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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016109 páginasCódigo CVM 16772Versão 1Recebida em 10/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR

BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR · CNPJ 00.383.281/0001-09

BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR
CNPJ 00.383.281/0001-09
DFP 2016
Exercício 2016
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Metadados

Empresa
BNDES PARTICIPACOES SA BNDESPAR
CNPJ
00.383.281/0001-09
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
109
Ano de referência
2016*
Publicado em
10/03/2017 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total80.399.09667.328.19819,4%
1.01Ativo Circulante8.741.3803.175.953175,2%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa3.961.8721.589.768149,2%
1.01.02Aplicações Financeiras3.098.717105.5552.835,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo3.096.16264.3994.707,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda53.28628.18489,1%
1.01.02.01.03Títulos Designados a VJ por Meio do Resultado985.63636.2152.621,6%
1.01.02.01.04Fundo Exclusivo00—
1.01.02.01.05Cotas do Fundo de Investimento00—
1.01.02.01.06Ações2.057.2400—
1.01.02.01.07Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.01.02.01.08Títulos públicos detidos por fundo exclusivo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado2.55541.156−93,8%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento2.55541.156−93,8%
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar00—
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.680.7911.480.63013,5%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.680.7911.480.63013,5%
1.01.08.03.01Venda a Prazo de Títulos e Valores Mobiliários358.223238.28650,3%
1.01.08.03.02(-) Provisão para redução ao valor recuperável−85.558−2.666−3.109,2%
1.01.08.03.03Direitos Recebíveis1.49423.445−93,6%
1.01.08.03.04(-) Provisão para redução ao valor recuperável−208−16.94998,8%
1.01.08.03.05Juros sobre Capital Próprio e Dividendos a Receber161.700260.970−38,0%
1.01.08.03.06Impostos e contribuições a recuperar e antecipações648.687515.24025,9%
1.01.08.03.07Devedores por depósitos em garantia14.2354.991185,2%
1.01.08.03.08Adiantamentos para aquisição de títulos00—
1.01.08.03.09Créditos perante o tesouro nacional00—
1.01.08.03.10Títulos a receber00—
1.01.08.03.20Outros582.218457.31327,3%
1.02Ativo Não Circulante71.657.71664.152.24511,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo57.048.47347.746.69719,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo50.112.15335.842.10639,8%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda263.830351.261−24,9%
1.02.01.01.03Títulos Designados a VJ por Meio do Resultado3.108.3015.260.651−40,9%
1.02.01.01.04Ações44.971.35328.086.58660,1%
1.02.01.01.05Títulos Públicos00—
1.02.01.01.06Cotas de Fundos de Investimento1.446.3041.802.472−19,8%
1.02.01.01.07Instrumentos financeiros derivativos322.365341.136−5,5%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado5.199.0555.978.101−13,0%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento5.199.0555.978.101−13,0%
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos04.629.449−100,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos04.629.449−100,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.737.2651.297.04133,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Venda a prazo de títulos e valores mobiliários978.148463.137111,2%
1.02.01.09.04(-) Provisão para redução ao valor recuperável−232.876−5.182−4.393,9%
1.02.01.09.05Direitos recebíveis170.08266.890154,3%
1.02.01.09.06(-) Provisão para redução ao valor recuperável−42.335−48.35712,5%
1.02.01.09.07Incentivos fiscais214.194214.894−0,3%
1.02.01.09.08Juros sobre capital próprio e dividendos a receber00—
1.02.01.09.09Devedores por depósitos em garantia649.647605.6597,3%
1.02.01.09.20Outros4050—
1.02.02Investimentos14.609.24316.405.548−10,9%
1.02.02.01Participações Societárias14.609.24316.405.548−10,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas14.609.24316.405.548−10,9%
1.02.02.01.02Participações em Controladas00—
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado00—
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAo Acionista e aos Administradores daBNDES Participações S.A. - BNDESPARBrasília - DFOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR em 31 de dezembro de 2016, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Valor recuperável dos ativos financeirosA Companhia possui investimentos em ações de companhias de capital aberto e fechado. Estes instrumentos de renda variável compõem a principal categoria de ativos nos quais a Companhia possui investimentos. Estes ativos estão classificados na categoria contábil de "instrumento financeiro disponível para venda", e desta forma, o ajuste a valor de mercado destas ações é contabilizado em "Outros Resultados Abrangentes".Qualquer ajuste por perda significativa ou prolongada do valor dos investimentos classificados na categoria acima citada deve ser reconhecido no resultado.A Companhia realizou um estudo técnico detalhado