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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2016112 páginasCódigo CVM 22519Versão 1Recebida em 23/02/2017valores em R$ mil

DFP 2016 de TECHNOS SA

TECHNOS SA · CNPJ 09.295.063/0001-97

TECHNOS SA
CNPJ 09.295.063/0001-97
DFP 2016
Exercício 2016
Carregando…

Metadados

Empresa
TECHNOS SA
CNPJ
09.295.063/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
112
Ano de referência
2016*
Publicado em
23/02/2017 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:55:02

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201631/12/2015Var.
1Ativo Total742.508776.169−4,3%
1.01Ativo Circulante383.634429.632−10,7%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa16.97820.016−15,2%
1.01.01.01Caixa17106−84,0%
1.01.01.02Depósitos Bancários14.13514.869−4,9%
1.01.01.03Aplicações Financeiras2.8265.041−43,9%
1.01.02Aplicações Financeiras1.0530
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber219.620227.047−3,3%
1.01.03.01Clientes219.620227.047−3,3%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques125.930152.716−17,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar7.26112.337−41,1%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes12.79217.516−27,0%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros12.79217.516−27,0%
1.02Ativo Não Circulante358.874346.5373,6%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo60.32843.22339,6%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo23.56827.002−12,7%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.01.03Títulos e Valores Mobiliários23.56827.002−12,7%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber24.2328.608181,5%
1.02.01.03.01Clientes47227−79,3%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber24.1858.381188,6%
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos00
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes12.5287.61364,6%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Impostos a recuperar12.5287.61364,6%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado35.78139.597−9,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação35.78139.597−9,6%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível262.765263.717−0,4%
1.02.04.01Intangíveis35.92736.879−2,6%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill226.838226.8380,0%

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAo Conselho de Administração e Acionistas daTechnos S.A.Rio de Janeiro - RJOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Technos S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2016 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da Technos S.A. em 31 de dezembro de 2016, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir, intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.a)Valor recuperável de ativos não financeiros de longo prazo, incluindo ágio por expectativa de rentabilidade futuraA Companhia efetua anualmente o teste do valor recuperável de seus ativos não financeiros de longo prazo, incluindo o ágio por expectativa de rentabilidade futura, de acordo com os requerimentos do CPC 01 (R1) / IAS 36 - Redução ao Valor Recuperável de Ativos / Impairment of Assets. Esse teste é baseado em estimativas da Administração mediante modelo de avaliação de fluxos de caixa sobre a expectativa dos resultados futuros, descontados a valor presente, das unidades geradoras de caixa e que utilizam premissas de mercado. Este assunto foi considerado significativo porque o processo de projeção dos fluxos de caixa é complexo e altamente crítico e é baseado em premissas que são afetadas por expectativas futuras de mercado e condições econômicas. Nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) utilização de especialistas em modelos de valorização para nos ajudar a avaliar e testar os pressupostos e metodologias utilizados pela Administração na preparação das projeções dos fluxos de caixa (b) validação das informações utilizadas nos cálculos (c) realização de uma revisão retrospectiva de projeções anteriores para identificar alguma potencial inconsistência no desenvolvimento de estimativas no futuro (d) realização de cálculo independente sensibilizando as principais premissas utilizadas e (e) revisão da adequação das divulgações incluídas na Nota 9 às demonstrações financeiras.b)Reconhecimento de receita de venda de produtosConforme mencionado na Nota 2.22, a Companhia reconhece suas receitas pelo regime de competência e na extensão em que for provável que benefícios econômicos serão gerados e quando elas possam ser mensuradas de forma confiável. No caso da venda de produtos, isso ocorre quando o produto é efetivamente entregue ao lojista, que passa a ter total liberdade sobre o canal e o preço de revenda dos produtos (transferência de riscos e benefícios), não havendo qualquer obrigação não satisfeita que possa afetar a aceitação dos produtos pelo cliente.O eventual reconhecimento de receita fora de seu período correto de competência, principalmente por produtos vendidos mas não entregues em 31 de dezembro de 2016, foi considerado como um risco significativo de auditoria, o que requereu considerações especiais de auditoria. Nesse contexto, nossos procedimentos de auditoria incluíram, entre outros: (a) a avaliação e testes dos controles envolvidos no processo de reconhecimento de receita de venda de produtos (b) testes substantivos de itens-chave e amostras representativas, incluindo a inspeção dos respectivos contratos, pedidos, notas fiscais, recebimento subsequente e comprovante de entrega do produto para os itens selecionados (c) testes extensivos de corte de vendas, e seu respectivo reconhecimento contábil mediante efetiva entrega ocorridas durante o período anterior e posterior ao fechamento contábil (d) procedimentos substantivos analíticos detalhados, utilizando dados desagregados para identificar potenciais problemas de competência e (e) revisão da adequação das divulgações incluídas na Nota 2.22 e 17 às demonstrações financeiras.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditorA Administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com o nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base n o trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidade da Administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA Administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a Administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a Administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas não com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela Administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela Administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.Rio de Janeiro, 22 de fevereiro de 2017.ERNST & YOUNGAuditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/F-6Roberto MartorelliContador CRC-1RJ106103/O-0

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Technos S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida das Américas, nº 3443, sala 101, bloco 4, Barra da Tijuca, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de janeiro, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.295.063/0001-97, que revimos, discutimos e concordamos com as demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso VI, do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009.Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2017.Thiago Frias Picolo Peres - Diretor-PresidenteVictor Valadão Bicalho - Diretor Sem Designação EspecíficaAndre Vercelli - Diretor Sem Designação EspecíficaMaurício Elísio Martins Loureiro - Diretor Sem Designação EspecíficaErica Luiza Di Puccio Pagano - Diretor Sem Designação Específica

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃOPARA FINS DO ARTIGO 25 DA INSTRUÇÃO CVM Nº 480/09Declaramos, na qualidade de diretores da Technos S.A., sociedade por ações de capital aberto, com sede na Avenida das Américas, nº 3443, sala 101, bloco 4, Barra da Tijuca, na Cidade do Rio de Janeiro, Estado do Rio de janeiro, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 09.295.063/0001-97, que revimos, discutimos e concordamos com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às demonstrações financeiras do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2016, nos termos e para fins do parágrafo 1º, inciso V, do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 7 de dezembro de 2009.Rio de Janeiro, 23 de fevereiro de 2017.Thiago Frias Picolo Peres - Diretor-PresidenteVictor Valadão Bicalho - Diretor Sem Designação EspecíficaAndre Vercelli - Diretor Sem Designação EspecíficaMaurício Elísio Martins Loureiro - Diretor Sem Designação EspecíficaErica Luiza Di Puccio Pagano - Diretor Sem Designação Específica

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.