Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013125 páginasCódigo CVM 16608Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 28/02/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de EQUATORIAL MARANHAO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A

EQUATORIAL MARANHAO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A · CNPJ 06.272.793/0001-84

Versões deste exercício: v1 (26/02/2014) · v2 (28/02/2014), esta

EQUATORIAL MARANHAO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A
CNPJ 06.272.793/0001-84
DFP 2013 (V2)
Exercício 2013
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
EQUATORIAL MARANHAO DISTRIBUIDORA DE ENERGIA S.A
CNPJ
06.272.793/0001-84
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
125
Ano de referência
2013*
Publicado em
28/02/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total3.615.5683.610.5230,1%
1.01Ativo Circulante1.292.4451.154.66311,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa204.70259.086246,4%
1.01.02Aplicações Financeiras526.986423.55124,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber493.738601.534−17,9%
1.01.03.01Clientes424.065524.702−19,2%
1.01.03.01.01Consumidores - Líquido de PLCD424.065524.702−19,2%
1.01.03.01.02Baixa Renda00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber69.67376.832−9,3%
1.01.03.02.01Outros Créditos - Serviços pedidos31.04442.249−26,5%
1.01.03.02.02Outros Créditos - Outros créditos a receber11.1708.90625,4%
1.01.03.02.03Depósitos judiciais22.77025.677−11,3%
1.01.03.02.04Recuperação de Custos de Energia e Encargos4.6890—
1.01.04Estoques10.31416.477−37,4%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar56.70554.0155,0%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar56.70554.0155,0%
1.01.06.01.01Imposto sobre o Lucro a Recuperar19.58516.76716,8%
1.01.06.01.02Impostos e Contribuições a Recuperar37.12037.248−0,3%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes00—
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros00—
1.02Ativo Não Circulante2.323.1232.455.860−5,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo726.972925.033−21,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber87.93073.50119,6%
1.02.01.03.01Clientes81.19265.87023,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber6.7387.631−11,7%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos011.214−100,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos011.214−100,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes639.042840.318−24,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Impostos a Recuperar34.82855.644−37,4%
1.02.01.09.04Ativo Financeiro da Concessão595.199624.704−4,7%
1.02.01.09.05Depósitos judiciais9.015159.970−94,4%
1.02.02Investimentos2212210,0%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível1.595.9301.530.6064,3%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Ativo Financeiro de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Administradores e Acionistas daCompanhia Energética do Maranhão - CEMAR São Luis - MAExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia Energética do Maranhão - CEMAR ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e pelos controles internos que a Administração determinou como necessários para permitir a elaboração das demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. OpiniãoEm nossa opinião, as demonstrações financeiras, acima referidas, apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Energética do Maranhão - CEMAR em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Fortaleza (CE), 26 de fevereiro de 2014.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC 2SP015199/O-6-S-MACarlos Santos Mota FilhoContador CRC - PE 020.728/O-7-S-MA

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Augusto Miranda da Paz Jr., Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor de Relações com Investidores Humberto Soares Filho, Diretor Administrativo Financeiro José Jorge Leite Soares, Diretor de Relações Institucionais Marcos Antônio Souza de Almeida, Diretor Comercial Renan Bodra Machado, Diretor de Gente Chrysthyan Gonçalves de Almeida, Diretor de Engenharia e Tinn Freire Amado, Diretor de Estratégia e Regulação, declaram que (i) revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013 e (ii) revisaram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 26 de fevereiro de 2014 pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480/09, os Diretores da Companhia Srs. Augusto Miranda da Paz Jr., Diretor-Presidente Eduardo Haiama, Diretor de Relações com Investidores Humberto Soares Filho, Diretor Administrativo Financeiro José Jorge Leite Soares, Diretor de Relações Institucionais Marcos Antônio Souza de Almeida, Diretor Comercial Renan Bodra Machado, Diretora de Gente Chrysthyan Gonçalves de Almeida, Diretor de Engenharia e Tinn Freire Amado, Diretor de Estratégia e Regulação, declaram que (i) revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013 e (ii) revisaram, discutiram e concordam, sem quaisquer ressalvas, com as opiniões expressas no parecer emitido em 26 de fevereiro de 2014 pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia, com relação às demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da COMPANHIA ENERGÉTICA DO MARANHÃO - CEMAR, no uso de suas atribuições legais, examinou o relatório anual da administração, o Parecer dos Auditores Independentes, a proposta de distribuição dos lucros e as Demonstrações Financeiras, compreendendo o Balanço Patrimonial e a Demonstração do Resultado, as Notas Explicativas e os Comentários de Desempenho referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013. Com base nos exames efetuados, o Conselho Fiscal, por unanimidade, nos termos do artigo 163, incisos II e VII, da Lei 6.404/76, opina favoravelmente à aprovação de referidos documentos pela Assembleia Geral de Acionistas (ii) conforme previsto na segunda parte do artigo 4º da Instrução CVM nº 371, de 27.06.2002, o Conselho Fiscal examinou e proferiu parecer favorável acerca da revisão do estudo técnico de viabilidade econômico-financeira da manutenção do ativo fiscal diferido ("AFD") para o período de 2014 a 2023 (anexo I), o qual foi encaminhado para a análise da empresa de auditoria independente conforme artigo 5º da mesma instrução normativa e (iii) a referida revisão do estudo técnico de viabilidade econômico-financeira da manutenção do ADF deve ser apreciada pelo Conselho de Administração da Companhia.Em 26 de Fevereiro de 2014.Sérgio Passos RibeiroFelipe Sousa BittencourtCarlos Eduardo Martins e SilvaDenise da Cunha D'Angelo PalácioPaulo Roberto Miguez Bastos da Silva

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.