Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010195 páginasCódigo CVM 14931Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 28/04/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de AMCOR FLEXIBLES DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA.

AMCOR FLEXIBLES DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA. · CNPJ 60.394.723/0001-44

Versões deste exercício: v1 (28/04/2011) · v2 (28/04/2011), esta

AMCOR FLEXIBLES DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA.
CNPJ 60.394.723/0001-44
DFP 2010 (V2)
Exercício 2010
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
AMCOR FLEXIBLES DO BRASIL INDUSTRIA E COMERCIO DE EMBALAGENS LTDA.
CNPJ
60.394.723/0001-44
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
195
Ano de referência
2010*
Publicado em
28/04/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total1.477.7401.248.25918,4%
1.01Ativo Circulante637.401527.96520,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa24.27864.918−62,6%
1.01.01.01Caixa2.1839.642−77,4%
1.01.01.02Aplicações em renda fixa11.05446.624−76,3%
1.01.01.03Caixa em moeda estrangeira11.0418.65227,6%
1.01.02Aplicações Financeiras00—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber290.708257.51512,9%
1.01.03.01Clientes269.815240.48912,2%
1.01.03.01.01Clientes no país237.564192.22923,6%
1.01.03.01.02Clientes no exterior45.81157.065−19,7%
1.01.03.01.03Provisão créditos duvidosa−11.541−8.805−31,1%
1.01.03.01.04Provisão para devoluções−1.0610—
1.01.03.01.05Provisão para rebates−9580—
1.01.03.02Outras Contas a Receber20.89317.02622,7%
1.01.03.02.01Contas a receber com partes relacionadas00—
1.01.03.02.02Dividendos a receber de controladas00—
1.01.03.02.03Outras contas a receber20.89317.02622,7%
1.01.04Estoques256.315168.46252,2%
1.01.04.01Produtos acabados68.34542.65160,2%
1.01.04.02Produtos em processo38.92924.39559,6%
1.01.04.03Matérias primas107.16369.97853,1%
1.01.04.04Provisão para perda na realização dos estoques−7.344−2.932−150,5%
1.01.04.05Estoque de manutenção27.14322.41721,1%
1.01.04.06Outros22.07911.95384,7%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar66.10037.07078,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar66.10037.07078,3%
1.01.06.01.01Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)25.71520.01428,5%
1.01.06.01.02Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)8.4504.61383,2%
1.01.06.01.03Imposto de Renda Pessoa Jurídica(IRPJ) e Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL)10.1943.983155,9%
1.01.06.01.04PIS e COFINS a recuperar7.3061.474395,7%
1.01.06.01.05Outros14.4356.986106,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante840.339720.29416,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo70.26078.825−10,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber3.2232.90810,8%
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber3.2232.90810,8%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos49.76961.829−19,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos49.76961.829−19,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes17.26814.08822,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Mútuo com partes relacionadas00—
1.02.01.09.04Depósitos judiciais10.6948.18230,7%
1.02.01.09.05Impostos a recuperar6.5745.90611,3%
1.02.01.09.06Dividendos a receber de controladas00—
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado677.967638.8796,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível92.1122.5903.456,4%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Tipo não informado
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e AcionistasDixie Toga S.A. e suas controladasExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Dixie Toga S.A. ("Companhia" ou "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Examinamos também as demonstrações financeiras consolidadas da Dixie Toga S.A. e suas controladas ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Dixie Toga S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demnstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Dixie Toga S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB) e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na Nota 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Dixie Toga S.A., essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, uma vez que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 20 de abril de 2011PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5Carlos Alberto de SousaContador CRC 1RJ056561/O-0 "S" SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

1. IDENTIFICAÇÃO DAS PESSOAS RESPONSÁVEIS PELO CONTEÚDO DO FORMULÁRIOOs Srs. Nelson Fazenda (Diretor Presidente) e Marcos Antonio de Barros (Direitor Financeiro ede Relações com Investidores) declaram que reviram o presente Formulário de Referência, e que, em suaanálise, todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº. 480, emespecial aos artigos 14 a 19.Declaram, ainda, que o conjunto de informações aqui apresentado é um retrato verdadeiro,preciso e completo da situação econômico-financeira do emissor e dos riscos inerentes às suas atividadese dos valores mobiliários emitidos pela Dixie Toga S.A.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

