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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016119 páginasCódigo CVM 20931Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 23/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de MINERVA S.A.

MINERVA S.A. · CNPJ 67.620.377/0001-14

Versões deste exercício: v1 (21/02/2017) · v2 (23/02/2017), esta

MINERVA S.A.
CNPJ 67.620.377/0001-14
DFP 2016 (V2)
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
MINERVA S.A.
CNPJ
67.620.377/0001-14
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
119
Ano de referência
2016*
Publicado em
23/02/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total8.959.1488.312.0487,8%
1.01Ativo Circulante5.659.2805.014.62212,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.883.9541.995.70844,5%
1.01.02Aplicações Financeiras513.916754.220−31,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo513.916754.220−31,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda513.916754.220−31,9%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber673.983766.185−12,0%
1.01.03.01Clientes673.983766.185−12,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques454.459434.7484,5%
1.01.05Ativos Biológicos141.706203.353−30,3%
1.01.06Tributos a Recuperar791.361678.49216,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar791.361678.49216,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes199.901181.9169,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros199.901181.9169,9%
1.01.08.03.01Tributos Diferidos a Recuperar00—
1.01.08.03.02Créditos Diversos199.901181.9169,9%
1.02Ativo Não Circulante3.299.8683.297.4260,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo503.793578.681−12,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos246.757244.6390,9%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos246.757244.6390,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes257.036334.042−23,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Tributos Correntes a Recuperar196.462263.870−25,5%
1.02.01.09.04Creditos Diversos38.36258.911−34,9%
1.02.01.09.05Depositos Judiciais22.21211.26197,2%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.179.9462.091.3684,2%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.775.3021.499.57618,4%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento404.644591.792−31,6%
1.02.04Intangível616.129627.377−1,8%
1.02.04.01Intangíveis616.129627.377−1,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Àgio pago em aquisições605.752618.105−2,0%
1.02.04.01.03Software8.3347.22915,3%
1.02.04.01.04Cessão de Servidão de Passagem2502500,0%
1.02.04.01.05Direito de uso de Aeronave1.7931.7930,0%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do Auditor Independente sobre as Demonstrações Contábeis Individuais e Consolidadas Aos: Acionistas, Conselheiros e Administradores doMinerva S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis, individuais e consolidadas, da Minerva S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Minerva S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Utilização de instrumentos financeiros derivativosA Companhia utiliza-se de instrumentos financeiros derivativos para a proteção de seus ativos e riscos associados ao seu negócio, apresentando resultados substanciais em suas demonstrações contábeis.Conforme descrito na Nota Explicativa nº 28 a Companhia utiliza-se de derivativos para proteção: a) de seus fluxos de caixa, atrelados às margens operacionais de suas exportações, b) de suas dívidas em moeda estrangeira, e c) da oscilação do preço da arroba bovina nos estoques e custo da Companhia.Tais instrumentos financeiros derivativos são mensurados ao seu valor justo através de metodologias de avaliação e utilização de julgamentos profissional.Nossa abordagemNossos procedimentos de auditoria basearam-se no entendimento da estratégia de gerenciamento de riscos, dos contratos de instrumentos financeiros derivativos e do tratamento contábil em 31 de dezembro de 2016 incluindo a razoabilidade das taxas, prazos, contrapartes, entre outras informações qualitativas avaliação das premissas e metodologias utilizadas para o reconhecimento e mensuração contábil dos contratos de instrumentos financeiros derivativos avaliação e valorização através de amostragem dos instrumentos financeiros derivativos em aberto na data base utilizando-se da abordagem de marcação à mercado ("Mark-to-Market"). Revisão da divulgação destas informações nas respectivas notas explicativas.Os procedimentos de avaliação e análise da razoabilidade das premissas utilizadas para mensuração do reconhecimento contábil dos instrumentos financeiros foram realizados pelos nossos especialistas internos de instrumentos financeiros (FSA - "Financial Services Advisory").Avaliação de indicadores de perda por redução a valor recuperável de ativos, incluindo intangíveis sem vida útil definida ("Goodwill")Ao longo dos últimos anos a Companhia efetuou aquisições de empresas, desta forma, quando aplicável, reconheceu ágios decorrentes de expectativa por rentabilidade futura ("Goodwill").A Companhia possui como ativos não circulantes, saldos significativos sujeitos às análises de recuperabilidade, para os quais são utilizadas premissas e julgamentos sobre projeção de resultados e taxas de desconto, que são sensíveis a diversos fatores de natureza financeira e econômica.Nossa abordagemNossos procedimentos de auditoria basearam-se na avaliação das projeções de fluxos de caixa inclusas nos testes de recuperabilidade ("Impairment") realizados pela Companhia, incluindo a avaliação e análises das premissas, metodologias de cálculo e abordagem técnica utilizada, bem como a comparação de informações externas com expectativas de mercado, comparação das informações internas com expectativas de anos anteriores e outras informações históricas e revisão da divulgação destas informações nas respectivas notas explicativas.Para realização dos procedimentos adotados acima utilizamos nossos especialistas internos em trabalhos de projeções e avaliação econômicas e financeiras. ("Valuation").Complexidade tributária e apuração de impostos A Companhia está sujeita à legislações tributárias complexas, devido à ampla quantidade de produtos comercializados pela Companhia e suas controladas. As provisões para