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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016225 páginasCódigo CVM 14311Versão 1Recebida em 28/03/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL

COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL · CNPJ 76.483.817/0001-20

COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL
CNPJ 76.483.817/0001-20
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Metadados

Empresa
COMPANHIA PARANAENSE DE ENERGIA - COPEL
CNPJ
76.483.817/0001-20
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
225
Ano de referência
2016*
Publicado em
28/03/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total30.434.20928.947.6575,1%
1.01Ativo Circulante4.402.9906.933.397−36,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa982.0731.480.727−33,7%
1.01.02Aplicações Financeiras303.692408.274−25,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo303.692408.274−25,6%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação287.792329.747−12,7%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda14.60676.527−80,9%
1.01.02.01.03Cauções e Depósitos Vinculados1.2942.000−35,3%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber2.690.6094.599.127−41,5%
1.01.03.01Clientes2.217.3553.032.827−26,9%
1.01.03.01.01Clientes2.217.3553.032.827−26,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber473.2541.566.300−69,8%
1.01.03.02.01Dividendos a Receber71.75840.34577,9%
1.01.03.02.02Repasse CRC ao Governo Estado do Paraná0111.663−100,0%
1.01.03.02.03Ativos Financeiros Setoriais0910.759−100,0%
1.01.03.02.04Contas a Receber Vinculadas a Concessão65.5959.162615,9%
1.01.03.02.05Contas a Receber Vinculadas à Prorrogação da Concessão00
1.01.03.02.06Créditos com Partes Relacionadas28.96819.48248,7%
1.01.03.02.07Outros Créditos306.933474.889−35,4%
1.01.04Estoques130.637131.018−0,3%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar256.883264.969−3,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar256.883264.969−3,1%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social188.952194.244−2,7%
1.01.06.01.02Outros Tributos67.93170.725−4,0%
1.01.07Despesas Antecipadas39.09649.282−20,7%
1.01.07.01Despesas Antecipadas39.09649.282−20,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes00
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante26.031.21922.014.26018,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo8.302.1544.951.79267,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo676.467177.254281,6%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação6.6366.4672,6%
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda188.46084.650122,6%
1.02.01.01.03Cauções e Depósitos Vinculados73.07486.137−15,2%
1.02.01.01.04Outros investimentos temporários408.2970
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber270.78675.062260,7%
1.02.01.03.01Clientes270.78675.062260,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos803.477537.56249,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos803.477537.56249,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas25.58325.4930,4%
1.02.01.07.01Despesas Antecipadas25.58325.4930,4%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas155.141192.803−19,5%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores155.141167.566−7,4%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas025.237−100,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes6.370.7003.943.61861,5%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Atvos Financeiros Setoriais0134.903−100,0%
1.02.01.09.04Contas a Receber Vinculadas a Concessão3.748.3351.358.451175,9%
1.02.01.09.05Contas a Receber Vinculados à Prorrogação da Concessão67.401219.556−69,3%
1.02.01.09.06Repasse CRC ao Governo Estado do Paraná1.522.7351.271.57919,8%
1.02.01.09.07Depósitos Judíciais657.603719.927−8,7%
1.02.01.09.08Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar169.96794.68679,5%
1.02.01.09.09Tributos Correntes a Recuperar131.108112.90216,1%
1.02.01.09.10Outros Créditos73.55131.614132,7%
1.02.02Investimentos2.334.9502.224.7105,0%
1.02.02.01Participações Societárias2.333.5882.224.7104,9%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas49.187361.618−86,4%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias2.284.4011.863.09222,6%
1.02.02.02Propriedades para Investimento1.3620
1.02.03Imobilizado8.934.3038.692.6822,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação6.100.7056.545.909−6,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento2.833.5982.146.77332,0%
1.02.04Intangível6.459.8126.145.0765,1%
1.02.04.01Intangíveis6.459.8126.145.0765,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão6.011.1975.684.5295,7%
1.02.04.01.02Autorização e Concessão de Controladas403.133416.272−3,2%
1.02.04.01.03Outros45.48244.2752,7%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTESOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAo Conselho de Administração e aos Acionistas daCompanhia Paranaense de Energia - COPELParaná - PROpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Companhia Paranaense de Energia ("Copel" ou "Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Copel em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Reconhecimento de receitaA receita da Companhia e de suas controladas decorre substancialmente do fornecimento e suprimento de energia elétrica, disponibilidade da rede elétrica, receita de construção de infraestrutura, serviços de telecomunicação e distribuição de gás canalizado, conforme descrito nas notas explicativas 4.10, 4.11 e 32. Esse assunto foi considerado como um principal assunto de auditoria, dada a complexidade na captura, processamento e registro das transações e à grande dependência dos sistemas de tecnologia e de seus respectivos controles internos envolvidos no reconhecimento da receita da Companhia.Nossos procedimentos de auditora para endereçar esta área principal de auditoria, incluíram, entre outros: (i) avaliação do desenho e implementação de controles internos relevantes relacionados aos processos da Administração para o reconhecimento da receita (ii) avaliação do ambiente da tecnologia da informação com auxílio de nossos especialistas internos, onde estão inseridos os sistemas de medição e faturamento, incluindo os controles relevantes de gerenciamento de mudanças e