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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201997 páginasCódigo CVM 23248Versão 1Recebida em 11/03/2020valores em R$ mil

DFP 2019 de ANIMA HOLDING S.A.

ANIMA HOLDING S.A. · CNPJ 09.288.252/0001-32

ANIMA HOLDING S.A.
CNPJ 09.288.252/0001-32
DFP 2019
Exercício 2019
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Metadados

Empresa
ANIMA HOLDING S.A.
CNPJ
09.288.252/0001-32
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
97
Ano de referência
2019*
Publicado em
11/03/2020 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:27

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201931/12/2018Var.
1Ativo Total2.400.0231.446.47065,9%
1.01Ativo Circulante455.922408.19411,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa31.55299.507−68,3%
1.01.02Aplicações Financeiras151.04285.92475,8%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado151.04285.92475,8%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação151.04285.92475,8%
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.03Contas a Receber241.116205.64217,3%
1.01.03.01Clientes213.346174.08322,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber27.77031.559−12,0%
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.0889.669−57,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.0889.669−57,7%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes28.1247.452277,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros28.1247.452277,4%
1.01.08.03.01Derivativos2.3911.85029,2%
1.01.08.03.02Direitos e empréstimos para aquisições20.0500—
1.01.08.03.03Outros ativos circulantes5.6835.6021,4%
1.02Ativo Não Circulante1.944.1011.038.27687,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo226.535119.13790,1%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00—
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00—
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.04Contas a Receber07.233−100,0%
1.02.01.04.01Clientes00—
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber07.233−100,0%
1.02.01.05Estoques00—
1.02.01.06Ativos Biológicos00—
1.02.01.07Tributos Diferidos1.5841.5840,0%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.5841.5840,0%
1.02.01.08Despesas Antecipadas00—
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas9.7979.5242,9%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas9.7979.5242,9%
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes215.154100.796113,5%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.10.03Depósitos judiciais61.06250.32421,3%
1.02.01.10.04Impostos e contribuições a recuperar12.84912.2395,0%
1.02.01.10.05Derivativos0901−100,0%
1.02.01.10.06Direitos e empréstimos para aquisições100.1260—
1.02.01.10.07Outros ativos não circulantes41.11737.33210,1%
1.02.02Investimentos0184−100,0%
1.02.02.01Participações Societárias0184−100,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas0184−100,0%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto00—
1.02.02.01.05Outros Investimentos00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado898.625301.823197,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação360.497285.46026,3%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento531.5380—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento6.59016.363−59,7%
1.02.04Intangível818.941617.13232,7%
1.02.04.01Intangíveis58.20845.59027,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill760.733571.54233,1%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasAos Administradores e AcionistasÂnima Holding S.A.OpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais da Ânima Holding S.A. ("Companhia"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como as demonstrações financeiras consolidadas da Ânima Holding S.A. e suas controladas ("Consolidado"), que compreendem o balanço patrimonial consolidado em 31 de dezembro de 2019 e as respectivas demonstrações consolidadas do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Ânima Holding S.A. e da Ânima Holding S.A. e suas controladas em 31 de dezembro de 2019, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa, bem como o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas conforme essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais Assuntos de AuditoriaPrincipais Assuntos de Auditoria (PAA) são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Nossa auditoria para o exercício findo em 31 de dezembro de 2019 foi planejada e executada considerando que as operações da Companhia e suas controladas permaneceram substancialmente consistentes com as operações no ano anterior. Considerando esse contexto, nossa estratégia de auditoria e a definição dos Principais Assuntos de Auditoria mantiveram-se substancialmente alinhados àqueles do exercício anterior. Vale destacar ainda que a Companhia e suas controladas procederam à adoção do novo pronunciamento contábil CPC 6 (R2) - Arrendamentos (IFRS 16 - Leases), cujos impactos estão divulgados na nota explicativa 4, o que requereu atenção especial em nossa auditoria. