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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 19453Versão 1Recebida em 14/03/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGISTICA S/A

ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGISTICA S/A · CNPJ 04.149.454/0001-80

ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGISTICA S/A
CNPJ 04.149.454/0001-80
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ECORODOVIAS INFRAESTRUTURA E LOGISTICA S/A
CNPJ
04.149.454/0001-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
14/03/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total10.020.9357.815.75828,2%
1.01Ativo Circulante3.088.5252.139.39344,4%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.650.4891.607.97964,8%
1.01.02Aplicações Financeiras61.52160.2342,1%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado61.52160.2342,1%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários - vinculados61.52160.2342,1%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber151.739149.5371,5%
1.01.03.01Clientes138.524149.537−7,4%
1.01.03.01.01Clientes138.338148.954−7,1%
1.01.03.01.02Clientes - Partes relacionadas186583−68,1%
1.01.03.02Outras Contas a Receber13.2150
1.01.03.02.01Venda Participação13.2150
1.01.04Estoques00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar100.75755.68680,9%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar100.75755.68680,9%
1.01.07Despesas Antecipadas8.1127.9771,7%
1.01.08Outros Ativos Circulantes115.907257.980−55,1%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas80.502231.916−65,3%
1.01.08.03Outros35.40526.06435,8%
1.01.08.03.01Outros créditos35.40526.06435,8%
1.02Ativo Não Circulante6.932.4105.676.36522,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo684.300575.96218,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.04Contas a Receber00
1.02.01.04.01Clientes00
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos367.380356.4913,1%
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos367.380356.4913,1%
1.02.01.08Despesas Antecipadas13.71313.801−0,6%
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes303.207205.67047,4%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.03Depósitos judiciais189.732188.4700,7%
1.02.01.10.04Venda Participação69.8480
1.02.01.10.05Títulos e valores Mobiliários - vinculados15.8099.60264,6%
1.02.01.10.06Outros créditos27.8187.598266,1%
1.02.02Investimentos1.1051.0713,2%
1.02.02.01Participações Societárias1.1051.0713,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto1.1051.0713,2%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado523.532537.891−2,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação523.532537.891−2,7%
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível5.723.4734.561.44125,5%
1.02.04.01Intangíveis5.723.4734.561.44125,5%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daEcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A.São Paulo - SPOpinião com ressalvaExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos do assunto descrito na seção a seguir intitulada "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas", as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. em 31 de dezembro de 2018, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro ("International Financial Reporting Standards - "IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB".Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeirasindividuais e consolidadasConforme descrito na nota explicativa n° 21 às demonstrações financeiras, estão ocorrendo investigações pelo Ministério Público Federal e determinadas denúncias que envolvem duas controladas indiretas da Companhia. Em função dessas denúncias, o Conselho de Administração instalou Comitê Independente para realizar as investigações internas pertinentes. Esse trabalho foi concluído e o seu resultado, combinado com a opinião dos assessores jurídicos externos da Companhia são, neste momento, inconclusivos. Consequentemente, não obtivemos evidências de auditoria suficientes para concluir sobre possíveis efeitos nas demonstrações financeiras e nas divulgações adicionais que poderiam ser requeridas.Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e a suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião com ressalva. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Além do assunto descrito na seção "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas", determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório.a)Reconhecimento da receita de arrecadação de pedágioA receita proveniente de arrecadação de pedágio é decorrente dos termos e das condições estabelecidos nos contratos de concessões rodoviárias, que determinam que "a concessão é um serviço público precedida da execução de obra pública (ativo intangível) que será explorada em regime de cobrança de pedágio e de outros serviços prestados aos usuários". Anualmente, as tarifas dos pedágios são reajustadas de acordo com os contratos de concessão, o que impacta diretamente a receita de cada concessionária com base no tráfego das rodovias. Os sistemas de arrecadação de pedágio são utilizados para a mensuração e cobrança das passagens de