Pular para o conteúdo
BR - CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 201031 páginasCódigo CVM 20559Versão 1Recebida em 24/03/2011valores em R$ mil

DFP 2010 de SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL

SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL · CNPJ 47.193.149/0001-06

SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL
CNPJ 47.193.149/0001-06
DFP 2010
Exercício 2010
Carregando…

Preparando pré-visualização do PDF…

Documentos maiores podem levar alguns segundos.

Metadados

Empresa
SANTANDER LEASING S.A. ARRENDAMENTO MERCANTIL
CNPJ
47.193.149/0001-06
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
31
Ano de referência
2010*
Publicado em
24/03/2011 — BR - CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:54:36

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201031/12/2009Var.
1Ativo Total54.202.41750.903.5166,5%
1.01Ativo Circulante30.429.394872.7553.386,6%
1.01.01Disponibilidades39.35539.708−0,9%
1.01.02Aplicações Interfinanceiras de Liquidez28.734.147546.5155.157,7%
1.01.02.01Aplicações no Mercado Aberto1.000.0000—
1.01.02.02Aplicações em Depósitos Interfinanceiros27.734.147546.5154.974,7%
1.01.03Títulos e Valores Mobiliários1.078.64630.7803.404,4%
1.01.03.01Carteira Própria1.040.8842.57640.307,0%
1.01.03.02Vinculados à Prestação de Garantias37.63427.97834,5%
1.01.03.03Instrumentos Financeiros Derivativos128226−43,4%
1.01.04Relações Interfinanceiras00—
1.01.05Relações Interdependências00—
1.01.06Operações de Crédito00—
1.01.07Operações de Arrendamento Mercantil−44.458−81.82345,7%
1.01.07.01Arrendamentos a Receber - Setor Público1.788830115,4%
1.01.07.02Arrendamentos a Receber - Setor Privado3.501.9993.861.178−9,3%
1.01.07.03(Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil)−3.368.405−3.698.9428,9%
1.01.07.04(Provisão p/ Créd. de Arrend. Merc. de Liq. Duv.)−179.840−244.88926,6%
1.01.08Outros Créditos562.242257.576118,3%
1.01.08.01Créditos Tributários559.099146.829280,8%
1.01.08.02Diversos3.297110.901−97,0%
1.01.08.03(Prov. p/ Outros Créd. de Liq. Duvidosa)−154−1540,0%
1.01.09Outros Valores e Bens59.46279.999−25,7%
1.01.09.01Outros Valores e Bens48.02145.9114,6%
1.01.09.02(Prov. para Desvalorizações)−1.427−1.62712,3%
1.01.09.03Despesas Antecipadas12.86835.715−64,0%
1.02Ativo Realizável a Longo Prazo5.711.01128.098.355−79,7%
1.02.01Aplicações Interfinanceiras de Liquidez4.268.06226.499.056−83,9%
1.02.01.01Aplicações em Depósitos Interfinanceiros4.268.06226.499.056−83,9%
1.02.02Títulos e Valores Mobiliários04.947−100,0%
1.02.02.01Vinculados à Prestação de Garantias04.774−100,0%
1.02.02.02Instrumentos Financeiros Derivativos0173−100,0%
1.02.03Relações Interfinanceiras00—
1.02.04Relações Interdependências00—
1.02.05Operações de Crédito00—
1.02.06Operações de Arrendamento Mercantil−250.652−204.481−22,6%
1.02.06.01Arrendamentos a Receber - Setor Público3.8601.223215,6%
1.02.06.02Arrendamentos a Receber - Setor Privado5.028.2706.979.902−28,0%
1.02.06.03(Rendas a Apropriar de Arrendamento Mercantil)−4.944.618−6.840.20027,7%
1.02.06.04(Prov. p/ Créd. de Arrend. Merc. de Liq. Duv.)−338.164−345.4062,1%
1.02.07Outros Créditos1.671.5941.766.837−5,4%
1.02.07.01Créditos Tributários882.6411.342.109−34,2%
1.02.07.02Diversos789.949425.76885,5%
1.02.07.03(Prov. p/ Outros Créd. de Liq. Duvidosa)−996−1.0404,2%
1.02.08Outros Valores e Bens22.00731.996−31,2%
1.02.08.01Despesas Antecipadas22.00731.996−31,2%
1.03Ativo Permanente18.062.01221.932.406−17,6%
1.03.01Investimentos4454450,0%
1.03.01.01Dependências no Exterior00—
1.03.01.02Participações em Controladas00—
1.03.01.03Participações em Coligadas e Equiparadas00—
1.03.01.04Outros Investimentos1.2611.2610,0%
1.03.01.05Provisão para Perdas−816−8160,0%
1.03.02Imobilizado de Uso12−50,0%
1.03.02.01Imóveis de Uso1.3871.3870,0%
1.03.02.02Outras Imobilizações de Uso17170,0%
1.03.02.03(Depreciações Acumuladas)−1.403−1.402−0,1%
1.03.03Imobilizado de Arrendamento18.061.56621.931.959−17,6%
1.03.03.01Bens Arrendados20.552.51223.218.688−11,5%
1.03.03.02(Depreciações Acumuladas)−2.490.946−1.286.729−93,6%
1.03.04Intangível00—
1.03.05Diferido00—

