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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 9393Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 07/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL

PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 60.398.369/0004-79

Versões deste exercício: v1 (07/02/2018) · v2 (07/02/2018), esta

PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 60.398.369/0004-79
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
PARANAPANEMA S.A - EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
60.398.369/0004-79
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
07/02/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total4.211.4913.544.41218,8%
1.01Ativo Circulante2.493.4821.813.03637,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa345.551142.824141,9%
1.01.02Aplicações Financeiras38.45387.936−56,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo087.936−100,0%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber371.384452.593−17,9%
1.01.03.01Clientes0452.593−100,0%
1.01.03.01.01Contas a receber de clientes00
1.01.03.01.02Sociedades ligadas00
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques1.546.971937.36965,0%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar88.62972.74221,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar072.742−100,0%
1.01.07Despesas Antecipadas10.05312.829−21,6%
1.01.08Outros Ativos Circulantes92.441106.743−13,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros92.441106.743−13,4%
1.01.08.03.01Instrumentos financeiros derivativos85.59132.958159,7%
1.01.08.03.02Outros Ativos Circulantes6.85050.657−86,5%
1.01.08.03.03Banco Conta Vinculada023.128−100,0%
1.02Ativo Não Circulante1.718.0091.731.376−0,8%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo434.724424.1522,5%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo14.6326.062141,4%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber17.89521.497−16,8%
1.02.01.03.01Clientes021.497−100,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos168.137158.6476,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos55.38114.208289,8%
1.02.01.06.02Impostos e Contribuições a Recuperar112.756144.439−21,9%
1.02.01.07Despesas Antecipadas12.72011.20113,6%
1.02.01.07.01Despesas Antecipadas011.201−100,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes221.340226.745−2,4%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda111.548110.5680,9%
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Depósitos de Demandas Judiciais28.24833.801−16,4%
1.02.01.09.04Outros Ativos Não Circulantes81.54482.376−1,0%
1.02.02Investimentos2.2502.2500,0%
1.02.02.01Participações Societárias2.2502.2500,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2.2502.2500,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado1.274.5841.295.633−1,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação1.137.4641.207.583−5,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento137.12088.05055,7%
1.02.04Intangível6.4519.341−30,9%
1.02.04.01Intangíveis09.341−100,0%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos Administradores e Acionistas Paranapanema S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Paranapanema S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Paranapanema S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Paranapanema S.A. e da Paranapanema S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reestruturação de capital e endividamento da Companhia (Nota 1)Em 2016, a Companhia iniciou processo de reestruturação financeira. Prejuízos repetitivos nas operações e o excesso de passivos sobre ativos circulantes até então apresentados, entre outras condições, geraram dúvidas sobre a capacidade de a Companhia continuar em operação. Durante o terceiro trimestre de 2017, com a oferta pública de distribuição primária de ações, colocação de debêntures e reperfilamento da dívida, foi concluída pela administração a reestruturação de capital e de equalização do endividamento da Companhia. Adicionalmente, a administração possui expectativa, baseada em suas projeções de resultados e fluxos de caixa futuros para os próximos doze meses a partir da data dessas demonstrações financeiras, de auferir lucros operacionais e gerar liquidez.Esse assunto foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria em virtude: (i) da relevância do processo da reestruturação de capital e endividamento da Companhia (ii) da incerteza até então existente sobre a continuidade operacional da Companhia (iii) da manutenção do pressuposto da continuidade operacional na preparação das demonstrações financeiras e respectivos eventuais impactos na mensuração dos ativos e passivos da Companhia e (iv) do impacto da reestruturação nos fluxos de caixa futuro da Companhia que suportam os testes de impairment de ativos de longo prazo. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAspectos relevantes da nossa resposta de auditoria envolveram os seguintes principais procedimentos:Discussão com a administração e com os órgãos de governança sobre os planos de negócio aprovados e divulgados. Entendimento das políticas de administração de risco de liquidez da Companhia e do processo de elaboração e aprovação, pelos órgãos de governança, da projeção do fluxo de caixa, bem como obtenção de explicações em relação aos volumes e preços utilizados na projeção e considerados como principais premissas . Análise da consistência das informações com os valores realizados de anos anteriores.Análise de sensibilidade das projeções, considerando diferentes intervalos e cenários de volumes e preços, entre outros.Revisão dos principais contratos de reperfilamento das dívidas e documentos das emissões de ações e debêntures. Leitura das divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras.Consideramos que as informações divulgadas nas demonstrações financeiras estão consistentes com aquelas analisadas em nossos procedimentos de auditoria.Processos judiciais e contingências (Nota 19)Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia