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BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017209 páginasCódigo CVM 16292Versão 1Recebida em 22/02/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de BRF S.A.

BRF S.A. · CNPJ 01.838.723/0001-27

BRF S.A.
CNPJ 01.838.723/0001-27
DFP 2017
Exercício 2017
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Metadados

Empresa
BRF S.A.
CNPJ
01.838.723/0001-27
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
209
Ano de referência
2017*
Publicado em
22/02/2018 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total45.228.48142.944.9365,3%
1.01Ativo Circulante19.185.52318.893.7381,5%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa6.010.8296.356.919−5,4%
1.01.02Aplicações Financeiras228.430622.285−63,3%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo211.441515.045−58,9%
1.01.02.01.01Títulos para Negociação195.994271.245−27,7%
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda15.447243.800−93,7%
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado16.989107.240−84,2%
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento16.989107.240−84,2%
1.01.03Contas a Receber4.032.1493.234.12924,7%
1.01.03.01Clientes3.919.0223.085.14727,0%
1.01.03.02Outras Contas a Receber113.127148.982−24,1%
1.01.04Estoques4.948.1684.791.6403,3%
1.01.05Ativos Biológicos1.510.4801.644.939−8,2%
1.01.06Tributos a Recuperar1.228.2591.234.795−0,5%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar1.228.2591.234.795−0,5%
1.01.06.01.01Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar499.341388.68328,5%
1.01.06.01.02Tributos Correntes a Recuperar752.021850.287−11,6%
1.01.06.01.03Provisão para Realização−23.103−4.175−453,4%
1.01.07Despesas Antecipadas00—
1.01.08Outros Ativos Circulantes1.227.2081.009.03121,6%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda41.5710—
1.01.08.01.01Bens Destinados a Venda41.5710—
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas026.126−100,0%
1.01.08.02.01Ativos de Operações Descontinuadas e Mantidos para a Venda026.126−100,0%
1.01.08.03Outros1.185.637982.90520,6%
1.01.08.03.01Juros de Capital Próprio a Receber6.1877.448−16,9%
1.01.08.03.02Ativos Financeiros90.536198.015−54,3%
1.01.08.03.04Contas a Receber de Alienação de Participação Societária28.89745.267−36,2%
1.01.08.03.05Depósitos Judiciais00—
1.01.08.03.06Caixa Restrito127.821218.251−41,4%
1.01.08.03.10Outros932.196513.92481,4%
1.02Ativo Não Circulante26.042.95824.051.1988,3%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo6.586.5445.573.72318,2%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo328.816379.475−13,3%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00—
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda328.816379.475−13,3%
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado239.989148.25361,9%
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento239.989148.25361,9%
1.02.01.03Contas a Receber122.654197.225−37,8%
1.02.01.03.01Clientes6.26010.701−41,5%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber116.394186.524−37,6%
1.02.01.04Estoques00—
1.02.01.05Ativos Biológicos903.654917.345−1,5%
1.02.01.06Tributos Diferidos1.369.3661.103.14624,1%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos1.369.3661.103.14624,1%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00—
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00—
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00—
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00—
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00—
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes3.622.0652.828.27928,1%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00—
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00—
1.02.01.09.03Depósitos Judiciais688.940732.571−6,0%
1.02.01.09.05Imposto de Renda e Contribuição Social a Recuperar20.01036.032−44,5%
1.02.01.09.06Tributos Correntes a Recuperar2.555.5551.633.95756,4%
1.02.01.09.07Provisão para Realização−137.400−151.4079,3%
1.02.01.09.09Contas a Receber de Alienação de Participação Societária028.897−100,0%
1.02.01.09.10Caixa Restrito407.803427.557−4,6%
1.02.01.09.11Outros87.157120.672−27,8%
1.02.02Investimentos68.19558.68316,2%
1.02.02.01Participações Societárias68.19558.68316,2%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas60.22757.3255,1%
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias7.9681.358486,7%
1.02.02.02Propriedades para Investimento00—
1.02.03Imobilizado12.190.58311.746.2383,8%
1.02.03.01Imobilizado em Operação11.508.58110.680.5867,8%
1.02.03.02Imobilizado Arrendado228.056179.64826,9%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento453.946886.004−48,8%
1.02.04Intangível7.197.6366.672.5547,9%
1.02.04.01Intangíveis7.197.6366.672.5547,9%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00—
1.02.04.01.02Software210.228164.03328,2%
1.02.04.01.03Marcas1.649.9101.313.19425,6%
1.02.04.01.04Ágio4.192.2284.343.550−3,5%
1.02.04.01.05Software Arrendado12.50515.209−17,8%
1.02.04.01.07Intangível em Andamento00—
1.02.04.01.08Outros1.132.765836.56835,4%
1.02.04.02Goodwill00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadasAos acionistas da BRF S.A.Itajaí - SCOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da BRF S.A. (Companhia), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, individual e consolidada, da BRF S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho individual e consolidado de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa individuais e consolidados para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas". Somos independentes em relação à Companhia e suas controladas, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Reconhecimento de receita - Nota 3.22 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasA receita com vendas de produtos é reconhecida no momento em que os riscos e benefícios significativos de propriedade são transferidos para o cliente, e é mensurada líquida dos descontos comerciais acordados. A determinação do momento e do valor de reconhecimento da receita envolve análise criteriosa das condições comerciais, que podem variar, principalmente entre as vendas para o mercado interno e para o mercado externo. A receita é um importante indicador de performance da Companhia e de sua Administração, o que pode criar um incentivo de reconhecimento da receita antes da transferência dos riscos e benefícios, especialmente no período que antecede o fechamento do exercício ("corte das vendas"). Por essas razões, consideramos o reconhecimento de receita de vendas como um dos principais assuntos de auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoConsideramos a adequação da política de reconhecimento de receita de vendas da Companhia, bem como dos descontos comerciais. Avaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chaves da Companhia relacionados ao reconhecimento de receita. Avaliamos, para uma amostra de vendas e descontos comerciais registrados durante o exercício, se a receita e os descontos comerciais foram reconhecidos com base em documentação suporte, no valor e no período de competência adequados. Em especial, avaliamos as vendas registradas no período de corte ao final do exercício. Avaliamos o comportamento mensal da receita e das devoluções de vendas, atentando para eventuais desvios não usuais. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia, especificamente em relação às políticas contábeis adotadas para reconhecimento de receita. Com base no resultado dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis o reconhecimento da receita de vendas e de descontos comerciais adotados pela Companhia, no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Valorização dos instrumentos financeiros derivativos e designação de contabilidade de proteção ("hedge accounting") - Notas 3.7.2, 3.7.3, 4 e 22 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasDevido à relevância das operações com instrumentos financeiros derivativos utilizados pela Companhia para proteção de riscos de flutuações de moeda, juros e preços de commodities, e considerando a complexidade e os julgamentos envolvidos na mensuração do valor justo dos derivativos bem como na determinação de uma relação de hedge, consideramos esse assunto como um dos principais em nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave da Companhia relacionados ao cálculo do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e a documentação preparada para designação do hedge accounting. Avaliamos, com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros, a adequação da documentação suporte das relações de hedge bem como a razoabilidade das principais premissas utilizadas pela Companhia para calcular o valor justo dos instrumentos financeiros derivativos, tais como: transações recentes de mercado, referência ao valor justo corrente de outro instrumento similar, análise de fluxo de caixa descontado e risco de crédito da Companhia. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia em relação às premissas utilizadas para calcular o valor justo dos ativos e passivos financeiros derivativos e de determinação do hedge accounting. Com base no resultado dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis a estimativa de valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e a determinação do hedge accounting no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Avaliação do valor recuperável de ágios por expectativa de rentabilidade futura originados em combinações de negócios - Notas 3.14 e 18 das demonstrações financeiras individuais e consolidadasAquisições feitas pela Companhia resultaram em reconhecimento em montantes relevantes de ágios por expectativa de rentabilidade futura, cujo valor recuperável deve ser avaliado anualmente. A determinação do valor recuperável das unidades geradoras de caixa da Companhia envolve julgamentos significativos na determinação das premissas utilizadas nas projeções dos fluxos de caixa, tais como taxas de crescimento e de desconto, que podem resultar em impacto relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Por essas razões, consideramos esse assunto como um dos principais em nossa auditoria. Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave da Companhia relacionados com a preparação e revisão das análises do valor recuperável das unidades geradoras de caixa. Com o auxílio dos nossos especialistas em finanças corporativas, avaliamos a razoabilidade e consistência da metod ologia e das premissas utilizadas na preparação das projeções de fluxos de caixa, incluindo taxas de crescimento e de desconto. Avaliamos a sensibilidade de resultados considerando mudanças razoavelmente possíveis nas premissas chave e comparamos os orçamentos aprovados para o exercício anterior com os valores reais apurados. Comparamos o valor recuperável apurado com base nos fluxos de caixa descontados com os saldos contábeis, por unidade geradora de caixa, e avaliamos a adequação das divulgações da Companhia, principalmente as relativas às premissas adotadas no cálculo do valor recuperável dos ágios. Com base no resultado dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis os saldos dos ágios sobre as aquisições de negócios no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Determinação da probabilidade de perda das contingências tributárias - Notas 3.17 e 26 das demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Devido à relevância dos julgamentos realizados pela Companhia na determinação da probabilidade de perda dos processos administrativos e judiciais oriundos de diversas contingências tributárias, bem como a relevância dos montantes envolvidos e do impacto que eventuais mudanças na probabilidade de perda desses processos poderiam ter nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, consideramos esse assunto como um dos principais em nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e efetividade operacional dos controles internos chave da Companhia relacionados à determinação da probabilidade de perda das contingências tributárias. Avaliamos, com o envolvimento dos nossos especialistas jurídicos e tributários, a adequação da análise de probabilidade de perda dos principais processos tributários feita pela Companhia. Enviamos cartas de confirmação dos processos tributários aos consultores jurídicos externos da Companhia e comparamos as posições sobre a probabilidade de perda informadas por eles com as informações da Companhia. Avaliamos também a adequação das divulgações da Companhia, especificamente em relação à natureza das contingências tributárias com perda provável e possível. Com base no resultado dos procedimentos acima resumidos, consideramos aceitáveis as provisões registradas bem como as divulgações dos passivos contingentes no contexto das demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto. Outros assuntos - Demonstrações do valor adicionadoAs demonstrações individual e consolidada do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras individuais e consolidadas tomadas em conjunto.Outros assuntos - Demonstrações financeiras de períodos anteriores examinadas por outro auditor independente Os valores correspondentes, individuais e consolidados, relativos aos balanços patrimoniais em 31 de dezembro de 2016 e as demonstrações financeiras relativas às demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado (informação suplementar) e as respectivas notas explicativas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2016, apresentados para fins de comparação, ora reapresentados em decorrência do assunto descrito na nota explicativa 5 (informação por segmento), foram auditados por outros auditores independentes que emitiram relatório datado em 22 de fevereiro de 2018, sem qualquer modificação.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras individuais e consolidadas e o relatório do auditorA administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração.Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras individuais e consolidadasA administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras individuais e consolidadas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia e suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras individuais e consolidadasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras individuais e consolidadas, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e inte rnacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia e suas controladas.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia e suas controladas. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia e suas controladas a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras individuais e consolidadas representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. São Paulo, 22 de fevereiro de 2018 KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6 Guilherme Roslindo NunesContador CRC 1SP195631/O-1

