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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2018Código CVM 7595Versão 1Recebida em 26/06/2019valores em R$ mil

DFP 2018 de INEPAR S.A. INDUSTRIA E CONSTRUCOES EM RECUPERACAO JUDICIAL

INEPAR S.A. INDUSTRIA E CONSTRUCOES EM RECUPERACAO JUDICIAL · CNPJ 76.627.504/0001-06

INEPAR S.A. INDUSTRIA E CONSTRUCOES EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ 76.627.504/0001-06
DFP 2018
Exercício 2018
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
INEPAR S.A. INDUSTRIA E CONSTRUCOES EM RECUPERACAO JUDICIAL
CNPJ
76.627.504/0001-06
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2018*
Publicado em
26/06/2019 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:16

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
Conta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201831/12/2017Var.
1Ativo Total1.473.0291.808.994−18,6%
1.01Ativo Circulante245.172506.958−51,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.2933.281−30,1%
1.01.02Aplicações Financeiras3012884,5%
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Designados a Valor Justo00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.01.02.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.03Contas a Receber185.047261.561−29,3%
1.01.03.01Clientes152.250224.604−32,2%
1.01.03.02Outras Contas a Receber32.79736.957−11,3%
1.01.03.02.01Titulos a Receber04.160−100,0%
1.01.03.02.02Titulos e valores mobiliários32.79732.7970,0%
1.01.04Estoques20.040190.928−89,5%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar00
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar00
1.01.07Despesas Antecipadas0311−100,0%
1.01.08Outros Ativos Circulantes37.49150.589−25,9%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda37.49150.589−25,9%
1.01.08.01.02Créditos de Impostos14.08819.118−26,3%
1.01.08.01.03Dividendos a Receber64640,0%
1.01.08.01.04Outros Créditos23.33931.407−25,7%
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros00
1.02Ativo Não Circulante1.227.8571.302.036−5,7%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo267.253285.411−6,4%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através do Resultado00
1.02.01.01.01Títulos Designados a Valor Justo00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo através de Outros Resultados Abrangentes00
1.02.01.03Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.03.01Clientes00
1.02.01.04Contas a Receber32.87836.399−9,7%
1.02.01.04.01Clientes32.87836.399−9,7%
1.02.01.04.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.05Estoques00
1.02.01.06Ativos Biológicos00
1.02.01.07Tributos Diferidos00
1.02.01.07.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos00
1.02.01.08Despesas Antecipadas00
1.02.01.09Créditos com Partes Relacionadas74.79383.060−10,0%
1.02.01.09.01Créditos com Coligadas74.79383.060−10,0%
1.02.01.09.03Créditos com Controladores00
1.02.01.09.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.10Outros Ativos Não Circulantes159.582165.952−3,8%
1.02.01.10.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.10.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.10.04Créditos de Impostos77.11776.5180,8%
1.02.01.10.05Depósitos Judiciais70.06165.4407,1%
1.02.01.10.06Outros créditos4.63016.220−71,5%
1.02.01.10.07Titulos a Receber7.7747.7740,0%
1.02.01.10.08Titulos e Valores Mobiliários00
1.02.02Investimentos268.139258.7483,6%
1.02.02.01Participações Societárias216.375225.983−4,3%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas213.129222.656−4,3%
1.02.02.01.04Participações em Controladas em Conjunto3.2463.327−2,4%
1.02.02.01.05Outros Investimentos00
1.02.02.02Propriedades para Investimento51.76432.76558,0%
1.02.03Imobilizado283.268345.995−18,1%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Direito de Uso em Arrendamento00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível409.197411.882−0,7%
1.02.04.01Intangíveis409.197411.882−0,7%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão00
1.02.04.01.03Intangível409.197411.882−0,7%
1.02.04.02Goodwill00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Com Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório do auditor independente sobre as demonstrações financeiras Aos:Acionistas e Administradores daInepar S.A. Indústria e Construções - em Recuperação JudicialCuritiba - PR1. Opinião com modificações Examinamos as demonstrações financeiras individuais e consolidadas da Inepar S.A. Indústria e Construções- em Recuperação Judicial ('Companhia'), identificadas como controladora e consolidado, respectivamente, que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2018 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do passivo a descoberto e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, incluindo o resumo das principais políticas contábeis. Em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos dos assuntos descritos na seção a seguir intitulada "Base para opinião com modificações", as demonstrações financeiras individuais e consolidadas acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Inepar S.A. Indústria e Construções- em Recuperação Judicial em 31 de dezembro de 2018, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB). 