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CVMDemonstrações Financeiras PadronizadasRef. 2017Código CVM 14443Versão 1Recebida em 27/03/2018valores em R$ mil

DFP 2017 de COMPANHIA DE SANEAMENTO BASICO DO ESTADO DE SAO PAULO - SABESP

COMPANHIA DE SANEAMENTO BASICO DO ESTADO DE SAO PAULO - SABESP · CNPJ 43.776.517/0001-80

COMPANHIA DE SANEAMENTO BASICO DO ESTADO DE SAO PAULO - SABESP
CNPJ 43.776.517/0001-80
DFP 2017
Exercício 2017
Pré-visualização indisponível

Metadados

Empresa
COMPANHIA DE SANEAMENTO BASICO DO ESTADO DE SAO PAULO - SABESP
CNPJ
43.776.517/0001-80
Tipo
Demonstrações Financeiras Padronizadas
Páginas
Ano de referência
2017*
Publicado em
27/03/2018 — CVM
Indexado em
05/08/2026, 23:56:04

* ano de referência inferido — pode conter erros, confira sempre na publicação

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Demonstrações financeiras

Conta a conta · CVM
IndividualConta a conta, como entregue à CVM.
CódigoConta31/12/201731/12/2016Var.
1Ativo Total39.546.44436.745.0347,6%
1.01Ativo Circulante4.574.0853.823.63519,6%
1.01.01Caixa e Equivalentes de Caixa2.283.0471.886.22121,0%
1.01.02Aplicações Financeiras00
1.01.02.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.01.02.01.01Títulos para Negociação00
1.01.02.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.01.02.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.01.02.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.01.03Contas a Receber1.853.3681.760.0255,3%
1.01.03.01Clientes1.672.5951.557.4727,4%
1.01.03.02Outras Contas a Receber180.773202.553−10,8%
1.01.03.02.01Saldos com Partes Relacionadas180.773202.553−10,8%
1.01.04Estoques85.67158.00247,7%
1.01.05Ativos Biológicos00
1.01.06Tributos a Recuperar276.58542.633548,8%
1.01.06.01Tributos Correntes a Recuperar276.58542.633548,8%
1.01.07Despesas Antecipadas00
1.01.08Outros Ativos Circulantes75.41476.754−1,7%
1.01.08.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.01.08.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.01.08.03Outros75.41476.754−1,7%
1.01.08.03.01Caixa Restrito18.82224.078−21,8%
1.01.08.03.20Demais Contas a Receber56.59252.6767,4%
1.02Ativo Não Circulante34.972.35932.921.3996,2%
1.02.01Ativo Realizável a Longo Prazo1.156.5931.283.164−9,9%
1.02.01.01Aplicações Financeiras Avaliadas a Valor Justo00
1.02.01.01.01Títulos para Negociação00
1.02.01.01.02Títulos Disponíveis para Venda00
1.02.01.02Aplicações Financeiras Avaliadas ao Custo Amortizado00
1.02.01.02.01Títulos Mantidos até o Vencimento00
1.02.01.03Contas a Receber215.910153.83440,4%
1.02.01.03.01Clientes215.910153.83440,4%
1.02.01.03.02Outras Contas a Receber00
1.02.01.04Estoques00
1.02.01.05Ativos Biológicos00
1.02.01.06Tributos Diferidos0186.345−100,0%
1.02.01.06.01Imposto de Renda e Contribuição Social Diferidos0186.345−100,0%
1.02.01.07Despesas Antecipadas00
1.02.01.08Créditos com Partes Relacionadas634.387669.156−5,2%
1.02.01.08.01Créditos com Coligadas00
1.02.01.08.02Créditos com Controladas00
1.02.01.08.03Créditos com Controladores634.387669.156−5,2%
1.02.01.08.04Créditos com Outras Partes Relacionadas00
1.02.01.09Outros Ativos Não Circulantes306.296273.82911,9%
1.02.01.09.01Ativos Não-Correntes a Venda00
1.02.01.09.02Ativos de Operações Descontinuadas00
1.02.01.09.03Indenizações a Receber00
1.02.01.09.04Depósitos Judiciais122.68677.91557,5%
1.02.01.09.05Agência Nacional de Água - ANA70.48781.221−13,2%
1.02.01.09.20Demais Contas a Receber113.123114.693−1,4%
1.02.02Investimentos94.58489.0646,2%
1.02.02.01Participações Societárias36.93231.09618,8%
1.02.02.01.01Participações em Coligadas00
1.02.02.01.02Participações em Controladas00
1.02.02.01.03Participações em Controladas em Conjunto00
1.02.02.01.04Outras Participações Societárias36.93231.09618,8%
1.02.02.02Propriedades para Investimento57.65257.968−0,5%
1.02.03Imobilizado255.050302.383−15,7%
1.02.03.01Imobilizado em Operação00
1.02.03.02Imobilizado Arrendado00
1.02.03.03Imobilizado em Andamento00
1.02.04Intangível33.466.13231.246.7887,1%
1.02.04.01Intangíveis33.466.13231.246.7887,1%
1.02.04.01.01Contrato de Concessão8.575.5518.864.607−3,3%
1.02.04.01.02Contratos de Programa8.505.4427.399.23715,0%
1.02.04.01.03Contrato Prestação Serviço15.917.01414.552.7079,4%
1.02.04.01.04Licença de Uso de Software468.125430.2378,8%
1.02.04.01.05Novos Negócios00
1.02.05Diferido00

