Pular para o conteúdo
CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 20796Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 29/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de BANCO DAYCOVAL S.A.

BANCO DAYCOVAL S.A. · CNPJ 62.232.889/0001-90

Versões deste exercício: v1 (07/02/2019) · v2 (29/03/2019), esta

BANCO DAYCOVAL S.A.
CNPJ 62.232.889/0001-90
DFP 2018 (V2)
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
BANCO DAYCOVAL S.A.
CNPJ
62.232.889/0001-90
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
29/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total29.384.94724.230.98021,3%
1.01Ativo Circulante18.710.58215.055.54824,3%
1.01.01Disponibilidades151.733114.70932,3%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez5.561.4794.628.90020,1%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto4.702.4023.973.11118,4%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros690.921507.59936,1%
1.01.02.03Aplicações em Moeda Estrangeiras168.156148.19013,5%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários516.76287.505490,6%
1.01.03.01Carteira Própria72.42658.72823,3%
1.01.03.02Vinculados as Operações Compromissadas139.47423.255499,8%
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos304.8625.5225.420,9%
1.01.03.04Vinculados ao Banco Central00
1.01.03.05Vinculados à Prestação de Garantias00
1.01.04Relações Interfinanceiras42.639148.723−71,3%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar00
1.01.04.02Créditos Vinculados - Depósitos no Banco Central42.509148.555−71,4%
1.01.04.03Correspondentes130168−22,6%
1.01.05Relações Interdependências00
1.01.06Operações de Crédito7.441.6126.400.44916,3%
1.01.06.01Operações de Crédito - Setor Público38.18319.78693,0%
1.01.06.02Operações de Crédito - Setor Privado7.946.2196.794.72016,9%
1.01.06.03Prov. p/ Créditos de Liq. Duvidosa−542.790−414.057−31,1%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil00
1.01.08Outros Créditos4.890.8373.541.21638,1%
1.01.08.01Avais e Fianças Horados034.656−100,0%
1.01.08.02Carteira de Câmbio1.064.558590.97980,1%
1.01.08.03Rendas a Receber11.6608.03445,1%
1.01.08.04Negociação e Intermediação de Valores1.7792.404−26,0%
1.01.08.05Outros Créditos Diversos3.951.9763.145.58725,6%
1.01.08.06Prov. p/ Outros Créditos de Liq. Duvidosa−139.136−240.44442,1%
1.01.09Outros Valores e Bens105.520134.046−21,3%
1.01.09.01Bens não de Uso Próprio92.832103.784−10,6%
1.01.09.02Provisões para perdas com BNDU−8.422−10.53220,0%
1.01.09.03Despesas Antecipadas21.11040.794−48,3%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo9.406.6148.025.82617,2%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez6.71116.468−59,2%
1.02.01.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros6.71116.468−59,2%
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários1.907.1651.316.29644,9%
1.02.02.01Carteira Própria1.595.899976.39763,4%
1.02.02.02Vinculados a Operações Compromissadas0129.662−100,0%
1.02.02.03Instrumentos Financeiros Derivativos95.71988.2928,4%
1.02.02.04Vinculados à Prestação de Garantias215.547121.94576,8%
1.02.03Relações Interfinanceiras00
1.02.04Relações Interdependências00
1.02.05Operações de Crédito5.161.9494.522.35214,1%
1.02.05.01Operações de Crédito - Setor Público71.99497.931−26,5%
1.02.05.02Operações de Crédito - Setor Privado5.493.4774.685.75017,2%
1.02.05.03Prov. p/ Operações de Crédito de Liq. Duvidosa−403.522−261.329−54,4%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil00
1.02.07Outros Créditos2.328.5402.086.47711,6%
1.02.07.01Carteira de Câmbio00
1.02.07.02Outros Créditos Diversos2.329.0662.086.72211,6%
1.02.07.03Prov. p/ Outros Créditos de Liq. Duvidosa−526−245−114,7%
1.02.08Outros Valores e Bens2.24984.233−97,3%
1.02.08.01Despesas Antecipadas2.24984.233−97,3%
1.03Ativo Permanente1.267.7511.149.60610,3%
1.03.01Investimentos1.192.4361.067.33811,7%
1.03.01.01Dependências no Exterior00
1.03.01.02Participações em Controladas1.191.2731.066.89211,7%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00
1.03.01.04Outros Investimentos1.163446160,8%
1.03.01.05Provisão para Perdas00
1.03.02Imobilizado de Uso75.31582.268−8,5%
1.03.02.01Imobilizações em Curso00
1.03.02.02Outros Imobilizações de Uso75.31582.268−8,5%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento00
1.03.04Intangível00
1.03.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE ASDEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Administradores e Acionistas doBanco Daycoval S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco Daycoval S.A. ("Banco" ou "Daycoval") e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, do Banco Daycoval S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN.Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação ao Banco e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Provisão para créditos de liquidação duvidosa das operações de crédito do segmento empresasAs provisões para crédito de liquidação duvidosa são constituídas levando em consideração as normas regulamentares do BACEN, notadamente a Resolução do Conselho Monetário Nacional - CMN 2.682, e são fundamentadas nas análises das operações de crédito em aberto (vencidas e vincendas) e de acordo com as políticas internas que consideram o estabelecimento de ratings de crédito. A estimativa da provisão para créditos de liquidação duvidosa envolve modelos internos na determinação do rating do tomador do crédito que levam em consideração dados econômico-financeiro, de mercado e cadastrais, garantias vinculadas, nível de inadimplência, entre outros. O rating do tomador do crédito também é revisado pela Administração do Banco quando há alteração da situação econômico-financeira de uma determinada empresa ou de um determinado setor de atividade econômica. Pelo fato dessa revisão envolver alto nível de julgamento na estimativa de perda por parte da Administração, consideramos esse assunto como uma área de foco em nossa abordagem de auditoria, incluindo o envolvimento de membros seniores da nossa equipe.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (i) entendimento do modelo interno utilizado na determinação do rating (ii) entendimento do critério de provisionamento adotado pelo Banco (iii) leitura da política de provisionamento do Banco (iv) testes do desenho, implementação e efetividade dos controles internos (v) desafio das principais premissas e dos julgamentos relevantes da Administração na determinação do rating de crédito e (vi) recálculo, em base amostral, dos valores provisionados.Com base nos procedimentos de auditoria efetuados, consideramos que os critérios adotados pela Administração do Banco e a política para determinar a provisão para créditos de liquidação duvidosa das operações de crédito foram considerados apropriados, no contexto das demonstrações financeiras tomadas como um todo. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da Administração do Banco, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras do Banco. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeirasindividuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração do Banco é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a esse respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo BACEN, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de o Banco e suas controladas continuarem operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar o Banco e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança do Banco e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstraçõesfinanceiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional do Banco e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar o Banco e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 7 de fevereiro de 2019DELOITTE TOUCHE TOHMATSUCarlos ClaroAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 236588/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASEm cumprimento à Instrução CVM nº 480/09, os diretores do Banco Daycoval S.A., companhia de capital aberto listada na BM&FBOVESPA S.A.- Bolsa de Valores, Mercadorias & Futuros na Categoria "B", DECLARAM, através da presente, que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 07 de fevereiro de 2019SALIM DAYAN MORRIS DAYANDiretor Executivo Diretor ExecutivoCARLOS MOCHE DAYAN ALBERT ROUBENDiretor Executivo Diretor MARIA REGINA R. M. NOGUEIRA NILO CAVARZANDiretora DiretorRICARDO GELBAUM ALEXANDRE TEIXEIRADiretor DiretorALEXANDRE RHEIN PAULO AUGUSTO LUZ FERREIRA SABADiretor DiretorEDUARDO CAMPOS RAYMUNDO CLAUDINEI APARECIDO PEDRODiretor DiretorELIE JACQUES MIZRAHIDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO SOBRE O RELATORIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm cumprimento à Instrução CVM nº 480/09, os diretores do Banco Daycoval S.A., companhia aberta registrada na CVM na Categoria B, DECLARAM, através da presente, que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório de Revisão dos Auditores Independentes das Demonstrações Financeiras, Deloitte Touche Tohmatsu - Auditores Independentes, referentes às demonstrações financeiras para o exercício findo em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 07 de fevereiro de 2019SALIM DAYAN MORRIS DAYANDiretor Executivo Diretor ExecutivoCARLOS MOCHE DAYAN ALBERT ROUBENDiretor Executivo Diretor MARIA REGINA R. M. NOGUEIRA NILO CAVARZANDiretora DiretorRICARDO GELBAUM ALEXANDRE TEIXEIRADiretor DiretorALEXANDRE RHEIN PAULO AUGUSTO LUZ FERREIRA SABADiretor DiretorEDUARDO CAMPOS RAYMUNDO CLAUDINEI APARECIDO PEDRODiretor DiretorELIE JACQUES MIZRAHIDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Até a data de apresentação destas demonstrações financeiras, não há Conselho Fiscal instalado.

