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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017141 páginasCódigo CVM 18376Versão 1Recebida em 26/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ISA ENERGIA BRASIL S.A.

ISA ENERGIA BRASIL S.A. · CNPJ 02.998.611/0001-04

ISA ENERGIA BRASIL S.A.
CNPJ 02.998.611/0001-04
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
ISA ENERGIA BRASIL S.A.
CNPJ
02.998.611/0001-04
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
141
Ano de referência
2017*
Publicado em
26/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total17.252.17315.066.99914,5%
1.01Ativo Circulante2.643.7091.680.34457,3%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.5854.52445,6%
1.01.02Aplicações Financeiras610.066336.13881,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber1.924.9281.221.01657,6%
1.01.03.01Clientes1.924.9281.221.01657,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.03.02.01Valores a Receber - Secretaria da Fazenda00—
1.01.04Estoques37.63937.723−0,2%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar14.1628.56365,4%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar14.1628.56365,4%
1.01.06.01.01Tributos e Contribuições a Compensar14.1628.56365,4%
1.01.07Despesas Antecipadas4.60710.303−55,3%
1.01.08Outros Ativos Circulantes45.72262.077−26,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros45.72262.077−26,3%
1.01.08.03.01Instrumentos Financeiros Derivativos2.6110—
1.01.08.03.02Outros42.20844.006−4,1%
1.01.08.03.03Creditos com partes relacionadas90318.071−95,0%
1.02Ativo Não Circulante14.608.46413.386.6559,1%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo12.667.37811.492.42510,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo35.67412.002197,2%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.01.03Caixa restrito35.67412.002197,2%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber11.213.95210.225.8089,7%
1.02.01.03.01Clientes11.213.95210.225.8089,7%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques37.03432.51213,9%
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos00—
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.380.7181.222.10313,0%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Valores a Receber - Secretaria da Fazenda1.312.7911.150.35814,1%
1.02.01.09.04Cauções e Depósitos Vinculados66.41470.175−5,4%
1.02.01.09.05Instrumentos Financeiros Derivativos00—
1.02.01.09.06Outros1.5131.570−3,6%
1.02.01.09.07Caixa Restrito00—
1.02.02Investimentos1.880.8451.826.9303,0%
1.02.02.01Participações Societárias1.880.8451.826.9303,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado22.87925.457−10,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação22.87925.457−10,1%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível37.36241.843−10,7%
1.02.04.01Intangíveis37.36241.843−10,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DO AUDITOR INDEPENDENTE SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS INDIVIDUAIS E CONSOLIDADASAos Acionistas, Conselheiros e Administradores daCTEEP - Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista S.A.São Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações contábeis individuais e consolidadas da CTEEP - Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista S.A. ("CTEEP" ou "Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, as demonstrações contábeis acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da CTEEP - Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opinião Nossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. ÊnfaseLei nº 4.819/58Conforme descrito nas Notas Explicativas n° 8 e 33, a Companhia registra saldo líquido de contas a receber da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo no montante de R$1.312.791 mil, relativo aos impactos da Lei nº 4.819/1958, que concedeu aos servidores da Companhia, enquanto sob o controle do Estado de São Paulo, as vantagens já concedidas aos demais servidores públicos. A Administração da Companhia vem monitorando os novos fatos relacionados à parte jurídica e negocial do assunto, bem como avaliando continuamente os eventuais impactos em suas demonstrações financeiras. Nossa opinião não contém modificação em relação a esse assunto.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações contábeis individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Para cada assunto abaixo, a descrição de como nossa auditoria tratou o assunto, incluindo quaisquer comentários sobre os resultados de nossos procedimentos, é apresentada no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Nós cumprimos as responsabilidades descritas na seção intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas", incluindo aquelas em relação a esses principais assuntos de auditoria. Dessa forma, nossa auditoria incluiu a condução de procedimentos planejados para responder a nossa avaliação de riscos de distorções significativas nas demonstrações contábeis. Os resultados de nossos procedimentos, incluindo aqueles executados para tratar os assuntos abaixo, fornecem a base para nossa opinião de auditoria sobre as demonstrações contábeis da Companhia. Contas a receber - Ativo da concessão (IFRIC 12) e Indenização da Rede Básica do Sistema Existente (RBSE)Conforme ICPC 01 e OCPC 05 que trata da forma de contabilização de concessões de serviços públicos a entidades privadas, a Companhia efetua análises que envolvem o julgamento da Administração, substancialmente, no que diz respeito à aplicabilidade da interpretação de contratos de concessão, determinação e classificação dos gastos de implementação da infraestrutura, ampliação, reforços