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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2012Código CVM 14559Versão 1Recebida em 14/03/2013valores em R$ mil

DFP 2012 de M&G POLIESTER S.A.

M&G POLIESTER S.A. · CNPJ 56.806.656/0001-50

M&G POLIESTER S.A.
CNPJ 56.806.656/0001-50
DFP 2012
Exercício 2012
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
M&G POLIESTER S.A.
CNPJ
56.806.656/0001-50
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2012*
Publicado em
14/03/2013 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:46

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201231/12/2011Var.
1Ativo Total1.686.0011.714.944−1,7%
1.01Ativo Circulante837.863864.153−3,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa111.408123.898−10,1%
1.01.01.01Caixas e Bancos60.85125.851135,4%
1.01.01.02Aplicações Financeiras50.55798.047−48,4%
1.01.02Aplicações Financeiras310783−60,4%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo310783−60,4%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação310783−60,4%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber305.545292.1524,6%
1.01.03.01Clientes305.545292.1524,6%
1.01.03.01.01Contas a Receber313.560300.0394,5%
1.01.03.01.02Provisão para Devedores Duvidosos−8.015−7.887−1,6%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.01.04Estoques345.497358.537−3,6%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar24.69847.216−47,7%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar24.69847.216−47,7%
1.01.07Despesas Antecipadas2.0912.0412,4%
1.01.08Outros Ativos Circulantes48.31439.52622,2%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros48.31439.52622,2%
1.01.08.03.01Partes Relacionadas22.2844.494395,9%
1.01.08.03.02Créditos a Receber12.10524.713−51,0%
1.01.08.03.03Outras Contas a Receber13.92510.31934,9%
1.02Ativo Não Circulante848.138850.791−0,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo260.601250.5934,0%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo54.34451.4475,6%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber3.6410
1.02.01.03.01Clientes3.6410
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos51.14544.06716,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos51.14544.06716,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas0296−100,0%
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas0107−100,0%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas0107−100,0%
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes151.471154.676−2,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Créditos a Receber111.313115.540−3,7%
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais3.2062.02658,2%
1.02.01.09.05Impostos a Recuperar36.95237.110−0,4%
1.02.02Investimentos7477470,0%
1.02.02.01Participações Societárias7477470,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias7477470,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado581.408590.530−1,5%
1.02.03.01Imobilizado em Operação581.408590.530−1,5%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível5.3828.921−39,7%
1.02.04.01Intangíveis5.3828.921−39,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAosAdministradores e Acionistas daM&G Poliéster S.A.Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da M&G Poliéster S.A. ("Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeiras A Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião sobre as demonstrações financeiras individuais Em nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da M&G Poliéster S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadas Em nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da M&G Poliéster S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase Conforme descrito na Nota Explicativa n° 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da M&G Poliéster S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo. Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.São Paulo, 12 de março de 2013.ERNST & YOUNG TERCO Auditores Independentes S.S.CRC-2SP015199/O-6Sergio CiteroniContador CRC-1SP170652/O-1Rita de C. S. de Freitas Contador CRC-1SP214160/O-5