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAO Comitê de Auditoria ("Comitê") do Banco Daycoval S.A. ("Banco") foi instalado por deliberação do Conselho de Administração em conformidade com as normas emanadas pelo Conselho Monetário Nacional e homologado pelo Banco Central do Brasil, sendo composto por três membros independentes. O Comitê de Auditoria, dentre suas atribuições, assessora o Conselho de Administração na avaliação da qualidade das demonstrações financeiras, acompanha o cumprimento das exigências legais e regulamentares, verifica a independência e efetividade dos trabalhos desenvolvidos pelas auditorias interna e independente, bem como a efetividade dos sistemas internos e gerenciamento do risco operacional e, no âmbito de suas atribuições e responsabilidades, sempre que julgar necessário, recomenda a correção e aprimoramento de práticas e procedimentos.É de responsabilidade da Administração a elaboração de todas as demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.O Comitê avaliou o processo que envolveu a preparação e divulgação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, sendo os Auditores Independentes responsáveis pelo exame destas demonstrações financeiras e pela emissão de relatório sobre sua adequação em todos os aspectos relevantes de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações, às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil e do Plano Contábil das Instituições Financeiras, da Comissão de Valores Mobiliários, da Superintendência de Seguros Privados e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Os Auditores Internos avaliam a estrutura de gerenciamento de riscos e a efetividade dos controles internos visando a sua aderência às normas e procedimentos do Banco. O Comitê acompanhou o planejamento e o cronograma dos trabalhos, revisou os apontamentos e as conclusões dos trabalhos realizados no período, bem como o follow-up dos apontamentos. A área de Gestão de Riscos, Controles e Compliance elabora o mapeamento, a manutenção e o gerenciamento dos riscos e controles. O Comitê avaliou os trabalhos desenvolvidos para o aprimoramento dos principais sistemas e dos relatórios existentes para a gestão dos riscos e apoio à governança.Com a Administração do Banco foram abordados temas relacionados às atividades, à gestão interna, ao aprimoramento do gerenciamento de riscos e de governança e a eventuais apontamentos levantados pelos órgãos reguladores. Com base nas ações desenvolvidas pelo Comitê, nas conclusões e relatórios apresentados pelos Auditores Independentes, no acompanhamento da execução dos trabalhos planejados pela Auditoria Interna com as suas conclusões, nas atividades executadas pelas áreas responsáveis pela gestão de Riscos, Controles e Compliance e pelas informações recebidas da Administração do Banco e, consideradas as limitações naturais decorrentes do escopo de atuação, o Comitê recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 07 de fevereiro de 2019.O Comitê de AuditoriaMarcelo Cardinal Palumbo - Coordenador do Comitê de AuditoriaJosé Ferreira da Silva - Membro do Comitê de AuditoriaRicardo Fraccaroli de Almeida - Membro do Comitê de Auditoria

