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BR - CVMInformações TrimestraisRef. 2017134 páginasCódigo CVM 906Versão 1Recebida em 27/07/2017valores em R$ mil

ITR 30/06/2017 de BANCO BRADESCO S.A.

BANCO BRADESCO S.A. · CNPJ 60.746.948/0001-12

BANCO BRADESCO S.A.
CNPJ 60.746.948/0001-12
ITR 30/06/2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
BANCO BRADESCO S.A.
CNPJ
60.746.948/0001-12
Tipo
Informações Trimestrais
Páginas
134
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/07/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:58:13

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta30/06/201731/12/2016Var.
1Ativo Total1.062.273.7461.081.616.451−1,8%
1.01Ativo Circulante541.175.293523.119.7463,5%
1.01.01Disponibilidades13.133.53014.283.454−8,1%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez222.806.360221.412.5290,6%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto171.012.283169.631.1800,8%
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros51.806.90851.781.3490,0%
1.01.02.05Provisões para Perdas−12.8310—
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários76.188.48663.156.42220,6%
1.01.03.01Carteira Própria25.102.05523.896.1365,0%
1.01.03.02Vinculados a Compromissos de Recompra28.323.91116.088.02176,1%
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos13.403.45915.614.387−14,2%
1.01.03.04Vinculados ao Banco Central83.59953.84455,3%
1.01.03.06Vinculados à Prestação de Garantias8.576.4365.620.23052,6%
1.01.03.07Títulos Objeto de Operações Compromissadas com Livre Movimentação699.0261.883.804−62,9%
1.01.04Relações Interfinanceiras68.748.53157.998.88118,5%
1.01.04.01Pagamentos e Recebimentos a Liquidar1.351.09122.0156.037,1%
1.01.04.02Depósitos no Banco Central67.370.23457.960.49616,2%
1.01.04.05SFH - Sistema Financeiro da Habitação23.40614.38862,7%
1.01.04.07Correspondentes3.8001.98291,7%
1.01.05Relações Interdependências110.661156.433−29,3%
1.01.05.02Transferências Internas de Recursos110.661156.433−29,3%
1.01.06Operações de Crédito110.019.118117.514.883−6,4%
1.01.06.01Setor Público1.049.540311.129237,3%
1.01.06.02Setor Privado123.764.229133.047.172−7,0%
1.01.06.03Operações de Crédito Vinculadas a Cessão984.481806.64922,0%
1.01.06.04Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa−15.779.132−16.650.0675,2%
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil−276−151−82,8%
1.01.07.02Setor Privado17714522,1%
1.01.07.03Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil−51−14564,8%
1.01.07.04Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa−402−151−166,2%
1.01.08Outros Créditos47.904.49246.314.0033,4%
1.01.08.01Créditos por Avais e Fianças Honrados416.3161.377.161−69,8%
1.01.08.02Carteira de Câmbio17.427.45317.630.927−1,2%
1.01.08.03Rendas a Receber3.767.1463.213.96317,2%
1.01.08.04Negociação e Intermediação de Valores270.851821.436−67,0%
1.01.08.08Diversos27.086.34325.341.7966,9%
1.01.08.09Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−1.063.617−2.071.28048,6%
1.01.09Outros Valores e Bens2.264.3912.283.292−0,8%
1.01.09.03Outros Valores e Bens2.380.8632.271.1684,8%
1.01.09.04Provisões para Desvalorizações−1.014.309−935.987−8,4%
1.01.09.05Despesas Antecipadas897.837948.111−5,3%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo408.739.773450.362.632−9,2%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez23.776.01324.746.078−3,9%
1.02.01.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros23.776.01324.746.078−3,9%
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários204.517.579240.752.821−15,1%
1.02.02.01Carteira Própria63.699.17049.104.09829,7%
1.02.02.02Vinculados a Compromissos de Recompra130.016.208179.764.678−27,7%
1.02.02.03Instrumentos Financeiros Derivativos83.30998.078−15,1%
1.02.02.04Vinculados ao Banco Central00—
1.02.02.05Moedas de Privatização5.3225.571−4,5%
1.02.02.06Vinculados à Prestação de Garantias2.299.6925.445.238−57,8%
1.02.02.07Títulos Objeto de Operações Compromissadas com Livre Movimentação8.413.8786.335.15832,8%
1.02.03Relações Interfinanceiras802.502778.2543,1%
1.02.03.05SFH - Sistema Financeiro da Habitação802.502778.2543,1%
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito140.789.636145.455.442−3,2%
1.02.05.01Setor Público2.000.0003.000.000−33,3%
