Pular para o conteúdo
BR - CVMInformações TrimestraisRef. 2017154 páginasCódigo CVM 1023Versão 1Recebida em 10/08/2017valores em R$ mil

ITR 30/06/2017 de BANCO DO BRASIL SA

BANCO DO BRASIL SA · CNPJ 00.000.000/0001-91

BANCO DO BRASIL SA
CNPJ 00.000.000/0001-91
ITR 30/06/2017
Exercício 2017
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
BANCO DO BRASIL SA
CNPJ
00.000.000/0001-91
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
154
Ano de referência
2017*
Publicado em
10/08/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:58:13

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201731/12/2016Var.
1Ativo Total1.503.116.0421.506.277.684−0,2%
1.01Ativo Circulante836.990.150795.973.6285,2%
1.01.01Disponibilidades13.407.68611.836.01913,3%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez451.203.532414.656.0858,8%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto413.949.100371.436.57211,4%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros37.254.43243.219.513−13,8%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários17.519.80511.330.53354,6%
1.01.03.01Carteira Própria13.049.0078.537.28952,8%
1.01.03.02Vinculados a Compromissos de Recompra3.081.5401.455.502111,7%
1.01.03.03Vinculados ao Banco Central00—
1.01.03.04Vinculados à Prestação de Garantias264.423309.539−14,6%
1.01.03.05Instrumentos Financeiros Derivativos1.124.8351.028.2039,4%
1.01.04Relações Interfinanceiras72.964.32768.026.1037,3%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar3.468.4773.51398.632,6%
1.01.04.02Créd. Vin. Depósitos no Banco Central64.659.22963.451.0941,9%
1.01.04.03Créd. Vin. Tesouro Nacional - Crédito Rural51.40854.959−6,5%
1.01.04.04Créd. Vin. Sistema Financeiro de Habitação2.652.6902.557.7913,7%
1.01.04.05Repasses Interfinanceiros00—
1.01.04.06Correspondentes2.132.5231.958.7468,9%
1.01.05Relações Interdependências153.424376.530−59,3%
1.01.05.01Transferências Internas de Recursos153.424376.530−59,3%
1.01.06Operações de Crédito166.487.950166.075.9400,2%
1.01.06.01Setor Público716.390631.76013,4%
1.01.06.02Setor Privado179.259.613177.724.5470,9%
1.01.06.03Provisão para Operações de Crédito−13.488.880−12.280.741−9,8%
1.01.06.04Operações de Crédito Vinculadas a Cessão827374121,1%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.01.07.01Setor Público00—
1.01.07.02Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil00—
1.01.08Outros Créditos114.880.734123.304.236−6,8%
1.01.08.01Créditos por Avais e Fianças Honrados589.238494.54319,1%
1.01.08.02Carteira de Câmbio16.989.36017.188.751−1,2%
1.01.08.03Rendas a Receber4.119.3124.155.635−0,9%
1.01.08.04Negociação e Intermediação de Valores17.95962.526−71,3%
1.01.08.05Operações Especiais00—
1.01.08.06Diversos95.109.682103.330.671−8,0%
1.01.08.07Créditos Específicos00—
1.01.08.08Provisão para Outros Créditos−1.944.817−1.927.890−0,9%
1.01.09Outros Valores e Bens372.692368.1821,2%
1.01.09.01Bens Não de Uso Próprio e Materiais em Estoque297.530278.2636,9%
1.01.09.02Provisão para Desvalorizações−138.285−127.701−8,3%
1.01.09.03Despesas Antecipadas213.447217.620−1,9%
1.01.09.04Participações Societárias00—
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo625.047.414668.656.421−6,5%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez60.051.37657.290.5684,8%
1.02.01.01Aplicações no Mercado Aberto338.072149.393126,3%
1.02.01.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros59.713.30457.141.1754,5%
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários121.219.331159.489.761−24,0%
1.02.02.01Carteira Própria71.601.35392.799.389−22,8%
1.02.02.02Vinculados a Compromissos de Recompra47.746.52863.466.289−24,8%
1.02.02.03Vinculados ao Banco Central00—
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias1.759.7542.824.737−37,7%
1.02.02.05Instrumentos Financeiros Derivativos111.696399.346−72,0%
1.02.03Relações Interfinanceiras579.104497.22716,5%
1.02.03.01Créd. Vin. Tesouro Nacional - Crédito Rural2.9571.90954,9%
1.02.03.02Repasses Interfinanceiros576.140495.30616,3%
1.02.03.03Correspondentes712−41,7%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito376.895.983385.328.907−2,2%
1.02.05.01Setor Público73.366.10973.166.4610,3%
1.02.05.02Setor Privado325.747.331333.760.096−2,4%
1.02.05.03Provisão para Operações de Crédito−22.766.463−22.209.363−2,5%
1.02.05.04Operações de Crédito Vinculadas a Cessão549.006611.713−10,3%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00—
1.02.06.01Setor Público00—
1.02.06.02Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil00—
1.02.07Outros Créditos66.281.90166.037.0860,4%
1.02.07.01Rendas a Receber28.28429.922−5,5%
1.02.07.02Créditos Específicos398.769377.6985,6%
1.02.07.03Provisão para Outros Créditos−683.333−660.253−3,5%
1.02.07.04Carteira de Câmbio286.214282.7941,2%
1.02.07.05Negociação e Intermediação de Valores553.014835.615−33,8%
1.02.07.06Diversos65.698.95365.171.3100,8%
1.02.08Outros Valores e Bens19.71912.87253,2%
1.02.08.01Despesas Antecipadas19.71912.87253,2%
1.03Ativo Permanente41.078.47841.647.635−1,4%
1.03.01Investimentos26.563.37125.775.2483,1%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas22.142.36321.399.1133,5%
1.03.01.02.01No País18.259.66417.561.2214,0%