acesso relacionados aos sistemas envolvidos nos processos de reconhecimento de receitas (iii) teste, em uma base amostral, sobre a ocorrência, integridade e exatidão das receitas reconhecidas pela Copel, bem como se as mesmas foram contabilizadas no período correto (iv) testes sobre a exatidão da geração de faturas, em uma base de amostragem (v) teste de recebimentos subsequente de faturas, em uma base de amostragem (vi) teste sobre as receitas não faturadas avaliando o processo de estimativa da Administração e (vii) avaliação se as divulgações efetuadas estão apropriadas.Capitalização de gastos como intangível da concessãoConforme divulgado na nota explicativa nº 20, a Companhia possui saldos relevantes de Ativos Intangíveis relacionados à Concessão. Perante o montante envolvido e a dispersão dos investimentos por toda a área de concessão da distribuidora controlada pela Companhia, e ainda, considerando que a infraestrutura de distribuição é a base utilizada pelo regulador (Agência Nacional de Energia Elétrica - Aneel) na determinação da tarifa de cada ciclo tarifário, ou seja, a infraestrutura de distribuição é base de remuneração regulatória - BRR, consideramos a segregação e capitalização de gastos ao ativo intangível da concessão como um assunto principal de auditoria, pois podem ocorrer erros na determinação e capitalização de gastos não qualificáveis, principalmente relacionados a serviços de terceiros e mão de obra.Nossos procedimentos de auditoria para endereçar esse assunto principal de auditoria relacionado à segregação e capitalização de gastos à infraestrutura de distribuição incluíram, entre outros: (i) avaliação do desenho e implementação de controles internos relacionados ao processo da Administração para segregação e capitalização dos gastos à infraestrutura de distribuição (ii) envolvimento de nossos especialistas em Tecnologia da Informação para avaliação dos sistemas utilizados pela Companhia no controle do ativo intangível e os respectivos gastos capitalizados (iii) execução de testes da exatidão dos valores capitalizados, por amostragem, sobre os gastos segregados e capitalizados ao ativo intangível e ativo financeiro da concessão (iv) desafio às premissas utilizadas pela Administração na determinação e segregação dos gastos capitalizados e (v) comparação dos valores capitalizados àqueles homologados pelo regulador no seu último período de revisão tarifária da distribuidora controlada pela Companhia.Provisão para litígiosConforme divulgado na nota explicativa nº 30, a Companhia é ré em uma série de processos judiciais relacionados a discussões trabalhistas, fiscais e cíveis, os quais envolvem montantes elevados. Na determinação dos montantes a serem contabilizados para fazer frente a estes riscos, bem como dos montantes de riscos possíveis divulgados nas demonstrações financeiras, a Administração aplica um alto julgamento que requer a utilização de conhecimento técnico e histórico da Companhia, análise de jurisprudências e análise individualizada dos processos. Para responder a este principal assunto de auditoria, nossos procedimentos incluíram: (i) avaliação do desenho, da implementação e da efetividade dos controles internos relevantes sobre as contingências, especificamente na determinação das provisões para referidos riscos (ii) testes, com o auxílio de nossos especialistas em tecnologia da informação, sobre os controles e sistema informatizados utilizados pela Administração e seus assessores jurídicos externos para controlar e avaliar as provisões (iii) execução de teste da integridade e exatidão da base de dados utilizada pela administração para desenvolvimento das estimativas dos prognósticos de perda dos processos (iv) confirmação independente com os assessores jurídicos externos e patronos dos processos quanto à classificação do risco de perda, à fase processual e ao valor envolvido e (vi) desafio às premissas e aos julgamentos utilizados pela Administração no desenvolvimento desta estimativa. Analisamos, também, a adequação das divulgações relacionadas a tais processos e provisões incluídas na nota explicativa nº 30.Outros assuntosAuditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorConforme mencionado na nota explicativa nº 4.1, os valores correspondentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2015, apresentados para fins de comparação, ora reapresentados em decorrência do assunto descrito na referida nota explicativa, foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 28 de março de 2017, que não conteve qualquer modificação. Nossa opinião não contém modificação relacionada a esse assunto.Demonstração do valor adicionadoAs demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVAs), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos neste Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos, também, aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar consideravelmente nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os Principais Assuntos de Auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Curitiba, 28 de março de 2017 /s/ /s/DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Fernando de Souza Leite Auditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 F-PR CRC n.º 1 PR-050.422/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia Paranaense de Energia - Copel, sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede na Rua Coronel Dulcídio nº 800, Curitiba - PR, inscrita no CNPJ sob o nº 76.483.817/0001-20, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que:(I)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório de auditoria da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes relativamente às demonstrações financeiras da Copel referentes ao exercício social findo em 31.12.2016 e(II)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Copel relativas ao exercício social findo em 31.12.2016.Curitiba, 28 de março de 2017 /s/ ANTONIO SERGIO DE SOUZA GUETTER Diretor Presidente /s/ GILBERTO MENDES FERNANDES Diretor de Gestão Empresarial /s/ LUIZ EDUARDO DA VEIGA SEBASTIANIDiretor de Finanças e de Relações com Investidores /s/ JONEL NAZARENO IURKDiretor de Desenvolvimento de Negócios /s/ CRISTIANO HOTZDiretor Jurídico e de Relações Institucionais /s/ FABIO MALINA LOSSODiretor de Governança, Risco e Compliance

