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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 22691Versão 3 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COMPANHIA DE LOCACAO DAS AMERICAS

COMPANHIA DE LOCACAO DAS AMERICAS · CNPJ 10.215.988/0001-60

Versões deste exercício: v1 (26/03/2018) · v2 (28/03/2018) · v3 (29/03/2018), esta

COMPANHIA DE LOCACAO DAS AMERICAS
CNPJ 10.215.988/0001-60
DFP 2017 (V3)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA DE LOCACAO DAS AMERICAS
CNPJ
10.215.988/0001-60
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
29/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total2.394.6020
1.01Ativo Circulante691.6570
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa402.4890
1.01.02Aplicações Financeiras21.5160
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo21.5160
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários21.5160
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber148.6980
1.01.03.01Clientes136.9130
1.01.03.02Outras Contas a Receber11.7850
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar38.9350
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar38.9350
1.01.07Despesas Antecipadas13.6810
1.01.08Outros Ativos Circulantes66.3380
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda66.3380
1.01.08.01.01Carros para desativação para renovaçao da frota63.9650
1.01.08.01.02Ativo mantidos para venda2.3730
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante1.702.9450
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo25.8600
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado6.7210
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento6.7210
1.02.01.03Contas a Receber2.6390
1.02.01.03.01Clientes2.6390
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes16.5000
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depositos Judiciais14.3790
1.02.01.09.04Outros créditos1.8190
1.02.01.09.05Partes relacionadas3020
1.02.02Investimentos4420
1.02.02.01Participações Societárias4420
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado1.591.2340
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.591.2340
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível85.4090
1.02.04.01Intangíveis85.4090
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCompanhia de Locação das AméricasOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Companhia de Locação das Américas ("Companhia" ou "Controladora"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia de Locação das Américas e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia de Locação das Américas e da Companhia de Locação das Américas e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria doexercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossaauditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos umaopinião separada sobre esses assuntos.O contexto de nossa auditoria é definido pelas principais atividades da Companhia de Locação das Américas em 2017. O evento mais significativo desse exercício foi a combinação de negócios resultante da aquisição de participação acionária da Auto Ricci S.A., conforme descrito nas notasexplicativas 1.1 e 11 às demonstrações financeiras. Nesse contexto, adicionamos os temas referentes à combinação de negócios e ao teste de impairment do ágio gerado nessa operação, como principais assuntos de auditoria. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Aquisição de controle da Auto Ricci S.A. Conforme mencionado na Nota 1.1, em 11 de maio de 2017, a Companhia adquiriu 100% do capital votante da empresa Auto Ricci S.A. Por ter adquirido o controle da referida entidade, mensurou e reconheceu os valores justos dos ativos adquiridos e dos passivos assumidos, com base em estudo e avaliação independente realizado por especialistas externos contratados pela administração. Essa transação foi considerada como um dos principais assuntos de auditoria, uma vez que demandou atenção significativa na avaliação dos julgamentos feitos pela administração, especialmente relacionados com a determinação das premissas utilizadas na apuração dos valores justos dos ativos líquidos, determinação do preço de aquisição e registro contábil da combinação de negócios.Nossa abordagem de auditoria considerou, entre outros, os seguintes procedimentos: Efetuamos leitura do contrato celebrado e inspecionamos a correspondente movimentação financeira da parcela adquirida em moeda corrente. Para a parcela adquirida por meio de incorporação de ações, inspecionamos a documentação suporte de aumento de capital da Companhia. Conferimos a exatidão