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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013107 páginasCódigo CVM 8397Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 14/05/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de MANGELS INDUSTRIAL S.A.

MANGELS INDUSTRIAL S.A. · CNPJ 61.065.298/0001-02

Versões deste exercício: v1 (29/04/2014) · v2 (14/05/2014), esta

MANGELS INDUSTRIAL S.A.
CNPJ 61.065.298/0001-02
DFP 2013 (V2)
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
MANGELS INDUSTRIAL S.A.
CNPJ
61.065.298/0001-02
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
107
Ano de referência
2013*
Publicado em
14/05/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total448.615674.913−33,5%
1.01Ativo Circulante192.593353.532−45,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa26.090171.375−84,8%
1.01.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa26.090171.375−84,8%
1.01.01.02Títulos e Valores Mobiliários00—
1.01.02Aplicações Financeiras3.17024.142−86,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3.17024.142−86,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber37.75154.041−30,1%
1.01.03.01Clientes37.75154.041−30,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques85.24358.83444,9%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar29.77929.0132,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes10.56016.127−34,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda339529−35,9%
1.01.08.01.01Despesa do exercício seguinte339529−35,9%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros10.22115.598−34,5%
1.01.08.03.01Adiantamentos a fornecedores3.8847.792−50,2%
1.01.08.03.02Outros ativos6.3377.806−18,8%
1.02Ativo Não Circulante256.022321.381−20,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo88.869125.519−29,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos030.267−100,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes88.86995.252−6,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas76.89381.884−6,1%
1.02.01.09.03Depósito Judiciais8.9767.76515,6%
1.02.01.09.04Tribustos a Recuperar2.1115.380−60,8%
1.02.01.09.05Outros Ativos889223298,7%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado158.080178.737−11,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível9.07317.125−47,0%
1.02.04.01Intangíveis9.04716.688−45,8%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Intangível9.04716.688−45,8%
1.02.04.02Goodwill26437−94,1%
1.02.04.02.01Diferido26437−94,1%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Negativa de Opinião
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras, emitido com abstenção de opiniãoAdministradores e Acionistas daMangels Industrial S.A.São Paulo - SP1. Fomos contratados para examinar as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Mangels Industrial S.A - em recuperação judicial ("Companhia"), que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras 2. A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentes3. Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Em decorrência dos assuntos descritos nos parágrafos incluídos na seção "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria e desta forma, este relatório é emitido com abstenção de opinião.Base para abstenção de opinião4. Conforme divulgado na nota explicativa no. 1, em 1º de novembro de 2013, a Companhia ajuizou na Comarca da Capital do Estado de São Paulo, pedido de recuperação judicial, em conjunto com suas controladas , Mangels Componentes da Amazônia Ltda. e E. Koga & Cia. Ltda., nos termos da Lei no. 11.105/05. Em 27 de novembro de 2013, foi publicado o deferimento do processo da recuperação judicial. Em 24 de janeiro de 2014, a Companhia apresentou seu plano de recuperação judicial com a discriminação dos meios de recuperação a serem empregados, demonstração de sua viabilidade econômica e laudo econômico-financeiro. A assembleia geral de credores, nos termos da referida Lei, votará pela aprovação ou não do referido plano em prazo que não excederá a 180 dias contados do deferimento do processamento da recuperação judicial. A Companhia apresentou ainda, a lista de credores que serão pagos nos termos deste plano, não tendo mensurado até a presente data os possíveis efeitos sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas em 31 de dezembro de 2013, tendo em vista a dependência dos eventos futuros acima mencionados, que poderão ou não ocorrer tais como: a aprovação ou não do plano de recuperação por parte dos credores, bem como o resultado de sua execução. 