ONCOCLÍNICAS DO BRASIL SERVIÇOS MÉDICOS S.A._______________________________Carlos Gil Moreira FerreiraDiretor Presidente_______________________________Marcel Cecchi VieiraDiretor Vice-Presidente Executivo, Diretor Executivo Financeiro e de Relações com Investidores

Composição do capital

AçõesIntegralizadasEm tesouraria
Ordinárias1.132.929.49414.727.103
Preferenciais00
Total1.132.929.49414.727.103

Quantidade de ações, conforme a entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.