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoria Provisões para créditos de liquidação duvidosa (Nota explicativa 7) A Companhia e suas controladas revisam periodicamente sua carteira de contas a receber com o objetivo de estimar a necessidade de constituição de provisão para perda por redução do valor recuperável de suas operações. Em 31 de dezembro de 2019, a provisão para créditos de liquidação duvidosa, no montante de R$ 139.724 mil (consolidado), representa 40% do saldo de contas a receber nessa data.A determinação da provisão foi considerada como um dos principais assuntos de auditoria devido à relevância do valor das contas a receber em aberto em 31 de dezembro de 2019 e ao alto grau de julgamento para a determinação das premissas relacionadas ao teste de recuperação da referida carteira de recebíveis.Nossos procedimentos de auditoria compreenderam, entre outros, o entendimento com os responsáveis da administração acerca dos principais critérios e controles utilizados para elaboração da estimativa de risco de crédito, que tem como base a análise do contas a receber em aberto por faixas de vencimento (aging list).Realizamos testes, em bases amostrais, para conferência da integridade da base de dados utilizada para cálculo das perdas estimadas, bem como recalculamos, com base nas premissas da administração, a estimativa para perdas ao final do exercício social.Adicionalmente, testamos as premissas da administração, quais sejam, percentuais de perdas esperadas baseados nas perdas históricas com contas a receber nas condições existentes de mercado e nas estimativas futuras ao final de cada período.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os critérios e premissas adotados pela administração para a determinação da provisão para perdas sobre créditos de liquidação duvidosa são razoáveis e consistentes com as informações e documentos apresentados. Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriaAvaliação do valor recuperável do ativo intangível de vida útil indefinida (Nota explicativa 13) A Companhia e suas controladas possuem saldos relevantes de ativos intangíveis de vida útil indefinida para os quais uma análise do seu valor recuperável é necessária pelo menos uma vez ao ano. Esses ativos intangíveis decorrem substancialmente, de combinações de negócios realizadas em anos anteriores e totalizam R$ 747.783 mil (consolidado), sendo R$ 472.167 mil registrados como ágio, R$ 159.227 mil referentes a marcas e patentes e R$ 116.389 mil referentes a licenças.A avaliação anual de recuperabilidade desses ativos foi considerada um dos principais assuntos de auditoria por envolver o uso de julgamentos críticos e subjetivos, por parte da administração, em relação às projeções de resultados e fluxo de caixa descontados, que dependem de eventos econômicos futuros. A utilização de diferentes premissas pode modificar significativamente as perspectivas de realização desses ativos e a eventual necessidade de registro de redução ao valor recuperável, com consequente impacto nas demonstrações financeiras.Realizamos os seguintes principais procedimentos de auditoria:Avaliamos a definição pela administração das Unidades Geradoras de Caixa, conforme os critérios estabelecidos pelo Pronunciamento Técnico CPC 01 - "Redução ao Valor Recuperável de Ativos".Com o apoio dos nossos especialistas internos em avaliação, verificamos a coerência lógica e aritmética das projeções de fluxos de caixa, bem como testamos a consistência das informações e principais premissas utilizadas nas projeções de fluxo de caixa (taxa de crescimento de alunos, taxa de desconto, investimentos), mediante a comparação com: (i) orçamentos aprovados pelo Conselho de Administração, (ii) premissas e dados de mercado, e (iii) projeções utilizadas em anos anteriores com os resultados efetivos subsequentes.Recalculamos as projeções considerando diferentes intervalos e cenários de taxas de cres cimento e de desconto. Também efetuamos a leitura das divulgações nas notas explicativas.Nossos procedimentos de auditoria demonstraram que os julgamentos e premissas utilizados pela administração são razoáveis e as divulgações consistentes com dados e informações obtidos.Provisão para demandas judiciais (Nota explicativa 19) A Companhia e suas controladas são parte emprocessos judiciais e administrativos de naturezatrabalhista, tributária e cível, decorrentes do cursonormal de suas atividades.A determinação da possibilidade de êxito nosprocessos em andamento, assim como a estimativaNossos procedimentos de auditoria incluíram, entreoutros, o entendimento sobre os controles internosrelevantes que envolvem a identificação e aconstituição de passivos contingentes, bem como asdivulgações em notas explicativas. Obtivemos,também, o entendimento sobre o modelo de cálculo adotado, o qual considera o histórico de perda emPorque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriade perdas prováveis esperadas, envolve julgamentoscríticos por parte da administração da Companhia,pois dependem de eventos futuros que não estãototalmente sob o controle da