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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 17485Versão 2 · reapresentaçãoRecebida em 11/04/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de ELEKTRO REDES S.A.

ELEKTRO REDES S.A. · CNPJ 02.328.280/0001-97

Versões deste exercício: v1 (19/02/2018) · v2 (11/04/2018), esta

ELEKTRO REDES S.A.
CNPJ 02.328.280/0001-97
DFP 2017 (V2)
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
ELEKTRO REDES S.A.
CNPJ
02.328.280/0001-97
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
11/04/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total6.453.5216.283.4502,7%
1.01Ativo Circulante2.239.0522.285.251−2,0%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa501.530899.313−44,2%
1.01.02Aplicações Financeiras5.61710.520−46,6%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber1.628.0631.246.43430,6%
1.01.03.01Clientes1.363.1601.227.41711,1%
1.01.03.01.01Consumidores, parcelamentos de débitos e supridores1.437.1481.313.2819,4%
1.01.03.01.02Provisão para créditos de liquidação duvidosa−73.988−85.86413,8%
1.01.03.02Outras Contas a Receber264.90319.0171.293,0%
1.01.03.02.01Valores a receber de Parcela A e outros itens financeiros219.2710
1.01.03.02.02Instrumentos financeiros derivativos45.63219.017140,0%
1.01.04Estoques00
1.01.04.01Almoxarifado00
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar46.23187.645−47,3%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar46.23187.645−47,3%
1.01.06.01.01Tributos a compensar19.78331.842−37,9%
1.01.06.01.02Imposto de Renda e Contribuição Social a compensar26.44855.803−52,6%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes57.61141.33939,4%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros57.61141.33939,4%
1.01.08.03.01Caução de fundos e depósitos vinculados00
1.01.08.03.02Recuperação das perdas de receita e energia livre00
1.01.08.03.03TUSD-G00
1.01.08.03.04Outros créditos57.61141.33939,4%
1.01.08.03.05Contas a Receber CDE - Decreto nº 7.945/201300
1.01.08.03.06Subsídios Tarifários00
1.02Ativo Não Circulante4.214.4693.998.1995,4%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo2.295.6152.116.8658,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo29196−85,2%
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber137.62743.717214,8%
1.02.01.03.01Clientes32.79043.717−25,0%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber104.8370
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos505.138601.560−16,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos505.138601.560−16,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas00
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores00
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes1.652.8211.471.39212,3%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Recuperação das perdas de receita e energia livre00
1.02.01.09.04TUSD-G00
1.02.01.09.05Tributos a compensar85.00583.5411,8%
1.02.01.09.06Caução de fundos e depósitos vinculados00
1.02.01.09.07Depósitos judiciais88.078127.360−30,8%
1.02.01.09.08Ativo Indenizável (concessão)1.307.4401.074.02621,7%
1.02.01.09.09Outros créditos43.45042.4692,3%
1.02.01.09.10Instrumentos financeiros derivativos128.848143.996−10,5%
1.02.02Investimentos00
1.02.02.01Participações Societárias00
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias00
1.02.02.02Propriedades para Investimento00
1.02.03Imobilizado8.2579.596−14,0%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado8.2579.596−14,0%
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível1.910.5971.871.7382,1%
1.02.04.01Intangíveis1.910.5971.871.7382,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão1.910.5971.871.7382,1%
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Aos Administradores e Acionistas da Elektro Redes S.A.Campinas - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Elektro Redes S.A. ("Companhia") que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Elektro Redes S.A. em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. (a)Reconhecimento de receita de energia distribuída, mas não faturada(Consulte a nota explicativa 6 às demonstrações financeiras)A receita não faturada reconhecida pela Companhia corresponde à energia elétrica distribuída, mas não faturada para os consumidores. O reconhecimento da receita leva em consideração, além do volume de energia fornecida, dados históricos e julgamentos da Administração acerca da estimativa de consumo de sua área de concessão. Devido à relevância dos valores e do julgamento envolvido, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho e efetividade dos controles internos, considerados relevantes, relacionados à determinação do montante da receita de energia distribuída, mas não faturada. Envolvemos nossos especialistas em tecnologia da informação para avaliação dos sistemas utilizados na administração das informações que suportam os dados utilizados para cálculo da estimativa. Avaliamos as principais premissas utilizadas pela Administração no desenvolvimento de tal estimativa, validamos os dados utilizados como base para o cálculo da estimativa, tais como volume de energia distribuída, volume de energia faturada, etc. e efetuamos recálculo da valorização da receita de energia distribuída e não faturada, e confrontamos com os valores reconhecidos pela Companhia. Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que o reconhecimento da receita de energia distribuída, mas não faturada é aceitável no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.(b)Valorização dos Ativos Financeiros da Concessão e do Intangível(Consulte a nota explicativa 10 às demonstrações financeiras)A parcela dos investimentos realizados e não amortizados até o final da concessão é classificada como ativo financeiro de concessão, por ser um direito incondicional de receber caixa ou outro ativo financeiro diretamente do poder concedente. Os direitos de uso dos bens vinculados ao contrato de serviço de concessão amortizáveis até o prazo final da concessão são reconhecidos como ativo intangível. Existe o risco de que a bifurcação entre ativo financeiro e ativo intangível apresente distorções atribuídas a erros devido ao volume de transações e natureza dos itens registrados pela Companhia. A ANEEL - Agência Nacional de Energia Elétrica considera a infraestrutura de distribuição também como base para determinação da tarifa para cada ciclo tarifário e representa a indenização a ser paga pelo Poder Concedente ao final da concessão para o concessionário.Devido ao volume de transações, à relevância dos valores envolvidos e à avaliação da bifurcação entre ativo financeiro e ativo intangível que envolve complexidade e julgamento por parte da Companhia e que pode impactar o valor desses ativos nas demonstrações financeiras, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação do desenho, e efetividade operacional dos controles internos chave relacionados aos investimentos realizados e a bifurcação desses investimentos entre ativo financeiro e ativo intangível. Avaliamos como a Companhia determinou que o ativo financeiro reflete o valor residual que ela espera seja recebido ao final da concessão e se o intangível reflete o valor do investimento a ser recuperado via tarifa pela utilização do serviço público, dentro do período da concessão estabelecido. Adicionalmente, analisamos a mensuração do ativo financeiro com base na atualização da base de remuneração associada aos ativos existentes em operação de acordo com o último ciclo tarifário da Companhia, em linha com o Manual de Procedimentos de Regulação Tarifária aprovado pela ANEEL. Realizamos inspeção documental, em base amostral, das adições ocorridas durante o exercício. Também avaliamos as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima resumidos, consideramos que a mensuração e divulgação dos Ativos Financeiros da Concessão e do Intangível é aceitável no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.(c)Provisões para riscos fiscais, trabalhistas e cíveisA Companhia é parte em diversos processos fiscais, trabalhistas e cíveis e exerce julgamento relevante na determinação dos montantes que devem ser reconhecidos como provisão para contingências, bem como na divulgação de processos não provisionados, em que a expectativa de perda é considerada como possível e na avaliação das perdas remotas que não requerem nem provisão e nem divulgação. Portanto, há julgamento que envolve reconhecimento, mensuração e/ou divulgação de passivos ou passivos contingentes, onde um resultado desfavorável em tais processos, individualmente ou no agregado, pode ter um efeito relevante nas demonstrações financeiras, no caso de divergência em relação ao tratamento contábil adotado. Devido à relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação, mensuração, definição do momento para o reconhecimento e divulgações relacionadas às Provisões e Passivos Contingentes, consideramos esse assunto relevante para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos de auditoria incluíram a avaliação do desenho e dos controles internos chave relacionad os a identificação, avaliação, mensuração e divulgação das Provisões e Passivos Contingentes. Obtivemos a lista de consultores legais que representam a Companhia nos processos judiciais e administrativos, enviamos cartas de confirmação diretamente para os advogados externos, a fim de obter a avaliação dos mesmos sobre as causas em que a Companhia figura como ré. Comparamos as respostas das cartas enviadas com os registros contábeis e divulgações, e para os casos considerados mais relevantes efetuamos comparação com jurisprudência existente. Para os valores mais significativos, com o auxílio de nossos especialistas de impostos, avaliamos a documentação que suporta as opiniões legais emitidas e os aspectos legais e tributários da legislação brasileira, para entendimento do mérito e argumentação que orientou a Companhia sobre a classificação das perdas e a mensuração dos valores. Analisamos também se as divulgações efetuadas nas demonstrações financeiras estão de acordo com as regras aplicáveis e fornecem informações sobre a natureza, exposição e valores provisionados ou divulgados relativas aos principais processos fiscais, cíveis e trabalhistas em que a Companhia está envolvida.