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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2013156 páginasCódigo CVM 18660Versão 1Recebida em 27/03/2014valores em R$ mil

DFP 2013 de CPFL ENERGIA S.A.

CPFL ENERGIA S.A. · CNPJ 02.429.144/0001-93

CPFL ENERGIA S.A.
CNPJ 02.429.144/0001-93
DFP 2013
Exercício 2013
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Metadados

Empresa
CPFL ENERGIA S.A.
CNPJ
02.429.144/0001-93
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
156
Ano de referência
2013*
Publicado em
27/03/2014 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:50

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201331/12/2012Var.
1Ativo Total31.042.79628.924.2797,3%
1.01Ativo Circulante7.264.3235.544.93831,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa4.206.4222.435.03472,7%
1.01.02Aplicações Financeiras24.8066.100306,7%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00—
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado24.8066.100306,7%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento24.8066.100306,7%
1.01.03Contas a Receber2.007.7892.205.024−8,9%
1.01.03.01Clientes2.007.7892.205.024−8,9%
1.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.01.04Estoques21.62536.826−41,3%
1.01.05Ativos Biológicos00—
1.01.06Tributos a Recuperar262.433250.9874,6%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar262.433250.9874,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes741.248610.96721,3%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.01.08.03Outros741.248610.96721,3%
1.01.08.03.01Outros Créditos673.383510.88031,8%
1.01.08.03.02Derivativos1.842870111,7%
1.01.08.03.03Arrendamento10.7589.74010,5%
1.01.08.03.04Dividendos e juros sobre o capital próprio55.26555.0330,4%
1.01.08.03.05Ativo financeiro da concessão034.444−100,0%
1.02Ativo Não Circulante23.778.47323.379.3411,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.280.0456.072.8433,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00—
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00—
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00—
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00—
1.02.01.03Contas a Receber153.854161.658−4,8%
1.02.01.03.01Clientes153.854161.658−4,8%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00—
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos00—
1.02.01.06Tributos Diferidos1.168.7061.257.787−7,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00—
1.02.01.06.02Créditos fiscais diferidos1.168.7061.257.787−7,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas86.6550—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores86.6550—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes4.870.8304.653.3984,7%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Derivativos316.648486.438−34,9%
1.02.01.09.04Depósitos judiciais1.143.1791.125.3391,6%
1.02.01.09.05Tributos a compensar173.362206.653−16,1%
1.02.01.09.06Arrendamento37.81731.70319,3%
1.02.01.09.07Ativo financeiro da concessão2.787.0732.342.79619,0%
1.02.01.09.08Entidade de previdência privada00—
1.02.01.09.09Investimento ao custo116.654116.6540,0%
1.02.01.09.10Outras contas a receber296.097343.815−13,9%
1.02.02Investimentos1.032.6811.022.1261,0%
1.02.02.01Participações Societárias1.032.6811.022.1261,0%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00—
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias1.032.6811.022.1261,0%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado7.717.4197.104.0608,6%
1.02.03.01Imobilizado em Operação6.748.5936.469.6884,3%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00—
1.02.03.03Imobilizado em Andamento968.826634.37252,7%
1.02.04Intangível8.748.3289.180.312−4,7%
1.02.04.01Intangíveis8.748.3289.180.312−4,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES SOBRE AS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Ao Conselho de Administração e Acionistas da CPFL Energia S.A.São Paulo - SPIntroduçãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da CPFL Energia S.A. ("CPFL Energia" ou "Companhia"), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem os balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa, para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas.Responsabilidade da Administração sobre as demonstrações financeirasA Administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e das demonstrações financeiras consolidadas de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB", e de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração dessas demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Responsabilidade dos auditores independentesNossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante.Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para fins de expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Opinião sobre as demonstrações financeiras individuaisEm nossa opinião, as demonstrações financeiras individuais anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da CPFL Energia S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil.Opinião sobre as demonstrações financeiras consolidadasEm nossa opinião, as demonstrações financeiras consolidadas anteriormente referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira consolidada da CPFL Energia S.A. em 31 de dezembro de 2013, o desempenho consolidado de suas operações e os seus fluxos de caixa consolidados para o exercício findo naquela data, de acordo com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo "International Accounting Standards Board - IASB" e as práticas contábeis adotadas no Brasil.ÊnfaseDemonstrações financeiras individuaisConforme descrito na nota explicativa nº 2.1, as demonstrações financeiras individuais foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. No caso da Companhia, essas práticas diferem das IFRS, aplicáveis às demonstrações financeiras separadas, somente no que se refere à avaliação dos investimentos em controladas, coligadas e controladas em conjunto pelo método de equivalência patrimonial, enquanto que, para fins de IFRS, seria custo ou valor justo. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Reapresentação dos valores correspondentesConforme mencionado na nota explicativa n° 2.9, em decorrência da mudança de política contábil referente aos benefícios a empregados, de acordo com o CPC 33 (R1) e IAS 19 (R) - Benefícios a Empregados e contabilização dos negócios controlados em conjunto, de acordo com o CPC 19 (R2) e IFRS 11 - Negócios em Conjunto, os valores correspondentes, individuais e consolidados, relativos aos balanços patrimoniais em 1º de janeiro de 2012 e 31 de dezembro de 2012 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar) para o exercício findo em 31 de dezembro de 2012, apresentados para fins de comparação, foram ajustados e estão sendo reapresentados como previsto no CPC 23 e IAS 8 - Práticas Contábeis, Mudanças de Estimativa e Ratificação de Erro e CPC 26 (R1) e IAS 1 - Apresentação das Demonstrações Contábeis. Nossa opinião não está ressalvada em função desse assunto.Decreto 7.945 de 7 de março de 2013Sem modificar nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas para o exercício findo em 31 de dezembro de 2013, chamamos atenção para o assunto descrito na nota explicativa n° 27, referente ao registro feito pela Companhia e suas controladas, na forma de redução do custo de energia comprada para revenda, de repasses de recursos da Conta de Desenvolvimento Energético - CDE. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoExaminamos, também, as demonstrações individuais e consolidadas do valor adicionado (DVAs), referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2013, preparadas sob a responsabilidade da Administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas, e apresentadas como informação suplementar pelas IFRSs que não requerem a apresentação da DVA. Essas demonstrações foram submetidas aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, estão adequadamente apresentadas, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Valores correspondentesOs valores correspondentes aos balanços patrimoniais de abertura de 1º de janeiro de 2012 (derivados das demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2011), apresentados para fins de comparação, foram auditados por outros auditores independentes, que emitiram seu relatório em 10 de março de 2014, contendo parágrafos de ênfase, sem modificação da sua opinião, referentes: (i) à diferença na avaliação dos investimentos em controladas, coligada e controlada em conjunto pelo método de equivalência patrimonial nas demonstrações financeiras individuais, enquanto que, para fins de IFRS, seria custo ou valor justo e (ii) à mudança de política contábil referente aos benefícios a empregados, de acordo com o CPC 33 (R1) e IAS 19 (R) - Benefícios a Empregados e cont abilização dos negócios controlados em conjunto, de acordo com o CPC 19 (R2) e IFRS 11 - Negócios em Conjuntos, conforme descrito na nota explicativa n° 3.8. Campinas, 10 de março de 2014DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Marcelo Magalhães FernandesAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 203310/O-6