administração. Nessecontexto, o andamento desses processos nas diversas esferas aplicáveis pode sofrer desdobramentos diferentes do esperado pela administração e seus assessores jurídicos.processos de mesma natureza e prognósticosfornecidos pelos assessores jurídicos externos.Efetuamos procedimentos de confirmação com osescritórios de advocacia que patrocinam osprocessos judiciais e administrativos paraconfirmar a avaliação do prognóstico, a totalidadedas informações e o valor das provisões.Para selecionadas causas mais significativas,discutimos a razoabilidade do prognóstico de perdacom o apoio de nossos especialistas, sobretudo asde natureza tributária.Consideramos que os critérios e premissas adotadospela administração para a determinação das provisões para demandas judiciais, bem como as divulgações efetuadas, são consistentes com as avaliações dos assessores jurídicos.Contratos de arrendamento (Nota explicativa 4) Na condução de seus negócios, a Companhia emprega ativos de terceiros cujos direitos de utilização foram obtidos por meio de contratos de arrendamento que, segundo o novo pronunciamento CPC 6 (R2) - Arrendamentos (IFRS 16 - Leases), resultaram no reconhecimento, em 1º de janeiro de 2019, de um passivo de arrendamento e do correspondente direito de uso do ativo.Consideramos esse assunto como um dos principais assuntos de auditoria em função da relevância do valor do passivo de arrendamento e do direito de uso do ativo nas demonstrações financeiras consolidadas, nos montantes de R$ 555.233 mil e R$ 531.538 mil, respectivamente, os quais envolvem o uso de premissas com elevado nível de julgamento (prazos de arrendamento, taxa incremental de juros de financiamento, dentre outros aspectos).Nossos procedimentos de auditoria compreenderam, entre outros: (i) a avaliação dos procedimentos e critérios adotados pela administração no levantamento dos contratos de arrendamento, visando segregá-los entre os que contêm elementos de arrendamento e os que correspondem a uma prestação de serviço (ii) o entendimento e teste dos procedimentos aplicados pela administração para a categorização dos contratos de arrendamento e para a segregação dos contratos que se encontram no escopo das isenções previstas no pronunciamento CPC 6 (R2) - Arrendamentos (IFRS 16 - Leases).Para cada uma das categorias de contratos de arrendamento, nossos procedimentos compreenderam: (i) avaliação dos critérios adotados pela administração para definição dos prazos contratuais, tendo como referência cláusulas de cancelamento e renovações (ii) avaliação dos Porque é um PAAComo o assunto foi conduzido em nossa auditoriacritérios adotados pela administração para determinação da taxa de desconto (taxa incremental de financiamento) utilizada para a mensuração do passivo de arrendamento (iii) recálculo, em bases amostrais, de contratos selecionados, para verificar o valor do passivo de arrendamento e o ativo de direito de uso reconhecidos (iv) leitura e entendimento das divulgações em notas explicativas.Consideramos que os critérios e as premissas adotados pela administração no reconhecimento dos contratos de arrendamento são razoáveis e as divulgações em notas explicativas estão consistentes com as informações obtidas em nosso processo de auditoria.Outros assuntosDemonstrações do Valor AdicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - "Demonstração do Valor Adicionado". Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, inclusive as divulgações e se essas demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.4Belo Horizonte, 10 de março de 2020PricewaterhouseCoopersFábio Abreu de PaulaAuditores IndependentesContador CRC 1MG 075204/O-oCRC 2SP000160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Diretores da companhiadeclaram que reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os Diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Ânima Holding S.A.Companhia AbertaCNPJ/MF n.º 09.288.252/0001-32NIRE 35300350430Parecer do Conselho FiscalO Conselho Fiscal da Ânima Holding S.A. ("Companhia"), no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, examinou: i) as Demonstrações Financeiras Individuais e Consolidadas da Companhia e o Relatório Anual da Administração, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2019 ii) a Proposta de Distribuição de Dividendo e iii) a Proposta de Orçamento de Capital para o exercício de 2020. Com base nos exames efetuados, e considerando ainda o parecer dos auditores independentes, PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes, datado de 10 de março de 2020, apresentado sem ressalvas, bem como as informações e esclarecimentos prestados pela Administração da Companhia, os membros do Conselho Fiscal opinam, por unanimidade, que os referidos documentos e propostas estão em condições de serem submetidos à apreciação da Assembleia Geral de Acionistas.São Paulo, 10 de março de 2020. Carla Alessandra Trematore Presidente do Conselho FiscalSandra Carusi Guida de Souza Guillermo Oscar BraunbeckConselheira Conselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.