e suas controladas possuíam provisões no montante de R$ 186.205 mil relacionadas a processos judiciais cuja expectativa de perda foi classificada como provável.Adicionalmente, a Companhia e suas controladas são parte em processos com perdas classificadas como possíveis, no montante de R$ 1.961.964 mil, concentrados principalmente nas ações sobre o recolhimento da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido - CSLL e sobre o procedimento arbitral em andamento referente ao contrato com o UBS Pactual S.A. e o Banco Santander S.A. Provisões e passivos contingentes possuem incerteza inerente em relação ao seu prazo e valor de liquidação. Também, o reconhecimento e a mensuração das provisões e passivos contingentes requer que a administração exerça julgamentos relevantes para estimar os valores das obrigações e a probabilidade de saída de recursos dos processos judiciais e administrativos dos quais a Companhia e suas controladas são parte envolvida. Essa avaliação é baseada em posições de assessores jurídicos internos e externos e em julgamentos da própria administração.Esse assunto foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria em função: (i) da relevância dos valores dos processos judiciais provisionados e passivos contingentes divulgados em nota explicativa (ii) dos julgamentos relevantes sobre diferentes interpretações doutrinárias e jurisprudenciais utilizadas para estimar os valores e a probabilidade de saída de recursos decorrentesdesses processos e (iii) do impacto significativo na posição patrimonial e financeira da Companhia e suas controladas que causará um eventual desfecho desfavorável de demandas judiciais relevantes com expectativa de perda possível.Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaNossa abordagem de auditoria considerou o entendimento dos principais controles relacionados aos processos judiciais e contingências. Entre outros procedimentos, envolvemos nossa equipe de especialistas na área tributária e trabalhista, conforme apropriado, para leitura e discussão dos principais processos judiciais, incluindo a classificação do prognósti co de perda atribuída por assessores jurídicos internos e externos à Companhia.Analisamos a suficiência das provisões reconhecidas e dos valores de contingências divulgados por meio de avaliação da competência técnica dos consultores jurídicos da Companhia, análise dos critérios e premissas utilizados para mensuração, reconhecimento e divulgação desses valores, que levaram em consideração as avaliações preparadas pelos assessores jurídicos internos e externos da Companhia obtidas por meio de confirmação externa dos processos, valores e classificações de risco de perda, junto aos advogados que patrocinam os processos, bem como dados e informações históricas disponíveis.Consideramos que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação da provisão para processos judiciais e contingências, bem como as divulgações efetuadas sobre passivos contingentes, incluindo a classificação desse tema como estimativa contábil crítica em virtude das incertezas envolvidas, são consistentes com as avaliações dos assessores jurídicos internos e externos e demais informações obtidas.Contabilidade de hedge ("hedge accounting") Conforme Nota 28, a Companhia designa instrumentos financeiros para hedge accounting com o intuito de se proteger dos riscos de preços de commodities e cambial, dentre eles, o hedge de valor justo dos estoques e o hedge de fluxo de caixa de receitas em dólares. Em 31 de dezembro de 2017, a Companhia apresentava o montante de R$ 1.005.276 mil, líquido dos efeitos tributários, reconhecidos em outros resultados abrangentes, no patrimônio líquido referente a contabilidade de hedge de fluxo de caixa de receitas.Esse assunto foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria em virtude do significativo grau de julgamento das informações e premissas utilizadas para a designação dos instrumentos e respectivos testes de efetividade dos diversos programas existentes, com prazos estimados de realização de até 20 anos para a contabilidade de hedge. Como o assunto foi conduzido em nossa auditoriaEfetuamos o entendimento da política e dos principais controles relacionados ao processo de contabilidade de hedge. Com relação aos testes de detalhes em operações ou transações, os trabalhos foram executados com o apoio da nossa equipe de especialistas em avaliação de instrumentos financeiros e, em base amostral, nossa abordagem envolveu, dentre outros, os seguintes principais procedimentos:Avaliação da aplicação da contabilidade de hedge pela Companhia vis-à-vis os requisitos estabelecidos pelo CPC 38.Avaliação da razoabilidade das principais premissas usadas pela administração, incluindo análise de sensibilidade das premissas-chave e avaliação dos potenciais impactos dentro de um intervalo de possíveis resultados. Análise da documentação preparada pela administração que suporta a designação dos instrumentos financeiros.Recálculo de testes de efetividade prospectivo e retrospectivo.Recálculo do valor justo dos instrumentos financeiros e confronto dos valores mensurados com os apresentados em notas explicativas.Avaliação da adequação das divulgações relativas à contabilidade de hedge. Consideramos que as premissas e julgamentos adotados pela administração são razoáveis e as divulgações em notas explicativas apropriadas. Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentesO exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2016, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 30 de março de 2017, sem ressalvas, com seção sobre incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da Companhia e parágrafo de ênfase sobre demandas judiciais com risco possível de perda.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de qu e a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Barueri, 7 de fevereiro de 2018PricewaterhouseCoopersAuditores IndependentesCRC 2SP000160/O-5 Sérgio Eduardo ZamoraCRC 1SP168728/ O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