valores em R$ mil; variação sobre o exercício anterior, como publicado.

Parecer do auditor

Sem Ressalva
Ler o relatório completo

Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeirasAos Acionistas, Conselheiros e Administradores da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESPSão Paulo - SPOpiniãoExaminamos as demonstrações financeiras da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP ("Companhia" ou "SABESP"), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2017 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, bem como as correspondentes notas explicativas, compreendendo as políticas contábeis significativas e outras informações elucidativas.Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira, da SABESP em 31 de dezembro de 2017, o desempenho de suas operações e os seus respectivos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB).Base para opiniãoNossa auditoria foi conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Nossas responsabilidades, em conformidade com tais normas, estão descritas na seção a seguir intitulada "Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras". Somos independentes em relação à Companhia, de acordo com os princípios éticos relevantes previstos no Código de Ética Profissional do Contador e nas normas profissionais emitidas pelo Conselho Federal de Contabilidade, e cumprimos com as demais responsabilidades éticas de acordo com essas normas. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião.Principais assuntos de auditoriaPrincipais assuntos de auditoria são aqueles que, em nosso julgamento profissional, foram os mais significativos em nossa auditoria do exercício corrente. Esses assuntos foram tratados no contexto de nossa auditoria das demonstrações financeiras como um todo e na formação de nossa opinião sobre essas demonstrações financeiras e, portanto, não expressamos uma opinião separada sobre esses assuntos.Valorização das provisões para contingências ambientaisVeja a Nota 19 das demonstrações financeiras.A Companhia é parte passiva em processos judiciais e administrativos, de natureza tributária, ambiental, trabalhista e cível, decorrentes do curso normal de suas operações. Os processos de natureza ambiental são relativos a multas aplicadas pelos órgãos públicos e competentes sobre potenciais danos ambientais causados pela Companhia nos Municípios onde a Sabesp opera. A Administração, com o suporte e julgamento de seus assessores jurídicos internos e externos, determina a probabilidade de perda e os valores envolvidos para cada processo e registra na contabilidade uma provisão para os itens classificados com probabilidade de perda mais provável que sim do que não de ocorrer e divulga aquelas com classificação de risco possível (passivo contingente).A determinação da probabilidade de perda e a estimativa de valores envolvidos nas ações judiciais, envolvem julgamento da Administração considerando avaliações periciais, evoluções jurisprudenciais e outros aspectos subjetivos. Quando da conclusão das disputas judiciais a probabilidade de perda e os valores finais envolvidos podem divergir daqueles estimados pela Administração, e por esse motivo entendemos que essa área é relevante e teve uma atenção especial durante a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e a efetividade dos controles internos chave existentes relacionados à determinação das estimativas para provisionar ou divulgar os valores em conformidade com expectativa de perdas dos litígios e a forma de garantir a integridade e atualização da classificação de risco pela Companhia.Solicitamos aos assessores jurídicos da Companhia a confirmação de todos os processos, a respectiva avaliação de riscos e valores para todos os processos em esfera administrativa ou judicial. Obtivemos uma amostra de processos ambientais e envolvemos nossos especialistas jurídicos para avaliar as premissas utilizadas pela Companhia na determinação da probabilidade de perda, onde observamos o mérito das causas, julgados similares e informações e atualizações publicadas recentemente relativas ao andamento dos processos.Avaliamos a suficiência da provisão e a adequação das divulgações feitas em notas explicativas quanto aos requerimentos descritos nas normas contábeis relevantes para esse tema.No decorrer da nossa auditoria, a Administração identificou ajustes que afetariam a mensuração e divulgação da provisão para contingências ambientais, os quais apesar de imateriais foram registrados.Com base no resultado dos procedimentos acima, consideramos que são aceitáveis os saldos da provisão para contingências ambientais no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Ativos intangíveisVeja a Nota 14 das demonstrações financeiras.Durante o ano de 2017 a Companhia fez investimentos de aproximadamente R$ 3.420.959 em infra-estruturas que compõe a base de