Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2014106 páginasCódigo CVM 3204Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 30/03/2015valores em R$ mil

DFP 2014 de CPFL TRANSMISSAO S.A.

CPFL TRANSMISSAO S.A. · CNPJ 92.715.812/0001-31

Versões deste exercício: v1 (30/03/2015) · v2 (30/03/2015), esta

CPFL TRANSMISSAO S.A.
CNPJ 92.715.812/0001-31
DFP 2014 (V2)
Exercício 2014
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
CPFL TRANSMISSAO S.A.
CNPJ
92.715.812/0001-31
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
106
Ano de referência
2014*
Publicado em
30/03/2015 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:54

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Outros documentos da empresa

Ver todos os documentos →

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201431/12/2013Var.
1Ativo Total3.018.0933.327.655−9,3%
1.01Ativo Circulante946.1581.429.535−33,8%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa73.97263.66016,2%
1.01.01.01Caixa27.9133.328738,7%
1.01.01.02Aplicações Financeiras46.05960.332−23,7%
1.01.02Aplicações Financeiras475.395952.346−50,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo475.395952.346−50,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda475.395952.346−50,1%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber326.929370.583−11,8%
1.01.03.01Clientes55.13469.864−21,1%
1.01.03.01.01Concessionárias e Permissionárias55.13469.864−21,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber271.795300.719−9,6%
1.01.03.02.02Indenização Rede Básica Novos Investimentos - RBNI222.634260.435−14,5%
1.01.03.02.03Outros Créditos a Receber49.16140.28422,0%
1.01.04Estoques8.4898.677−2,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar41.69619.064118,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar41.69619.064118,7%
1.01.06.01.01Créditos Tributários41.69619.064118,7%
1.01.07Despesas Antecipadas96587410,4%
1.01.07.01Pagamentos Antecipados96587410,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes18.71214.33130,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros18.71214.33130,6%
1.01.08.03.01Ativo Financeiro da Concessão18.71214.33130,6%
1.02Ativo Não Circulante2.071.9351.898.1209,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.130.9221.168.358−3,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber685.492572.43519,8%
1.02.01.03.01Clientes262129.297−99,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber685.230443.13854,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes445.430595.923−25,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Aplicações Financeiras7.446126.609−94,1%
1.02.01.09.04Tributos a Recuperar53.104−99,8%
1.02.01.09.05Depósitos Judiciais49.57058.380−15,1%
1.02.01.09.06Ativo Financeiro da Concessão332.976173.41992,0%
1.02.01.09.07Bens e Direitos Destinados a Alienação e Renda3.0713.111−1,3%
1.02.01.09.08Indenização Rede Básica Novos Investimentos - RBNI0151.920−100,0%
1.02.01.09.09Adiantamento para Futuro Aumento de Capital52.36279.380−34,0%
1.02.02Investimentos560.957386.91545,0%
1.02.02.01Participações Societárias560.957386.91545,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas558.233384.19145,3%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2.7242.7240,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado375.946338.33211,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível4.1104.515−9,0%
1.02.04.01Intangíveis4.1104.515−9,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasCompanhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. - CEEE GTExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. - CEEE GT (a "Companhia" ou a "Controladora") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as demonstrações financeiras consolidadas da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. - CEEE GT e sua controlada ("Consolidado") que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2014 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das principais políticas contábeis e as demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva.Base para opinião com ressalvaConforme mencionado na Nota 21.3 às demonstrações financeiras, a Companhia através da Fundação CEEE de Seguridade Social - Eletroceee concede aos seus empregados planos de previdência complementar, os quais são denominados CEEEPrev e Plano Único. Este último é um plano de previdência complementar da modalidade de benefício definido, e recebe contribuições paritárias entre patrocinadora e participante. Em 31 de dezembro de 2014 este plano apresentava déficit atuarial no montante de R$ 130.001 mil (2013 - R$ 122.134 mil), calculado com base no método de crédito unitário projetado de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1) - Benefícios a Empregados. Em 31 de dezembro de 2014, a Companhia reconheceu uma provisão para fazer frente ao referido passivo atuarial no montante de R$ 65.000 mil (2013 - R$ 61.067 mil), equivalente a 50% do déficit