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Os membros da Diretoria da Companhia declaram ter conhecimento de todos os documentos referentes às Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2012, bem como dos Pareceres da Empresa de Auditoria Independente e do Conselho Fiscal.Declaram, ainda que os números e fatos constantes nos documentos acima mencionados refletem a situação econômica da Sociedade.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Os membros da Diretoria da Companhia declaram ter conhecimento de todos os documentos referentes às Demonstrações Financeiras, relativas ao exercício social encerrado em 31.12.2012, bem como dos Pareceres da Empresa de Auditoria Independente e do Conselho Fiscal.Declaram, ainda que os números e fatos constantes nos documentos acima mencionados refletem a situação econômica da Sociedade.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASREUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO FISCALDE 11 de março 2013DATA: 11 de março 2013LOCAL E HORA: Avenida das Nações Unidas, 12.551 - 8º. Andar - parte - São Paulo/SP, no dia 11 de março de 2013 às 10:00 horas.CONVOCAÇÃO: Por correspondência eletrônica datada de 27 de fevereiro de 2013, enviada pelo Presidente do CF.Em 11 de março, às 10:00 hs, em atendimento a convocação do Presidente do Conselho Fiscal Jorge Michel Lepeltier, com fundamento no art. 163, VI, da Lei 6.404/76 (Lei da S.A.), os membros do Conselho Fiscal, na sede social da M&G Poliéster S.A. e que ao final subscrevem, deram inícios aos trabalhos de análise das demonstrações financeiras da M&G Poliéster S.A., para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012. Os Conselheiros presentes analisaram os documentos solicitados, os esclarecimentos pertinentes prestados pela Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. e a Administração e emitiram o seguinte relatório:1.O Conselho Fiscal da M&G Poliéster S.A. de acordo com o disposto em seu regimento e a legislação em vigor, tendo como incumbência primordial o acompanhamento, de forma independente, quanto à integridade das demonstrações financeiras, pelo cumprimento das exigências legais e regulamentares, pela atuação, independência e qualidade dos trabalhos da Auditoria Independente com a finalidade de encaminhar a AGO as demonstrações financeiras anuais e o relatório da Administração como o seu relatório.2.As avaliações do Conselho Fiscal basearam-se nas discussões e informações recebidas da Administração, dos Auditores Independentes, pelas avaliações e revisões dos sistemas de controle internos decorrentes de suas verificações e nos trabalhos que os Auditores Independentes realizaram e de suas próprias análises.3.A elaboração das demonstrações financeiras é de responsabilidade da Administração cabendo a esta estabelecer os procedimentos necessários para assegurar a qualidade dos processos dos quais se originam as informações utilizadas na preparação das mesmas e na geração de relatórios. A Administração também é responsável pelo estabelecimento e supervisão do sistema de controles internos e monitoramento de riscos.4.A Ernst & Young Terco Auditores Independentes S.S. é a responsável pela auditoria das demonstrações financeiras, cabendo-lhes assegurar que elas estão apresentadas de forma adequada, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeiras da M&G Poliéster S.A., de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, com a adoção do IFRS, aplicando todas as normas, revisões de normas e interpretações emitidas pelo CPC e pelo IASB.5.Dentre as atividades desenvolvidas pelo Conselho Fiscal, destacaram-se:a)Reuniões periódicas e demais diligências quando julgadas necessárias, devidamente registradas em Atas, envolvendo áreas de negócios como: financeira, controles e na implementação dos aperfeiçoamentos das recomendações dos Auditores Independentes.b)Reuniões trimestrais pela revisão dos respectivos ITRs.c)O conhecimento do planejamento dos trabalhos dos Auditores Independentes para o exercício de 2012, dos níveis de relevância e das áreas de risco por eles identificadas. Bem como dos resultados dos procedimentos de auditoria aplicados e evidencias obtidas sobre as principais operações, incluindo os assuntos de atenção e as recomendações constantes dos seus relatórios. Incluiu também a solicitação dos relatórios circunstanciados.d)O Conselho Fiscal reuniu-se especificamente com os Auditores Independentes para obter esclarecimentos a respeito do parecer sobre as demonstrações financeiras referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e por, outras vezes para a discussão de outros assuntos de relevo.6.O Conselho Fiscal em conformidade com a Instrução CVM no. 371/02 examinou os fundamentos e as expectativas do "estudo técnico de viabilidade de geração de lucros tributários futuros", os quais foram aprovados pelo Conselho de Administração em reunião datada de 19 de fevereiro de 2013, a qual é parte integrante desta.7.Considerações Finais.Finalizando, destacam que o Conselho de Administração estará reunido em 12 de março de 2013, para aprovação das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2012 e com isso, o Conselho Fiscal dará continuidade as análises dessas demonstrações, no dia 12 do corrente às 16:00 horas.São Paulo, 11 de março de 2013ASSINATURAS:Jorge Michel LepeltierPresidente do Conselho FiscalAurélio Belarmino BarbosaMembroJosé Antonio de Assis SimõesMembroREUNIÃO ORDINÁRIA DO CONSELHO FISCALDE 12 de março 2013DATA: 12 de março 2013LOCAL E HORA: Avenida das Nações Unidas, 12.551 - 8º. Andar - parte - São Paulo/SP, no dia 12 de março às 16:00 horas do dia 12 de março de 2013.CONVOCAÇÃO: Por correspondência eletrônica datada de 27 de fevereiro de 2013, enviada pelo Presidente do CF.Em 12 de março, às 16:00 hs, em atendimento a convocação do Presidente do Conselho Fiscal Jorge Michel Lepeltier, com fundamento no art. 163, VI, da Lei 6.404/76 (Lei da S.A.), os membros do Conselho Fiscal, na sede social da M&G Poliéster S.A. e que ao final subscrevem, retomaram os trabalhos de análise das demonstrações financeiras da M&G Poliéster S.A., para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, que foram iniciados em 11 de março e finalizadas no dia 12 de março de 2013, após o recebimento da ata de Reunião do Conselho de Administração de 12 de março de 2013, a qual é parte integrante desta.Os Conselheiros presentes analisaram os documentos solicitados, os esclarecimentos pertinentes prestados pela Administração.8.Considerações Finais.Finalizando, destaca o parecer da auditoria Ernst & Young Terco - Auditores Independentes S.S., datado de 12 de março de 2013 e que, revela:"Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da M&G Poliéster S.A. em 31 de dezembro de 2012, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB e as práticas contábeis adotadas no Brasil.Ênfase Conforme descrito na Nota Explicativa n° 2, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da M&G Poliéster S.A. essas práticas diferem do IFRS, aplicável às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que para fins de IFRS seria custo ou valor justo.Outros assuntos Demonstrações do valor adicionado Examinamos, também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVA), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e como informação suplementar pelas IFRS que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentada s, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto."9.No melhor entendimento, as praticas de governança corporativa e efetiva diligencia os Conselheiros Fiscais encaminham as demonstrações financeiras, conforme consta a seguir:Com base nas revisões e discussões acima e nos trabalhos detalhados e referidos, os Conselheiros Fiscais concluíram que as demonstrações financeiras, notas explicativas e Relatório da Administração e demais documentos estão em condições de serem encaminhadas aos acionistas para deliberação em AGO e divulgação das demonstrações financeiras auditadas relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2012.Nada mais havendo a tratar, os Conselheiros lavraram a presente ata que segue assinada por todos.São Paulo, 12 de março de 2013ASSINATURAS:Jorge Michel LepeltierPresidente do Conselho FiscalAurélio Belarmino BarbosaMembroJosé Antonio de Assis SimõesMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.