contratos de concessões e o ativo intangível. Existem diversos tipos de transações que afetam a rubrica de intangível, tais como assinatura de novos contratos de concessões, munícipios onde a Companhia deixou de operar ou não está operando temporariamente, avaliação do enquadramento dos contratos existentes na norma contábil de concessões, adições de novas infra-estruturas, amortizações dos ativos e avaliação da margem de construção que compõe o saldo de infra-estrutura construída.Pela relevância dos saldos registrados nesta rubrica, o potencial impacto financeiro resultante da assinatura ou quebra dos contratos de concessões vigentes, construções de novas infra-estruturas e amortizações dos saldos correntes, entendemos que essa área é relevante e teve uma atenção especial durante a nossa auditoria.Como nossa auditoria conduziu esse assuntoAvaliamos o desenho, implementação e a efetividade dos controles internos chave existentes relacionados à novas adições de infra-estrutura, amortizações dos ativos intangíveis, administração e gerenciamento dos contratos de concessões, novos e vigentes, e validação da margem de construção utilizada pela Companhia de forma a garantir a integridade, existência, precisão e valorização dos saldos classificados como ativo intangível.Efetuamos procedimentos através de amostras para verificar a documentação suporte das novas adições e sua elegibilidade à capitalização. Dentre as documentações verificadas incluí notas ficais, contratos, medições e pagamentos das adições ocorridas durante o ano de 2017. Efetuamos o recálculo das amortizações reconhecidas durante o ano de 2017 e comparamos com os saldos registrados na contabilidade, avaliamos a transferência de ativos em construção para operação, efetuamos procedimentos de recálculo da margem de construção e fizemos uma avaliação técnica para concluir sobre a aderência dos contratos de concessões a respectiva norma contábil.Avaliamos a suficiência e a adequação das divulgações feitas em notas explicativas quanto aos requerimentos descritos nas normas contábeis relevantes para esse tema. Com base no resultado dos procedimentos acima, consideramos que são aceitáve is os saldos classificados como ativo intangível e suas respectivas divulgações, no contexto das demonstrações financeiras tomadas em conjunto relativas ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017. Outros assuntosDemonstrações do valor adicionadoAs demonstrações do valor adicionado (DVA) referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de 2017, elaboradas sob a responsabilidade da administração da Companhia, e apresentadas como informação suplementar para fins de IFRS, foram submetidas a procedimentos de auditoria executados em conjunto com a auditoria das demonstrações financeiras da Companhia. Para a formação de nossa opinião, avaliamos se essas demonstrações estão conciliadas com as demonstrações financeiras e registros contábeis, conforme aplicável, e se a sua forma e conteúdo estão de acordo com os critérios definidos no Pronunciamento Técnico CPC 09 - Demonstração do Valor Adicionado. Em nossa opinião, essas demonstrações do valor adicionado foram adequadamente elaboradas, em todos os aspectos relevantes, segundo os critérios definidos nesse Pronunciamento Técnico e são consistentes em relação às demonstrações financeiras tomadas em conjunto.Outras informações que acompanham as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável por essas outras informações que compreendem o Relatório da Administração. Nossa opinião sobre as demonstrações financeiras não abrange o Relatório da Administração e não expressamos qualquer forma de conclusão de auditoria sobre esse relatório.Em conexão com a auditoria das demonstrações financeiras, nossa responsabilidade é a de ler o Relatório da Administração e, ao fazê-lo, considerar se esse relatório está, de forma relevante, inconsistente com as demonstrações financeiras ou com nosso conhecimento obtido na auditoria ou, de outra forma, aparenta estar distorcido de forma relevante. Se, com base no trabalho realizado, concluirmos que há distorção relevante no Relatório da Administração, somos requeridos a comunicar esse fato. Não temos nada a relatar a este respeito.Responsabilidades da administração e da governança pelas demonstrações financeiras A administração é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board (IASB), e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro.Na elaboração das demonstrações financeiras, a administração é responsável pela avaliação da capacidade de a Companhia continuar operando, divulgando, quando aplicável, os assuntos relacionados com a sua continuidade operacional e o uso dessa base contábil na elaboração das demonstrações financeiras, a não ser que a administração pretenda liquidar a Companhia ou cessar suas operações, ou não tenha nenhuma alternativa