1. IDENTIFICAÇÃO DAS PESSOAS RESPONSÁVEIS PELO CONTEÚDO DO FORMULÁRIOOs Srs. Nelson Fazenda (Diretor Presidente) e Marcos Antonio de Barros (Direitor Financeiro ede Relações com Investidores) declaram que reviram o presente Formulário de Referência, e que, em suaanálise, todas as informações contidas no formulário atendem ao disposto na Instrução CVM nº. 480, emespecial aos artigos 14 a 19.Declaram, ainda, que o conjunto de informações aqui apresentado é um retrato verdadeiro,preciso e completo da situação econômico-financeira do emissor e dos riscos inerentes às suas atividadese dos valores mobiliários emitidos pela Dixie Toga S.A.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

DIXIE TOGA S.A.COMPANHIA ABERTACNPJ nº 60.394.723/0001- 44NIRE 35300027175ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO FISCAL REALIZADA EM 18 DE ABRIL DE 2011DATA, HORA E LOCAL: Aos 18 dias do mês de abril de 2011, às 09h00, na sede social da Dixie Toga S.A. ("Companhia"), localizada na Cidade de São Paulo, Estado de São Paulo, na Avenida Mário Haberfeld, 555, Térreo - Setor A, Parque Novo Mundo, CEP 02145-000.CONVOCAÇÃO: Por meio de mensagem enviada eletronicamente pelo Diretor Financeiro e de Relações com Investidores e entregue a cada um dos membros do Conselho Fiscal no dia 14 de abril de 2011. PRESENÇA: A totalidade dos membros efetivos do Conselho Fiscal, sendo que a presença desta ata pelos conselheiros Sr. José Tavares de Lucena, Sr. Jobelino Vitoriano Locateli e Sr. Anthonny Dias dos Santos, deram-se por meio de teleconferência. Também por meio de teleconferência participou o Sr. Luciano Sampaio da PWC - auditor do grupo. Presentes o Sr. Marcos Antonio de Barros, Diretor Financeiro e de Relação com Investidores, o Gerente de Controladoria - Gilson Proprentner, o Gerente de Contabilidade - Fábio Luiz Carneiro Lima, a Gerente e U.S. Gap - Virna Cavalcanti, a auditora da PWC - Priscila Paschoal e a advogada da Companhia - Dra. Cíntia Castro França de Jesus para prestar eventuais esclarecimentos necessários.ORDEM DO DIA: (i) discutir, deliberar e aprovar as demonstrações financeiras da Companhia referente ao 4º Trimestre do ano calendário de 2010, encerrado em 31 de dezembro de 2010 (ii) quaisquer outros assuntos, documentos e informações que sejam do interesse de qualquer membro do Conselho Fiscal.DELIBERAÇÕES: Colocadas as matérias em discussão e votação, verificou-se que foram analisadas e examinadas as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao 4º Trimestre do ano calendário de 2010, tendo o Diretor Financeiro e de Relações com Investidores, Sr. Marcos Antonio de Barros, aberto os trabalhos fazendo as seguintes considerações:(i) o atraso na entrega das demonstrações financeiras ocorreu em razão dos ajustes de IFRS, o que não permitiu concluir o trabalho no prazo estimado, contudo, todos os ajustes de IFRS necessários foram realizados(ii) agradeceu à equipe e à PWC pelo trabalho e empenho para a conclusão dos trabalhos(iii) no ano de 2010 foi realizada uma aquisição importante a nível mundial pela Bemis Co., (controladora da Companhia), sendo que no Brasil foi adquirida uma empresa da área de Flexíveis, e na Argentina foi adquirida uma empresa da área de Encolhíveis, ambas através da subsidiária Itap Bemis Ltda.,(iv) houve um crescimento nos resultados da Companhia dentro do esperado, porém a Companhia continua pela busca de melhores resultados(v) quanto ao processo de oferta pública para o fechamento de capital da Companhia (OPA) iniciado em 14 de maio de 2010, a Bemis Co. aumentou o valor da oferta original e conseguiu a adesão de outros minoritários, inclusive do acionista que questionou diversos itens da OPA, com isso, mais de 98% dos acionistas aderiram à oferta. Isso foi possível porque todos os acionistas com cadastro válido foram contatados pela Companhia para explicar o processo foi informado, ainda, que atualmente o processo está em apreciação pelo Colegiado da CVM - Comissão de Valores MobiliáriosApós essas considerações iniciais, foram feitos os seguintes questionamentos:(a) o Conselheiro, José Tavares de Lucena perguntou se a incorporação da Itap Bemis Mauá Embalagens Plásticas Ltda. mencionada na página 12 trata-se de um plano estratégico da empresa, ao que o Sr. Marcos Barros esclareceu que a incorporação foi realizada para o aproveitamento de ágio, portanto, trata-se de um planejamento tributário, e que a empresa incorporada foi adquirida pela subidiária