5. Além do comentado no parágrafo 4) acima, no exercício findo em 31 de dezembro de 2013, a Companhia incorreu em prejuízos individual e consolidado de R$137.260 mil e em 31 de dezembro de 2013 possui prejuízos acumulados individual e consolidado de R$293.035 mil e, o passivo circulante consolidado da Companhia excedeu o ativo circulante consolidado em R$348.310 mil. Essa situação indica a existência de incerteza significativa que levanta dúvida significativa quanto a capacidade de continuidade normal dos negócios da Companhia e suas controladas e a base para a preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Em 31 de dezembro de 2013, os ativos e passivos individuais e consolidados da Companhia foram classificados e avaliados no pressuposto de continuidade normal dos negócios.6. Devido ao fato da Companhia e suas controladas, dependerem da aprovação ou não do plano de recuperação judicial por parte dos credores e o sucesso da implantação do mesmo, conforme mencionado no parágrafo 4) acima, não nos foi possível concluir se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia deveriam ser preparadas com base na continuidade normal dos negócios ou se deveriam ser preparadas numa base de liquidação. A base de preparação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas a realização do ativo imobilizado relacionado à atividade produtiva e dos ativos de operações descontinuadas (vide nota explicativa No. 25) a realização dos demais ativos, bem como o pagamento de fornecedores, dos empréstimos e financiamentos, das provisões adicionais de passivos, e de todos os demais passivos, estão diretamente vinculados com a aprovação do plano de recuperação por parte dos credores e sucesso na implantação do plano e são fatores essenciais para definir a continuidade normal dos negócios da Companhia por um período superior a um ano. Esses eventos aqui descritos estão fora do controle da Companhia.7. As incertezas significativas comentadas nos parágrafos 4) a 6) acima, não nos possibilitam concluir como, quando e por quais valores, os ativos serão realizados e os passivos serão pagos. Eventos significativos futuros, que não podemos prever seu desfecho, gerarão impacto importante nas operações da Companhia. Esses impactos podem afetar de maneira significativa a forma e os valores que esses ativos serão realizados e esses passivos serão pagos. Também não podemos concluir como os ativos serão realizados e os passivos serão pagos, se por meio das operações da Companhia ou se por meio de venda de parte ou de todos os ativos. Abstenção de opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas8. Devido à relevância dos assuntos descritos nos parágrafos 4) a 7), incluídos na seção "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidências de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas. Consequentemente, não expressamos uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas.Ênfase9. Conforme descrito na nota explicativa 2 e sujeito aos efeitos das condições decorrentes da abstenção de opinião descrita no parágrafo 8)acima, informamos que as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere a avaliação dos investimentos em controladas, pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionado10. Fomos contratados para examinar, também, as demonstrações do valor adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação nas demonstrações financeiras é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, de acordo com as normas expedidas pela CVM - Comissão de Valores Mobiliários e como informação suplementar pelas IFRS , que não requerem a apresentação das demonstrações do valor adicionado. Devido a relevância dos assuntos descritos nos pa rágrafos 4) a 7) incluídos na seção "Base para abstenção de opinião", não nos foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião de auditoria. Consequentemente, não expressamos opinião sobre as demonstrações do valor adicionado individuais e consolidadas acima referidas. São Paulo, 14 de abril de 2014.ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Sergio CiteroniContador CRC-1SP170652/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao disposto no artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras relativas ao período encerrado em 31 de dezembro de 2013.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao disposto no artigo 25, parágrafo 1º, incisos V e VI, da Instrução Normativa CVM 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no parecer dos auditores independentes relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2013.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Os membros do Conselho Fiscal da Mangels Industrial S.A , no âmbito de suas atribuições e responsabilidades legais, procederam à análise das demonstrações financeiras, do relatório anual da Administração, referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2013 e com base nas análises efetuadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração e considerando, ainda, o Relatório dos Auditores Independentes, com abstenção de opinião por conta do processo de recuperação judicial e incertezas quanto à capacidade de continuidade dos negócios da companhia, emitido em 14 de abril de 2014 pela Ernst & Young Auditores Independentes S.S., concluíram, por unanimidade, que os documentos acima, em todos os seus aspectos relevantes estão adequadamente apresentados e opinam pelo seu encaminhamento para deliberação da Assembléia Geral de Acionistas.São Paulo, 25 de abril de 2014.Luiz Orlando Caiuby NovaesJulio Flavio PipoloRoberto Alves da Silva

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.