realista para evitar o encerramento das operações.Os responsáveis pela governança da Companhia são aqueles com responsabilidade pela supervisão do processo de elaboração das demonstrações financeiras. Responsabilidades do auditor pela auditoria das demonstrações financeiras Nossos objetivos são obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras, tomadas em conjunto, estão livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro, e emitir relatório de auditoria contendo nossa opinião. Segurança razoável é um alto nível de segurança, mas não uma garantia de que a auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria sempre detectam as eventuais distorções relevantes existentes. As distorções podem ser decorrentes de fraude ou erro e são consideradas relevantes quando, individualmente ou em conjunto, possam influenciar, dentro de uma perspectiva razoável, as decisões econômicas dos usuários tomadas com base nas referidas demonstrações financeiras.Como parte da auditoria realizada de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria, exercemos julgamento profissional e mantemos ceticismo profissional ao longo da auditoria. Além disso:Identificamos e avaliamos os riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro, planejamos e executamos procedimentos de auditoria em resposta a tais riscos, bem como obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar nossa opinião. O risco de não detecção de distorção relevante resultante de fraude é maior do que o proveniente de erro, já que a fraude pode envolver o ato de burlar os controles internos, conluio, falsificação, omissão ou representações falsas intencionais.Obtemos entendimento dos controles internos relevantes para a auditoria para planejarmos procedimentos de auditoria apropriados às circunstâncias, mas, não, com o objetivo de expressarmos opinião sobre a eficácia dos controles internos da Companhia.Avaliamos a adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis e respectivas divulgações feitas pela administração.Concluímos sobre a adequação do uso, pela administração, da base contábil de continuidade operacional e, com base nas evidências de auditoria obtidas, se existe incerteza relevante em relação a eventos ou condições que possam levantar dúvida significativa em relação à capacidade de continuidade operacional da Companhia. Se concluirmos que existe incerteza relevante, devemos chamar atenção em nosso relatório de auditoria para as respectivas divulgações nas demonstrações financeiras ou incluir modificação em nossa opinião, se as divulgações forem inadequadas. Nossas conclusões estão fundamentadas nas evidências de auditoria obtidas até a data de nosso relatório. Todavia, eventos ou condições futuras podem levar a Companhia a não mais se manterem em continuidade operacional.Avaliamos a apresentação geral, a estrutura e o conteúdo das demonstrações financeiras, inclusive as divulgações e se as demonstrações financeiras representam as correspondentes transações e os eventos de maneira compatível com o objetivo de apresentação adequada.Obtemos evidência de auditoria apropriada e suficiente referente às informações financeiras das entidades ou atividades de negócio do grupo para expressar uma opinião sobre as demonstrações financeiras. Somos responsáveis pela direção, supervisão e desempenho da auditoria do grupo e, consequentemente, pela opinião de auditoria.Comunicamo-nos com os responsáveis pela governança a respeito, entre outros aspectos, do alcance planejado, da época da auditoria e das constatações significativas de auditoria, inclusive as eventuais deficiências significativas nos controles internos que identificamos durante nossos trabalhos.Fornecemos também aos responsáveis pela governança declaração de que cumprimos com as exigências éticas relevantes, incluindo os requisitos aplicáveis de independência, e comunicamos todos os eventuais relacionamentos ou assuntos que poderiam afetar, consideravelmente, nossa independência, incluindo, quando aplicável, as respectivas salvaguardas.Dos assuntos que foram objeto de comunicação com os responsáveis pela governança, determinamos aqueles que foram considerados como mais significativos na auditoria das demonstrações financeiras do exercício corrente e que, dessa maneira, constituem os principais assuntos de auditoria . Descrevemos esses assuntos em nosso relatório de auditoria, a menos que lei ou regulamento tenha proibido divulgação pública do assunto, ou quando, em circunstâncias extremamente raras, determinarmos que o assunto não deve ser comunicado em nosso relatório porque as consequências adversas de tal comunicação podem, dentro de uma perspectiva razoável, superar os benefícios da comunicação para o interesse público.São Paulo, 27 de março de 2018.KPMG Auditores IndependentesCRC 2SP014428/O-6Marcio Serpejante PeppeContador CRC 1SP233011/O-8