Itap Bemis Ltda. conforme comentado no início da reunião(b) o Conselheiro, José Tavares de Lucena, observou que houve um forte crescimento da Companhia como um todo, e citou como exemplo o aumento de 30% (trinta por cento) da receita e de praticamente 60% do lucro em comparação com o ano anterior o Sr. Marcos Barros esclareceu que a Companhia trabalha constantemente com os fornecedores de matérias-primas, especialmente as derivadas de petróleo, com o objetivo de manter um crescimento saudável e a consequente margem de lucro(c) o Conselheiro, José Tavares de Lucena, observou que é justificável este esclarecimento principalmente quando é analisado o estoque de matéria-prima, onde verifica-se que houve um aumento de 50% (cinqüenta por cento) em comparação com o ano anterior o Sr. Marcos Barros esclareceu que o aumento no estoque de matéria-prima deve-se a dois fatores, o primeiro refere-se à aquisição da empresa mencionada no início da reunião, e o segundo refere-se ao aumento do estoque principalmente de resinas, que é um derivado de petróleo, pois a Companhia já estava prevendo um aumento no preço destes materiais, e tudo indica que continuará em razão dos problemas com petróleo que estão acontecendo no Oriente Médio, portanto, o aumento no estoque de matéria-prima foi importante para manter a margem de lucro(d) o Conselheiro, Jobelino Vitoriano Locateli observou que ao mesmo tempo que o estoque de matéria-prima aumentou, a conta cliente diminuiu, o que foi complementado pelo conselheiro José Tavares de Lucena, o qual constatou que houve redução das contas vencidas há mais de 30 dias o Sr. Marcos Barros esclareceu que o Departamento Financeiro da Companhia está empenhada no recebimento dos créditos e que a Companhia está trabalhando com algumas instituições financeiras com um produto chamado Cessão de Recebíveis sem Regresso, o que permite à Companhia oferecer crédito aos seus clientes com taxas atraentes e por sua vez o risco é assumido pelo banco, com isso, é possível fazer ingressar dinheiro no caixa da Companhia para o pagamento de dívidas(e) o Conselheiro, José Tavares de Lucena, observou, no entanto, que o valor indicado no caixa da empresa diminuiu, ao que foi esclarecido pelo Sr. Marcos Barros que no final do exercício de 2010 a Companhia pagou R$ 10 milhões como parte do empréstimo concedido pela Bemis Co para a aquisição da empresa mencionada anteriormente, o que justifica a redução do caixa(f) o Conselheiro, Jobelino Vitoriano Locateli perguntou se houve alguma modificação com os "Eurobonds" o que foi esclarecido pelo Sr. Marcos Barros que não houve qualquer modificação, e que a Companhia pretende manter até o vencimento ou prorrogar devido à incidência de IR - Imposto de Renda, cujo percentual é muito elevado(g) o Conselheiro, Anthonny Dias, comentou que em razão dos ajustes de IFRS o saldo do patrimônio líquido da Companhia mudou de patamar, o que entende ser uma questão técnica conceitual, porém observou que o mesmo aconteceu em outras empresas e não apenas com a Companhia, mas chama a atenção o fato de ter uma mistura das informações decorrentes dos ajustes de IFRS com as normas contábeis brasileiras a auditora Priscila Paschoal complementou que para fins de IFRS não existe demonstrações financeiras individuais, mas que no Brasil, para atender as normas societárias, é necessário individualizar por empresa, contudo, no caso da Companhia a consolidação está sendo feita por equivalência à IFRS.Finalizando os Conselheiros parabenizaram a Companhia pelo resultado anual e foram aprovadas, por unanimidade, as demonstrações financeiras do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2010.ENCERRAMENTO: O Sr. Presidente determinou a suspensão da reunião pelo tempo necessário à lav atura da presente ata, a qual, reabertos os trabalhos, foi lida aos senhores Conselheiros, que a aprovaram e assinaram, tudo na forma da lei. São Paulo, 18 de abril de 2011. (aa) Jobelino Vitoriano Locateli - Presidente Marcos Antonio de Barros - Secretário Anthonny Dias dos Santos e José Tavares de Lucena - Conselheiros. ___________________________ _____________________________Jobelino Vitoriano Locateli Marcos Antonio de BarrosPresidente da Mesa e Presidente Secretário da Mesa do Conselho Fiscal___________________________ _____________________________Anthonny Dias dos Santos José Tavares de LucenaConselheiro Fiscal Conselheiro Fiscal

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.