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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2010205 páginasCódigo CVM 21237Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 25/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de ENEVA S.A.

ENEVA S.A. · CNPJ 04.423.567/0001-21

Versões deste exercício: v1 (24/03/2011) · v2 (25/03/2011), esta

ENEVA S.A.
CNPJ 04.423.567/0001-21
DFP 2010 (V2)
Exercício 2010
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Metadados

Empresa
ENEVA S.A.
CNPJ
04.423.567/0001-21
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
205
Ano de referência
2010*
Publicado em
25/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total6.279.5554.817.68030,3%
1.01Ativo Circulante1.661.4831.749.998−5,1%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa304.4671.543.546−80,3%
1.01.01.01Caixa e Bancos13.323386.333−96,6%
1.01.01.02Fundo Multimercado MPX 63208.848859.593−75,7%
1.01.01.03Bradesco Corporate FIC FI Referenciado DI Federal67.484255.627−73,6%
1.01.01.04CDB13.39239.500−66,1%
1.01.01.05Outras Aplicações em Renda FIxa1.4202.493−43,0%
1.01.02Aplicações Financeiras175.0910—
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo175.0910—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.01.03Títulos e Valores Mobiliários175.0910—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.01.03Contas a Receber9.8466.29556,4%
1.01.03.01Clientes9.8466.29556,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques7.0682.610170,8%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar52.61580.070−34,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00—
1.01.07Despesas Antecipadas8.4695.10066,1%
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.103.927112.377882,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros1.103.927112.377882,3%
1.01.08.03.01Adiantamentos Diversos4.1320—
1.01.08.03.03Ganhos com Derivativos720.3537.2149.885,5%
1.01.08.03.04Depósitos Vinculados374.67895.187293,6%
1.01.08.03.05Subsídios a receber - CCC4.1905.445−23,0%
1.01.08.03.06Outros Créditos5744.531−87,3%
1.02Ativo Não Circulante4.618.0723.067.68250,5%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.006.4111.090.185−7,7%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber00—
1.02.01.03.01Clientes00—
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos303.743202.77549,8%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos303.743202.77549,8%
1.02.01.07Despesas Antecipadas4.2834.1822,4%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas3.2631.584106,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas3.2631.584106,0%
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes695.122881.644−21,2%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Ganhos com Derivativos648.694841.258−22,9%
1.02.01.09.04Depósitos Vinculados00—
1.02.01.09.05Subsídios a Receber - CCC24.61724.6170,0%
1.02.01.09.06Títulos e Valores Mobiliários00—
1.02.01.09.07Impostos a Recuperar18.27011.48059,1%
1.02.01.09.08Outros Créditos3.5414.289−17,4%
1.02.02Investimentos50.4595608.910,5%
1.02.02.01Participações Societárias00—
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00—
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado3.472.6791.936.05279,4%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00—
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00—
1.02.04Intangível88.52340.885116,5%
1.02.04.01Intangíveis00—
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Tipo não informado
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAoConselho de Administração e Acionistas daMPX Energia S.A.Rio de Janeiro - RJExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da MPX Energia S.A. ("Companhia"), identificadas como Controladora e Consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeirasA administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da MPX Energia S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da MPX Energia S.A. em 31 de dezembro de 2010, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas interacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfasesConforme descrito na Nota Explicativa nº 3, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da MPX Energia S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo e pela opção pela manutenção do saldo de ativo diferido, existente em 31 de dezembro de 2008, que vem sendo amortizado somente para as empresas em fase operacional. As demonstrações financeiras foram preparadas considerando a continuidade normal dos negócios da Companhia e de suas controladas. Conforme mencionado na Nota Explicativa nº 13, as controladas Porto do Pecém Geração de Energia S.A., MPX Pecém II Geração de Energia S.A., UTE Porto do Itaqui Geração de Energia S.A., UTE Porto do Açu Energia S.A., Seival Sul Mineração Ltda., UTE MPX Sul Energia Ltda., MPX Energia de Chile Ltda., MPX Áustria GmbH, MPX Viena GmbH, MPX Colômbia S.A., MPX Tauá Energia Solar Ltda., Porto do Pecém Transportadora de Minérios S.A., MPX Comercializadora de Combustíveis Ltda., Termopantanal Participações Ltda., Termopantanal Ltda. e Nova-Sistemas de Energia Ltda. encontram-se em fase pré-operacional. A recuperação dos valores registrados no ativo não circulante depende do sucesso das operações futuras da Companhia e de suas controladas, bem como as controladas dependem do suporte financeiro dos acionistas e/ou recursos de terceiros até que suas operações se tornem rentáveis. A falta dos referidos recursos financeiros levantará sérias dúvidas quanto à continuidade dos negócios da Companhia e de suas controladas. Os planos da Administração com relação às atividades operacionais estão descritos na Nota Explicativa nº 13.Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA), elaboradas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Rio de Janeiro, 24 de março de 2011KPMG Auditores IndependentesCRC SP-014428/O-6 F-RJManuel Fernandes Rodrigues de SousaContador CRC RJ-052428/O-2

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução nº 480/09, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com as Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado) relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010.Rio de Janeiro, 24 de março de 2011.Eduardo Karrer - Diretor Presidente e de Relações com InvestidoresRudolph Ihns - Diretor FinanceiroXisto Vieira Filho - Diretor de Comercialização de Energia e RegulaçãoMarcus Bernd Temke - Diretor de Implantação e OperaçõesBruno de Rossi Chevalier - Diretor Jurídico

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em observância às disposições constantes no artigo 25 da Instrução nº 480/09, de 7 de dezembro de 2009, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concordou com a opinião expressa no parecer dos Auditores Independentes, datado em 24 de março de 2011, relativo às Demonstrações Financeiras (Controladora e Consolidado) do exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010. Rio de Janeiro, 24 de março de 2011.Eduardo Karrer - Diretor Presidente e de Relações com InvestidoresRudolph Ihns - Diretor FinanceiroXisto Vieira Filho - Diretor de Comercialização de Energia e RegulaçãoMarcus Bernd Temke - Diretor de Implantação e OperaçõesBruno de Rossi Chevalier - Diretor Jurídico

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

Não aplicável.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.