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras

Declaração dos Diretores sobre as Demonstrações Financeiras DECLARAÇÃOOs Diretores da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP, inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 43.776.517/0001-80, com sede na Rua Costa Carvalho, nº 300, Pinheiros, São Paulo, declaram para os fins do disposto no § 1º, do artigo 25, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que:Reviram, discutiram e concordam com as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 27 de março de 2018.Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP/s/ Jerson KelmanDiretor Presidente/s/ Rui de Britto Álvares AffonsoDiretor Econômico-Financeiro e de Relações com Investidores/s/ Manuelito Pereira Magalhães JuniorDiretor de Gestão Corporativa/s/ Edison AiroldiDiretor de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente/s/ Paulo Massato YoshimotoDiretor Metropolitano/s/ Luiz Paulo de Almeida NetoDiretor de Sistemas Regionais

Declaração dos Diretores sobre o Relatório do Auditor Independente

Declaração dos Diretores sobre o Relatório dos Auditores IndependentesDECLARAÇÃOOs Diretores da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP, inscrita no Ministério da Fazenda sob o CNPJ nº 43.776.517/0001-80, com sede na Rua Costa Carvalho, nº 300, Pinheiros, São Paulo, declaram para os fins do disposto no § 1º, do artigo 25, incisos V e VI, da Instrução CVM nº 480, de 07 de dezembro de 2009, que:Reviram, discutiram e concordam com as opiniões expressas no relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017.São Paulo, 27 de março de 2018.Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - SABESP/s/ Jerson KelmanDiretor Presidente/s/ Rui de Britto Álvares AffonsoDiretor Econômico-Financeiro e de Relações com Investidores/s/ Manuelito Pereira Magalhães JuniorDiretor de Gestão Corporativa/s/ Edison AiroldiDiretor de Tecnologia, Empreendimentos e Meio Ambiente/s/ Paulo Massato YoshimotoDiretor Metropolitano/s/ Luiz Paulo de Almeida NetoDiretor de Sistemas Regionais