atuarial apurado nesta data ("paridade"). Entendemos que, para fins de reconhecimento contábil do saldo passivo decorrente de déficit atuarial, este somente poderia ser registrado contabilmente limitado a razão de 50%, nos termos da Lei Complementar no 108/2001, se o saldo do déficit atuarial calculado de acordo com o Pronunciamento Técnico CPC 33 (R1) - Benefícios a Empregados estivesse equacionado mediante acordo aprovado entre as partes (patrocinadora e participante). Dessa forma, o passivo está apresentado a menor e o patrimônio líquido a maior no montante de R$ 65.001 mil (2013 - R$ 61.067 mil) em 31 de dezembro de 2014 e o prejuízo do exercício está apresentado a menor em R$ 6.566 mil (2013 - R$ 22.520 mil), líquido dos efeitos tributários.Opinião com ressalva Em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no parágrafo "Base para opinião com ressalva", as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. - CEEE GT e da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica S.A. - CEEE GT e sua controlada em 31 de dezembro de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).ÊnfaseImpactos da Lei 12.783/2013Conforme descrito nas Notas 1.1.2.2 e 9.3, em 11 de setembro de 2012, o Governo Federal emitiu a Medida Provisória nº 579, que trata das prorrogações de concessões de geração, distribuição e transmissão de energia elétrica, e sobre a redução dos encargos setoriais. Tal Medida Provisória foi convertida, em 11 de janeiro de 2013, na Lei nº 12.783/2013 e passou a ser regulamentada pelo Decreto 7.891/2013 de 23 de janeiro de 2013. As novas tarifas e o valor da indenização dos ativos vinculados às concessões foram divulgados pela Portaria do Ministério de Minas e Energia nº 579 e a Portaria Interministerial do Ministério de Minas e Energia e do Ministério da Fazenda nº 580, publicadas em edição extraordinária do Diário Oficial da União do dia 1º de novembro de 2012. A Companhia aceitou as condições de renovação antecipada das concessões previstas na Medida Provisória 579 (Lei 12.783/13), assinando em 4 de dezembro de 2012 os contratos de prorrogação das concessões afetadas.No que se refere às concessionárias que optaram pela prorrogação das concessões de transmissão de energia elétrica, alcançadas pelo § 5º do art. 17 da Lei nº 9.074, de 1995, a Lei 12.783/2013 em seu artigo 15, § 2º, autoriza o poder concedente a pagar, na forma de regulamento, o valor relativo aos ativos considerados não depreciados existentes em 31 de maio de 2000, registrados pela concessionária e reconhecidos pela Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL. As concessionárias deverão submeter à ANEEL as informações para o cálculo dos ativos não depreciados. O prazo para envio destas informações será disposto pelo poder concedente. Adicionalmente, para os empreendimentos de geração, exceto os respectivos projetos básicos, o Decreto nº 7.850/2012 em seu artigo 2º estipula que, até 31 de deze mbro de 2013, deveriam ser submetidas à ANEEL as informações complementares para o cálculo da parcela dos investimentos vinculados a bens reversíveis, realizados até 31 de dezembro de 2012, ainda não amortizados ou depreciados.Os valores dos ativos de transmissão e geração abrangidos nessa situação, incluindo adições realizadas no ano de 2013, correspondem a R$ 415.022 mil em 31 de dezembro de 2014 e foram determinados pela administração a partir de suas melhores estimativas e interpretação da legislação acima, mantendo o critério de valoração dessa indenização pelo valor histórico residual, conforme descrito na Nota 9.3, podendo sofrer alterações até a homologação final dos mesmos. Nossa opinião não está ressalvada em função deste assunto.Outros assuntosInformação suplementar - Demonstrações do Valor AdicionadoExaminamos também as Demonstrações do Valor Adicionado (DVA), individuais e consolidadas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2014, preparadas sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto pelos efeitos do assunto descrito no paragrafo "Base para opinião com ressalva", estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Demonstrações financeiras consolidadas "pro forma" - não auditadasConforme descrito na nota 3.3, as demonstrações financeiras consolidadas pro forma da Companhia correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, apresentados para fins de comparação, foram preparadas para refletir a situação financeira e patrimonial e os resultados operacionais consolidados como se a TESB tivesse sido controlada pela Companhia desde 1º de janeiro de 2013, embora a Companhia ter adquirido seu controle em 21 de janeiro de 2014. Essas demonstrações financeiras consolidadas "pro forma" não foram auditadas ou revisadas por nós e nem por outros auditores independentes.Porto Alegre, 23 de março de 2015.PricewaterhouseCoopersAuditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 "F" RSAdriano MachadoContador CRC 1PR042584/ O-7 "S" RS

