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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201386 páginasCódigo CVM 18287Versão 1Recebida em 06/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de RIZA II SECURITIZADORA S.A.

RIZA II SECURITIZADORA S.A. · CNPJ 02.105.040/0001-23

RIZA II SECURITIZADORA S.A.
CNPJ 02.105.040/0001-23
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
RIZA II SECURITIZADORA S.A.
CNPJ
02.105.040/0001-23
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
86
Ano de referência
2013*
Publicado em
06/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total129.142154.967−16,7%
1.01Ativo Circulante110.923123.144−9,9%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa26.85232.743−18,0%
1.01.01.01Caixa00—
1.01.01.02Bancos conta movimento359385−6,8%
1.01.01.03Títulos e valores mobiliários26.49332.358−18,1%
1.01.02Aplicações Financeiras28.12837.468−24,9%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo28.12837.468−24,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda28.12837.468−24,9%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber00—
1.01.03.01Clientes00—
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques00—
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar4.9705.466−9,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar4.9705.466−9,1%
1.01.06.01.01Impostos e contribuições a compensar/recuperar4.9705.466−9,1%
1.01.06.01.02Crédito tributário00—
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes50.97347.4677,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros50.97347.4677,4%
1.01.08.03.01Recebíveis imobiliários com regime fiduciário6.1117.560−19,2%
1.01.08.03.02Recebíveis imobiliários sem regime fiduciário14.00714.025−0,1%
1.01.08.03.03Ágio na aquisição de recebíveis00—
1.01.08.03.04(-) Ajuste a valor presente de recebíveis imobiliários−1.037−2.12851,3%
1.01.08.03.05(-) Provisão para créditos duvidosos−852−8671,7%
1.01.08.03.06Saldo de operações com regime fiduciário pleno23.16922.9590,9%
1.01.08.03.07Dividendos a receber00—
1.01.08.03.08Adiantamentos concedidos1.8091.6827,6%
1.01.08.03.09Valores a receber de sociedade coligada00—
1.01.08.03.10Devedores diversos7.0693.232118,7%
1.01.08.03.11Imóveis adjudicados6971.004−30,6%
1.02Ativo Não Circulante18.21931.823−42,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo15.94429.391−45,8%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos3.7863.7291,5%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.02Crédito Tributário3.7863.7291,5%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes12.15825.662−52,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Recebíveis imobiliários com regime fiduciário7.20414.920−51,7%
1.02.01.09.04Recebíveis imobiliários sem regime fiduciário6.61512.660−47,7%
1.02.01.09.05(-) Deságio na aquisição de recebíveis−1.661−1.91813,4%
1.02.02Investimentos00—
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado2.2752.432−6,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação2.2752.432−6,5%
1.02.03.01.01Imobilizado3.8073.7072,7%
1.02.03.01.02(-) Depreciação acumulada−1.532−1.275−20,2%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível00—
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Aos Administradores e Acionistas daCibrasec Companhia Brasileira de SecuritizaçãoSão Paulo - SP Examinamos as demonstrações financeiras, individuais e consolidadas, da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs"), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB", e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados às circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro ("IFRSs") emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB" e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseConforme descrito na nota explicativa nº 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Cibrasec Companhia Brasileira de Securitização essas práticas diferem das IFRSs, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRSs seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em virtude desse assunto.Outros assuntosInformações fiduciáriasExaminamos, também, as informações complementares por emissão de CRI apresentadas na nota explicativa nº 22, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, cuja apresentação é requerida pelo artigo 12 da Lei nº 9514, de 20 de novembro de 1997, para companhias securitizadoras, e como informação suplementar pelas IFRS, que não requerem a apresentação dessas informações complementares por emissão de CRI. Essas informações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhum fato que nos leve a acreditar que não foram adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Demonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária para companhias abertas, e como informação suplementar pelos IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 14 de fevereiro de 2014DELOITTE TOUCHE TOHMATSUAuditores IndependentesCRC nº 2 SP 011609/O-8Vanderlei Minoru YamashitaContadorCRC nº 1 SP 201506/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE / DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESEu, Onivaldo Scalco, declaro que:1. Revisei este relatório das Demonstrações Contábeis relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, da CIBRASEC Cia Brasileira de Securitização e baseado nas discussões subsequentes, concordo que tais Demonstrações, refletem adequadamente todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira correspondentes aos períodos apresentados.São Paulo, SP, 14 de fevereiro de 2014.Onivaldo ScalcoPresidente / Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DO PRESIDENTE / DIRETOR DE RELAÇÕES COM INVESTIDORESEu, Onivaldo Scalco, declaro que:1.Baseado em meu conhecimento, no planejamento apresentado pelos auditores e nas discussões subsequentes sobre os resultados da revisão, concordo com as conclusões expressas no relatório elaborado pela DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Auditores Independentes, relativos ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, sem que exista qualquer discordância quanto a essas conclusões.São Paulo, SP, 14 de fevereiro de 2014.Onivaldo ScalcoPresidente / Diretor de Relações com Investidores

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.