Parecer do Conselho Fiscal ou Órgão Equivalente

PARECER DO CONSELHO FISCALO Conselho Fiscal da COMPANHIA DE SANEAMENTO BÁSICO DO ESTADO DE SÃO PAULO - SABESP, pela totalidade dos seus membros abaixo assinados, dentro de suas atribuições e responsabilidades legais, procederam ao exame das Demonstrações Financeiras, do Relatório Anual da Administração e da Proposta da Administração para Destinação do Resultado, referente ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017 e, com base em análises efetuadas pela Administração e pelo Comitê de Auditoria, considerando, ainda, o Relatório da KPMG Auditores Independentes, datado de 27 de março de 2018, concluíram que estão adequadamente apresentados, motivo pelo qual opinam pelo seu encaminhamento para deliberação da Assembleia Geral de Acionistas.São Paulo, 27 de março de 2018.ALEXANDRE PEDERCINI ISSAHUMBERTO MACEDO PUCCINELLIJOALDIR REYNALDO MACHADOPABLO ANDRES FERNANDEZ UHARTRUI BRASIL ASSIS

Relatório Resumido do Comitê de Auditoria (estatutário, previsto em regulamentação específica da CVM)

RELATÓRIO ANUAL RESUMIDO DO COMITÊ DE AUDITORIA ESTATUTÁRIO - 2017Aos Conselheiros de Administração daCompanhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo1.APRESENTAÇÃOO Comitê de Auditoria Estatutário (Comitê) da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo - Sabesp, criado na reunião do Conselho de Administração de 26 de junho de 2006, é composto por três Conselheiros de Administração Independente. Em atendimento à U.S. Securities and Exchange Commission - SEC, o Comitê desempenha a função de Audit Committee da Sabesp, em conformidade com o disposto na Sarbanes-Oxley Act. O Comitê reporta-se ao Conselho de Administração, e atua com autonomia e independência no exercício de suas funções, funcionando como órgão auxiliar, consultivo e de assessoramento, sem poder decisório ou atribuições executivas. As funções e responsabilidades do Comitê são desempenhadas em cumprimento às atribuições legais aplicáveis, estatutárias e definidas no seu Regimento Interno. A responsabilidade do Comitê está relacionada com a revisão e o monitoramento, dentro de sua capacidade de supervisão, dos processos de elaboração e publicação de relatórios financeiros e de auditoria.As avaliações do Comitê baseiam-se nas informações recebidas da Administração, dos auditores independentes, da auditoria interna, dos responsáveis pelo gerenciamento de riscos e de controles internos e nas suas próprias análises decorrentes de sua atuação de supervisão e monitoramento.Na Assembleia Geral Ordinária de 29 de abril de 2016, os Srs. Jerônimo Antunes, Reinaldo Guerreiro e Francisco Vidal Luna foram reeleitos membros do Conselho de Administração e na Reunião do Conselho de Administração de 12 de maio de 2016 foram reconduzidos como membros do Comitê de Auditoria Estatutário, sendo que o Sr. Jerônimo Antunes foi também reconduzido como membro especialista, na função de coordenador do Comitê.Na Reunião do Conselho de Administração de 30 de setembro de 2016 o Conselheiro de Administração Independente Sr. Francisco Vidal Luna renunciou ao cargo de membro do Comitê de Auditoria Estatutário, sendo indicado o Conselheiro de Administração Independente, eleito pelos acionistas minoritários, Sr. Luis Eduardo Alves de Assis para ocupar a cargo. Na Assembleia Geral Ordinária de 28/04/2017, foi eleito para integrar o Conselho de Administração da Sabesp, para cumprir o restante do mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2018, o Sr. Francisco Luiz Sibut Gomide, sendo que na Reunião do Conselho de Administração de 12 de maio de 2017 este foi indicado como membro do Comitê de Auditoria Estatutário, em substituição ao Conselheiro Reinaldo Guerreiro.Na Assembleia Geral Extraordinária de 21/08/2017, foi eleito para integrar o Conselho de Administração da Sabesp, para cumprir o restante do mandato até a Assembleia Geral Ordinária de 2018, o Sr. Lucas Navarro Prado e na Reunião do Conselho de Administração de 24 de agosto de 2017, o Conselheiro de Administração Independente, Sr. Lucas Navarro Prado, foi indicado como membro do Comitê de Auditoria Estatutário, em substituição ao Conselheiro Francisco