2. Base para opinião com modificações (valores expressos em milhares de Reais-R$)(i) Ausência de auditoria no investimento mantido na companhia Penta Participações e Investimento Ltda. e Innovida Participações S.A- As demonstrações financeiras do investimento mantido nessas companhias correspondentes ao exercício findo em 31/12/2018 não foram examinadas por nós ou por outros auditores. Diante do exposto ficamos impossibilitados de opinar sobre os saldos de investimentos e de equivalência patrimonial positiva totalizando as cifras de R$171.023 e de R$359, respectivamente. (ii) Realização dos ativos imobilizados e intangíveis da controlada indireta-Iesa Óleo e Gás S.A. Em Recuperação Judicial- Em 31/12/2018, essa controlada indireta possui registrado nas rubricas do Imobilizado e do Intangível os valores de R$164.729 e R$17.684, respectivamente. Em função dos sucessivos prejuízos operacionais apurados por esta controlada, tornou-se necessário efetuar avaliação de impairment desses ativos. Contudo, além da inexistência de séries históricas consistentes, o Plano de Negócios desenvolvido pela controlada considera cenário composto por premissas vinculadas a ocorrência de eventos futuros, tais como a conclusão favorável da arbitragem em curso e monetizações de ativos, que não são passíveis de confirmação. Essas limitações nos impedem de concluir quanto à necessidade de ajustes ao valor de realização dos saldos registrados em 31/12/ 2018 nas rubricas de investimento e do imobilizado e do intangível, nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas, respectivamente.(iii) Limitação sobre a rubrica de Estoques da controlada indireta-Iesa Óleo e Gás S.A- Não acompanhamos o inventário físico dos estoques dessa controlada indireta, existentes na unidade localizada no município de Macaé/RJ, cujo saldo em 31/12/2018 é de R$10.945. Dessa forma, não nos foi possível, nas circunstâncias, avaliar a razoabilidade deste valor registrado na rubrica de Estoque das demonstrações financeiras consolidadas, bem como mensurar os possíveis efeitos nas demonstrações financeiras individuais e consolidadas do exercício findo em 31/12/2018. (iv) Limitação sobre confirmações externas da controlada direta Iesa Óleo e Gás S.A- Não foram recebidas de forma satisfatória as confirmações externas solicitadas às instituições financeiras e partes relacionadas que possuem operações com a Companhia e com a sua controlada direta Iesa Óleo e Gás S.A, não tendo sido possível a aplicação de procedimentos alternativos de auditoria. Consequentemente, através dos testes alternativos de auditoria não pudemos nos satisfazer sobre a totalidade das operações junto a estas instituições, como captações, garantias, debêntures, avais ou outras operações materiais que eventualmente não tenham sido registradas e seus possíveis efeitos e/ou divulgações em tais demonstrações financeiras de 31/12/2018. (v) Limitação sobre investimento em coligadas da controlada indireta-Iesa Óleo e Gás S.A- Embora, tenha sido solicitado por outros auditores. Não foram apresentados os papéis de trabalho que suportam os relatórios dos auditores independentes das coligadas indiretas Quip S.A., RIG Oil & Gas Contractors Inc., QGI Brasil S.A. e QGI Oil & Gas Inc, cujos percentuais de participação indireta são 11,66%, 14,66%, 17,19% e 17,60%, respectivamente. Ainda, como consequência das limitações descritas linhas atrás e logo abaixo mencionadas, tais auditores ficaram impossibilitados de concluir quanto à adequação dos saldos registrados nas rubricas de investimentos, provisão para passivo a descoberto e resultado de equivalência patrimonial e seus possíveis efeitos nas demonstrações contábeis individuais e consolidadas da Companhia relativas ao exercício findo em 31/12/2018. Àqueles relatórios dos auditores independentes das coligadas indiretas apresentaram as seguintes modificações em 31/12/2018: (a) A coligada indireta RIG Oil & Gas Contractors Inc. não recebeu as confirmações externas solicitadas às suas partes relacionadas CQG Oil & Gas Inc., CCI Oil & Gas Inc., Sonoma Global Inc. e QGI Oil & Gas Inc. Adicionalmente, as respostas de circularizações de saldos com partes relacionadas da coligada indireta Quip S.A. apresentaram diferenças não conciliadas em relação aos valores registrados na contabilidade da coligada indireta pelas cifras de R$3.495, R$2.905, R$1.501, referentes as empresas Consórcio CNCC Camargo CCI Oil & Gás Contractors Inc., CCI Construções Offshore S.A. e QGI Brasil S.A., respectivamente, e