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a diretoria executiva da BRF S.A., declara que:revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31.12.17 erevisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31.12.17. São Paulo, 22 de fevereiro de 2018. José Aurélio Drummond JuniorDiretor Presidente Global Lorival Nogueira Luz Júnior Diretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores Hélio Rubens Mendes dos Santos Junior Diretor Vice-Presidente de Supply Chain Andelaney Carvalho dos SantosDiretor Vice-Presidente de Gestão e Informação Alexandre Moreira Martins de AlmeidaDiretor Vice-Presidente Brasil

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

DECLARAÇÃO DOS DIRETORES SOBRE AS DEMONTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS E RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Em atendimento ao disposto nos incisos V e VI do artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a diretoria executiva da BRF S.A., declara que:revisaram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31.12.17 erevisaram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório da KPMG Auditores Independentes, relativamente às demonstrações financeiras da Companhia do exercício social findo em 31.12.17. São Paulo, 22 de fevereiro de 2018. José Aurélio Drummond JuniorDiretor Presidente Global Lorival Nogueira Luz Júnior Diretor Vice-Presidente de Finanças e Relações com Investidores Hélio Rubens Mendes dos Santos Junior Diretor Vice-Presidente de Supply Chain Andelaney Carvalho dos SantosDiretor Vice-Presidente de Gestão e Informação Alexandre Moreira Martins de AlmeidaDiretor Vice-Presidente Brasil

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCAL O Conselho Fiscal da BRF S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, examinou:(i)as demonstrações financeiras (controladora e consolidado) referentes ao exercício social findo em 31.12.17 (ii)o Relatório da Administração e(iii)o relatório sem ressalvas emitido pela KPMG Auditores Independentes em 22 de fevereiro de 2018.Com base nos documentos examinados e nos esclarecimentos prestados, os membros do Conselho Fiscal, abaixo assinados, opinam que as demonstrações financeiras e o relatório da administração encontram-se adequadamente apresentados e em condições de serem apreciados pela Assembleia Geral Ordinária. São Paulo, 22 de fevereiro de 2018. Attilio Guaspari Presidente Marcus Vinicius Dias SeveriniMembro Efetivo Antônio Carlos Rovai Membro Efetivo

Parecer ou Relatório Resumido, se houver, do Comitê de Auditoria (estatutário ou não)