1.03.01.02.02No Exterior3.882.6993.837.8921,2%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas4.295.7754.252.1201,0%
1.03.01.04Outros Investimentos136.649135.4160,9%
1.03.01.05Provisão para Perdas−11.416−11.401−0,1%
1.03.02Imobilizado de Uso7.168.9227.313.029−2,0%
1.03.02.01Imóveis de Uso7.574.3017.598.208−0,3%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso9.952.6699.654.9033,1%
1.03.02.03Depreciação Acumulada−10.358.048−9.940.082−4,2%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00—
1.03.03.01Bens Arrendados00—
1.03.03.02Depreciação Acumulada00—
1.03.04Intangível7.346.1858.559.358−14,2%
1.03.04.01Ativos Intangíveis19.734.64519.394.1011,8%
1.03.04.02Amortização Acumulada−12.388.460−10.834.743−14,3%
1.03.05Diferido00—
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão00—
1.03.05.02Amortização Acumulada00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório sobre a revisão das Informações Trimestrais - ITRAoConselho de Administração, aos Acionistas e aos Administradores do Banco do Brasil S.A.Brasília - DFIntroduçãoRevisamos as informações contábeis intermediárias do Banco do Brasil S.A. ("Banco"), contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR referentes ao trimestre findo em 30 de junho de 2017, que compreendem o balanço patrimonial em 30 de junho de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado para o período de três e seis meses findos naquela data, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o período de seis meses findo naquela data, incluindo as notas explicativas.A Administração do Banco é responsável pela elaboração e apresentação das informações contábeis intermediárias, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão.Alcance da revisãoConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria. ConclusãoCom base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as referidas informações contábeis intermediárias, incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR.Outros assuntos- Demonstrações do valor adicionadoAs informações contábeis intermediárias relativas às demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes semestre findo em 30 de junho de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da entidade, cuja apresentação não é requerida pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de revisão executados em conjunto com a revisão das informações trimestrais - ITR do Banco. Para a formação de nossa conclusão, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as informações contábeis intermediárias e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as demonstrações do valor adicionado acima referidas não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as informações contábeis intermediárias tomadas em conjunto.Brasília, 09 de agosto de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-DFMarcelo Faria PereiraContador CRC RJ-077911/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO DIRETOR SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm conformidade com o artigo 25, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que revisamos as Demonstrações Contábeis do Banco do Brasil S.A. relativas ao exercício findo em 30 de junho de 2017 e, baseados nas discussões subsequentes, concordamos que tais Demonstrações refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Brasília (DF), 08 de agosto de 2017. Paulo Rogério Caffarelli Presidente Alberto Monteiro de Queiroz Netto Antonio Mauricio Maurano Vice-Presidência de Gestão Financeira e de Relações com Investidores Vice-Presidência de Negócios de Atacado Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo Antonio Gustavo Matos do Vale Vice-Presidência de Serviços, Infraestrutura e Operações Vice-Presidência de Tecnologia José Eduardo Pereira Filho Marcelo Augusto Dutra Labuto Vice-Presidência de Governo Vice-Presidência de Negócios de Varejo Márcio Hamilton Ferreira Tarcísio Hübner Vice-Presidência de Controles Internos e Gestão de Riscos Vice-Presidência de Agronegócios Walter Malieni Junior Vice-Presidência de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO DIRETOR SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm conformidade com o artigo 25, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07.12.2009, declaramos que, baseados em nosso conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordamos com as opiniões expressas no parecer da KPMG Auditores Independentes, de 09.08 2017, não havendo qualquer discordância.Brasília (DF), 09 de agosto de 2017. Paulo Rogério Caffarelli Presidente Alberto Monteiro de Queiroz Netto Antonio Mauricio Maurano Vice-Presidência de Gestão Financeira e de Relações com Investidores Vice-Presidência de Negócios de Atacado Carlos Hamilton Vasconcelos Araújo Antonio Gustavo Matos do Vale Vice-Presidência de Serviços, Infraestrutura e Operações Vice-Presidência de Tecnologia José Eduardo Pereira Filho Marcelo Augusto Dutra Labuto Vice-Presidência de Governo Vice-Presidência de Negócios de Varejo Márcio Hamilton Ferreira Tarcísio Hübner Vice-Presidência de Controles Internos e Gestão de Riscos Vice-Presidência de Agronegócios Walter Malieni Junior Vice-Presidência de Distribuição de Varejo e Gestão de Pessoas