R$1.065 referente a RIG Oil e Gas Contractors Inc (b) A coligada indireta Quip S.A. não vem reconhecendo por competência os valores referentes a receita de exportação do contrato mantido com a RIG Oil & Gas Contractors Inc., não sendo possível determinar os valores contas a receber da respectiva no exercício corrente (c) A coligada Quip S.A. mantém registrado em suas demonstrações financeiras adiantamentos ou contas a receber sem expectativa de devolução ou recebimento no montante de R$6.291 e R$595, respectivamente (d) A coligada Quip S.A. mantém registrado em suas demonstrações financeiras saldo junto a fornecedores e prestadores de serviços nos montantes de R$2.014 e R$5.977, respectivamente, sem expectativa de regularização (e) A coligada Quip S.A. mantém valores a pagar referentes a dividendos no montante de R$82.318 registrados desde o exercício de 2012 sem expectativa de pagamentos (f) A Coligada Rig Oil & Gas Contractors Inc. mantém registrado em suas demonstrações financeiras findas em 31/12/2018 créditos a receber de suas partes relacionadas CCI Oil & Gas Inc e Sonoma Global Inc., nos montantes de R$6.535 e R$19.676 respectivamente, que não foram atualizados. O recebimento de tais créditos depende de transações que ainda estão sendo discutidas entre as partes relacionadas e/ou da capacidade financeira dessas empresas em honrar seus compromissos com relação à coligada.3. Incerteza significativa relacionada com a continuidade operacional da Companhia(i) Conforme descrito na Nota Explicativa nº 1 às demonstrações financeiras do exercício findo em 31/12/2018, a Inepar S.A. Indústria e Construções e outras empresas do Grupo Empresarial do qual faz parte encontram-se em recuperação judicial desde o ano de 2014. O plano de recuperação judicial apresentado pela Companhia foi aprovado pelos credores e homologado pelo Juízo da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais da Comarca de São Paulo no ano de 2015. As demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto da continuidade normal dos negócios da Companhia, os quais preveem a liquidação de suas obrigações no curso normal de suas atividades. A Companhia apresentou, em 31/12/2018, prejuízo no exercício de R$311.886, passivo a descoberto de R$1.545.570 e passivo circulante superior ao ativo circulante em R$689.786 (R$1.589.641 consolidado). Ademais, as diretrizes de curto prazo traçadas no Plano de Viabilidade Econômico-Financeira e Comercial do Grupo Inepar não se concretizaram completamente até a presente data. A efetiva execução do plano de recuperação aprovado definirá a perspectiva de a Companhia fazer face aos seus compromissos e dar continuidade normal às suas operações. 4. Ênfases (valores em milhares de Reais-R$)Apresentamos a seguir, as ênfases para o exercício findo em 31/12/2018, cujos assuntos descritos não contém uma modificação em nosso relatório de auditoria:(i) Cancelamento de contrato de fornecimento pela empresa controlada direta IESA Óleo e Gás S.A. para o seu cliente Tupi BV/Petrobras - Conforme descrito na Nota Explicativa nº 22 às demonstrações financeiras, o contrato de fornecimento de grandes equipamentos flutuantes para produção, estocagem e transferência de petróleo por essa controlada direta para o citado cliente, foi rescindido unilateralmente pelo mesmo. Conforme previsto em cláusula contratual, será instaurado processo de arbitragem internacional para apuração dos valores definitivos decorrentes dessa rescisão unilateral, abrangendo, principalmente, valores registrados nas rubricas: contas a receber de R$117.545, provisão para custos a incorrer de R$112.415 e de adiantamentos sobre encomendas de R$83.340. (ii) incerteza sobre prescrição de contingências tributárias passivas - Consoante descrito na Nota Explicativa nº 17, a Companhia está envolvida em processos judiciais em andamento significativos perante diferentes tribunais e instâncias e que no entendimento dos seus advogados externos estão prescritos, apoiados na Sumula Vinculante nº 8 do Supremo Tribunal Federal que declarou a inconstitucionalidade dos artigos 45 e 46 da Lei nº 8.212/1991 e do parágrafo único do artigo 5º do Decreto-Lei nº 1.569/1977, reduzindo os prazos de prescrição e decadência das contribuições previdenciárias de 10 (dez) para 5 (cinco) anos, conforme já disciplinava o Código Tributário Nacional, trazendo benefícios aos contribuintes previdenciários e na Portaria 33 da PGFN.5. Principais assuntos de auditoria (PAA-valores expressos em milhares de Reais-R$)Principais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre as mesmas e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos. Determinamos que os assuntos descritos abaixo são os principais assuntos de auditoria a serem comunicados em nosso relatório. (i) Eventual provisão para impairment para os bens e direitos componentes dos ativos imobilizados