veículos, através das vias manuais (cobrança em espécie nas cabines de pedágio) e vias automáticas (abertura automática da cancela do pedágio em decorrência da leitura do dispositivo eletrônico de identificação ("tag") fixado no interior dos veículos, além da leitura da quantidade de eixos de cada veículo passante, e a coerência entre o número de eixos cadastrados no "tag" e o número de eixos reais do veículo passante). Considerando este contexto, identificamos o reconhecimento de receitas provenientes de arrecadação de pedágio como um assunto significativo que exigiu consideração especial de auditoria.Nossos principais procedimentos de auditoria visando confirmar o adequado reconhecimento das receitas provenientes de arrecadação de pedágio incluíram, entre outros: (i) entendimento dos controles internos desenhados pela Companhia e relevantes para captura, processamento e reconhecimento de receitas de arrecadação (ii) envolvimento de nossos especialistas em auditoria de sistemas para suportar nossa avaliação e entendimento sobre o funcionamento dos sistemas de arrecadação e avaliar os controles sistêmicos existentes (iii) recálculo das receitas de arrecadação de pedágio com base nos relatórios de tráfego extraídos do sistema de arrecadação e com base nas tarifas de pedágio vigentes de acordo com o poder concedente, para avaliação da exatidão e ocorrência das receitas e (iv) avaliação das divulgações nas demonstrações financeiras. Com base nas evidências de auditoria obtidas por meio dos procedimentos aplicados, consideramos que a receita reconhecida proveniente de arrecadação de pedágio é aceitável no contexto das demonstrações financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018 tomadas em conjunto.b)Avaliação do risco de redução do ágio ao seu valor recuperável - Ágio EcoportoA Administração testa anualmente a redução ao valor recuperável do ágio pago por expectativa de rentabilidade futura referente à controlada Ecoporto Santos S.A. ("Ecoporto") ou quando as circunstâncias indicarem perda por desvalorização do valor contábil.Considerando este contexto, esse assunto foi considerado como um dos principais assuntos de auditoria devido ao processo de avaliação ser complexo, envolver um grau significativo de julgamento por parte da Administração e basear-se em premissas que são afetadas por condições esperadas pela evolução das operações da Ecoporto, assim como pelas por condições futuras de economia e do mercado. Nossos principais procedimentos de auditoria visando confirmar a adequada avaliação do risco de redução do ágio da Ecoporto ao seu valor recuperável incluíram, entre outros: (i) a utilização de especialistas para avaliar a razoabilidade da taxa de desconto adotada no laudo de avaliação do valor em uso da Ecoporto, preparado pela Administração em conjunto com especialistas externos, assim como a acuracidade matemática do modelo e a razoabilidade das premissas macroeconômicas utilizadas pela Administração (ii) a avali ação do desenho e operação dos controles internos relevantes implementados pela Companhia para a avaliação do risco de redução do ágio da Ecoporto ao seu valor recuperável (iii) análise e desafios sobre a razoabilidade das principais premissas de geração de caixa, com base em documentação apropriada e suficiente para suportar tais premissas utilizadas pela Administração. Adicionalmente, avaliamos a adequação das respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas.Com base no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, entendemos que as avaliações do risco de redução do ágio da Ecoporto ao seu valor recuperável, assim como as respectivas divulgações nas notas explicativas, são aceitáveis, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas.c)Capitalização de gastos no ativo intangível das concessõesOs contratos de concessões rodoviários representam o direito de exploração da infraestrutura, pautado pela norma contábil ICPC 01 (R1) - Contratos de Concessão, no qual prevê a obrigação de construir e/ou operar a infraestrutura (ativo intangível da concessão) para a prestação dos serviços públicos em nome do poder concedente, nas condições previstas em contrato. Os critérios de reconhecimento desses valores, e montantes investidos na infraestrutura estão divulgados nas notas explicativas 4, e 13.Esse assunto foi considerado um dos principais assuntos de auditoria, uma vez que as capitalizações no ativo intangível da concessão envolvem a utilização de premissas, julgamentos e a manutenção de controles por parte das administrações das concessões de rodovias, já que essas capitalizações podem não estar de acordo com as obrigações previstas no contrato de concessão e, quando previstas, podem ser registradas por valores incorretos ou indevidamente capitalizadas.Nossos procedimentos de auditoria para confirmar o adequado registro e controle desses ativos incluíram, dentre outros: (i) a avaliação da adequação das políticas de capitalização de ativo intangível de concessões das investidas (ii) a realização de testes documentais sobre as adições ao ativo intangível de concessões, incluindo validações com a área de engenharia das medições realizadas de acordo com o andamento das obras, confronto com os contratos de prestações de serviços e ou notas fiscais relacionadas e (iii) a avaliação da natureza dos gastos capitalizados como ativo intangível de concessões, considerando os critérios e requerimentos estabelecidos no contrato de concessão. Adicionalmente, avaliamos as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados sobre teste de capitalização de gastos no ativo intangível de concessões, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos aceitáveis as políticas de capitalização dos gastos, considerando os critérios e requerimentos estabelecidos no contrato de concessões para suportar os julgamentos, estimativas e informações incluídas no contexto das demonstrações financeiras tomadas como um todo. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado ("DVA") referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão reconciliadas com as demonstrações financeiras e os registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e o seu conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no pronunciamento técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos do assunto descrito na seção intitulada "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas", as referidas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anteriorO exame das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 22 de fevereiro de 2018, sem ressalvas.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração, e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Conforme descrito na seção "Base para opinião com ressalva sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas" acima, não foi possível obter evidência de auditoria apropriada e suficiente para concluir sobre possíveis efeitos nas demonstrações financeiras decorrentes das investigações realizadas pelo Ministério Público Federal em duas controladas indiretas da Companhia. Portanto, não foi possível concluir se as outras informações apresentam distorção, ou não, com relação a esse assunto.Responsabilidades da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRS"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB" e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando e divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNos sos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detecta as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte de uma auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e de suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e de suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar a atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do Grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, pela supervisão e pelo desempenho da auditoria do Grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 14 de março de 2019DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAlexandre Cassini DecourtAuditores IndependentesContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8CRC nº 1 SP 276957/O-4

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores nos termos do art. 25, §1º, V e VI da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 Para fins do art. 25, §1º, V e VI da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os Diretores da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A., abaixo indicados, declaram que: Após exame das demonstrações financeiras da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, bem como o relatório com ressalva da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, a Diretoria aprovou as demonstrações financeiras em observância às disposições dos Incisos V e VI do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, e declara que:Reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório emitido pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes eReviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018.Marcello GuidottiDiretor Executivo de Finanças, de Relações com Investidores e de Gestão de PessoasMarcelo LuconDiretor Executivo Jurídico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores nos termos do art. 25, §1º, V e VI da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009 Para fins do art. 25, §1º, V e VI da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, os Diretores da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A., abaixo indicados, declaram que: Após exame das demonstrações financeiras da EcoRodovias Infraestrutura e Logística S.A. referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, bem como o relatório com ressalva da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, a Diretoria aprovou as demonstrações financeiras em observância às disposições dos Incisos V e VI do Artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, e declara que:Reviu, discutiu e concorda com as opiniões expressas no relatório emitido pela Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes eReviu, discutiu e concorda com as demonstrações financeiras relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018.Marcello GuidottiDiretor Executivo de Finanças, de Relações com Investidores e de Gestão de PessoasMarcelo LuconDiretor Executivo Jurídico