impostos diretos e indiretos exigem que a administração faça julgamentos e estimativas em relação às questões e exposições tributárias. No Brasil a natureza complexa das regras tributárias locais e jurisprudência torna esta uma área particular de julgamento significativo.Adicionalmente, fatores operacionais da Companhia constituem e acumulam saldos de tributos à recuperar de forma natural e significativa. As estimativas e prazos de realização envolvem julgamentos e estimativas com premissas relevantes nas projeções de recuperação. Nossa abordagemNossos procedimentos de auditoria incluíram avaliação das operações da Companhia e o uso de nossos especialistas tributários para considerar o nível de provisões necessárias à luz da natureza das exposições, regulamentos aplicáveis e correspondências com as autoridades fiscais. Também avaliamos julgamentos históricos recentes e relevantes emitidos pelas autoridades judiciais ao considerar precedentes jurídicos ou jurisprudência, bem como avaliamos opiniões legais de advogados externos. Também obtivemos entendimento da metodologia de provisionamento e questionamos premissas utilizando o conhecimento e experiência de nossos especialistas tributários. Além disso, obtivemos confirmações formais de advogados internos e externos. Utilizamos os nossos especialistas para avaliar as premissas e julgamentos utilizados pela Companhia para o registro e manutenção dos saldos de tributos diferidos.Consideramos também a adequação das divulgações feitas em relação às provisões, contingências e impostos diferidos.Endividamento e suas respectivas cláusulas restritivas contratuais ("Covenants")A Companhia e suas controladas possuem diversos contratos de dívidas, compreendendo empréstimos e financiamentos, debêntures e emissão de títulos de dívidas ("Bonds ou Sênior Notes" ), tanto em moeda local, quanto em moeda estrangeira, em valores relevantes. Tais contratos possuem cláusulas restritivas ("Covenants"), qualitativas e financeiras, visando o atendimento de indicadores-chave baseados nas demonstrações contábeis. Como parte dos procedimentos de auditoria, há necessidade de procedermos exames sobre a devida atualização dos referidos passivos, pelas taxas e encargos contratados, sua adequada classificação, apresentação e divulgação nas demonstrações contábeis.Esse tema foi considerado um PAA devido à relevância dos valores.Nossa abordagemNossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros:leitura crítica dos contratos de endividamento,exame da movimentação de pagamentos e entradas de novos empréstimos durante o exercíciorecálculo dos juros e encargos financeirosverificação da apropriada classificação entre passivo circulante e não circulanteconfirmação, através do envio de cartas de circularização à instituições financeiras, dos saldos em aberto, cláusulas contratuais, taxa de juros entre outras informações teste do cálculo dos indicadores-chave financeiros previstos nas cláusulas de "Covenants", com base nas referidas demonstrações contábeis.avaliação das divulgações nas demonstrações contábeis dos referidos instrumentos financeiros e respectivas garantias.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Auditoria dos valores correspondentes ao exercício.Os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, apresentados para fins de comparação, foram anteriormente auditados por outros auditores independentes, cujo relatório, datado em 08 de março de 2016, não conteve modificação. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accouting Standards Board (IASB) e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis.Como parte da auditoria realizada, de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados nas circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe uma incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações, e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 21 de fevereiro de 2017.Daniel G. Maranhão Jr. CT CRC 1SP-215.856/O-5Grant Thornton Auditores IndependentesCRC 2SP-025.583/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DeclaraçãoBarretos, 21 de fevereiro de 2017.Servimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso VI da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da MINERVA S.A., revisamos, discutimos e concordamos com as informações contidas nas demonstrações financeiras da MINERVA S.A., referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016. Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Atenciosamente,________________________Fernando Galletti de Queiroz Diretor Presidente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DeclaraçãoBarretos, 21 de fevereiro de 2017.Servimo-nos da presente para, em atenção ao disposto no Art. 25, inciso V da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009, declarar que, na qualidade de diretores da MINERVA S.A., nós revisamos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes (Grant Thorton Auditores Independentes, CNPJ - 10.830.108/0001-65) relativo às demonstrações financeiras da MINERVA S.A., referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016.Permanecemos à inteira disposição para esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários.Atenciosamente,________________________Fernando Galletti de Queiroz Diretor Presidente

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

MINERVA S.A.Companhia AbertaCNPJ/MF nº 67.620.377/0001-14NIRE 35.300.344.022 - CVM 02093-1Anexo I à Ata de Reunião do Conselho Fiscalrealizada em 21 de fevereiro de 2017.PARECER DO CONSELHO FISCALO conselho fiscal da Minerva S.A. ("Companhia"), em cumprimento às disposições legais e estatutárias, examinou (i) o relatório da administração e as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016 (ii) o relatório anual dos auditores independentes (iii) a proposta de distribuição de dividendo. Com base nos exames efetuados, considerando, ainda, o relatório anual dos auditores independentes, bem como as informações e esclarecimentos recebidos no decorrer do exercício, o conselho fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados pela assembleia geral ordinária de acionistas da Companhia. São Paulo, 21 de fevereiro de 2017.Dorival Antonio BianchiLuiz Manoel Gomes JúniorLuiz Claudio Fontes

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.