e intangíveis - A Companhia possui registrados nessas rubricas contábeis, respectivamente as cifras de R$102.063 e R$391.513. Os sucessivos prejuízos operacionais apurados pela Companhia e o andamento do programa de recuperação judicial são fatores que podem, eventualmente, indicar a necessidade de contabilização de provisão para impairment sobre esses ativos. Como o escopo de nossa auditoria respondeu ao citado assunto - Analisamos os planos de negócios e revisamos as projeções de resultado apresentadas pela Companhia bem como questionamos o processo e as premissas usados em sua elaboração. Efetuamos a comparação do valor registrado contabilmente dos bens componentes dos ativos imobilizados e intangíveis com a recuperabilidade do valor apurado nas projeções e laudos de avaliação contratados pela Companhia. Nossos trabalhos revelaram que as premissas utilizadas e os laudos de avaliação contratados pela Companhia estão razoavelmente consistentes com a prática do mercado, assim como em relação ao exercício precedente. (ii) Contingências passivas - A Companhia está envolvida em processos judiciais em andamento significativos perante diferentes tribunais e instâncias e compreendem principalmente demandas de natureza trabalhista, tributária e civil. Tomando-se em conta ao grau significativo de imprecisão inerente às avaliações de mérito das causas judiciais pelos assessores jurídicos e valoração das estimativas, torna-se um assunto altamente relevante de auditoria. Como o escopo de nossa auditoria respondeu ao citado assunto - Analisamos as respostas obtidas dos assessores jurídicos contratados pela Companhia, por nós circularizados para 31 de dezembro de 2018 e avaliação das premissas utilizadas para a constituição da provisão para contingências, bem como quanto as divulgações necessárias, requeridas nos termos do pronunciamento técnico-contábil CPC-25. A Companhia, para cumprimento do citado CPC-25, apoiou-se, ainda na Sumula Vinculante nº 8 do Supremo Tribunal Federal que declarou a inconstitucionalidade dos artigos 45 e 46 da Lei nº 8.212/1991 e do parágrafo único do artigo 5º do Decreto-Lei nº 1.569/1977.6. Outros assuntos (i) Demonstração do Valor Adicionado - Examinamos também, a Demonstração do valor adicionado (DVA) individuais e consolidadas, referente ao exercício findo em 31 de dezembro de 2018, elaborada sob a responsabilidade da administração da Companhia, cuja apresentação é requerida pela legislação societária brasileira para companhias abertas. Essa demonstração foi submetida aos mesmos procedimentos de auditoria descritos anteriormente e, em nossa opinião, exceto pelos possíveis efeitos dos assuntos descritos na seção a seguir intitulada "Base para opinião com modificações", e está apresentada adequadamente, em todos seus aspectos relevantes, em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.(ii) Auditoria do exercício precedente findo em 31/12/2017 (Relatório de auditoria por nós emitido em 21/06/2018) - Essas demonstrações financeiras individuais e consolidadas foram por nós auditadas e o nosso relatório de auditoria contém as modificações semelhante as evidenciadas no item 2 acima, especificamente os subitens (ii) a (vi) acima e ênfases equivalentes ao item e subitem 2(i) acima, bem como o item e subitens 4 (i) e (ii) retro mencionados. 7. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório. Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de o utra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito. 8. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais do relatório financeiro (IFRS), aplicáveis às entidades de incorporação imobiliária no Brasil, aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras individuais e consolidadas, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia e de suas controladas ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações. Os responsáveis pela governança da Companhia e de suas controladas são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. 9. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeirasNossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras. Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso: Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais. Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia. Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração. Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manter em continuidade operacional. Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada. Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos. Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas. Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria. Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 26 de junho de 2019.Luiz Claudio Fontes Contador CRC 1RJ-032.470/O-9 "T" PR "S" - SPRSM Brasil Auditores Independentes - Sociedade SimplesCRC 2SP-030.002/O-7