matemática do cálculo do valor justo do total da contraprestação transferida, comparando-o com os recursos disponibilizados em moeda corrente e com a cotação pública das ações da Companhia na data da aquisição. Em relação aos valores apurados pelos especialistas da administração, com a finalidade de alocação do preço de aquisição, testamos as metodologias e principais premissas adotadas nas projeções, especialmente por meio da análise da consistência das projeções com informações históricas disponíveis, bem como comparação das principais premissas com dados observáveis de mercado e/ou do segmento de atuação. Testamos os procedimentos realizados pela administração para identificação dos demais ativos intangíveis adquiridos e passivos assumidos, sujeitos ao reconhecimento na combinação de negócio. Confrontamos as informações divulgadas nas notas explicativas com a documentação interna que suporta a avaliação da administração. Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e consistentes com dados e informações observáveis, interna e externamente, conforme aplicável.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaTeste de Impairment de ágioConforme divulgado nas Notas 1.1 e 11, em 31 de dezembro de 2017, a Companhia tem registrado em seu ativo intangível, ágio fundamentado em expectativa de rentabilidade futura no valor de R$ 71.658 mil, decorrente de aquisição da Auto Ricci S.A. A Companhia efetuou, com o apoio de especialistas externos, o teste do valor recuperável do ágio, utilizando o modelo de valor presente de fluxos de caixa futuros esperados dos ativos da unidade geradora de caixa (valor em uso). Determinamos esse assunto como significativo, tendo em vista que, além da relevância do saldo, esta é uma área que envolve estimativas críticas e julgamentos por parte da administração da Companhia na determinação das premissas e projeções efetuadas, que, se alteradas, podem modificar significativamente as perspectivas de realização da UGC, com consequente impacto nas demonstrações financeiras. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o entendimento dos controles internos relevantes relacionados com a preparação dos fluxos de caixa descontados da unidade geradora de caixa à qual o ágio foi alocado. Em conjunto com nossos especialistas em avaliação, analisamos a razoabilidade e consistência do modelo de cálculo utilizado pela administração para preparar as projeções, bem como os dados e premissas utilizados na preparação dos fluxos de caixa, tais como taxas de crescimento e estimativas de rentabilidade, por meio da comparação com previsões econômicas e setoriais, e taxas de desconto, considerando na nossa avaliação o custo de capital para a Companhia e organizações comparáveis. Testam os a precisão matemática dos cálculos e dados das principais premissas utilizadas nas projeções de fluxos de caixa. Efetuamos análise de sensibilidade para as principais premissas das projeções, para avaliar os resultados em diferentes cenários possíveis. Os nossos procedimentos incluíram também a avaliação das divulgações efetuadas pela Companhia nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas descritas na nota explicativa 11.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidas.Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Estimativas relacionadas a definição do valor residual dos veículos classificados no ativo imobilizado Conforme Nota 3 (a), a Companhia estima o valor residual de sua frota de veículos a partir do valor esperado de venda dos veículos após o término de sua vida útil para a Companhia, deduzido das despesas de vendas e dos descontos previstos praticados no atacado e varejo.Mantivemos essa área como foco de auditoria porque a aplicação da referida estimativa contábil implica no uso de premissas que exigem julgamento e avaliação por parte da administração. Os valores relacionados aos veículos classificados no ativo imobilizado da Companhia e suas controladas totalizam R$ 1,06 bilhões e R$ 1,57 bilhões, respectivamente, em 31 de dezembro de 2017. Quaisquer mudanças nessas premissas podem implicar em ajustes desses ativos, com impacto relevante no resultado do exercício, especialmente na despesa de depreciação e no resultado de sua alienação no futuro.Dentre outros procedimentos de auditoria, atualizamos nosso entendimento do desenho dos principais processos e controles internos estabelecidos pela administração para a determinação do valor residual dos veículos, bem como os controles internos usados no cálculo da depreciação. Em base amostral, comparamos os dados de entrada incluídos nos