da sua carteira de participações e atribuiu a cada um dos seus ativos (ações), limites máximos de declínio de valor e tempo decorrido de desvalorização, para fins de definição de gatilhos quanto à análise do valor recuperável dos ativos. Estes ativos foram agrupados em relação à volatilidade do valor de mercado cotado em bolsa de valores. Sendo assim, toda vez que um ativo supera os parâmetros de declínio ou tempo, relacionado à banda de volatilidade a qual ele está agrupado, há evidência de perda por redução ao valor recuperável ("impairment"). Estes parâmetros foram estabelecidos com base nos dados históricos de cada ativo como forma de apurar perdas estatisticamente esperadas, tendo como principal premissa uma avaliação do valor de mercado dos ativos. Devido à relevância e ao alto grau de julgamento envolvido no processo de determinação dos parâmetros para fins de avaliação do valor recuperável de tais ativos, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAnalisamos a política contábil e o estudo preparado pela Companhia com o objetivo de avaliar a razoabilidade e a profundidade das análises efetuadas e os julgamentos exercidos pela Companhia. Adicionalmente, acompanhamos ao longo do exercício, as variações no valor de mercado desses ativos financeiros e comparamos com os parâmetros da política contábil da Companhia, visando avaliar quaisquer desvios no reconhecimento de eventuais perdas. Adicionalmente, avaliamos possíveis impactos de influência qualitativa com base nas análises preparadas pela Companhia. Também recalculamos o valor de mercado desses ativos financeiros, além de avaliarmos a adequação da contabilização das eventuais perdas incorridas, tendo como base as regras contábeis vigentes. Avaliamos também as divulgações efetuadas pela Companhia, principalmente o detalhamento das perdas ocorridas por redução ao valor recuperável ("impairment") de ativos.Valor recuperável dos investimentos em companhias coligadasA Companhia possui investimentos em ações de companhias de capital aberto e fechado, nas quais possui influência significativa, e, que compõem parte relevante de seu portfólio de investimentos, assim como, contribuem de forma relevante para os resultados auferidos pela Companhia ao longo do exercício. Esses investimentos são classificados na categoria contábil de "participação em companhias coligadas" e são registrados pelo método de equivalência patrimonial (MEP). Quando há indícios de perdas, é necessária a realização de testes de redução no valor recuperável ("impairment") destas coligadas. As principais premissas dos modelos de avaliação econômica utilizados são: (i) o fluxo de caixa projetado da coligada (ii) outros eventos macroeconômicos que possam ter impacto nos modelos de negócio e (iii) o plano de negócio da companhia para os anos subsequentes.Devido à relevância e ao alto grau de julgamento envolvido no processo de determinação das estimativas de rentabilidade futura para fins de avaliação do valor recuperável desses investimentos, realizado por meio de modelos de avaliação econômica, consideramos esse assunto como significativo para a nossa auditoria. Como nossa auditoria endereçou esse assuntoComparamos o valor de mercado das principais companhias coligadas com o valor contábil do investimento, e, para os casos em que o valor de mercado fosse inferior, avaliamos se apenas essa comparação já constituía evidência de perda ("impairment"), vis-à-vis o julgamento previamente exercido pela Companhia quanto ao assunto. Pesquisamos dados de mercado das coligadas que servem de insumo para análises qualitativas e que podem sugerir perdas no valor recuperável das coligadas. A Companhia prepara avaliação de valor recuperável sempre que, em seu julgamento, houver indicativo de perda em determinado investimento. Preparamos avaliações semelhantes, de forma independente, e caso nosso julgamento apontasse evidência de perda significativa no valor patrimonial, solicitamos à Companhia que nos apresentasse seus estudos de valor em uso, assim como os julgamentos exercidos quanto às evidências qualitativas. Envolvemos nossos especialistas em modelagem econômico-financeira para analisar os estudos de valor em uso preparados pela Companhia. Os principais procedimentos estão relacionados à verificação da razoabilidade dos modelos matemáticos dentro de padrões de mercado aceitos, e, análise das projeções de fluxos de caixa e a capacidade de execução dos planos de negócios de cada coligada, sob os quais as avaliações econômico-financeiras foram es truturadas.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos nenhuma forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeirasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras da Companhia para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria da Companhia e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive das eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, det erminarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 06 de Março de 2017KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-DFBruno Vergasta de Oliveira Contador CRC RJ-093416/O-T SP