PARANAPANEMA S.A.CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTADeclaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras Em atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos VI, da Instrução CVM nº 480/2009, a Diretoria Executiva declara que revisou, discutiu e concordou com as demonstrações financeiras da Companhia "controladora e consolidado", referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.Dias d'Ávila, 07 de fevereiro de 2018. Diretor Presidente Marcos Paletta CamaraDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresAndré Luis da Costa GaiaDiretor JurídicoPaulo Rodrigo Chung

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

PARANAPANEMA S.A.CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTADeclaração dos Diretores sobre o Parecer dos Auditores IndependentesEm atendimento ao artigo 25, parágrafo 1º, incisos V, da Instrução CVM nº 480/2009, a Diretoria Executiva declara que revisou, discutiu e concordou com o relatório emitido em 07 de fevereiro de 2018 pela PriceWaterhouseCoopers Auditores Independentes, auditores independentes da Companhia e de suas Controladas, com relação às demonstrações financeiras da Companhia "controladora e consolidado", referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.Dias d'Ávila, 07 de fevereiro de 2018.Diretor Presidente Marcos Paletta CamaraDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresAndré Luis da Costa GaiaDiretor JurídicoPaulo Rodrigo Chung

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARANAPANEMA S.A.CNPJ/MF nº 60.398.369/0004-79 - NIRE 29.300.030.155COMPANHIA ABERTAPARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Companhia, no desempenho de suas atribuições legais e estatutárias, examinou o Relatório Anual da Administração e as Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Com base nos exames efetuados e tendo em vista o Relatório dos Auditores Independentes relativo às Demonstrações Financeiras acima referidas, elaborado pela PriceWaterhouseCoopers Auditores Independentes, sem ressalvas, o Conselho Fiscal opina que os referidos documentos estão em condições de serem submetidos à apreciação da Assembleia Geral.Santo André, 07 de fevereiro de 2018.Mário Fernando EngelkePresidente do Conselho FiscalMarcelo Adilson Tavarone TorresiOscar Luiz MalvessiAntonio Farina

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

Parecer do comitê de auditoria sobre as demonstrações contábeisOs membros do Comitê de Auditoria da Paranapanema S.A. ("Companhia"), no desempenho de suas atribuições e responsabilidade legais, conforme previsto no Regimento Interno do Comitê de Auditoria e demais legislação pertinente, procederam ao exame e análise das demonstrações financeiras, acompanhadas do relatório dos auditores independentes, PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes ("PwC"), e do relatório anual da Administração relativos ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, e, considerando as informações prestadas pela Administração da Companhia e pela PwC, e, com base nos exames efetuados e no relatório da PwC, bem como nos respectivos documentos complementares apresentados nesta reunião e arquivados na sede da Companhia, opinaram, por unanimidade, que estes refletem adequadamente, em todos os aspectos relevantes, as posições patrimonial e financeira da Companhia e suas controladas, e recomendaram a aprovação dos documentos pelo Conselho de Administração da Companhia para seu encaminhamento à Assembleia Geral Ordinária de Acionistas, nos termos da Lei das Sociedades por Ações. Santo André (SP), 06 de fevereiro de 2018.Paulo José GalliJerônimo Antunes Luciana Gavazzi Barragan Rodrigues

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.