e melhorias como ativo financeiro. Conforme divulgado nas Nota Explicativa 7, o Contas a receber registrado pela Companhia é composto por valores de serviços de Operação de Manutenção - O&M, serviços de implementação da infraestrutura e, indenização relativa à Lei nº 12.783/13 - "SE". Destaca-se o Contas a receber relacionada à Lei nº 12.783/13 que se refere ao crédito relativo aos investimentos do contrato de concessão nº 059/2001 que foi prorrogado nos termos da Lei nº 12.783/13, cujo direito de recebimento foi subdividido em "Novos Investimentos - NI" e "Serviço Existente - SE", sendo registrado em 31 de dezembro de 2017 no montante de R$9.644.012 mil.Esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, tendo em vista a relevância dos valores envolvidos e a complexidade das discussões ainda em curso entre o Poder Concedente, Poder judiciário e a Companhia, como, por exemplo, os montantes relacionados a parcela do custo de capital próprio a ser adicionado à Receita Anual Permitida (RAP) de cada concessionária de transmissão.Como nossa auditoria tratou o assunto:Especificamente em relação ao contas a receber da indenização das instalações "SE", nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, revisão dos cálculos da indenização, discussão com os principais executivos da Companhia, leitura de diversos Despachos, Portarias e Leis relacionados ao tema, e revisão do memorando técnico emitido por escritório de advogados externos, relativamente à interpretação da tributação do ativo financeiro. Adicionalmente, efetuamos análises das diversas documentações expedidas pelo Órgão Regulador durante o exercício de 2017, considerando comunicações com potencial impacto no ativo da concessão, tais como: Nota Técnica n° 23/2017-SGT/ANEEL, emitida em 16 de fevereiro de 2017, Resolução Normativa n° 762 de 21 de fevereiro de 2017, Despacho ANEEL n° 1.484 de 30 de maio de 2017, Despacho ANEEL n° 1.779 de 20 de junho de 2017, Nota Técnica n° 170/2017-SGT/ANEEL de 14 de junho de 2017 e voto ANEEL do Processo n° 48500.004550 de 27 de junho de 2017.Para os demais componentes do contas a receber, nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: teste de segregação entre curto e longo prazo validação dos valores da Receita Anual Permitida (RAP), efetuando confronto com homologações da ANEEL confronto entre os controles analíticos dos projetos x saldo financeiro x saldo contábil análise das RAPs recebidas no ano corrente x redutora do IFRIC 12 no resultado do exercício análise da receita financeira registrada no resultado do exercício e revisão analítica com análise das evoluções mensais. Também focamos na adequação das divulgações efetuadas pela Companhia.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e prem issas adotados pela Administração para registro e avaliação do Contas a receber - Ativo da concessão (IFRIC 12) e Indenização da Rede Básica do Sistema Existente (RBSE), assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 7, são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Provisão para demandas judiciaisDe acordo com o CPC 25 - Provisões, Passivos Contingentes e Ativos Contingentes, a Companhia registra provisão com base em avaliação e qualificação dos riscos cuja probabilidade de perda é considerada provável. Esta avaliação é suportada pelo julgamento da Administração, juntamente com seus assessores jurídicos, considerando as jurisprudências, as decisões em instâncias iniciais e superiores, o histórico de eventuais acordos e decisões, a experiência da Administração e dos assessores jurídicos, bem como outros aspectos aplicáveis, sendo que os processos com expectativa de perda possível ou remota são apenas divulgados em nota explicativa. Em 31 de dezembro de 2017 a Companhia registra os montantes de R$121.553 mil, controladora e consolidado, respectivamente, referentes à provisão para demandas judiciais de processos com probabilidade de perda "provável", e divulga em nota explicativa os valores de R$837.851 mil e R$839.890 mil, controladora e consolidado, respectivamente, relativos a processos com probabilidade de perda "possível", para os quais não há provisão registrada contabilmente. Este assunto está divulgado na Nota Explicativa n° 20 das demonstrações financeiras.Esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria devido à relevância dos valores envolvidos, principalmente em relação aos processos com prognóstico de perda possível, ao grau de julgamento que precisou ser exercido pela Administração da Companhia, para a determinação se uma provisão deve ser registrada, bem como pela complexidade do ambiente jurídico no Brasil. A avaliação dos processos quanto ao seu valor e probabilidade de desembolso financeiro inclui ainda grau de julgamento por parte da Administração e de seus assessores jurídicos externos.Como nossa auditoria tratou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, o envio de cartas de confirmação aos advogados externos na data-base de 31 de dezembro de 2017, obtenção de opiniões legais dos assessores jurídicos externos da Companhia relacionados a assuntos mais complexos, bem como a discussão junto aos assessores legais externos e internos, sobre as causas em aberto, realizando cruzamento entre os relatórios de contingências e as respostas das cartas de circularização. Adicionalmente, verificamos as movimentações do saldo de provisão para demandas judiciais no exercício, analisando as mudanças de prognóstico de perda para processos significativos e a razoabilidade destas mudanças. Também focamos na adequação das divulgações efetuadas pela Companhia sobre cada classe de provisão e demais requerimentos de acordo com o CPC 25. Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os critérios e premissas adotados pela Administração na determinação probabilidade de perda, assim como determinação da necessidade ou não do registro de da provisão para os mencionados processos, assim como as respectivas divulgações na nota explicativa 20, são aceitáveis, no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Reconhecimento de receitasAs receitas são reconhecidas em conformidade com o estabelecido pela ICPC 01 (IFRIC 12 e OCPC 05), sendo que a Companhia deve registrar e mensurar a receita dos serviços que presta observando os pronunciamentos técnicos CPC 17 (R1) (IAS 11) - Contratos de Construção e CPC 30 (R1) (IAS 18) - Receitas (serviços de operação e manutenção). As receitas da Companhia são classificadas nos seguintes grupos: Receita de infraestrutura, Remuneração dos ativos de concessão (incluindo receita financeira e de indenização) e Receita de operação e manutenção. Adicionalmente, por estar em ambiente regulado, a Companhia está sujeita a diversas variáveis que podem gerar impacto em suas receitas, tais como: Revisão Tarifária Periódica da Receita Anual Permitida - RAP, Parcela Variável - PV, adicional à RAP e Parcela de Ajuste - PA e o Reajuste anual da receita, que impactam suas receitas. Tais variáveis impactam os montantes relacionadas ao contas a receber e, consequentemente, a receita do ativo da concessão, e são regulamentadas por resoluções normativas e outros atos emitidos pelo poder concedente, que afetam diretamente o negócio da Companhia. Os critérios de reconhecimento e respectivos valores nas demonstrações contábeis, estão divulgados nas Notas Explicativas n° 2.4 e 24. Em 31 de dezembro de 2017 a Companhia registra os montantes de R$2.529.462 mil e R$2.701.193 mil, controladora e consolidado, respectivamente, relativos à Receita operacional líquida.Esse assunto foi considerado significativo para a nossa auditoria, tendo em vista a relevância dos valores envolvidos, a complexidade dos controles analíticos que devem ser mantidos pela Administração para monitoramento e reconhecimento da movimentação dos fluxos de caixa relativos ao Ativo Financeiro da Concessão, e também pelos possíveis impactos de assuntos regulatórios nos negócios da Companhia.Como nossa auditoria tratou o assunto:Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros, a validação dos controles analíticos do ativo financeiro IFRIC12, elaborados pela Administração da Companhia para realização de testes nos saldos contábeis da receita de operação e construção, receitas financeiras (receita financeira em curso, receita financeira em serviço, receita financeira de melhorias) e redutora da receita IFRIC 12. Adicionalmente, efetuamos testes de adições, baixas e transferências do ativo da infraestrutura e intangível, que geram impacto na movimentação dos fluxos de caixa dos ativos financeiros (projetos) da Companhia. Utilizamos profissionais especializados para nos auxiliar na revisão dos fluxos de caixa projetados, bem como para avaliar as premissas e metodologia usadas pela Companhia, incluindo a taxa efetiva de juros (TEJ) dos ativos financeiros. Também focamos na adequação das divulgações efetuadas pela Companhia.Baseados no resultado dos procedimentos de auditoria efetuados, que está consistente com a avaliação da Administração, consideramos que os controles mantidos e a metodologia utilizada pela Administração da Companhia para monitoramento e reconhecimento da movimentação dos fluxos de caixa relativos ao Ativo Financeiro da Concessão, bem como os critérios de reconhecimento de receita relativos às normas contábeis vigentes, e definidos pelo Poder Concedente, e as respectivas divulgações Notas Explicativas n° 2.4 e 24, são aceitáveis no contexto das demonstrações contábeis tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações contábeis da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações contábeis e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os c ritérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações contábeis individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outras informações que acompanham as demonstrações contábeis individuais e consolidadas e o relatório do auditor A Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações contábeis individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações contábeis ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações contábeis individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações contábeis individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações contábeis livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro.Na elaboração das demonstrações contábeis individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações contábeis, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações contábeis.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações contábeis individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações contábeis individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações contábeis. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações contábeis, inclusive as divulgações e se as demonstrações contábeis individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações contábeis consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações contábeis do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunica ção para o interesse público. São Paulo, 26 de fevereiro de 2018.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC- 2SP034519/O-6Marcos Antonio QuintanilhaSócioContador CRC-1SP132776/O-3