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da CPFL Energia S.A, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rua Gomes de Carvalho, 1510 - 14º andar - Sala 142 - Vila Olímpia - São Paulo - SP - Brasil, inscrita no CNPJ sob nº 02.429.144/0001-93, declaram que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da DELOITTE TOUCHE TOHMATSU, relativamente as demonstrações contábeis da CPFL Energia do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013b)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da CPFL Energia do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.Campinas, 10 de março de 2014. WILSON P. FERREIRA JUNIOR Diretor Presidente GUSTAVO ESTRELLA Diretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores WILSON P. FERREIRA JUNIOR acumulando a função de Diretor Vice-Presidente de Relações Institucionais JOSÉ MARCOS CHAVES DE MELO HELIO VIANA PEREIRA Diretor Vice-Presidente Administrativo Diretor Vice-Presidente de Operações CARLOS DA COSTA PARCIAS JÚNIOR Diretor Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, o presidente e os diretores da CPFL Energia S.A, sociedade por ações de capital aberto, com sede na Rua Gomes de Carvalho, 1510 - 14º andar - Sala 142 - Vila Olímpia - São Paulo - SP - Brasil, inscrita no CNPJ sob nº 02.429.144/0001-93, declaram que:a)reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no parecer da DELOITTE TOUCHE TOHMATSU, relativamente as demonstrações contábeis da CPFL Energia do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013b)reviram, discutiram e concordam com as demonstrações contábeis da CPFL Energia do exercício social findo em 31 de dezembro de 2013.Campinas, 10 de março de 2014. WILSON P. FERREIRA JUNIOR Diretor Presidente GUSTAVO ESTRELLA Diretor Vice-Presidente Financeiro e de Relações com Investidores WILSON P. FERREIRA JUNIOR acumulando a função de Diretor Vice-Presidente de Relações Institucionais JOSÉ MARCOS CHAVES DE MELO HELIO VIANA PEREIRA Diretor Vice-Presidente Administrativo Diretor Vice-Presidente de Operações CARLOS DA COSTA PARCIAS JÚNIOR Diretor Vice-Presidente de Desenvolvimento de Negócios

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

O Conselho Fiscal da CPFL Energia S.A., no desempenho de suas atribuições legais, tendo examinado o Relatório da Administração, as demonstrações financeiras do Exercício Social de 2013, ante os esclarecimentos prestados pela Diretoria da Companhia, pelo representante da Auditoria Externa e, ainda, com base no parecer da Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes, datado de 10 de março de 2014, é de opinião que os referidos documentos estão em condições de serem apreciados e votados pela Assembléia Geral Ordinária de Acionistas.São Paulo, 26 de março de 2014.William Bezerra Cavalvanti FilhoPresidenteDaniela Corci CardosoConselheiroAdalgiso Fragoso de FariaConselheiroCelene Carvalho de JesusConselheiroHelena Kerr do AmaralConselheiro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.