1.02.05.02Setor Privado144.075.361145.100.677−0,7%
1.02.05.03Operações de Crédito Vinculadas a Cessão7.292.4717.955.849−8,3%
1.02.05.04Provisão para Operações de Crédito de Liquidação Duvidosa−12.578.196−10.601.084−18,7%
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil−120−3−3.900,0%
1.02.06.02Setor Privado11109−89,9%
1.02.06.03Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil−123−76−61,8%
1.02.06.04Provisão para Créditos de Arrendamento Mercantil de Liquidação Duvidosa−8−3677,8%
1.02.07Outros Créditos38.183.58637.682.5781,3%
1.02.07.03Rendas a Receber00—
1.02.07.04Negociação e Intermediação de Valores374.153478.290−21,8%
1.02.07.08Diversos37.823.32437.220.3911,6%
1.02.07.09Provisão para Outros Créditos de Liquidação Duvidosa−13.891−16.10313,7%
1.02.08Outros Valores e Bens670.577947.462−29,2%
1.02.08.05Despesas Antecipadas670.577947.462−29,2%
1.03Ativo Permanente112.358.680108.134.0733,9%
1.03.01Investimentos103.829.22899.112.8934,8%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas103.811.00599.094.6704,8%
1.03.01.02.01No País101.545.02396.926.0034,8%
1.03.01.02.02No Exterior2.265.9822.168.6674,5%
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos68.30468.3040,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−50.081−50.0810,0%
1.03.02Imobilizado de Uso4.306.9974.578.415−5,9%
1.03.02.02Imóveis de Uso669.618669.6180,0%
1.03.02.03Outras Imobilizações de Uso8.399.6218.364.3740,4%
1.03.02.04Depreciações Acumuladas−4.762.242−4.455.577−6,9%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento13.70626.968−49,2%
1.03.03.01Bens Arrendados25.02851.071−51,0%
1.03.03.02Depreciações Acumuladas−11.322−24.10353,0%
1.03.04Intangível4.208.7494.415.797−4,7%
1.03.04.01Ativos Intangíveis10.840.51712.317.242−12,0%
1.03.04.02Amortização Acumulada−6.631.768−7.901.44516,1%
1.03.05Diferido00—
1.03.05.01Gastos de Organização e Expansão00—
1.03.05.02Amortização Acumulada00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Revisão do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório sobre a revisão de informações trimestrais - ITRAo Conselho de Administração e aos Acionistas doBanco Bradesco S.A. Osasco - SPIntroduçãoRevisamos as Informações Contábeis Intermediárias Individuais e Consolidadas do Banco Bradesco S.A. ("Bradesco" ou "Banco"), contidas no Formulário de Informações Trimestrais - ITR referentes ao trimestre findo em 30 de junho de 2017, que compreendem o Balanço Patrimonial em 30 de junho de 2017 e as respectivas Demonstrações do Resultado e do Resultado Abrangente para o período de três e seis meses findo naquela data e das Mutações do Patrimônio Líquido e dos Fluxos de Caixa para o período de seis meses findo naquela data, incluindo as notas explicativas.A Administração do Banco é responsável pela elaboração e apresentação das informações contábeis intermediárias, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, assim como pela apresentação dessas informações de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR. Nossa responsabilidade é a de expressar uma conclusão sobre essas informações contábeis intermediárias com base em nossa revisão.Alcance da revisãoConduzimos nossa revisão de acordo com as normas brasileiras e internacionais de revisão de informações intermediárias (NBC TR 2410 - Revisão de Informações Intermediárias Executada pelo Auditor da Entidade e ISRE 2410 - Review of Interim Financial Information Performed by the Independent Auditor of the Entity, respectivamente). Uma revisão de informações intermediárias consiste na realização de indagações, principalmente às pessoas responsáveis pelos assuntos financeiros e contábeis e na aplicação de procedimentos analíticos e de outros procedimentos de revisão. O alcance de uma revisão é significativamente menor do que o de uma auditoria conduzida de acordo com as normas de auditoria e, consequentemente, não nos permitiu obter segurança de que tomamos conhecimento de todos os assuntos significativos que poderiam ser identificados em uma auditoria. Portanto, não expressamos uma opinião de auditoria.ConclusãoCom base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as referidas Informações Contábeis Intermediárias Individuais e Consolidadas, incluídas nas informações trimestrais acima referidas não foram elaboradas, em todos os aspectos relevantes, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil e apresentadas de forma condizente com as normas expedidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações Trimestrais - ITR.