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES DA COMPANHIA SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Em atendimento a Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica - CEEE-GT, sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede na Avenida Joaquim Porto Villanova, 201 - Prédio "A2", Porto Alegre-RS, inscrita no CNPJ sob nº 92.715.812/0001-31, declaram que revisaram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras da CEEE-GT relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014.Porto Alegre, 23 de março de 2015.PAULO DE TARSO GASPAR PINHEIRO MACHADODiretor PresidenteROBERTO CALAZANSDiretorCÉSAR BAUMGRATZDiretorLEONARDO HOFFDiretorCARLOS RONALDO VIEIRA FERNANDESDiretorLUIZ CARLOS TADIELLODiretorJÚLIO HOFERDiretor

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES DA COMPANHIA SOBRE O RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTESEm atendimento A Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica - CEEE-GT, sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede na Avenida Joaquim Porto Villanova, 201 - Prédio "A2", Porto Alegre-RS, inscrita no CNPJ sob nº 92.715.812/0001-31, declaram que revisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no Relatório da Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes relativamente às Demonstrações Financeiras da CEEE-GT referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2014, exceto quanto à ressalva apontada, conforme o conteúdo da nota explicativa nº 21.3. Porto Alegre, 23 de março de 2015.PAULO DE TARSO GASPAR PINHEIRO MACHADODiretor PresidenteROBERTO CALAZANSDiretorCÉSAR BAUMGRATZDiretorLEONARDO HOFFDiretorCARLOS RONALDO VIEIRA FERNANDESDiretorLUIZ CARLOS TADIELLODiretorJÚLIO HOFERDiretor

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros do Conselho Fiscal da Companhia Estadual de Geração e Transmissão de Energia Elétrica - CEEE-GT, em cumprimento às disposições legais e estatutárias, tendo analisado no decorrer do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2014, a gestão econômico-financeira da Empresa, bem como examinado o Relatório da Administração, as Demonstrações Financeiras, o Parecer dos Auditores Independentes, Pricewaterhousecoopers Auditores Independentes, e as informações complementares da Administração, opinam no sentido de que os documentos referidos representam a situação patrimonial e financeira da Companhia, naquela data, corroboradas a ressalva e as ênfases contidas no Relatório dos Auditores Independentes, estando, portanto, em condições de serem submetidos à deliberação dos acionistas. Porto Alegre, 23 de março de 2015Vinícius Gomes WuPresidente do Conselho FiscalPedro Paulo da CunhaConselheiroFlávio José Helmann da SilvaConselheiroAntonio Paulo Pereira AstranaConselheiroMarcelo Roberto Model NepomucenoConselheiroMANIFESTAÇÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃOO Conselho de Administração, tendo examinado o Relatório da Administração, o Balanço Patrimonial, a Demonstração do Resultado do Exercício, a Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido, a Demonstração do Fluxo de Caixa, a Demonstração do Valor Adicionado e as respectivas Notas Explicativas, referentes ao Exercício de 2014, encerrado em 31 de dezembro de 2014, documentos esses assinados pelos administradores responsáveis pela Empresa, considerando os pareceres dos Auditores Independentes e do Conselho Fiscal, manifesta-se por unanimidade, pela aprovação dos referidos documentos e submete a matéria à apreciação dos Acionistas. Porto Alegre, 23 de março de 2015Artur José de Lemos JúniorPresidente do Conselho de AdministraçãoPaulo de Tarso Pinheiro MachadoAdemir BarettaCristiano Roberto TatschDaniel Vargas de FariasCarlos Antônio BurigoSidney do Lago JúniorVicente José Rauber

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.