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

D E C L A R A Ç Ã OInepar S/A. Indústria e Construções - em Recuperação Judicial, inscrita no CNPJ sob numero 61.627.504/0001-06, estabelecida na Alameda Dr. Carlos de Carvalho, nº 373, Conjunto 1101, 11º andar, centro, centro na cidade de Curitiba-PR, DECLARA, por seus Diretores infra-assinados, nos termos do Artigo 25, paragrafo 1º, inciso V da Instrução CVM nº 480/09, que reviram, discutiram e concordam com as Demonstrações Financeiras.São Paulo, 26 de junho de 2019.Warley Isaac Noboa Pimentel Irajá Galliano AndradeDiretor Presidente Diretor de Relações com Investidores

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

D E C L A R A Ç Ã OInepar S/A. Indústria e Construções - em Recuperação Judicial, inscrita no CNPJ sob numero 61.627.504/0001-06, estabelecida na Alameda Dr. Carlos de Carvalho, nº 373, Conjunto 1101, 11º andar, centro, centro na cidade de Curitiba-PR, DECLARA, por seus Diretores infra-assinados, nos termos do Artigo 25, paragrafo 1º, inciso V da Instrução CVM nº 480/09, que reviram, discutiram e concordaram com as opiniões expressas no parecer dos auditores independentes.São Paulo, 26 de junho de 2019.Warley Isaac Noboa Pimentel Irajá Galliano AndradeDiretor PresidenteDiretor de Relações com Investidores

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da INEPAR S/A INDÚSTRIA E CONSTRUÇÕES- EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL, no uso de suas atribuições legais, examinou o relatório anual da administração e as demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31.12.2018. Com base nos exames efetuados e considerando, ainda, o parecer dos auditores externos RSM Brasil Auditores Independentes S/S. datado de 26 de junho de 2019, opinam que o relatório anual da administração e as demonstrações financeiras encontram-se em condições de serem apreciadas e votadas pela assembleia geral ordinária de acionistas. Nos termos do inciso II do artigo 63, da lei nº 6.404/76, devem ser consideradas as informações complementares constantes da ata, deste Conselho Fiscal, desta data e os parágrafos de opinião com modificações, incertezas e ênfases apontadas no parecer pelos auditores independentes acima mencionados, a saber: 1. Opinião com modificações sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas 2. Base para opinião com modificações sobre as demonstrações financeiras individuais e consolidadas (valores em milhares de Reais - R$): (i) Ausência de auditoria no investimento mantido nas companhias- Penta Participações e Investimento Ltda. e Innovida Participações S.A. (ii) Realização dos ativos imobilizados e intangíveis da controlada indireta-Iesa Óleo e Gás S.A. Em Recuperação Judicial (iii)Limitação sobre a rubrica de Estoques da controlada indireta-Iesa Óleo e Gás S.A.- Em Recuperação Judicial (iv)Limitação sobre confirmações externas da controlada direta Iesa Óleo e Gás S.A.- Em Recuperação Judicial (v) Limitação sobre investimento em coligadas da controlada indireta-Iesa Óleo e Gás S.A. Em Recuperação Judicial 3. Incerteza significativa relacionada com a continuidade operacional 4. Ênfases (valores em milhares de Reais - R$): (i) Cancelamento de contrato de fornecimento pela empresa controlada direta IESA Óleo e Gás S.A.- Em recuperação judicial para o seu cliente Tupi BV/Petrobras (ii) incerteza sobre prescrição de contingências tributárias passivas 5. Principais assuntos de auditoria (PPA valores expressos em milhares de Reais - R$): (i) Eventual provisão para impairment para os bens e direitos componentes dos ativos imobilizados e intangíveis (ii) Contingências passivas 6. Outros Assuntos: (i) Demonstração do Valor Adicionado (ii) Auditoria do exercício do exercício precedente findo em 31/12/2017 (Relatório por nós emitido em 21/06/2018) 7. Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras e o relatório do auditor 8. Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras 9. Responsabilidade do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras. Curitiba, 26 de junho de 2019 Adrian Monge Jara José Higino Buczenko Rubens Gerigk

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.