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs informações contábeis intermediárias consolidadas relativas às demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao período de seis meses findo em 30 de junho de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração do Banco, cuja apresentação não é requerida pelas práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, foram submetidas a procedimentos de revisão executados em conjunto com a revisão das informações trimestrais - ITR da Companhia. Para a formação de nossa conclusão, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as informações contábeis intermediárias e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que as demonstrações do valor adicionado acima referidas não foram elaboradas, em todos os seus aspectos relevantes, de forma consistente com as informações contábeis intermediárias individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Osasco, 26 de julho de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP028567/O-1 F SP Rodrigo de Mattos LiaContador CRC 1SP252418/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração do Diretor Presidente Eu, Luiz Carlos Trabuco Cappi, declaro que:1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório, elaborado pela KPMG Auditores Independentes, não havendo qualquer discordância.2. Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao 1º semestre de 2017, do Banco Bradesco S.A. e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Cidade de Deus, Osasco, SP, 26 de julho de 2017.Luiz Carlos Trabuco CappiDiretor PresidenteDeclaração do Diretor de Relações com Investidores Eu, Alexandre da Silva Glüher, declaro que:1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório, elaborado pela KPMG Auditores Independentes, não havendo qualquer discordância.2. Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao 1º semestre de 2017, do Banco Bradesco S.A. e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Cidade de Deus, Osasco, SP, 26 de julho de 2017.Alexandre da Silva GlüherDiretor Executivo Vice-Presidente eDiretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração do Diretor Presidente Eu, Luiz Carlos Trabuco Cappi, declaro que:1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório, elaborado pela KPMG Auditores Independentes, não havendo qualquer discordância.2. Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao 1º semestre de 2017, do Banco Bradesco S.A. e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Cidade de Deus, Osasco, SP, 26 de julho de 2017.Luiz Carlos Trabuco CappiDiretor PresidenteDeclaração do Diretor de Relações com Investidores Eu, Alexandre da Silva Glüher, declaro que:1. Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados de auditoria, concordo com as opiniões expressas no relatório, elaborado pela KPMG Auditores Independentes, não havendo qualquer discordância.2. Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao 1º semestre de 2017, do Banco Bradesco S.A. e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.Cidade de Deus, Osasco, SP, 26 de julho de 2017.Alexandre da Silva GlüherDiretor Executivo Vice-Presidente eDiretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

RESUMO DO RELATÓRIO DO COMITÊ DE AUDITORIA DA ORGANIZAÇÃO BRADESCOGovernança Corporativa e Responsabilidades Comitê de AuditoriaO Conselho de Administração do Banco Bradesco mantém um Comitê de Auditoria único para o Conglomerado Bradesco, inclusive para o Grupo Bradesco Seguros. Na Governança o Comitê de Auditoria é órgão estatutário de assessoramento, vinculado diretamente ao Conselho de Administração. Atualmente, é composto por um Conselheiro e dois Membros, indicados a cada 05 (cinco) anos pelo Conselho de Administração, que leva em consideração os critérios constantes na legislação e regulamentação aplicáveis. A avaliação técnica anual dos membros é conduzida pelo Conselho de Administração.O Comitê de Auditoria tem entre suas principais atribuições: a) revisar, previamente à publicação, as Demonstrações