Luiz Sibut Gomide.2.ATIVIDADES REALIZADAS NO PERÍODONo período de 28/03/2017 a 27/03/2018, o Comitê reuniu-se 27 vezes. Essas reuniões envolveram os Diretores, Superintendentes e Gerentes da Sabesp. As atas das reuniões do Comitê são distribuídas nas reuniões do Conselho de Administração, ocasião em que o Coordenador do Comitê relata e enfatiza aos demais Conselheiros, quando julgado apropriado, os assuntos relevantes e pertinentes, identificados nas atividades do Comitê. As principais atividades realizadas foram:Revisão, aprovação e supervisão do plano de trabalho da Auditoria InternaAprovação do plano de trabalho de Fraud Risk AssessmentMonitoramento das provisões e contingências judiciaisAcompanhamento das atividades de gestão de riscos corporativosAcompanhamento das atividades de complianceAvaliação e monitoramento da eficácia dos Controles InternosAcompanhamento das atividades da OuvidoriaAcompanhamento das atividades do Comitê de Ética e CondutaAcompanhamento das averiguações e das denúncias recebidas via Canal de DenúnciasSupervisão da atuação dos auditores independentesMonitoramento da implantação dos planos de ação, decorrentes das recomendações feitas pela Auditoria Interna e Auditoria IndependenteIdentificação e recomendação para melhorias nos processos, durante as discussões com as diversas áreas convocadas, bem como acompanhamento e monitoramento das implantações dessas recomendaçõesAcompanhamento do processo de elaboração das demonstrações financeiras, em conformidade com as práticas contábeis adotadas no Brasil e com as normas internacionais de relatório financeiro (International Financial Reporting Standards - IFRS) emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB eRevisão das Informações Trimestrais - ITRs, do Relatório Anual da Administração, das Demonstrações Financeiras, do Formulário de Referência e do Form 20-F.O Comitê realizou quatro reuniões em conjunto com o Conselho Fiscal da Sabesp para a revisão das Informações Trimestrais dos trimestres findos em 31 de março, 30 de junho, 30 de setembro de 2017 e das Demonstrações Financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017.3.RECOMENDAÇÕES PARA MELHORIAS NOS PROCESSOS DE NEGÓCIOSNos debates estabelecidos nas reuniões, realizadas no período em questão, com os gestores das diversas áreas da Companhia, foram efetuadas diversas recomendações de ações corretivas para processos de controles e gestão dos negócios. As pendências e os respectivos atendimentos às ações corretivas são devidamente registrados em atas. O Comitê monitora periodicamente a implantação dessas melhorias e das adequações sugeridas.4.AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DOS SISTEMAS DE CONTROLES INTERNOSA metodologia adotada pela Sabesp para a análise dos controles internos está em consonância com a estrutura do Internal Control - Integrated Framework, definido pelo The Committee of Sponsoring Organizations of the Treadway Commission (COSO), e com a Lei Sarbanes-Oxley.A Administração da Sabesp é responsável pelo desenho e pela implantação de políticas, procedimentos, processos e práticas de controles internos que propiciem a salvaguarda de ativos, o tempestivo reconhecimento de passivos, a aderência às regras e a integridade e precisão das informações.A Auditoria Interna é responsável por aferir o grau de atendimento ou observância, por todas as áreas da Sabesp, dos procedimentos e práticas de controles internos e que estes se encontrem em efetiva aplicação.5.AVALIAÇÃO DA EFETIVIDADE DAS AUDITORIAS INDEPENDENTES E INTERNAO Comitê mantém um canal regular de comunicação com os auditores internos e independentes, permitindo ampla discussão dos resultados de seus trabalhos, de aspectos contábeis e de controles internos relevantes e, em decorrência, avalia como plenamente satisfatório o volume e a qualidade das informações fornecidas por esses profissionais, as quais apoiam sua opinião acerca da adequação e integridade dos sistemas de controles internos e das demonstrações financeiras. Ademais, não foram identificadas situações que pudessem afetar a objetividade e a independência dos auditores independentes e/ou a autonomia dos auditores