PARECER DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOO Comitê de Auditoria da BRF S.A., no exercício de suas atribuições legais e estatutárias, examinou as demonstrações financeiras (controladora e consolidado) referentes ao exercício social findo em 31.12.17, o Relatório da Administração, e o relatório emitido sem ressalvas pela KPMG Auditores Independentes. Não houve situações de divergências significativas entre a Administração da Companhia, os auditores independentes e o Comitê de Auditoria em relação às Demonstrações Financeiras da Companhia.Com base nos documentos examinados e nos esclarecimentos prestados, os membros do Comitê de Auditoria, abaixo assinados, opinam que as demonstrações financeiras encontram-se em condições de serem aprovadas. São Paulo, 22 de fevereiro de 2018. Francisco Petros O. L. PapathanasiadisCoordenador (Não Independente) Walter Fontana Filho Membro (Independente) Walter Malieni JúniorMembro (Não Independente) Fernando Maida Dall`Acqua Membro Externo e Especialista Financeiro Sérgio Ricardo Silva RosaMembro Externo

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIOResumo das Atividades do Comitê de Auditoria Estatutário em 2017O Comitê de Auditoria Estatutário foi eleito em 27.04.17, conforme reunião do Conselho de Administração, tendo se reunido mensalmente desde a eleição, em reuniões ordinárias e extraordinárias, no total de 15 reuniões, sendo que as principais discussões ocorridas estão descritas no parágrafo seguinte. O Comitê de Auditoria Estatutário reuniu-se em uma oportunidade de forma reservada com o Conselho Fiscal e discute mensalmente com o Conselho de Administração os principais temas acompanhados durante o ano.Temas discutidos pelo Comitê de Auditoria EstatutárioO Comitê de Auditoria Estatutário reuniu-se Diretor Presidente Global da Companhia, os Vice-Presidentes, Diretores Executivos, Gerentes Executivos, Auditores Internos, Auditores Independentes e assessores externos para permitir o entendimento de processos, controles internos, riscos, possíveis deficiências e eventuais planos de melhoria, bem como para emitir suas recomendações ao Conselho de Administração e à Administração da Companhia.Os principais temas nestas reuniões foram:Discussão do planejamento, escopo e principais conclusões obtidas nas revisões trimestrais (ITR) e parecer para a emissão das demonstrações financeiras de 2017Monitoramento da implantação de melhorias apontadas no relatório de controles internos, bem como os respectivos planos de ação das áreas internas para a correção ou melhoria dos pontos.Revisão, aprovação e supervisão do plano de trabalho da Auditoria Interna e acompanhamento do cumprimento da programação, escopo de horas e resultado de investigações realizadas em trabalhos especiaisAcompanhamento dos relatórios dos trabalhos de auditoria interna.Acompanhamento das atividades de compliance, bem como as investigações em curso, em especial a investigação interna relacionada à Operação Carne FracaAvaliação e monitoramento da eficácia dos Controles Internos para mapeamento de processos, controles chaves e indicadores, bem como monitoramento dos planos de ação a fim de evitar deficiências significativas que possam ser reportadas nas demonstrações financeirasDiscussão e avaliação do mapa de riscos corporativosAcompanhamento das averiguações e das denúncias recebidas via Canal de DenúnciasAcompanhamento da adoção de políticas e práticas de compliance pelos administradores e colaboradores para aderência às exigências da lei anticorrupçãoMonitoramento da gestão dos termos de ajustamento de condutas celebrados junto aos órgãos reguladores Acompanhamento dos questionamentos apresentados e respostas da Administração para ofícios dos órgãos reguladores.Discussão e avaliação do controle de estoquesDiscussão e avaliação do processo de ajuste de reconhecimento de receita (cutoff de receita)Discussão e avaliação do controle de imobilizados e plano de desmobilizaçãoDiscussão e avaliação da contabilização e controles de bonificação a clientes.Opinião para aprovação pelo Conselho de Administração das demonstrações financeiras anuaisAvaliação e monitoramento, juntamente com a Administração e a área de Auditoria Interna, da adequação das transações com partes relacionadas realizadas pela Companhia, incluindo contratos intercompanhias celebrados com as empresas da One FoodsDiscussão e acompanhamento do processo de atualização do Formulário de Referência. São Paulo, 22 de fevereiro de 2018. Francisco Petros O. L. PapathanasiadisCoordenador (Não Independente) Walter Fontana Filho Membro (Independente) Walter Malieni JúniorMembro (Não Independente) Fernando Maida Dall`Acqua Membro Externo e Especialista Financeiro Sérgio Ricardo Silva RosaMembro Externo

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.