Contábeis, inclusive Notas Explicativas e relatórios da Administração b) avaliar a efetividade das Auditorias Independente e Interna, incluindo a verificação do cumprimento de dispositivos legais e regulamentares, a suficiência do sistema de controles internos e a avaliação e monitoramento dos riscos da Organização c) recomendar à Administração, quando aplicável, a correção ou aprimoramento de políticas, práticas e procedimentos identificados no âmbito do exercício de suas funções.Dentre as atribuições do Comitê de Auditoria estão aquelas requeridas pela Lei Sarbanes-Oxley - para as Companhias registradas na U.S. Securities and Exchange Commission e listadas na Bolsa de Valores de Nova York.O Comitê de Auditoria forma suas opiniões e julgamentos por meio de informações recebidas da Administração, das apresentações efetuadas pelas diversas Diretorias das áreas de Negócio, Contabilidade, Tecnologia e Controle, além dos resultados dos trabalhos das Áreas de Riscos Integrados/Controles Internos, das Auditorias Independente e Interna, do Banco Central do Brasil e da Superintendência de Seguros Privados.Regimento disponibilizado no site www.bradesco.com.br/ri, área de Governança Corporativa. Administração das Dependências do Banco e de Empresas LigadasResponde as Administrações pela definição e implementação de procedimentos que assegurem a qualidade dos processos, visando à coleta de dados e informações para o preparo das Demonstrações Contábeis e relatórios financeiros das empresas que compõem a Organização Bradesco, com observância às práticas contábeis adotadas no País, editadas pelas autoridades supervisoras responsáveis: Banco Central do Brasil (Bacen), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Agência Nacional de Saúde (ANS), assim como das Normas Internacionais de Contabilidade (IFRS), e daquelas emitidas pela US Securities Exchange Commission (SEC) e pela Lei Sarbanes-Oxley (SOx).A Administração é também responsável por processos, políticas e procedimentos de controles internos que assegurem a salvaguarda dos ativos, o tempestivo reconhecimento de passivos e a mitigação, a níveis aceitáveis, dos fatores de risco da Organização Bradesco.  Auditoria IndependenteA KPMG Auditores Independentes está responsável por auditar as Demonstrações Contábeis e emitir relatório sobre sua aderência às normas aplicáveis. Avalia, na extensão necessária, à execução de seus trabalhos, a qualidade e adequação dos sistemas de controles internos e o cumprimento de dispositivos legais e regulamentares, produzindo relatórios de recomendações sobre procedimentos contábeis e controles internos, sem prejuízo de outros relatórios que, também, é incumbida de preparar, como os das revisões limitadas das informações trimestrais requeridas pela CVM. Auditoria InternaA Auditoria Interna (Inspetoria Geral) tem como atribuições aferir a qualidade e aderência dos sistemas de controles internos da Organização Bradesco e o cumprimento das políticas e dos procedimentos, inclusive aqueles adotados na elaboração dos relatórios contábeis e financeiros.Atividades relativas ao 1º semestre de 2017O Comitê participou de 132 reuniões com o Conselho de Administração, com os Executivos das áreas de Negócio, Tecnologia da Informação, de Controle e de Gestão de Riscos, com os Auditores Internos e os Independentes, com o Conselho Fiscal e com o Banco Central do Brasil. As reuniões, devidamente formalizadas em Atas, foram assim divididas:- 104 com Instituições sob jurisdição do Banco Central do Brasil- 21 com empresas da área de Seguros, Previdência e Capitalização e - 7 com empresas da área de Saúde.Com relação à educação continuada, no treinamento dos membros do Comitê, estes participaram de Congressos, Seminários e Cursos que somaram 29 horas no 1º semestre/2017.O Programa de Trabalho do Comitê de Auditoria para o exercício de 2017 tem como foco os processos e produtos inerentes aos negócios da Organização Bradesco. Dentre os aspectos considerados relevantes, destacamos:  Impairment - Redução ao valor recuperável de empréstimos e adiantamentos: carteira de empréstimos e adiantamentos (incluindo avais, debentures etc.), avaliando a estimativa de perda por redução ao valor recuperável de suas operações Valor justo de instrumentos financeiros: instrumentos financeiros derivativos, títulos disponíveis para venda e para negociação, mensurados a valor justo Provisões e passivos contingentes - fiscais, cíveis e trabalhistas Valor recuperável dos ativos: ativos relativos a créditos tributários, ágio na aquisição de investimentos e intangíveis de vida útil indefinida, cuja realização está suportada por estimativas de rentabilidade futura baseadas no plano de negócios e orçamento estabelecidos pela Administração Provisões Técnicas: passivos relacionados a contratos de seguros  Relacionamento com Clientes - Cumprimento de normas e atendimento ao consumidor (Serviço de Atendimento ao Cliente - SAC/Ouvidoria) e Prevenção à Lavagem de Dinheiro (PLD)  Créditos Tributários  Reorganização Societária da Organização Bradesco, incluso o Grupo Bradesco Seguros e Governança perante as Empresas Investidas (apetite a riscos, resultados e controles).Gerenciamento Estratégico de Riscos e do Sistema de Controles Internos O Gerenciamento Estratégico de Riscos e do Sistema de Controles Internos na Organização Bradesco é exercido por Unidades Independentes das áreas comerciais. Durante o 1º semestre de 2017, acompanhamos os trabalhos do DCIR - Departamento de Controle Integrado de Riscos, na avaliação da aderência do Sistema de Controles Internos e na identificação, monitoramento e gestão dos riscos, mais relevantes, a que está exposta a Organização. Complementadas as avaliações por ocasião das reuniões com as diversas áreas de negócios e controle, com as Auditorias Independente e Interna, para acompanhar os principais processos, bem como o comprometimento da Administração na atuação para a mitigação dos riscos e no aperfeiçoamento contínuo dos controles internos associados.Em decorrência, o Comitê de Auditoria julga que as atividades exercidas no Gerenciamento de Riscos e no de Controles Internos são adequadas ao porte e complexidade da Organização e estão estruturadas de modo a garantir a eficiência de suas operações, das informações que geram os relatórios financeiros e contábeis, bem como a observância às normas internas e externas a que se sujeitam as transações. Auditoria IndependenteO planejamento dos trabalhos de auditoria independente para o exercício de 2017 foi discutido com a KPMG Auditor es Independentes em reuniões específicas, e, no decorrer do 1º semestre de 2017, as equipes de Auditoria encarregadas dos serviços apresentaram os resultados e principais conclusões ao Comitê de Auditoria.Os pontos relevantes registrados no relatório acerca do estudo e a avaliação dos Sistemas Contábil e de Controles Internos, elaborado em conexão com os exames das Demonstrações Contábeis e respectivas recomendações para aprimoramento desses sistemas, e devidas mitigações dos riscos, foram discutidos com o Comitê, que solicitou acompanhamento das implementações de melhorias nas áreas responsáveis.Com base no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados realizados, o Comitê considera que os trabalhos desenvolvidos pela Auditoria Independente foram adequados aos negócios da Organização.Oportunidade de destacar o instrumento devidamente formalizado - "Avaliação Técnica da Auditoria Independente", aplicado anualmente pelo Comitê de Auditoria, o qual é elaborado, apresentado e discutido com o prestador de serviço.Auditoria InternaO Comitê tomou conhecimento do planejamento dos trabalhos para o exercício de 2017 e solicitou a inclusão de temas abrangidos na agenda deste Comitê, de forma a considera-los no seu escopo do "Plano Anual de Auditoria e Inspeção".No decorrer do 1º semestre de 2017, em reuniões ordinárias mensais, as equipes encarregadas da execução dos trabalhos cronogramados reuniram-se com o Comitê de Auditoria e reportaram as principais conclusões na visão de processos, riscos inerentes e residuais, além de aspectos referentes a cumprimentos de dispositivos legais/normativos e regulamentos, extensivas aos procedimentos internos do Conglomerado.O Comitê de Auditoria, em função do acompanhamento dos trabalhos e da avaliação da efetividade de seus resultados, julga que a Auditoria Interna tem respondido adequadamente às demandas do Comitê e às necessidades e exigências da Organização e dos Órgãos Reguladores.Nos mesmos moldes do praticado