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIAO Comitê de Auditoria ("Comitê") do Banco Daycoval S.A. ("Banco") foi instalado por deliberação do Conselho de Administração em conformidade com as normas emanadas pelo Conselho Monetário Nacional e homologado pelo Banco Central do Brasil, sendo composto por três membros independentes. O Comitê de Auditoria, dentre suas atribuições, assessora o Conselho de Administração na avaliação da qualidade das demonstrações financeiras, acompanha o cumprimento das exigências legais e regulamentares, verifica a independência e efetividade dos trabalhos desenvolvidos pelas auditorias interna e independente, bem como a efetividade dos sistemas internos e gerenciamento do risco operacional e, no âmbito de suas atribuições e responsabilidades, sempre que julgar necessário, recomenda a correção e aprimoramento de práticas e procedimentos.É de responsabilidade da Administração a elaboração de todas as demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.O Comitê avaliou o processo que envolveu a preparação e divulgação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, sendo os Auditores Independentes responsáveis pelo exame destas demonstrações financeiras e pela emissão de relatório sobre sua adequação em todos os aspectos relevantes de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a partir das diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações, às normas e instruções do Conselho Monetário Nacional, do Banco Central do Brasil e do Plano Contábil das Instituições Financeiras, da Comissão de Valores Mobiliários, da Superintendência de Seguros Privados e do Comitê de Pronunciamentos Contábeis. Os Auditores Internos avaliam a estrutura de gerenciamento de riscos e a efetividade dos controles internos visando a sua aderência às normas e procedimentos do Banco. O Comitê acompanhou o planejamento e o cronograma dos trabalhos, revisou os apontamentos e as conclusões dos trabalhos realizados no período, bem como o follow-up dos apontamentos. A área de Gestão de Riscos, Controles e Compliance elabora o mapeamento, a manutenção e o gerenciamento dos riscos e controles. O Comitê avaliou os trabalhos desenvolvidos para o aprimoramento dos principais sistemas e dos relatórios existentes para a gestão dos riscos e apoio à governança.Com a Administração do Banco foram abordados temas relacionados às atividades, à gestão interna, ao aprimoramento do gerenciamento de riscos e de governança e a eventuais apontamentos levantados pelos órgãos reguladores. Com base nas ações desenvolvidas pelo Comitê, nas conclusões e relatórios apresentados pelos Auditores Independentes, no acompanhamento da execução dos trabalhos planejados pela Auditoria Interna com as suas conclusões, nas atividades executadas pelas áreas responsáveis pela gestão de Riscos, Controles e Compliance e pelas informações recebidas da Administração do Banco e, consideradas as limitações naturais decorrentes do escopo de atuação, o Comitê recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas do Banco referentes ao semestre e exercício findos em 31 de dezembro de 2018.São Paulo, 07 de fevereiro de 2019.O Comitê de AuditoriaMarcelo Cardinal Palumbo - Coordenador do Comitê de AuditoriaJosé Ferreira da Silva - Membro do Comitê de AuditoriaRicardo Fraccaroli de Almeida - Membro do Comitê de Auditoria

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.