sistemas automatizados, referentes ao valor residual dos veículos, com os documentos da administração que suportam o valor residual estimado. Adicionalmente, também em base amostral, comparamos os valores residuais estimados com os preços praticados em vendas realizadas no exercício, além dos valores divulgados na mídia contendo o preço de venda de carros similares. Consideramos que as premissas utilizadas estão consistentes com os dados de mercado e resultados históricos de transações de vendas. Valorização e classificação dos instrumentos financeiros derivativos para proteção do risco de taxa variável de juros Como descrito na Nota 2.6.5, os instrumentos financeiros derivativos contratados pela Companhia para proteção de suas exposições às taxas variáveis de juros são reconhecidos e, subsequentemente, remensurados com base em seu valor justo. O reconhecimento das variações no valor justo desses instrumentos financeiros derivativos depende se o instrumento foi designado e se qualifica como de proteção ("hedge") de fluxo de caixa. O atendimento aos requisitos acima, bem como o cálculo da eficácia da proteção, determinam quanto dessa variação será reconhecida no resultado do exercício, e quanto será reconhecido no patrimônio líquido, bem como sua realização futura no resultado.Essa área permanece como foco de auditoria devido à complexidade da documentação e dos cálculos, e o julgamento e requisitos de governança, bem como de divulgação, envolvidos na definição da política de contabilidade de hedge, que pode ter impacto relevante na determinação do resultado do exercício.Nosso procedimentos de auditoria incluíram, entre outros a, verificação de preços independentes fornecidos pelas instituições financeiras contratadas, adotados como um dos parâmetros para a valorização a valor justo desses instrumentos financeiros derivativos. Também inspecionamos os principais documentos da administração que suportam as definições dos modelos técnicos de avaliação do valor justo e a definição, quando aplicável, da designação e qualificação do instrumento como hedge de fluxo de caixa.Analisamos a metodologia de valorização desses instrumentos financeiros e as principais premissas adotadas pela administração mediante a comparação com metodologias e premissas independentes. Com auxílio de nossos especialistas em instrumentos financeiros, testamos em bases amostrais o cálculo de valorização das operações.A determinação dos valores justos e a aplicação da contabilidade de hedge estão consistentes com as documentações e informações que obtivemos, bem como com a política de administração de risco financeiro da Companhia.Estimativas relacionadas a perdas por redução ao valor recuperável de contas a receber de clientes A Companhia apresenta na Nota 6 os critérios para determinação da estimativa para perdas com créditos de liquidação duvidosa em seu contas a receber de clientes.A administração exerce julgamento quanto às expectativas de perdas na realização dos títulos de crédito registrados no contas a receber de clientes, considerando atrasos nos pagamentos, garantias obtidas, bem como outros indicadores de deterioração do risco de crédito de seus clientes.Nos concentramos nessa área porquanto a aplicação da referida estimativa contábil exige julgamento e avaliação por parte da administração sobre o valor provável de realização das contas a receber de clientes. Essa estimativa pode ter impacto relevante no resultado do exercício.Dentre outros procedimentos de auditoria, atualizamos nosso entendimento com responsáveis da administração acerca dos principais critérios e controles utilizados para elaboração da estimativa de risco de crédito.Realizamos testes em bases amostrais com o intuito de observar a integridade da base de dados utilizada para cálculo das perdas estimadas para créditos de liquidação duvidosa. Adicionalmente, recalculamos com base nas premissas da administração a estimativa para perdas com créditos de liquidação duvidosa e inspecionamos as documentações que suportavam negociações realizadas com clientes que justificassem a avaliação da administração.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e estimativas utilizados pela administração estão consistentes com a documentação que examinamos e com as divulgações feitas nas demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstração do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e sua controlada.