com a Auditoria Independente, o Comitê mantém atualizado o instrumento - "Avaliação Técnica da Auditoria Interna (Inspetoria Geral) " respondido anualmente, o qual é apresentado e discutido com a administração da Auditoria Interna.Demonstrações Contábeis do Banco Bradesco S.A.O Comitê reuniu-se, previamente, com as áreas de Contadoria Geral, de Planejamento, Orçamento e Controle, de Inspetoria Geral e com a Auditoria Independente (KPMG) para avaliação das Demonstrações Contábeis mensais, trimestrais e semestral. Nessas reuniões, foram avaliados os aspectos de preparação dos Balancetes e Balanços Individuais e Consolidados, as Notas Explicativas e os relatórios financeiros publicados, em conjunto com as Demonstrações Contábeis. Foram, também, examinadas se as práticas contábeis adotadas pelo Bradesco na elaboração das Demonstrações Contábeis estão de acordo com as regulamentadas no Brasil, inclusive, com aquelas editadas pelas autoridades supervisoras Banco Central do Brasil (Bacen), Superintendência de Seguros Privados (Susep), Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e Agência Nacional de Saúde (ANS). O Comitê revisou os procedimentos para a elaboração e divulgação das Demonstrações Contábeis Consolidadas, confeccionadas de acordo com as normas emitidas pela International Accounting Standards Board (IASB).Antes das divulgações das Informações Trimestrais (ITRs) e do Balanço Semestral, o Comitê reuniu-se com a KPMG para avaliar os aspectos de independência dos auditores e do ambiente de controle na geração dos números a serem divulgados.O Comitê realizou reunião semestral com o Conselho de Administração e com o Conselho Fiscal, ocasião em que apresentou o resultado dos trabalhos de suas atividades e as respectivas recomendações a serem endereçadas aos Executivos. ConclusãoCom base nos trabalhos, avaliações, revisões e discussões acima mencionadas, e considerando o contexto e o escopo de suas atribuições, o Comitê de Auditoria recomenda, ao Conselho de Administração, a aprovação das Demonstrações Contábeis auditadas, relativas ao 1o semestre de 2017.Cidade de Deus, Osasco, SP, 26 de julho de 2017.MILTON MATSUMOTO(Coordenador) PAULO ROBERTO SIMÕES DA CUNHA(Especialista Financeiro)WILSON ANTONIO SALMERON GUTIERREZParecer do Conselho FiscalBanco Bradesco S.A.Os membros do Conselho Fiscal, no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, procederam ao exame do Relatório da Administração e das Demonstrações Contábeis do Banco Bradesco S.A. (Bradesco), referentes ao primeiro semestre de 2017, e, com base: (i) no Parecer dos Auditores Independentes, desta data (ii) no estudo técnico de viabilidade de realização dos créditos tributários, elaborado pela Administração do Bradesco, seguindo determinações estabelecidas pela Instrução no 371/02, da Comissão de Valores Mobiliários - CVM Resolução nº 3.059/02, do Conselho Monetário Nacional e Circular nº 3.171/02, do Banco Central do Brasil, cujos valores estão demonstrados nas respectivas Notas Explicativas (iii) nas reuniões com os Auditores Independentes (iv) nos relatórios do Comitê de Auditoria do Bradesco (v) nas análises de documentos e, substancialmente, nas informações recebidas e (vi) nas reuniões periódicas com os administradores e gestores de áreas do Bradesco, concluíram que os documentos examinados refletem adequadamente a situação patrimonial, a posição financeira e as atividades desenvolvidas pelo Bradesco durante o primeiro semestre de 2017, corroborando com o julgamento do Comitê de Auditoria, de que os controles internos são adequados ao porte e à complexidade de seus negócios, esses estruturados com observância das normas internas e externas a que se sujeitam e suportados por sistemas que geram os relatórios financeiros, visando a garantir eficiência operacional. Diante do exposto, os membros do Conselho Fiscal são da opinião de que as citadas peças, examinadas à luz das práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, refletem adequadamente a situação patrimonial e financeira da Sociedade. Cidade de Deus, Osasco, SP, 26 de julho de 2017Ariovaldo PereiraDomingos Aparecido MaiaJosé Maria Soares NunesJoão Carlos de OliveiraWalter Luis Bernardes Albertoni

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.