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO FISCAL DATA, HORÁRIO E LOCAL: Em 14 de março de 2019, às 17:00 horas, na sede social da Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A. ("Companhia"), na Rua Gomes de Carvalho, nº. 1.510, conjuntos 31/32, Vila Olímpia, Estado de São Paulo.PRESENÇA: Participação da totalidade dos Conselheiros Fiscais efetivos. MESA: Presidente: Sérgio Tuffy Sayeg, e Secretário: Luiz Alberto de Castro Falleiros.ORDEM DO DIA: Em continuidade às reuniões e discussões prévias realizadas em 15 e 18 de fevereiro de 2019, tomar conhecimento e opinar sobre: (i) o Relatório da Administração e as Demonstrações Financeiras da Companhia referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018, compreendendo o balanço patrimonial e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, do valor adicionado, complementadas por notas explicativas, acompanhadas do respectivo Relatório, com ressalva, desta data, da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes (ii) as Propostas da Administração relativas à destinação dos resultados e distribuição de dividendos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 e orçamento de capital e (iii) o estudo técnico para manutenção dos montantes registrados de créditos fiscais diferidos em 31 de dezembro de 2018, conforme Instrução CVM nº. 371, de 27 de junho de 2002, preparado pela Companhia.DELIBERAÇÕES: Finalizada a análise dos referidos documentos, que ficam arquivados na área do Conselho Fiscal no Portal de Governança da Companhia, os Conselheiros Fiscais emitem o seu parecer, nos termos do Anexo à presente ata.ENCERRAMENTO: Nada mais havendo a tratar, o Sr. Presidente deu por encerrados os trabalhos, suspendendo antes a sessão para que se lavrasse a presente ata, que, depois de lida, foi aprovada e assinada pela totalidade dos presentes. São Paulo, 14 de março de 2019. Presidente: Sérgio Tuffy Sayeg. Secretário: Luiz Alberto de Castro Falleiros. Conselheiros Fiscais: Herculano Aníbal Alves, Luiz Alberto de Castro Falleiros e Sérgio Tuffy Sayeg.___________________________________________________________Certifico que a presente é cópia fiel da ata lavrada em livro próprio.________________________________Luiz Alberto de Castro Falleiros Secretário de Mesa Anexo à Ata de Reunião do Conselho Fiscal realizada em 14 de março de 2019PARECER DO CONSELHO FISCALOs membros efetivos do Conselho Fiscal, todos independentes, eleitos pela Assembleia Geral Ordinária da Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A. realizada em 18 de abril de 2018, desenvolveram, a partir da sua posse, trabalhos de forma abrangente tanto em conjunto como individualmente.As reuniões do Conselho Fiscal realizadas até a presente data contaram sempre com a presença dos três membros efetivos.Não somente, mas também nessas ocasiões, documentos e amplo conjunto de informações e esclarecimentos foram solicitados pelos membros do Conselho Fiscal e fornecidos pela Companhia. Nas reuniões, quando solicitadas, foram registradas as presenças de representantes da Administração e suas equipes, membros do Comitê de Auditoria e de sócio e gerentes da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes para prestação de esclarecimentos, dentre outros, sobre (i) as operações da Companhia e das controladas, (ii) a dinâmica dos negócios no período, (iii) gestão de riscos, (iv) auditoria interna, (v) compliance, (vi) Carta Comentários referente ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017, emitida pelos auditores independentes anteriores, Ernst & Young, e repostas da Administração, (vii), premissas e demonstrativos de cálculo utilizados para avaliação do valor recuperável de ativos (impairment), (viii) atualizações jurídicas e (ix) atuação do Comitê Independente do Conselho de Administração.Os membros do Conselho Fiscal da Ecorodovias Infraestrutura e Logística S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, em cumprimento ao que dispõe a Lei nº. 6.404/1976 e suas alterações, examinaram (i) o Relatório da Administração, (ii) as Demonstrações Financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 e respectivas notas explicativas, (iii) as Propostas da Administração para destinação do resultado e dividendos referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2018 e orçamento de capital e (iv) o estudo técnico para manutenção dos montantes registrados de créditos fiscais diferidos em 31 de dezembro de 2018, conforme Instrução CVM nº. 371, de 27 de junho de 2002. Com base nos documentos examinados, nas análises realizadas, nos esclarecimentos prestados pela Administração e auditores independentes no decorrer do exercício social e no Relatório, com ressalva, desta data, da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, os membros do Conselho Fiscal opinam, por unanimidade, que os documentos acima referidos estão em condições de serem apresentados à Assembleia Geral de Acionistas para deliberação.São Paulo, 14 de março de 2018.________________________________________________________________Herculano Aníbal Alves Luiz Alberto de Castro Falleiros __________________________________Sérgio Tuffy Sayeg

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.