internos.A KPMG Auditores Independentes é a firma de auditoria responsável por examinar as demonstrações financeiras e emitir opinião quanto ao seu preparo consoante às práticas contábeis adotadas no Brasil e com as no rmas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitido pelo International Accounting Standards Board (IASB). O Comitê acompanhou as atividades realizadas pela Auditoria Interna e pela Auditoria Independente, quer por meio da realização de reuniões periódicas, quer pela revisão dos relatórios emitidos. Em decorrência, o Comitê avalia positivamente a cobertura e a qualidade dos trabalhos realizados pela Auditoria Interna e pela Auditoria Independente, concernentes às demonstrações financeiras do exercício social findo em 31 de dezembro de 2017.6. AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRASA Administração é responsável pela definição e implantação de sistemas de informações que produzam as demonstrações financeiras da Sabesp, em observância à legislação societária, práticas contábeis, com as normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e, por ser listada na The New York Stock Exchange - NYSE, das normas emitidas pela U.S. Securities and Exchange Commission - SEC e Lei Sarbanes-Oxley.O Comitê reuniu-se em diversas ocasiões com os responsáveis pelas áreas de contabilidade para análise dos procedimentos que envolveram o processo de preparação das demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017. Por fim, discutiu com os auditores independentes os resultados dos trabalhos, os Principais Assuntos de Auditoria descritos em seu relatório e as suas conclusões sobre a auditoria das referidas demonstrações financeiras, cuja opinião se apresenta sem ressalvas. Os principais pontos discutidos também se relacionaram com as práticas contábeis adotadas no Brasil, e, ainda, com recomendações e demais apontamentos nos relatórios de controles internos e apresentação das demonstrações financeiras. O Comitê verificou que as demonstrações financeiras estão apropriadas em relação às práticas contábeis e à legislação societária brasileira, bem como às normas da Comissão de Valores Mobiliários - CVM e com as normas internacionais de relatório financeiro (IFRS), emitidas pelo International Accounting Standards Board - IASB, e das normas emitidas pela SEC e Lei Sarbanes-Oxley. 7.CONCLUSÕESDurante a condução dos trabalhos, o Comitê não identificou nenhuma situação que pudesse afetar a objetividade e a independência da KPMG com relação à Sabesp. Dessa forma, nos termos do Regimento Interno do Comitê de Auditoria, este informa ao Conselho de Administração que não tem conhecimento de nenhum tipo de relacionamento entre a KPMG e a Sabesp que possa ter afetado sua independência na execução dos trabalhos da auditoria independente das demonstrações financeiras encerradas em 31 de dezembro de 2017.Registra-se, ainda, que não foi identificada nenhuma situação de divergência significativa entre a Administração da Sabesp, os Auditores Independentes da KPMG e o próprio Comitê de Auditoria em relação às Demonstrações Financeiras do exercício findo em 31 de dezembro de 2017.As opiniões e julgamentos do Comitê dependem das informações que são apresentadas pela Sabesp, em particular dos Administradores, das Superintendências de Contabilidade, Jurídica, Auditoria Interna, Gestão de Riscos e Conformidade, e demais superintendências, além dos Auditores Independentes. Neste sentido, o Comitê julga que todos os assuntos pertinentes que lhe foram dados a conhecer estão adequadamente divulgados nas Demonstrações Financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2017 acompanhadas do Relatório dos Auditores Independentes emitido sem ressalvas, e, portanto, recomenda ao Conselho de Administração a aprovação das referidas Demonstrações Financeiras auditadas.São Paulo, 27 de março de 2018.Jerônimo AntunesCoordenador e Especialista FinanceiroLucas Navarro PradoMembroLuís Eduardo A. de AssisMembro

Procedência: Demonstrações Financeiras Padronizadas entregues à CVM e publicadas no Dados Abertos, transcritas sem alteração. Valores na escala declarada pela companhia. Confira sempre na entrega original.