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPelo presente instrumento, o Diretor Presidente e os demais Diretores da Companhia Paranaense de Energia - Copel, sociedade de economia mista por ações, de capital aberto, com sede na Rua Coronel Dulcídio nº 800, Curitiba - PR, inscrita no CNPJ sob o nº 76.483.817/0001-20, para fins do disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/2009, declaram que:(I)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório de auditoria da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes relativamente às demonstrações financeiras da Copel referentes ao exercício social findo em 31.12.2016 e(II)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Copel relativas ao exercício social findo em 31.12.2016.Curitiba, 28 de março de 2017 /s/ ANTONIO SERGIO DE SOUZA GUETTER Diretor Presidente /s/ GILBERTO MENDES FERNANDES Diretor de Gestão Empresarial /s/ LUIZ EDUARDO DA VEIGA SEBASTIANIDiretor de Finanças e de Relações com Investidores /s/ JONEL NAZARENO IURKDiretor de Desenvolvimento de Negócios /s/ CRISTIANO HOTZDiretor Jurídico e de Relações Institucionais /s/ FABIO MALINA LOSSODiretor de Governança, Risco e Compliance

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL SOBRE RELATÓRIO ANUAL DA ADMINISTRAÇÃO, BALANÇO PATRIMONIAL E DEMAIS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS REFERENTES AO EXERCÍCIO DE 2016 E SOBRE A PROPOSTA DA DIRETORIA PARA DESTINAÇÃO DO LUCRO LÍQUIDO VERIFICADO NO EXERCÍCIO DE 2016Os membros do Conselho Fiscal da Companhia Paranaense de Energia - Copel, abaixo assinados, dentro de suas atribuições e responsabilidades legais, procederam ao exame do Relatório Anual da Administração, Balanço Patrimonial e demais Demonstrações Financeiras referentes ao exercício de 2016 e da Proposta da Administração para Destinação do Lucro Líquido referentes ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2016 e, com base em análises efetuadas e esclarecimentos adicionais prestados pela Administração, considerando, ainda, o Relatório dos Auditores Independentes, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, emitido sem ressalvas, concluíram que os documentos analisados, em todos os seus aspectos relevantes, estão adequadamente apresentados, motivo pelo qual opinam favoravelmente ao seu encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral de Acionistas. Curitiba, 28 de março de 2017 /s/ /s/ OSNI RISTOW GEORGE HERMANN RODOLFO TORMIN /s/ /s/ NELSON LEAL JUNIOR MASSAO FABIO OYA /s/ JOÃO CARLOS FLOR JUNIOR

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.