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os diretores da Companhia declaram que revisaram, discutiram e concordam com as informações contidas nas Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, bem como, concordam com a opinião expressa no respectivo Parecer dos Auditores Independentes, Ernst & Young, declaram, ainda, que todas as informações relevantes relacionadas às Demonstrações Financeiras, e apenas elas, estão sendo evidenciadas e correspondem às utilizadas na sua gestão. Portanto, os Diretores aprovam a emissão das Demonstrações Financeiras relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 26 de fevereiro de 2018Reynaldo Passanezi FilhoPresidenteRinaldo Pecchio JuniorDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresCarlos RibeiroDiretor TécnicoWeberson Eduardo Guioto AbreuDiretor de Projetos Rafael Falcão NodaDiretor de Relações Institucionais

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os diretores da Companhia declaram que reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes.São Paulo, 26 de fevereiro de 2018Reynaldo Passanezi FilhoPresidenteRinaldo Pecchio JuniorDiretor Financeiro e de Relações com InvestidoresCarlos RibeiroDiretor TécnicoWeberson Eduardo Guioto AbreuDiretor de Projetos Rafael Falcão NodaDiretor de Relações Institucionais

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da CTEEP - Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista ("Companhia"), no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, em cumprimento ao disposto no Artigo 163 da Lei nº 6.404/76 e posteriores alterações, examinou o Relatório da Administração, as Demonstrações Contábeis da Companhia, relativos ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017. Com fundamento nos exames realizados e no relatório sobre as demonstrações financeiras dos auditores independentes, Ernst & Young Auditores Independentes S.S., o Conselho Fiscal é de opinião que referidos documentos estão aptos a serem submetidos à apreciação e aprovação dos acionistas da Companhia.São Paulo, 26 de fevereiro de 2018.Manuel Domingues de Jesus e PinhoFelipe Baptista da SilvaRicardo Lopes CardosoPaula Prado Rodrigues CoutoFlavio Cesar Maia Luz

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

O Comitê de Auditoria Interna tem o objetivo de fortalecer o sistema de controle interno, a gestão de riscos e as práticas de Governança Corporativa da Companhia. Sua formação não é estatutária, sendo apenas um órgão de gestão interno da Companhia e sem as atribuições específicas de um Comitê de Auditoria Oficial e Estatutário, como, por exemplo, a emissão de parecer sobre as demonstrações financeiras padronizadas.

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

Sem texto na entrega.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.