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Aos Acionistas e Administradores daSantander Leasing S.A. Arrendamento MercantilBarueri - SPExaminamos as demonstrações financeiras da Santander Leasing S.A. Arrendamento Mercantil ("Sociedade"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2010 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração da Sociedade é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras da Sociedade para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos seus controles internos. Uma auditoria inclui também a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Base para Opinião com RessalvaEm 31 de dezembro de 2010 e de 2009, a Sociedade registra as suas operações e elabora as suas demonstrações financeiras com a observância das diretrizes contábeis estabelecidas pelo Banco Central do Brasil, que requerem o ajuste ao valor presente da carteira de arrendamento mercantil como provisão para superveniência ou insuficiência de depreciação, classificada no ativo permanente, conforme mencionado na nota explicativa às demonstrações financeiras nº 11. Essas diretrizes não requerem a reclassificação das operações, que permanecem registradas de acordo com as disposições da Lei nº 6.099/74, para as rubricas do ativo circulante e realizável a longo prazo e rendas e despesas de arrendamento, mas resultam na apresentação do resultado e do patrimônio líquido de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Opinião com RessalvaEm nossa opinião, exceto quanto à não reclassificação mencionada no parágrafo base para opinião com ressalva, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevaes, a posição patrimonial e financeira, da Sociedade em 31 de dezembro de 2010, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o semestre e exercício findos naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Outros AssuntosDemonstração do valor adicionadoExaminamos, também, a demonstração do valor adicionado para o exercício findo em 31 de dezembro de 2010, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, está adequadamente apresentada, em todos os seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto. São Paulo, 2 de fevereiro de 2011, exceto quanto à nota n° 22 às demonstrações financeiras, para a qual a data é 4 de fevereiro de 2011.DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Francisco Antonio Maldonado Sant'AnnaAuditores Independentes ContadorCRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 SP 120424/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Após análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, parecer dos auditores independentes e Relatório do Comitê de Auditoria ("Demonstrações Financeiras"), os membros da Diretoria, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, DECLARAM QUE discutiram, reviram e concordam com as Demonstrações Financeiras.Membros da Diretoria da Companhia:Diretor PresidentePedro Paulo LonguiniDiretoresAngel Oscar Agallano*Amancio Acúrcio Gouveia*Carlos Alberto López GalánFernando Byington Egydio MartinsGustavo José Costa Roxo da FonsecaJosé de Menezes Berenguer Neto*José de Paiva Ferreira*Luis Felix Cardamone Neto*Luiz Felipe Taunay Ferreira*Oscar Rodriguez Herrero* *Eleitos em 30/04/2010 - processo em exame no Bacen.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Após análise das Demonstrações Financeiras da Companhia, relativas ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2010, acompanhadas do Relatório da Administração, do balanço patrimonial, demais peças das demonstrações financeiras, parecer dos auditores independentes e Relatório do Comitê de Auditoria, os membros da Diretoria, para fins de atendimento ao disposto no artigo 25, § 1º, inciso V, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, DECLARAM QUE discutiram, reviram e concordam com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.Membros da Diretoria da Companhia:Diretor PresidentePedro Paulo LonguiniDiretoresAngel Oscar Agallano*Amancio Acúrcio Gouveia*Carlos Alberto López GalánFernando Byington Egydio MartinsGustavo José Costa Roxo da FonsecaJosé de Menezes Berenguer Neto*José de Paiva Ferreira*Luis Felix Cardamone Neto*Luiz Felipe Taunay Ferreira*Oscar Rodriguez Herrero* *Eleitos em 30/04/2010 - processo em exame no Bacen.

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.