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Belo Horizonte, 26 de março de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Guilherme Campos e SilvaContador CRC 1SP218254/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações FinanceirasPelo presente instrumento, o Presidente e o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia de Locação das Américas, com sede na Avenida Engenheiro Caetano Álvares nº 150, Limão, São Paulo-SP, inscrita no CNPJ sob nº10. 215.988/0001-60, para fins do disposto no inciso VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que:i. Reviram, discutiram e concordaram com as informações anuais da Companhia de Locação das Américas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Belo Horizonte, 26 de março de 2018Luis Fernando M. Porto - PresidenteMarco Túlio de Carvalho Oliveira - Diretor Financeiro

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o relatório dos auditores independentesPelo presente instrumento, o Presidente e o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Companhia de Locação das Américas, com sede na Avenida Engenheiro Caetano Álvares nº 150, Limão, São Paulo-SP, inscrita no CNPJ sob nº10. 215.988/0001-60, para fins do disposto no inciso V do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, declaram que:i. Reviram, discutiram e concordam com a opinião expressa no relatório dos auditores Independentes (PwC Auditores Independentes), relativamente às demonstrações contábeis anuais da Companhia de Locação das Américas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.Belo Horizonte, 26 de março de 2018Luis Fernando M. Porto - PresidenteMarco Túlio de Carvalho Oliveira - Diretor Financeiro Belo Horizonte, 26 de março de 2018

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

EXTRATO DA ATA DE REUNIÃO DO COMITÊ DE AUDITORIACOMPANHIA DE LOCAÇÃO DAS AMERICASC.N.P.J. nº 10.215.988/0001-60Extrato da ata de Reunião do Comitê de Auditoria realizada em 26 de março de 2018 às 17:00 horasData, Hora, Local: 26 de março de 2018, às 17:00 horas, na Avenida Raja Gabaglia 1.781, 13º andar, na cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais.Participantes: Reunião realizada presencialmente e por teleconferência, com a participação dos seguintes membros do Comitê de Auditoria: José Antonio de Souza Azevedo (coordenador), Rodrigo Ziccardi Carvalho e Leandro Lúcio Gomes da Silva. Convidados participantes: Marco Tulio de Carvalho Oliveira - Diretor Financeiro, Guilherme Campos e Silva - sócio de auditoria da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes- e Hugo Savassi - gerente de auditoria da PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes.Instalação: Tendo sido devidamente convocada, o Coordenador do Comitê de Auditoria declarou instalada a reunião, passando a presidi-la. Para secretariar a reunião foi indicado Marco Tulio de Carvalho Oliveira, Diretor Financeiro, aceito pelos presentes.Ordem do Dia: (1) Reunir-se com os auditores independentes e apreciar o Parecer dos Auditores Independentes (2) Apreciar o Relatório da Administração do exercício 2017 (3) Apreciar as Demonstrações Financeiras de 31 de dezembro de 2017 e (4) Apreciar a proposta de destinação dos lucros e dividendos do ano.Matérias apreciadas e manifestações do Comitê:(1) O Comitê reuniu-se com os auditores independentes da empresa PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, representados pelo sócio Sr. Guilherme Campos e Silva. O Sr. Hugo Savassi apresentou os trabalhos da auditoria referente às Demonstrações Financeiras, referida no item 1 acima e apresentou o Relatório dos Auditores Independentes, que será emitido sem ressalvas. Adicionalmente, os auditores comunicaram não ter ocorrido: i) qualquer discordância relevante de julgamento entre a auditoria e a Administração ii) dificuldades encontradas na realização da auditoria. (2) O Comitê apreciou e manifestou-se favorável sobre: i) o Relatório da Administração para o exercício de 2017 ii) as Demonstrações Financeiras individuais e consolidadas, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, para o exercício social de 2017 e iii) o Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras de 2017, sem ressalvas. O Comitê recomendou ao Conselho a aprovação das Demonstrações Financeiras.(3) O Comitê manifestou-se favorável à proposta de: i) destinação do lucro de 2017 e ii) constituição de reserva estatutária. O Comitê recomendou a aprovação pelo Conselho e a submissão à Assembleia Geral Ordinária.(4) O Comitê manifestou-se favorável à proposta de destinação do lucro de 2017 a ser aprovada pelo Conselho e submetido à Assembleia Geral Ordinária da Companhia.Marco Tulio de Carvalho OliveiraSecretário do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.