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que as provisões e divulgações são aceitáveis no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.(d)Valorização dos instrumentos financeiros derivativosConsulte a nota explicativa 23 das demonstrações financeirasA Companhia capta empréstimos, cujas condições a expõem a riscos relacionados a oscilações de moeda estrangeira. De forma a mitigar tal exposição, a Companhia contrata instrumentos financeiros derivativos, swaps de câmbio. Os instrumentos financeiros derivativos, incluindo os instrumentos designados para proteção de risco (hedge de valor justo) e determinados instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado são valorizados utilizando técnicas de valorização que geralmente envolvem o exercício de julgamento, uso de premissas e estimativas. Devido a relevância, complexidade e julgamento envolvidos na avaliação e mensuração dos instrumentos financeiros, consideramos esse assunto significativo para a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoNossos procedimentos incluíram, dentre outros, testes de controles internos sobre o processo de identificação, valorização e gerenciamento desses instrumentos financeiros. Obtivemos a lista das instituições financeiras com as quais a Companhia detêm contratos de instrumentos financeiros e obtivemos cartas de confirmação sobre os saldos em aberto. Com o auxílio dos nossos especialistas em instrumentos financeiros, avaliamos os modelos desenvolvidos pela Companhia para a determinação do valor justo dos instrumentos financeiros derivativos e instrumentos de dívida designados a valor justo por meio do resultado utilizando dados observáveis, como preços cotados em mercados ativos ou fluxos descontados com base em curvas de mercado. Efetuamos avaliação quanto à adequação das divulgações feitas nas demonstrações financeiras, em especial em relação as análises de sensibilidade, risco de câmbio e a classificação dos instrumentos.Com base nas evidências obtidas por meio dos procedimentos acima descritos, consideramos que a valorização dos instrumentos financeiros derivativos é aceitável no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outros assuntosDemonstração do valor adicionado A demonstração do valor adicionado (DVA) referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentada como informação suplementar para fins de IFRS, foi submetida a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essa demonstração está conciliada com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo está de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essa demonstração do valor adicionado foi adequadamente elaborada, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e é consistente em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras.Responsabilidades dos auditores pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas, não, uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificam os e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe uma incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações, e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público. Campinas, 16 de fevereiro de 2018KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Thiago Rodrigues de OliveiraContador CRC 1SP259468/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

De acordo com o artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às mesmas.

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

De acordo com o artigo 25 da Instrução CVM nº 480/09, a Diretoria declara que revisou, discutiu e concorda com estas Demonstrações Financeiras e com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes referente às mesmas.

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da Elektro Redes S.A., dando cumprimento ao que dispõe o artigo 163 da Lei nº 6404/76, e suas posteriores alterações, examinou o relatório da administração e demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2017, compreendendo: balanço patrimonial, demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor adicionado, complementadas por notas explicativas.Com fundamento nas análises realizadas e no Relatório dos Auditores Independentes sobre as Demonstrações Financeiras, este Conselho opina no sentido de que as Demonstrações Financeiras, acima referidas, estão em condições de serem submetidas à apreciação e aprovação dos Senhores Acionistas. Campinas, 16 de fevereiro de 2018.Rodolfo Fernandes da Rocha - Presidente do Conselho FiscalFrancesco GaudioEduardo Valdes SanchezMarco Antônio Ascoli MastroeniMarcus Vinicius Codeceira Lopes Pedreira

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.