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAIntroduçãoO Comitê de Auditoria do Banco do Brasil, órgão estatutário de assessoramento do Conselho de Administração, tem suas atribuições definidas pela Lei 13.303/2016, Decreto Regulamentar nº 8.945/2016 e Resolução CMN 3.198/2004, além de outras designadas por aquele Conselho. O Banco do Brasil optou pela constituição de comitê de auditoria único para o Banco Múltiplo e as seguintes subsidiárias: BB DTVM Gestão de Recursos - Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A., BB Banco de Investimento S.A., BB Leasing S.A. - Arrendamento Mercantil, BB Administradora de Consórcios S.A., BB Administradora de Cartões de Crédito S.A. e Besc Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A.Os administradores do Banco do Brasil e de suas subsidiárias são responsáveis por elaborar e garantir a integridade das demonstrações contábeis, gerir os riscos, manter sistema de controles internos efetivos e zelar pela conformidade das atividades às normas legais e regulamentares.A Auditoria Interna responde pela realização de trabalhos periódicos, com foco nos principais riscos a que o Conglomerado está exposto, avaliando, com independência, as ações de gerenciamento desses riscos e a adequação da governança e dos controles internos, por meio de verificações quanto a sua qualidade, suficiência, cumprimento e efetividade.A KPMG Auditores Independentes é responsável pela auditoria das demonstrações contábeis do Banco Múltiplo e das subsidiárias abrangidas pelo Comitê de Auditoria, além de outras empresas que integram o Conglomerado Banco do Brasil. Avalia, também, no contexto desse trabalho, a qualidade e adequação dos sistemas de controles internos e o cumprimento de dispositivos legais e regulamentares. No endereço eletrônico www.bb.com.br/ri estão disponíveis o regimento interno do Comitê de Auditoria e canal para recepção de informações acerca do descumprimento de regulamentos e códigos internos e de dispositivos legais e normativos aplicáveis à Instituição.Principais AtividadesO Comitê de Auditoria realizou 105 reuniões, em cumprimento ao seu plano de trabalho, com o Conselho de Administração, Conselho Fiscal, Banco Central do Brasil, representantes da alta administração e executivos Banco, além das atividades internas.Nessas reuniões abordou, em especial, assuntos relacionados ao sistema de controles internos, aspectos contábeis, carteira de crédito, provisões, perdas operacionais, processos de gestão de riscos e de capital, prevenção e combate à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo, resultado atuarial, transações com partes relacionadas, ética corporativa, ouvidoria, dependências no exterior, entidades ligadas e recomendações emitidas pelas auditorias interna e independente e por órgãos externos de fiscalização. Nas situações em que identificou necessidades de melhoria, recomendou aprimoramentos.Manteve diálogo com as equipes das auditorias interna e independente, oportunidades em que apreciou os seus planejamentos, conheceu os resultados dos principais trabalhos e examinou suas conclusões e recomendações.Revisou os relatórios das administrações, as demonstrações contábeis e notas explicativas e discutiu com o auditor independente seu relatório , datado de 09/08/2017, emitido sem ressalva. ConclusõesCom base nas atividades desenvolvidas e tendo presente as atribuições e limitações inerentes ao escopo de sua atuação, o Comitê de Auditoria concluiu:a.o sistema de controles internos é adequado ao porte e à complexidade dos negócios do Conglomerado e objeto de permanente atenção por parte das administraçõesb.a Auditoria Interna é efetiva e desempenha suas funções com independência, objetividade e qualidadec.a auditoria independente é efetiva e não foram identificadas ocorrências que pudessem comprometer sua independênciad.as demonstrações contábeis do semestre findo em 30/06/2017 foram elaboradas em conformidade com as normas legais e com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central, e refletem, em todos os aspectos relevantes, a situação patrimonial e financeira naquela data. Brasília-DF, 09 de agosto de 2017. Egídio Otmar Ames Antônio Carlos Correia Elvio Lima Gaspar Luiz Serafim Spinola Santos

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.