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO Interessada: BNDES PARTICIPAÇÕES S.A. - BNDESPAR C.N.P.J.: 00.383.281/0001-09 NIRE: 533.0000.2371 Avenida República do Chile, 100 - parte 20031-917 - Rio de Janeiro - RJ Assunto:Demonstrações Financeiras referentes ao exercício encerrado em 31/12/16 e Relatório dos Auditores Externos. Referência:ARTIGO 25, V E VI, da INSTRUÇÃO CVM Nº 480, de 07.12.09 INFORMAÇÃO PADRONIZADA CONJUNTA ACO/DEACO - 03/17 e ACO/DESOC - 04/17 de 16/02/17 e PARECER sobre as DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS emitido por KPMG AUDITORES INDEPENDENTES.A Diretoria, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, VII, do Estatuto da BNDESPAR, declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no Parecer dos Auditores Externos KPMG AUDITORES INDEPENDENTES e com as Demonstrações Financeiras da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR, referentes ao exercício encerrado em 31/12/16.Rio de janeiro, 20 de fevereiro de 2017Maria Silvia Bastos Marques - Diretor- PresidenteCláudia Pimentel Trindade PratesClaudio Coutinho MendesEliane Aleixo Lustosa de AndradeMarilene de Oliveira Ramos Múrias dos SantosRicardo BaldinRicardo Luiz De Souza RamosVinicius do Nascimento Carrasco

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO Interessada: BNDES PARTICIPAÇÕES S.A. - BNDESPAR C.N.P.J.: 00.383.281/0001-09 NIRE: 533.0000.2371 Avenida República do Chile, 100 - parte 20031-917 - Rio de Janeiro - RJ Assunto:Demonstrações Financeiras referentes ao exercício encerrado em 31/12/16 e Relatório dos Auditores Externos. Referência:ARTIGO 25, V E VI, da INSTRUÇÃO CVM Nº 480, de 07.12.09 INFORMAÇÃO PADRONIZADA CONJUNTA ACO/DEACO - 03/17 e ACO/DESOC - 04/17 de 16/02/17 e PARECER sobre as DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS emitido por KPMG AUDITORES INDEPENDENTES.A Diretoria, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo artigo 17, VII, do Estatuto da BNDESPAR, declara que reviu, discutiu e concordou com as opiniões expressas no Parecer dos Auditores Externos KPMG AUDITORES INDEPENDENTES e com as Demonstrações Financeiras da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR, referentes ao exercício encerrado em 31/12/16.Rio de janeiro, 20 de fevereiro de 2017Maria Silvia Bastos Marques - Diretor- PresidenteCláudia Pimentel Trindade PratesClaudio Coutinho MendesEliane Aleixo Lustosa de AndradeMarilene de Oliveira Ramos Múrias dos SantosRicardo BaldinRicardo Luiz De Souza RamosVinicius do Nascimento Carrasco

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER(N.º 01/2017)O Conselho Fiscal da BNDES Participações S.A. - BNDESPAR (CNPJ: 00.383.281/0001-09 e NIRE 533.0000.2371) , consoante o artigo 23 do Estatuto Social, c/c Art. 163, VI e VII da Lei Nº 6.404/76, no exercício de suas atribuições legais, e considerando as recomendações do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (DEST/MPOG) contidas nas Notas Técnicas Nºs 339 e 401/CGCOR/DEST/SE-MP, datadas respectivamente de 20/08/12 e 16/09/13, examinou o Relatório da Administração, bem como as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício encerrado em 31/12/16 e, com base em seu exame e no Parecer dos Auditores Independentes KPMG AUDITORES INDEPENDENTES, de 06/03/17, é de opinião que os referidos documentos societários representam, adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da BNDESPAR em 31/12/16, o resultado de suas operações, as mutações do seu patrimônio líquido, os seus fluxos de caixa e o valor adicionado às operações, correspondentes ao exercício encerrado naquela data, e estão de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Na mesma ocasião, o Conselho Fiscal também examinou e manifestou-se favoravelmente à manutenção do prejuízo do exercício, de R$ 1.002.303.956, 15 (um bilhão, dois milhões, trezentos e três mil, novecentos e cinquenta e seis reais e quinze centavos), em conta de prejuízos acumulados no Patrimônio Líquido.Rio de Janeiro (RJ), 06 de março de 2017 Liscio Fábio de Brasil CamargoClaudio Azevedo CostaMariângela Fialek

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.